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Nelson

POTÊNCIA E PASSO DAS RAIAS

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Parabéns pelo topico!!! :clap: :clap: :clap:

 

Seu livro é um iten obrigatorio a todo praticante de tiro com armas de pressão.

Só uma perguntinha sera que existe a possibilidade de um ARMAS DE PRESSÃO – Ciência e Técnicas de Tiro Volume 2 ?

 

Abraços

Airton

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estava lendo e pensando em fazer a mesma pergunta do Auron... já que tem tanto material, não pensa em escrever outro livro? seria muito bacana termos literatura disponível...

abraço!

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Tenho pensado numa 2a. edição, mas tenho que encontrar uma maneira de viabilizar, quem sabe por meio eletrônico. Impressão custa muito caro e se não tiver patrocinador, não dá.

Parte do problema vem da falta de hábito de leitura pela maior parte da população.

 

Abraço,

 

Nelson.

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Nelson, bom dia!

Parabéns por esse post e por outros escritos por vc. Todavia, seguindo essa linha de raciocínio gostaria que vc. deixasse aqui pelo menos três carabinas de cada calibre (4,5 e 5,5) que melhor se enquadram dentro desta analise, EX: Carabina lenta 4.5., essa. aquela e aquela outra;

Carabina rápida 5.5 ' ' ' ' '

 

Ps. todas tendo como fator principal, a precisão.

Desculpa se nao fui claro é que estou no inicio, bem no inicio desta arte e ainda nao estou bem a vontade para falar sobre isso..ok. abraços.

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Parabéns!

Obrigado por compartilhar.

Gostaria de sugerir um assunto muito pouco esclarecido:

Vibração e harmônicos de canos para PCP e springer.

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André,

 

Praticamente todas as carabinas apresentam raiamento com passo entre 1:16 e 1:18. Por isso, se forem de baixa potência o spin será convencional (pelo menos até que estudos provem o contrário) e se forem de alta potência o spin será rápido.

 

Então, a questão a ser analisada envolve uma série de fatores que dependem dos fabricantes.

 

O ponto é que algumas empresas fabricantes de armas de pressão (principalmente springers) aderiram ao apelo de aumentar a potência de modo a atender à ânsia do públlico por 'destruição', mas, outros fatores como raiamento (profundidade, no. de raias e passo) permaneceram a mesma coisa para todas as classes de potência.

 

Assim, as equações não fecham:

 

1. Velocidades altas com giro alto: Com a redução da velocidade durante o percurso, o momento pela propulsão supera o momento angular e mantém o chumbinho estabilizado, mas em contrapartida, o excesso de velocidade e giro rápido danifica o chumbinho devido a sua construção. Certamente este é um dos fatores que fazem os calibres maiores terem melhor desempenho em armas magnum, assim como chumbinhos mais pesados.

 

2. Velocidade baixa com giro alto: O desempenho é bom até determinado alcance, mas como a velocidade inicial é baixa, ela se reduz ainda mais em função do arrasto e o momento angular se sobrepõe ao momento e desestabiliza o chumbinho.

 

3. Se o giro for lento, as armas de maior potência se beneficiarão, pois, os chumbinhos não sofreriam tanta deformação dentro do cano. Contudo, nas armas de potência média e baixa, é possível que o momento angular se torne muito baixo para superar as forças externas como vento, força da gravidade e arrasto. Teóricamente, o giro lento permitiria o uso de chumbinhos mais leves em armas de alta potência e isso seria benéfico a trajetória mais plana.

 

Seja como for, minha opinião é que cada projeto deve ser minuciosamente estudado, em todos os aspectos para que se obtenha a melhor eficiência em todos os sentidos. Tem que haver um ponto de equilíbrio entre velocidade e giro de modo que os momentos se compensem e o projétil não sofra deformações no cano e permaneça estável a longo alcance.

O que se vê são simples adaptações.

 

Abraço,

 

Nelson.

  • Upvote 7

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Li seu livro e achei muito bom... seria bem interessante um segundo... se tiver interesse por uma produção independente, conheço um pessoal que faz editoração (trabalha faz muito tempo, com ótimas produções, inclusive em revistas científicas) e podem dizer os custos da produção do novo livro... talvez aqui seja mais barato que em SP ou RJ... qualquer coisa me manda MP...

Abraço!

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As coisas aqui no Brasil sempre são complicada até mesmo pra lançar um livro.

Não importa qual o meio que você utilize pode contar com meu apoio.

 

 

Abraços

Airton

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Parabéns mais uma vez Nelson :clap:

 

Vamos ver uns exemplos:

- Na Ht 44-10, quando a velocidade está na casa dos 275m/s a precisão é excelente, ao passo que diminuindo ela pra 260 a precisão piora bastante.

 

- Na S410, quando uso cerca de 70% da potência, os resultados são bem melhores do que em Full Power...

 

- Na Slavia 631, consegui excelentes resultados aumentando a VO que era de 170m/s, para a casa dos 200m/s, mas alguns chumbos que antes tinham bons resultados, agora não agrupam mais...

 

Pode-se concluir, portanto, que exista uma velocidade ideal pra cada tipo de cano, com determinado passo de raia? e mais, dependendo da velocidade, o chumbo ideal pode mudar também?

 

abs

Roberto

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Roberto,

 

É exatamente isso. Quando o caso é precisão, o raiamento mais importante do que o comprimento do cano.

Quanto às armas PCP, é sempre melhor utilizá-las com a potência abaixo da potência máxima.

 

Abraço,

 

Nelson.

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Pedro Ashidani,

 

Harmonia e vibração nos canos de PCP e Springer.

Fiquei algum tempo sem postar e estou trabalhando o capítulo sobre estabilidade giroscópica que estará na 2a. edição do livro ARMAS DE PRESSÃO - Ciência e Técnicas de Tiro. Embora os assuntos sobre harmonia e vibração não costumem ser abordados por experts quando falam sobre estabilidade giroscópica, é meu entender que estão relacionados. Vejamos:

Se o spin for muito rápido e o cano for 'leve', o movimento giratório a alta velocidade dentro do cano encontrará menos resistência do cano e este vibrará com maior intensidade e, como consequência a precisão será afetada.

Mas quanto à sua pergunta sobre harmonia e vibração nos canos de PCP e de Springer, sabemos que a situação será mais crítica na springer, devido ao recuo e à vibração da mola. Esses dois fatores tendem a aumentar a vibração no cano, mas alguns fatores devem ser considerados. Se a springer for do tipo 'break barrel', o engate do cano deve ser o melhor possível pois é na articulação do cano que os efeitos serão mais sentidos, pois, o cano desse tipo de springer já é forte o bastante para não dobrar em função do esforço aplicado para engatilhar. E no caso das springers de cano fixo esses fatores praticamente não afetam. Contudo, são também esses dois fatores que evitam que os canos das springers sejam mais longos, pois, se por um lado, um cano mais longo reduza o esforço para engatilhar, por outro, o cano mais longo está mais sujeito aos efeitos do movimento harmônico e da vibração. Ao adicionarmos muzzle breaks nos canos, embora muitos desconheçam, os furos dispostos de forma uniforme e equidistantes contribuem para melhor harmonização.

No caso das PCP, os canos mais longos funcionam melhor do que nas springers, mesmo quando são mais finos para reduzir o peso da arma, pois, embora exista recuo também nas PCP, seu efeito é praticamente nulo. Assim, a vibração não chega a afetar a precisão. No entanto, canos pesados (bull barrels) são mais precisos por serem mais harmonicos. Quanto ao spin e o momento torçor, o cano bull é mais resistente e, para PCP de alta potência esse é o tipo que apresenta melhores benefícios quanto à precisão.

 

Como o assunto é muito extenso, podemos resumir que:

  • Canos de springers devem ser mais curtos, embora sacrifique mais no esforço de engatilhar.
  • Muzzle breaks em springers facilitam o engatilhamento da arma e harmonizam quanto à redução da vibração para os tipos break barrel.
  • Carabinas PCP permitem o uso de canos mais finos mesmo quando o spin é relativamente alto, devido ao baixo índice de recuo.
  • Mas Carabinas PCP também se beneficiam de canos 'bull', pois podem aliar alta potência com spin rápido e essa combinação permite alta precisão a longos alcances.
  • PCP podem se beneficiar de canos mais longos uma vez que a vibração mesmo em canos longos é muito baixa em função do baixo nível de recuo.

Abraço,

 

Nelson.

  • Upvote 5

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muito interessante.. valeu por mais essa aula...

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Parabéns Mestre Nelson!

 

A cada post seu consigo clarear minhas idéias, que venho formando de forma empírica e autodidata, com testes e análises ''homemade''.

 

Considerando seu post sobre frequências harmônicas e vibrações nos canos das armas, pergunto:

 

É possível obter algum benefício temperando o aço de um cano de uma PCP de alta potência? Pois imagino que os canos tenham um tipo de aço mais mole para permitir sua usinagem e raiamento, sendo assim, imagino que aumentando a dureza do aço do cano, a frequência harmônica também aumenta, não em quantidade, mas em sua ordem (Hz). Sendo assim, um cano mais duro ressoará numa frequência mais alta e sabendo que quanto mais alta a frequência menor é a deformação na forma de onda, como consequência menor será a variação de posição do cano no momento em que o projétil abandona o cano.

 

Qual sua opinião a respeito?

 

Abraço

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Acho que o principal problema seria a mudança das dimensões do cano devido a tempera. Acredito que num caso desses primeiro deva-se temperar a barra e depois abrir o buraco e fazer o raiamento, o que dificultaria, e muito, o processo.

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Horvath, andei pesquisando sobre isso (alteração dimensional em função da têmpera do aço) e no caso de tubos, o comprimeto seria levemente aumentado e o diâmetro interno levemente reduzido, em torno de 4% para aço carbono temperado em água. Me parece de certa forma que isso seria até benéfico em termos de precisão.

 

Isso na teoria, talvez na pratica seja diferente.

 

Como estou comprando outro cano para a AT, talvez eu faça esse teste pra ver o que acontece.

 

Abraço

Edited by Diogo M

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diogo levando em conta que testando chumbos com diâmetros diferentes em 0,3% causam diferenças de precisão... 4% pode ser horrível... se aumentar não vai ter chumbo que vede o cano... se diminuir não vai ter chumbo que entre no cano.

 

Fora o risco de entortar o cano durante a tempera...

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Então, entortar ele é o meu maior medo, apesar dele já ser meio torto...hehe

 

Depois que instalar outro cano e se ele ficar melhor do que este, vou arriscar experimentar neste pra ver o que acontece.

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Se me permitem um palpite, sobre temperas, existe um processo mas ai complica que é a cementação. Muito usado em engrenagens que exige esforço e não quebrem com o uso ou fadiga.

Quanto mais duro o aço, mais quebradiço se torna. A cementação contorna isso, deixando o meio ou interior do aço mole tipo 1000.50 mas sua superfície extremamente dura devido a tempera por cementação. Até pensei, fosse o caso do cano de algumas armas. Nos casos de engrenagens que sofrem muito esforço, esse processo é utilizado de forma que, entre aspas, a maleabilidade (aço mais mole) interna não permita a trinca ou quebra da engrenagem e a superfície extremamente dura aguente o tranco. Outro ponto a considerar é que esse processo leva em consideração microns na medida da peça, não mudando nada seu tamanho ou dimensão. Ou o projeto já e feito considerando o processo todo. Como o processo é industrial, não sei a viabilidade de produzir um cano assim. Mas que é possível isso é.

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Tenho pensado numa 2a. edição, mas tenho que encontrar uma maneira de viabilizar, quem sabe por meio eletrônico. Impressão custa muito caro e se não tiver patrocinador, não dá.

Parte do problema vem da falta de hábito de leitura pela maior parte da população.

 

Abraço,

 

Nelson.

 

Sugiro fazer em e-book pelo programa de escritores independentes da Amazon.

 

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Obrigado por compartilhar o conhecimento!

 

Uma dúvida: qual é o critério para definir a categoria da arma em relação à potência (baixa ou alta). Digo, a partir de quantos Joules a arma passa a ser considerada de alta potência?

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