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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 10/18/2019 in all areas

  1. 2 points
    Bem vindo, ótimas pessoas e ótima plataforma.
  2. 1 point
    Atualmente os Centralizadores QUICKShot são usinados em máquina CNC. Seguem alguns modelos Linha B19 Linha Gamo ATS Linha CBC GII
  3. 1 point
    Tô mais atrasado que coice de porco pra responder esse tópico mas credito que um procedimento similar a esse deva resolver
  4. 1 point
  5. 1 point
    ENTENDENDO A BALÍSTICA TERMINAL E OS CALIBRES No outro texto que escrevi sobre balística terminal, citei alguns conceitos que caíram em desuso e a 'onda de choque hidrostática', chamada erroneamente por leigos, de 'energia hidrostática'. Na verdade, o efeito de deformação em tecido biológico é inicialmente de natureza hidrodinâmica e depende das propriedades viscoelásticas do material. Uma forma simples de demonstrar isso é baixando a palma da mão devagar numa bacia d'água e depois bater com a palma da mão na água. Neste último caso é possível sentir a resistência da água. Então, ocorre que a palma da mão ao bater, desloca as moléculas da água e essas moléculas tem massa. Quanto mais rápido se bate na água, mais força é necessária para deslocar as moléculas do caminho. O mesmo acontece quando o chumbinho atinge um material deformável. Os primeiros cinco ou dez milímetros de penetração causam a maior contração do comprimento do chumbinho e a concomitante expansão do diâmetro da sua cabeça. A partir desse ponto a deformação é viscoplástica e segue o formato de 'cone'. A força de impacto inicial também depende da área da superfície e do perfil do chumbinho, mas também das propriedades mecânicas do alvo atingido. Isso é difícil de calcular com precisão, mas existem meios, através de experimentos com gelatina balística. A pressão exercida pela cabeça do chumbinho ao atingir o alvo varia com o seu formato, mas sabemos que o formato junto com o peso são responsáveis pelo Coeficiente Balístico (CB) e pelo Coeficiente de arrasto (CD). A velocidade e o coeficiente de arrasto são responsáveis pela deformação e a velocidade sozinha é responsável pela penetração. Mas, a velocidade no impacto com o alvo depende do coeficiente balístico, que quanto mais alto, mais velocidade retém e consequentemente mais energia é retida também. Como a cavidade inicial depende da velocidade, chumbinhos mais rápidos causam cavidades maiores. A partir desse ponto, podemos discutir sobre os chumbinhos e os calibres. Quanto maior o arrasto, maior a pressão na cabeça do chumbinho e quanto maior a velocidade aliada ao arrasto, maior é também a deformação, comparando chumbinhos de mesma dureza, naturalmente. Quanto aos calibres, limitando a análise aos calibres 4,5 mm e 5,5 mm, geralmente o calibre 4,5 mm é mais rápido, por isso é natural que ele cause cavidade inicial igual ao calibre 5,5 mm. Estudos demonstram que o calibre 4,5 mm precisa em torno de 70 m/s a mais de velocidade do que o calibre 5,5 mm para causar cavidade inicial igual, e isso é o que geralmente vemos na prática. No entanto, a retenção de mais velocidade no impacto com o alvo depende do coeficiente balístico (CB). Então, podemos dizer que o CB mais alto é também responsável pela maior cavidade inicial no alvo, ao ser também responsável pela maior velocidade ao atingir o alvo. Como a penetração também depende da velocidade, o calibre 4,5 mm penetra mais, por ser mais rápido para a mesma energia, e nesse caso também o CB tem a sua participação. Até aqui dissemos que o calibre 4,5 mm pode causar cavidade inicial igual ao calibre 5,5 mm e ainda penetra mais, se a energia no impacto for igual. Então, qual é a vantagem do calibre 5,5 mm? Quando demos o exemplo de bater rápido com a palma da mão na água, vimos que as moléculas da água se afastam, mas se agrupam novamente depois que a mão afunda na água. Como os tecidos biológicos contém muita água, o efeito é semelhante e, por isso, chamamos a cavidade inicial de cavidade temporária, visto que ela se fecha após a passagem do chumbinho. Como vimos no outro texto sobre balística terminal e repetimos aqui, a velocidade mais alta é responsável pela maior cavidade temporária, mas este tipo de cavidade não é responsável pelos danos permanentes ao tecido, devido à sua viscosidade. No entanto, a cavidade temporária não acontece quando usamos massa de modelagem ou mesmo barras de sabão, que tem o 'tempo de relaxamento' mais lento e maior densidade com baixo conteúdo de água. Ou seja, em materiais mais moles, a velocidade mais alta do calibre 4,5 mm causa cavidade maior do que o calibre 5,5 mm, mas em materiais mais duros, o calibre 5,5 mm causa cavidade maior, e apesar de penetrar menos do que o calibre 4,5 mm ao atingir o alvo com a mesma energia, o seu maior diâmetro causa cavidade permanente maior, ou seja destrói mais tecido de forma permanente, sendo mais eficiente nos impactos contra ossos. Outro ponto é que de modo geral os chumbinhos calibre 5,5 mm dispõem de mais tipos com CB mais alto do que o calibre 4,5 mm e acaba produzindo e retendo mais energia. Contudo, devo esclarecer que a gelatina balística, que foi desenvolvida para apresentar características semelhantes aos tecidos biológicos e assim permitir estudos sobre balística terminal, é calibrada com o disparo de arma de pressão usando chumbinho de 5,4 grains e velocidade de impacto entre 180 e 186 m/s penetrando entre 8,3 e 9,5 cm. Esses valores resultam em energia de 5,7 Joules, que é o valor de energia mínima no impacto, adotado (não por coincidência) para as atividades de caça com armas de pressão e que para facilitar, arredondamos para 6 Joules. Quanto à letalidade, os dois calibres se equivalem, ficando a escolha para tiros em alvos mais resistentes quanto à densidade, com o calibre 5,5 mm devido ao seu maior diâmetro. Com isso, espero ter esclarecido alguns conceitos básicos sobre a balística terminal e a diferença de comportamento dos calibres 4,5 mm e 5,5 mm no impacto com os alvos. NOTA: Os cálculos de penetração e cavidade também constarão do aplicativo Airgunner que pretendo desenvolver. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  6. 1 point
    Depois de 1 ano treinando com meu primeiro arco (um recurvo ILF, mais sobre esse arco em outro post!) resolvi subir um degrau e tentar os arcos compostos. Comecei minha pesquisa e logo vi que invariavelmente todo mundo (brasileiro e gringo) orientava a comprar um arco de marca americana (Bear, PSE, Mission, Bowtech, Mathews, Hoyt, etc) e evitar os arcos chineses. Comecei a pesquisar preços e logo vi que havia uma diferença enorme entre os preços dos equipamentos vindos dos EUA e da China. No mesmo valor estão os arcos de entrada americanos (só o arco) e os arcos de alto nível chineses (muitas vezes em pacotes recheados de extras). Como sou meio teimoso e achando que a unanimidade é burra (como disse o poeta) acabei encomendando um arco no Aliexpress, com kit completo (miras, rest, 24 flechas, bolsa, aljava de arco, aljava de cintura, gatilho de pulso, peep, d-loop, pézinho para o arco, corda extra, estabilizador, silenciador de lâminas, puxador de flecha, sling de pulso, protetor de braço e boné camuflados): https://pt.aliexpress.com/item...g0s.9042311.0.0.3da2b90ammB6Ww O vendedor declarou o arco como valendo 1 US$ e não deu outra, a Receita devolveu para a China! Mandei uma mensagem ao vendedor solicitando que o valor fosse declarado corretamente, ele não fez isso e quando o arco voltou a Receita taxou sobre um valor arbitrário (ainda menor do que o real). Paguei a taxa e recebi o arco. No total gastei uns R$ 2200 com esse arco, entre imposto, frete e a mercadoria em si. Por esse preço daria para comprar um arco americano de entrada, sem os acessórios. Pois bem, quando recebi o arco logo percebi que as cams estavam fora de sincronia (na ida e vinda da China acho que um dos cabos laceou e esticou). De cara já sofri o maior problema de comprar arcos chineses: a total falta de suporte pós-venda! Já sabendo disto de antemão nem me importei em mandar mensagem ao vendedor (mesmo porque a comunicação estava difícil), já encomendei no próprio Aliexpress uma prensa para arcos. Se eu tivesse comprado de uma marca americana famosa qualquer provavelmente teria alguém para enviar o arco (no Brasil temos representantes dos fabricantes mais famosos) para ser corrigido (pagando o frete, imagino eu). Aproveitei a oportunidade para aprender! Acho que até por ser chinês deu mais coragem de fuçar no arco. Prensei o arco e sincronizei as cams. Foi muito bom aprender a fuçar, pois um amigo foi disparar (normalmente, com flecha e tudo) e conseguiu tirar a corda do trilho da cam. Em 15 minutos estava atirando novamente com o arco. Garantia vitalícia para o primeiro dono é bom, mas acho que saber fuçar profundamente no arco é melhor. Sobre o arco em si: tem o riser usinado em alumínio (tem marca de fresa nos recortes), tem cams gêmeas com regulagem de comprimento, tem lâminas fabricadas nos EUA com regulagem de peso da puxada. Outras medidas estão no link acima. O anúncio afirma que a corda e cabos são feitos com material da BCY, mas depois de uns 200 tiros a corda começou a desfiar (ficar branca e esfiapada), então fiz um serving para proteger esta parte da corda (que ficava em contato com o nariz, o suor deve ter acelerado o processo). Mais uma oportunidade de aprendizado! A corda em si não é ruim, os serving central e das cams são muito bem feitos. O anúncio ainda afirma que o arco é anodizado, mas o meu veio pintado e com algumas falhas na pintura. Isso não é uma coisa que me afeta, principalmente por ser uma arco de aprendizado para mim, mas que tem que ser dita. Penso em no futuro pintar uma cmuflagem brasileira nesse arco. Somando às marcas de fresa (quase imperceptíveis) é possível afirmar que o acabamento final não é preocupação para os chineses. Outro problema que tive foi com o peep: a borracha que alinha o peep é muito pequena para minha puxada, acabou arrancando o peep da corda. Sem problema, prensei o arco e reinstalei o peep com um serving mais decente. Para contornar o problema da borracha curta fiz uma gambiarra (foto abaixo). Tirando esses problemas menores, o arco é muito bem construído, tem "limb pockets" em metal e transmite uma sensação de solidez. Os arcos de entrada americanos tem o "limb pocket" de polímero e alguns tem até os módulos (peça da cam que altera a puxada) em plástico. Atualmente estou preferindo metal chinês do que plástico americano... Mira e rest que acompanham o arco: Cam e módulo (peça com graduação em polegadas) para alterar o comprimento da puxada: Cable guard do tipo roller (comprei separado e instalei): Parafuso de regulagem de peso da puxada: Gambiarra no peep: Agrupamento a 15 metros, 12 felchas: Paper tunning: Lâminas reguladas para o peso mínimo: Teste de flechas a 12 metros (as azuis são spine 600 e as laranjas spine 400): Enviado de meu Redmi Note 7 usando o Tapatalk
  7. 1 point
    "Eu posso importar ou não uma luneta com magnitude maior que 36 para uso em minha carabina de pressão ou não? " Sim, lunetas não são mais PCE, não exigem CII para importação e nem apostilamento posterior no CR. Mesmo entendimento para REDDOT. Nesse inicio de liberação, possivelmente o correio vai separar o produto, pedir avaliação do exercito que deverá dizer que não se trata de PCE, passando o mesmo para receita decidir se vai tributar ou não. Pode demorar um pouco mais, mas deve chegar. Esse entendimento se tornou uniforme ja na comunidade de tiro de polvora, ate porque ja foi amplamente respondido pelo exercito em varias consultas ja publicadas na internet. Ainda vejo essa duvida apenas na comunidade de tiros de pressão. Não se esqueça que a liberação no Brasil não muda restrição em outros paises, por exemplo, para sair com varios acessorios de armas do EUA vc precisa ter uma licença de exportação de la, pesquise sobre as restrições de venda nos paises onde vai comprar tambem. "Ou posso adquirir uma luneta no mesmo âmbito no comércio nacional?" Pode adquirir, o problema aqui é comercial! Como a restrição acabou a pouco, ainda leva um tempo para as lojas efetuarem a importação de lunetas, desembaraço e consequente venda ao consumidor final. Devemos ver um movimento maior de opções a partir do segundo semestre de 2020 ou primeiro semestre de 2021. "Confesso que estou completamente confuso agora... " Existem advogados explicando ponto a ponto dos últimos decretos, leis e portarias, recomendo uma consulta aos canais mais importantes do Youtube, mas tenha paciencia, porque é cada video de 50 minutos que parece nao ter fim, ontem mesmo sairam varios videos comentando a portaria COLOG 136. Por fim, tenha paciência, precisa pesquisar mesmo! As regras mudam, legisladores, exercito, todo mundo ainda batendo cabeça. Renovei meu cr em janeiro desse ano, e ja mudou muito para quem for tirar agora, menos de 12 meses... mudou regra de aquisição durante o ano, e ja mudou de novo com esse COLOG 136 que citei... a sensação de estar confuso é geral, por isso a importância de ir na lei e focar nela.
  8. 1 point
    Nesse valor eu aproveitaria as ofertas de black friday e pegaria "um degrau acima". Tem Cometa Fusion Galaxy por 1800, Gamo CFX ou CFR na casa de 1500 a 1650 e Gamo Hunter por menos de 1500. Por fim, ainda tem Norica MArvic por 1280... da uma vasculhada na internet que ta achando coisa muito boa esse mes!
  9. 1 point
    eu iria de sag1000,ja ouvi falar muito bem dessa carabina
  10. 1 point
    Bem vindo Enviado de meu SM-G930F usando o Tapatalk
  11. 1 point
  12. 1 point
    Cabe observar um erro de montagem, a borracha não entrou toda no vão certo e forcei o pino cortando ela, reproduzi como em outra foto: Agora revendo minha coleção: Tentei primeiro com os da caixa da direita, depois com os da caixa do meio (verdes) e agora parto para o último lote, os da esquerda, comprados como reposição para torneiras: Encontrei um no tamanho exato (A) que ao ser instalado deu pressão mas, lentamente o ponteiro do manômetro da bomba vai descendo, em quatro segundos desce um risco na escala. O outro (B) não conseguiu dar pressão, vaza direto. Me sobrou a última alternativa, antes de usar o anel do kit reserva da bomba; testar o anel do plug da estação de recarga, resolvi trocar um pelo outro, o anel da estação de recarga foi para a bomba e o anel da bomba foi para a estação de recarga. Por sorte, deu tudo certo, agora os dois funcionam perfeitamente sem nenhum vazamento. Olhando mais de perto e com atenção os anéis envolvidos: Tiro minhas conclusões no sentido de que o anel da estação de recarga é mais grosso que os demais, apesar de terem todos o mesmo diâmetro. Agora vou comemorar com tiros, muitos tiros.
  13. 1 point
    Separei as ferramentas: Aquela coisa de dentista que esqueci o nome, um pincel, pano e graxa de silicone. Introduzi a ponta de metal e girei percorrendo o espaço entre a borracha e o metal até entrar sem causar danos no anel, ai torci para forçar a saída, depois limpei no pano, a sujeira ficou no destaque em vermelho. Então, fui no kit de reparo da bomba: Na comparação surgiram dúvidas sobre qual seria o anel correto, destacados em vermelho, o mais gordo acima ou um dos outros dois, também achei que as medidas do pino de carga e do pino de fechar eram diferentes. Escolhi não tocar no kit e deixar para usar apenas no último caso, peguei um anel da minha coleção, o preto que está ao lado do verde, parecia ser do mesmo tamanho, pelo menos no visual do encaixe: Parti para a instalação, coloquei com o dedo o anel molhado com graxa, a propósito, antes tentei passar no interior a graxa com o pincel mas, ele era muito grande para entrar: Depois empurrei para dentro usando o pino de fechar: Beleza, acho que resolvi o problema! Ocorre que na hora de testar, não deu certo, os pinos não se encaixam direito e o ar vaza. As coisas não são tão fáceis assim.
  14. 1 point
    Esqueci de comparar com a estação de recarga, nela o encaixe é bem duro, tem que forçar para entrar e não ocorre vazamento, mesmo com o jogo do pino de carga se movendo dois milímetros para fora: Comparei com um adaptador para fazer a recarga do cilindro: Ele tem a mesma dimensão reduzida e não vaza, porque será? Finalmente, olhando o bico da estação e comparando com o bico da bomba: O oring dele é mais gordinho do que o da bomba. Bingo! Descobri! O problema está no oring da bomba que é pequeno ou fino e o bico não tem defeito! Imagino que se trocar o anel verde e o problema persistir, a solução seria substituir o terminal de encaixe. Coisa de principiante, é a minha primeira PCP e ainda estou me acostumando. Vivendo e aprendendo.
  15. 1 point
    Ja fiz serviço com ele sim, recomendo!
  16. 1 point
    Boa tarde, conheço um em Artur Nogueira -SP....somente carabinas de ar Rod 19-996110136
  17. 1 point
    Gabriel não sou um atirador tão experiente e também pedi ajuda aqui no fórum antes de compra a minha segunda carabina, no meu caso fiquei em dúvida entre a striker 1000s, Hatsan Ht 87 e Artemis Black Hawk e muita gente me aconselhou a comprar a Artemis Black Hawk, inclusive um armeiro renomado. A B-19 eu considero uma carabina coringa, boa de atirar, fácil de achar peças e de customizar, ela é bem precisa. Já a SAG eu conheço menos porém (na minha opnião) eu não curto muito o modelo da coronha em polímero e prefiro madeira, mas não sei se ainda é possível encontrar a SAG AR 1000, essa eu acho top, tem tudo o que uma pessoa precisa em uma carabina. Mas meio em comparação a SAG talvez seja legal você dar uma olhadinha na Artemis Black Hawk, tem modelos que já vem com o gás ram, o modelo Wood tem coronha em madeira que foi a que eu comprei, já vem com o gás ram de fábrica e pelo que ela oferece o preço é legal. E quanto a questão de peças de reposição eu particularmente já conheço pessoas que trabalham com a marca, já existe assistência autorizada e com o passar do tempo a tendência é que surja cada vez mais peças de reposição, uma marca de gás ram famosa já produz o kit pra ela por exemplo. Amigo espero que eu tenha ajudado, é só mais uma opinião e se você gostar mais uma opção.
  18. 1 point
    Ola a todos. Venho aqui informar que a carabina foi encontrada/ recuperada e esta de volta ao clube, não tenho detalhes de onde ou como foi mas o importante é que foi recuperada. A carabina vai ser exposta junto a outra diana que esta aposentada, e vai estar mais segura, assim esperamos! Agradeço a todos que se dispunham a ajudar e que também se sentiram indignados com a situação. Danubio.
  19. 1 point
    Ola pessoal Hoje acabei fazendo uma mola para Minha expresso Utilizei um amortecedor de capô Segue as fotos O diâmetro da aste é de 8mm Isso dá pouco mais de 0.5 cm² r² x pi = área 4 x 4 x 3.14= 0.52 1 bar = 1kgf/cm² 0.52 cm2 x 70 kg/cm² Então 70 bar ou 1000 psi me faz uma mola de 35kg
  20. 1 point
    NUM SEI NÃO ... O Cumpadi Rui Saiki san já tem a manha de se dispor do peloto de caroços de jabuticabas . É expressionante a inventividade do povo , o que não sa sabe é se ele costuma assoviar na boca da garrafa por gosto ou por necessidade . Em todo caso , vamos anotar o heróico procedimento japonês , nunca se sabe ...
  21. 1 point
    Segue vídeos que fiz da minha PR900W 4,5 desde que a adquiri, talvez seja útil para quem tem ou até mesmo pense em pegar uma:
  22. 1 point
    Complementando, seguem alguns comentários sobre as fotos Os roletes da alavanca de armar (setas azuis) parecem estar trabalhando conforme esperado O inserto anti raspagem parece estar fora de posição (na posição atual, a alavanca de armar fica mais baixa e pode prejudicar o encaixe da sua extremidade no furo da camisa) ou então falta mais um no recorte Na coronha A minha linha de raciocínio é baseada no mecanismo da alavanca de armar (Biela) da Slavia 634 Vejamos A Alavanca de Armar (Biela) da Slavia 634 é "'flutuante" A alavanca de armar não possui sapata É simplesmente encaixada no "rasgo" do cilindro e do êmbolo O apoio "flutuante" é sobre um pino que fica encaixado sobre uma mola helicoidal em um furo da coronha de polímero. Creio que em coronhas de madeira, este apoio "flutuante" é provido por uma mola tipo lâmina (peça 41 da vista explodida mostrada na Parte I) Na foto abaixo, podemos ver a peça similar em uma Slavia 631 Pino e mola helicoidal Como esta configuração não usa inserto anti raspagem (a exemplo das Gamos e similares), ocorre como efeito colateral a raspagem da alavanca de armar contra o cilindro da carabina. Bem, esta é a linha de raciocínio. Boa sorte ! BTW, se desmontar novamente, tire fotos da extremidade da biela mostrando como ela se encaixa no furo da camisa do êmbolo e também do cilindro (logo abaixo da biela) para ver se há marcas causadas por atrito.
  23. 1 point
  24. 1 point
    Ola a todos . Sei que para fazer um compressor não precisa de nada muito elaborado ... Porem o meu procurei fazer um pouco diferente !
  25. 1 point
    Boa noite pessoal Depois de 5 anos sem postar nada voltei para terminar minha at44 com cilindro 500 Acontece que o cilindro não ficou alinhado com o cano ao instalar a conexão z As ATs não foram feitas para ter cano flutuante como todos sabem O bloco é separado diferente por exemplo das theoben que é ensinada em um bloco só O cano estava torto em relação ao cilindro e também muito flexível aí resolvi fazer uma extensão do bloco tudo em casa eu meu torno caseiro Ficou parecido com um mount e será colado com cola epóxi ou outra mais eficiente Se o cano flutuante não ficar preciso terei que por fixo no cilindro porém não gosto pois o stress do enche e esvazia muda o ponto de impacto Pessoal Valorizem os profissionais armeiros por que isso dá Trabalho e isso toma muito tempo Em breve review de um compressor Young heng com alguns ajustes e dicas valiosas Abraço
  26. 1 point
    Vejo bastante gente mandando a Beeman P17 para manutenção, mas defendo a ideia de que você deve ter intimidade com seu armamento. Alguns podem dizer que estou fazendo propaganda contra mim mesmo, afinal de contas eu faço manutenção na Beeman, e cobro por isso, mas gosto de ajudar compartilhando meu conhecimento. O Vídeo a seguir, explica "detalhadamente" como desmontar e remontar o gatilho da Beeman P17! Um forte abraços aos amigos do Fórum... <iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JY870LACjRE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
  27. 1 point
    Olá amigos atiradores e amantes da modalidade Field Target, devido ao sucesso do 1º Desafio Attack de Field Target 2019 venho por essa convidá los ao 2º Desafio Attack de Field Target 2019 que acontecerá dia 20/10/2019. Faremos 15 pistas com 30 alvos, numa área de matas e ruínas de uma antiga fábrica de cerâmicas num local urbano privilegiado, inscrições à 50,00 e repassagem à 20,00, já com direito à churrasco. Categorias: - PCP 16J - Spring(Mola)16J - Open 40J - Categoria Damas(ainda em decisão) Gostaria que confirmassem a presença na lista no Grupo da Copa Paulo Uehara de Field Target https://chat.whatsapp.com/FE8j4bXdVcQCKkGRPkW7pN ou no meu Whats (11)99470-5875 Mikami, só assim poderemos ter controle do numero de participantes. Acontecerá no Clube Attack em São Caetano do Sul dia 20/10/2019 Domingo às 9:00hs R. Rio Branco, 370 - Fundação, São Caetano do Sul - SP, 09520-630
  28. 1 point
    O tiro de pressão esportivo é antes de tudo um grande show de imitações. De cara imitamos o tiro de pólvora, seja no visual das armas quanto nas modalidades que praticamos. Em nosso próprio meio a imitação é normal, imitamos os tiros que outros fazem, imitamos os equipamentos que outros têm, imitamos o discurso daqueles atiradores que respeitamos e admiramos. Só que muitas vezes muitos atiradores quebram a cara nas imitações feitas indiscriminadamente. Um dos tipos mais comuns de imitação é a de armas de pressão adquiridas, que acabam até virando modismo. Estou no esporte há dois anos e já vi vários modismos. Houve o das Cometa 220, os das Hatsan AT, os das CBC Nitro, os das Air Arms S200 ... entre outros tantos. Acompanhar um modismo se torna um problema quando o atirador não considerar algumas coisas muito importantes que não devem ser deixadas de lado quando se cogita comprar uma arma. Vejamos. Valor investido - Muitas vezes armas de pressão não tão baratas, algumas até bastante caras, são oferecidas na seção de classificados com bons descontos. Parte disso se dá justamente porque atiradores não analisaram com cuidado o valor a ser investido na compra e acabaram ficando apertados financeiramente por conta disso (muitos chegam inclusive a se individar!) ou descobrem que investiram alto em um brinquedo que acabou não sendo tão utilizado a ponto de compensar o gasto; Necessidade de acessórios - Deixar de considerar o investimento necessário em acessórios acaba vitimando em geral quem ingressa no universo do tiro de pressão com PCPs. O mais comum é do atirador comprar uma arma de pressão de PCP e uma bomba manual apesar da maioria contraindicar essa solução. Não demora muito para o atirador perder a paciência com a necessidade de ficar bombeando cansativamente por um bom tempo para disparar apenas uma ou duas dezenas de chumbos. Daí descobre que para montar uma estação de recarga de PCP gastará um bom dinheiro e se em sua região não houver onde recarregar cilindros de mergulho não haverá solução senão continuar encarando a bomba manual ou vender o equipamento; Necessidade/custo/dificuldade de tunagem - Também é muito comum de atiradores investirem em armas que para ficarem boas necessariamente precisam passar por tunagens. A análise dessa questão em geral é superficial e só tarde demais o atirador se dá conta de que sem tal tunagem a arma é inviável de usar para outra coisa senão tiro casual do mais descompromissado possível, que a tunagem não custará nada barato e/ou as dificuldades de tunagem são grandes e encontrar alguém que o faça direito é difícil e caro. Possuir uma arma que necessariamente precisa de tunagem sem poder fazê-lo direito é frustrante; Local para uso - Esse é um problema sério que acaba se tornando um inferno na vida de muito atiradores, que somente depois de investir um bom dinheiro numa arma se dão conta de que não têm a sua disposição local adequado para usá-las. São comuns os casos de atiradores que se vêm em maus lençõis por atirar no quintal de casa, serem vistos e denunciados à polícia por vizinhos incomodados, outros com excelentes armas para longas distâncias que não têm espaço para atirar mais que em silhuetas 1/10, até aqueles que precisam carregar a pesada tralha de tiro longe para poder praticar o esporte. Tudo isso desanima o cristão e quando vê olha as armas sendo oferecidas na seção de classificados. Se de um lado ninguém gosta da perspectiva de perder dinheiro na venda de uma arma de pressão adquirida sem se considerar os aspectos listados, muitas vezes sua compra se deu com a venda de outra arma que até então era adequada para o atirador na maioria dos aspectos. Daí o atirador se vê sem arma alguma! Acreditem, não é preciso muitas frustrações para fazer alguém desistir de um esporte. Dominar a técnica para se atirar bem com armas de pressão é difícil, demandando estudo e muita prática, algo que para muitos já é frustrante em demasia. Se além de lidar com essa dificuldade inerente ao esporte o atirador se ver metido com uma compra mal feita, desistir e procurar um esporte mais fácil acaba se tornando muito atraente. RESUMO DA ÓPERA - Evite perder dinheiro, se frustrar e até correr o risco de abandonar esse esporte tão interessante e desafiador tomando o cuidado de analisar com cuidado e cabeça fria a compra de sua próxima arma de pressão. Não se deixe levar por modismos ou impulso, faça as contas e verifique a viabilidade de tal equipamento (tanto em termos de tunagem e local de uso). Muitas vezes é melhor ficar com vontade do que arrependido!
  29. 1 point
    jhosep06, o Sergiolopes não frequenta o fórum a dois anos, ele não vai responder sua pergunta. Na pagina principal, em cima, tem várias lojas que são parceiras do fórum e que vendem essa carabina. Se não encontrar em nenhuma delas , pede ajuda do grupo que com certeza alguém vai lhe ajudar.
  30. 1 point
    Este é um artigo sobre minha primeira bomba de PCP no qual pretendo registrar as descobertas pessoais no assunto e também compartilhar. Quando vi o anúncio por R$ 599,00 com o frete grátis resolvi comprar e pagar um pouco mais justamente para evitar a grande demora e taxações de comprar direto da China. Ocorre que quando finalizei a compra apareceu um valor de cem reais a mais e só percebi quando veio a fatura do cartão. Este é o texto do anúncio: Caracteristicas Marca AIR PUMP Modelo HAND PUMP PCP BOMBA PCP AIR PUMP Produto novo Envio imediato 1. Bomba de ar PCP de alta pressão, é usado para encher cilindro de carabinas e pistolas PCP. 2. Conector de engate rápido. 3. Generation 3 tecnologia requer menos esforço do que os concorrentes. 4. Aparência cromado (aço inox) 5. Bomba muito leve, apenas 2,5kg. Ideal para quem vai à campo. 6. Pedal Dobrável para facilitar o transporte. 7. Manômetro medidor de pressão. 8. Filtro de ar acoplado DIRETO na mangueira. Especificações: 1. Bomba de 3 estágios de câmaras. 2. Max pressão: 4500psi/310bar (melhor do que os concorrentes: 3300psi). 3. Com uma fêmea foster quick-disconnect (universal M10 * 1), no final da mangueira. 4. Comprimento fechado 24.4 " (620mm), Comprimento aberto 42.1" (1070mm). 5. Peso do pacote 3.0 kg. Pacote inclui: 1x Bomba PCP de alta pressão. 1x Mangueira fina de alta pressão (310bar) (engate rápido foster fêmea na ponta). Serve no Fill Probe com bico macho (bico de encher) 1x Kit reserva de o-rings-anéis 1x Chave de montagem da bomba. E estas são as fotos do anúncio: A diferença que pude perceber em relação à comprar direto da China, além do preço, é que esta veio com o filtro, enquanto que as chinesas tem o anúncio do filtro em separado. Logo que chegou vi que não tem manual em português, fiz uma breve consulta com o vendedor que disse está completa bastando apenas rosquear o relógio, a manopla e a mangueira. Como nunca tinha tido contato antes com bomba de PCP, estudei bem o manual que veio nela: Manual bomba PCP.pdf Etambém outros que encontrei na internet, em português: (cod2_21446)manual__bomba_pneumatica.pdf BOMBA_MANUAL_QS_BAMB01_PTBR-1.pdf BOMBA_MANUAL_Resolução-de-Problemas-QS-BAM.B01.pdf O que ajudou muito na compreensão do assunto, então fiz assim, comecei pela manopla: De um lado tinha a parte achatada que coincidia com o cilindro, do outro lado tinha apenas o cavado que coincidia com as cabeças dos parafusos. Depois de apertar ficou perfeito. O próximo passo foi conferir se as demais partes estavam bem apertadas, uma por uma, usando a chave fornecida: Ai, chegou a vez da mangueira, não usei fita veda rosca de teflon, foi a seco mesmo porque na parte interna tinha um anel de plástico: Chegou a vez do manômetro ou reloginho: Li que neste modelo, não se deve apertar segurando o relógio, o certo é apertar com a chave encaixada no lugar certo. Finalmente tudo montado dei umas bombadas e o ar circula. Para fazer um teste sem ter a arma, coloquei na extremidade da mangueira uma ponta que veio, parece que serve para tampar: Após algumas bombadas o relógio ia mudando a marcação do ponteiro: Deixando tudo como está e parando de bombear, o ar não escapa e a marcação não muda, pela lógica, conclui que está tudo certo e que não há vazamento. detalhe de deixar o ar escapar, de forma lenta, aos poucos não soltar de uma vez só, para não causar danos. também não utilizar ferramentas para apertar ou soltar, use apenas as mãos, ao sair a pressão a mangueira relaxa e o pistão da bomba desce. Para soltar o ar, a válvula funcionou corretamente ao ser desrosqueada. Na hora de bombear conectado à arma, deu tudo certo, exceto que ao parar, lentamente o ponteiro vai descendo, pelo que li, isto é normal porém, ainda tenho minhas dúvidas, gostaria de saber porque isto acontece. Também li que tem um jeito certo de dar as bombadas, não pode ser rapidamente, tem que ser lentamente, parar quando esquentar e dobrar os joelhos, não dobrar a coluna. Dúvida que ainda tenho, para guardar a mangueira deve estar com ou sem a tampinha? O filtro integrado à bomba deve ser a parte azul, preciso descobrir como se abre ele para trocar o elemento filtrante, e também saber a hora certa de trocar. Outra coisa que estou trabalhando é achar um meio de transporte seguro, tipo uma maleta de alumínio. Que raio é este de estágio? Vi que existem de dois, três e quatro estágios. A de quatro estágios é bem mais cara. Na parte da lubrificação eu não sei nada, tem muito a estudar ainda. É isso, qualquer dica é bem vinda.
  31. 1 point
    Fiz um em A4 para treino WRABF_AR_Treino.pdf
  32. 1 point
    Bom dia amigos! Finalizei ontem a restauração da gamatic, estava esperando chegar a massa de mira (b19) e o kit gás ram 55 kg. Obrigado ao amigo Orlando pelas dicas !Segue imagens
  33. 1 point
    Ok, obrigado, vou ver... comprei uma mira que adaptei em 2 barrel band, mas pelo fato de ser alta pode ficar muito sensível à distância. Regulei para 12 metros, mas ainda não testei se altera muito para outra distância.
  34. 1 point
    CONHEÇA A MIRA ABERTA DA SUA ARMA (Texto para quem está começando) Num texto de 18/11/2017, abordei este tema, mas com ênfase na compensação da visada. O conjunto de mira aberta, como todos sabem, é formado por Alça de mira e Massa de mira, sendo a Alça a peça de trás e a Massa a peça da frente, próxima à boca do cano. Geralmente o ajuste da mira é feito na Alça de mira, de modo que o ponto de impacto do projétil no alvo se move no mesmo sentido que movemos a Alça, ou seja, Alça de mira para cima, impacto para cima, Alça de mira para a direita, impacto para a direita. Mas, quanto um determinado movimento na Alça de mira altera o ponto de impacto no alvo posicionado a certa distância? Para saber isso, é preciso conhecer a distância, de preferência em metros, entre a Alça de mira e a Massa de mira. EXEMPLO: Distância entre Alça e Massa de mira = 0,40m (40 cm) Alvo posicionado a 20 metros Elevamos a Massa de mira em um milímetro (1 mm) O impacto no alvo subirá em: 50 mm ou 5 cm. COMO CALCULAR Divida o movimento na Alça de mira pela distância entre a Alça e a Massa de mira. Multiplique o resultado pela distância do alvo. Para o exemplo acima, temos: Movimento na Alça = 1 mm Distância Alça - Massa = 0,4 m Distância do alvo 20 m 1/0,4 = 2,5 2,5 x 20 = 50 Portanto, para cada milímetro de movimento na Alça de mira, o ponto de impacto se altera em 50 mm ou 5 cm a 20 m, para o exemplo dado. O importante é conhecer a distância entre a Alça de mira e a Massa de mira da sua arma. NOTA: A distância entre a Alça de mira e a Massa de mira, se chama ALÇA DE VISADA (SIGHT RADIUS). Atire para acertar! Nelson L. De Faria Nas imagens, a visada correta com a massa de mira nítida e a alça de mira e o alvo embaçados e, o esquema da alça de visada (sight radius). FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  35. 1 point
    CALIBRE 5,5 mm (.22) Sempre falamos do calibre 5,5 mm em comparação com o calibre 4,5 mm, mas neste texto, comentarei apenas sobre as particularidades deste calibre, mais especificamente em relação aos chumbinhos. Devido à velocidade geralmente mais baixa, os chumbinhos calibre 5,5 mm não são afetados pela turbulência que ocorre a partir de 85% da velocidade do som e que se agrava a partir de 90%, no entanto, sua área maior tanto frontal quanto lateral, os submetem ao maior arrasto aerodinâmico e também à maior incidência do vento. Em razão desses fatores, a escolha correta do chumbinho mais adequado à potência da arma de pressão é fundamental. Sabemos que a trajetória depende da velocidade e do coeficiente balístico do projétil (CB), e na faixa de velocidade do calibre 5,5 mm, o CB se torna ainda mais importante. Por isso, o melhor a fazer é medir a velocidade com chumbinhos diferentes, e mesmo sem conhecer o CB, comparar os chumbinhos de mesmo formato (sempre observando a qualidade de acabamento). Entre dois chumbinhos de mesmo tamanho e formato, o chumbinho mais pesado será o mais adequado, pois, o seu CB será mais alto. Assim, mesmo que a sua velocidade inicial seja mais baixa, ele reterá mais energia durante o percurso e será mais eficiente. No entanto, é preciso observar a faixa de potência da arma de pressão, que depende da velocidade inicial do chumbinho. Portanto, se a arma de pressão calibre 5,5 mm tem potência abaixo de 20 Joules, são recomendados os chumbos mais curtos, pois, as velocidades são mais baixas e assim também é a velocidade giroscópica. No caso de armas de pressão com energias acima de 20 Joules e principalmente se estiverem em torno ou acima de 25 Joules, os chumbinhos mais compridos são mais adequados. Quanto ao formato, chumbos de ponta arredondada (round nose) apresentam CB mais alto do que chumbos de cabeça redonda (dome head ou domed), por isso, no caso de velocidades mais altas, os chumbos de ponta arredondada sofrem menos com o arrasto aerodinâmico se disparados com velocidades iguais aos de cabeça redonda. Obviamente, a comparação de chumbos para este caso específico, deve considerar a mesma marca, que sempre deve ser de alta qualidade tanto em formato quanto em acabamento. Como informação adicional, esclareço que para 10% de aumento na velocidade, o arrasto aerodinâmico aumenta em 33%, para 20% de aumento na velocidade, o arrasto aerodinâmico aumenta em 73%, para 30% de aumento na velocidade, o arrasto aerodinâmico aumenta em 197% e para 50% de aumento na velocidade, o arrasto aerodinâmico aumenta em 238%. Isso explica o porquê de a velocidade inicial sozinha, não ser o fator determinante no desempenho da arma, mas sim, a sua combinação com o CB do projétil, que resulta do seu formato e do seu peso. Mais uma vez, afirmo que se fosse possível quantificar, concluiríamos que o projétil certamente é responsável por pelo menos 80% do desempenho do tiro. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  36. 1 point
    TÉCNICAS DE TIRO - ADMINISTRANDO O RECUO Conseguir agrupamentos consistentes com carabinas de mola (Springers) demanda correta empunhadura da arma e/ou apoio adequado. O recuo das Springers é o principal fator a ser compreendido e controlado. No entanto, há várias controvérsias a respeito do recuo nas Springers, mesmo entre os grandes nomes do mundo da armas de pressão no exterior, em países como Inglaterra e Estados Unidos. Nesses países há mais recursos disponíveis aos estudiosos e avaliadores de armas de pressão, mas há uma afirmação comum em publicações desses países, feita por nomes de respeito, que eu discordo. Se trata de dizer que o chumbinho deixa o cano da arma após o fim de curso do pistão, ou seja, depois que o pistão bate contra o fundo do cilindro da arma. Na verdade, o "recuo duplo" nas armas de pressão de mola se divide em duas etapas: Na primeira etapa, o recuo ocorre quando o pistão inicia o movimento e ao encontrar resistência do ar, força a arma para trás, contra o ombro do atirador. Na segunda etapa, o que ocorre é na verdade o 'avanço' da arma quando o pistão chega ao fim de curso e se choca contra a fina camada de ar restante na câmara. Então, o recuo deve ser administrado no momento que o atirador aperta o gatilho, ou seja, na primeira etapa. O impacto na segunda etapa é o que causa o que chamamos na física de 'movimento harmônico', que é o grande causador de quebras de lunetas quando o impacto é muito forte ou causa rebatimento do pistão. Dois fatores são importantes para administrar o recuo das Springers: O primeiro diz respeito ao atirador, que deve segurar a arma levemente, sem apertar nenhuma das mãos e sem forçar a arma contra o ombro e, no caso de tiro apoiado, nunca apoiar a arma sobre superfície rígida e, uma forma de prevenir isso é sempre por a mão de sustentação entre o apoio e a arma. O segundo fator é inerente à arma e se trata do seu centro de gravidade. Quanto melhor o equilíbrio da arma, mais ele ajuda no controle do recuo, pois assim a arma se movimenta no plano horizontal, sem inclinação e, é aconselhável evitar que a arma tenha mais peso na parte de trás, pois isso faz o cano da arma subir, então se a arma tiver o seu centro de gravidade deslocado, é melhor que seja para frente. Portanto, é fundamental não apertar a arma e sempre manter o 'follow through' que é a 'continuidade' da visada após o disparo. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  37. 1 point
    GAS RAM - FORÇA DE AVANÇO E FORÇA DE RETORNO Este texto vai dar o que falar, mas escrevo para tentar esclarecer aos atiradores que costumam me perguntar sobre qual é o Gas Ram mais adequado para determinadas carabinas, se de 45 kgf, 50 kgf, etc. Como sabem, a minha resposta sempre é: "Não é possível dizer com exatidão porque esses valores se referem à força para comprimir a mola e isso não diz muita coisa, é só referência usada pelos fabricantes, mas eles podem dizer a energia que cada mola produz". Explico: A força que interessa no Gas Ram é a força de retorno, que empurra o pistão e comprime o ar. Essa força pode ser 25% ou até 45% menor do que a força de avanço, que comprime a mola. Tudo depende da eficiência e da taxa de compressão e isso varia conforme o projeto de cada fabricante. Complicado, não é mesmo? Por isso, o que interessa é a energia do chumbinho ao sair do cano da arma, ou seja, a energia em Joules (J) que é resultado da velocidade e do peso do chumbinho. Desde que surgiram, há mais de cem anos, as armas de pressão 'Springers' foram, e muitas ainda são, equipadas com molas helicoidais. Pergunto: Alguém compra ou vende mola helicoidal pela força de compressão, ou alguém se preocupa com a força desse tipo de mola em sua arma? Algum fabricante de arma de pressão vende suas armas pela força da mola? NÃO! Então, por que se preocupar com a força de compressão da mola a gás (Gas Ram)? Bom, isso só existe no Brasil. É verdade que a força do Gas Ram se tornou referência entre os atiradores e é necessária como forma de o fabricante diferenciar e desenvolver os seus produtos, mas não serve como parâmetro de eficiência aos proprietários de armas de pressão, sem falar que a maioria não tem cronógrafo para verificar a velocidade e a energia do chumbinho com determinada mola. No caso das molas helicoidais, elas geralmente tem força de retorno em torno de 50% da força de avanço (compressão), mas ninguém faz ideia da força da mola em sua arma de pressão, até porque isso não é importante. Importantes são a energia do chumbinho ao sair do cano, a intensidade do recuo, a vibração e o conforto ao engatilhar. Mas esses fatores não dependem só da força de avanço ou compressão da mola, dependem da curva de pressão e da eficiência da mola, de modo que molas de fabricantes diferentes podem resultar em energias diferentes mesmo com a mesma força. Quanto à força de engatilhar e o recuo, se por exemplo uma mola com força de compressão de 50 kgf tiver taxa de compressão mais alta do que uma mola de 60 kgf, ela apresentará recuo maior e a arma será mais difícil de armar, apesar de a sua força inicial de compressão ser menor. Outro exemplo comum que podemos citar é o de dizer que bloco de polímero não aguenta mola de determinada força de compressão. Isso é falácia, visto que a força de retorno é bem menor e de qualquer forma não transmite esforço para o bloco, então, o bloco poderia não resistir à força para engatilhar, mas isso não ocorre e a dificuldade ou facilidade de armar depende da taxa de compressão e não somente da força de avanço inicial. Sim, o assunto é bastante complicado e sei que para muitos é tão difícil de entender quanto é para eu explicar sem usar linguagem técnica. Contudo, temos a obrigação de esclarecer e acabar com os mitos, e avaliar a eficiência das molas a gás somente pela força inicial de compressão pode se tornar mais um mito como o das molas duplas e triplas, e mais uma vez criar informação falsa. Isso posto, concluo dizendo que a mola do fabricante A pode ter desempenho diferente da mola do fabricante B, mesmo que a força de compressão seja igual e é muito mais fácil ter um cronógrafo para medir a velocidade do chumbinho e assim determinar a sua energia, do que ter equipamento para medir as forças de avanço e de retorno da mola. Pensem nisso. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  38. 1 point
    QUAL CALIBRE É MAIS PRECISO, 4,5 mm OU 5,5 mm? Esta pergunta me foi feita por um iniciante e como surgem iniciantes todos os dias, mais uma vez compartilho a minha resposta aqui. A precisão da arma não depende do calibre, portanto, nenhum dos calibres é mais preciso do que o outro. Há quem confunda a trajetória mais plana do calibre 4,5 mm, com maior precisão, quando comparado com o calibre 5,5 mm, se os dois forem disparados de armas de mesma potência, mas a trajetória não define a precisão. Quando disparados de armas de mesma potência, o calibre 5,5 mm cai mais em relação ao calibre 4,5 mm devido ao chumbinho ser mais pesado e a velocidade ser menor. Isso somente implica em ajuste diferente da mira e de compensação maior da visada para cima ou para baixo para o calibre 5,5 mm, dependendo do alcance do alvo. No quesito retenção de energia, se os chumbinhos tiverem coeficientes balísticos iguais, na faixa de energia inicial entre 16 Joules e 23 Joules, considerando chumbinhos de mesma forma e dureza, o calibre 5,5 mm tem pequena vantagem, entre 5% e 10%, mas o calibre 4,5 mm tem maior capacidade de penetração devido à maior velocidade e ao diâmetro menor. No entanto, acima de 23 Joules, em função de a velocidade do calibre 4,5 mm aumentar em maior escala, o arrasto aerodinâmico, que aumenta exponencialmente, se torna muito alto e a perda de energia a longo alcance aumenta, de modo que o calibre 5,5 mm se torna mais eficiente, com maior ganho de retenção de energia, mas ainda assim com a curva balística mais acentuada, sempre considerando a comparação com chumbinhos de mesma forma e demais propriedades iguais. A precisão depende, portanto, da qualidade da arma, da qualidade do chumbinho e da qualidade do aparelho de pontaria e pode ser igual para ambos os calibres. Nesta página tem outros textos que abordam a comparação dos dois calibres quanto às demais diferenças e também textos que tratam sobre o Coeficiente Balístico (CB). Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  39. 1 point
    Agora à pouco começou a vazar ar, exatamente no local indicado pela seta vermelha: Passei um pano para limpar e ficou evidente que a borracha ou o anel de vedação escapou com a pressão: Percebi que a rosca estava em pouco solta, podia ser desrrosqueada com a mão: Deu para ver que o anel não estragou, limpei as partes: Confirmado que estava tudo certo, lubrifiquei com algumas gotas de óleo de silicone (Silicone líquido para esteiras densidade 200), porque é o que estava à mão, depois rosqueei de volta e dei aperto com a chave da bomba: Apoiei as manoplas sob os pés e forcei um quarto de volta. Tempo total do reparo 3 minutos, Só para constar, estimativa de 10.248 bombadas desde a compra e o surgimento do primeiro problema, anotados em prancheta de uso. Lição aprendida, verificar os apertos das peças da bomba a cada 10 mil bombadas. Tinha previsto uma desmontagem completa com limpeza aos três meses ou às dez mil bombadas, o que ocorresse primeiro porém, estou adiando porque esta operação vai atrasar outro projeto (encher cilindro de 7,6 litros).
  40. 1 point
    FPS, olhe esssa duas leituras no crono: Parece uma arma bem veloz não? 1. 2. Sabe para que essas leituras de velocidade servem? Da forma em que estão ai não servem para nada. Não adianta ter dados de velocidade de uma arma isoladamente. Pois desta forma eles são inúteis. Para que tenham alguma utilidade, os dados de velocidade devem ser informadaos com a massa do projétil usado para a medição. Com isso calcula-se a energia da arma, que ai sim é um dado útil. Voltado à velocidade: A velocidade de 949,8 fps foi obtida com a S200 (isso mesmo, aquela arminha bem fraquinha, de apenas 16 joule). A velocidade de 944,1 fps foi obtida com a S510 em potência full. Então a S200 é mais veloz do que a S510 em full? Sim. Neste caso sim. Como pode perceber parece ter uma incoerência aqui, certo? Só que neste caso não é incoerência. É apenas falta de fornecer mais informação. Assim como acontece no site de lojistas e fabricantes. A informação faltante é a massa do projétil disparado por essas armas e de onde foi obtida essa velocidade. A S200 disparou um crosman SSP de 4 grains A S510 disparou um JSB heavy de 10,34 grains. Agora sim estamos chegando a algum lugar e à informações realmente úteis. Sabendo destas informações pode-se calcular a energia das armas com a seguinte fórmula: E=m*v2/2 1. Da S200: E=0,000259 (289,49*289,49)/2 E= 10,85 joule. 2. Da S510: E=0,00067 (287,76 * 287,76)/2 E= 27,73 joule. Como pode ver a arma mais veloz não é a que tem maior energia. O resultado final vai depender não somente da velocidade, mas da massa do projétil à ela combinada. A destruição no alvo será maior com a arma de maior energia e não com a mais veloz. Além deste detalhe ainda existe outro: Não adiante ser veloz se não acerta o alvo. Veja os grupos abaixo usando uma S510 em potência full: 1.Barracura green de 6 grains (domed) Veja a velocidade atingida e a resultado num alvo a 25 metros. Com 5 disparos posição BR. 2.JSB heavy 10.34 grains (domed) Veja a velocidade atingida e o resultado num alvo também a 25 metros. Com 5 disparos posição BR. Na minha opinião, como na de muitos aqui não adianta ser veloz se não atinge o alvo. Prefiro ser preciso e acertar exatamente onde eu quero. A decisão agora é sua: Quer ser veloz ou que ser preciso? Outro detalhe: A S200 de 16 joule perfura latas de refrigerante cheias a 120 metros. Imagina uma R10 em .22 então. O estrago que uma 510 em .22 vai fazer, a R10, ou qualquer arma de mesma energia vai fazer igual. Desde que usem munições parecidas e para mesma finalidade. Abraço e bons tiros.
































Carabinasdear

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