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Henrique Coelho

Convidado a participar de um jogo? Saiba onde está pisando...

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clap clap clap

ótimo post,sério, eu adorei por vc falar em algo q ninguem tinha pensado

:goodjob: :goodjob: :goodjob: :goodjob: :goodjob:

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Ficou muito bom o texto, para aqueles que ja quer entrar com pé direito no mundo airsoft, agora quanto a uma federação acho que vc não deve estar sabendo pois onde joguei pela ultima vez foi comentado o assunto, inclusive membros responsáveis me monstraram documentos formais ja encaminhados e registrados, acredito que será uma grande vitória para todos amantes do airsoft, ao menos o que vi trata-se de uma federação paulista onde no momento não estam cadastrando membros mas segundo um deles isso será em breve.

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Sim estou sabendo.

Comento contigo quando estivermos juntos.

 

Federação requer que existam clubes ( filiados a federação ). E nem clubes tem.

A organização por pessoa jurídica, sim, é bem vinda.

Mas, acredito eu, deve começar como uma associação.

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Henrique sua iniciativa é muito boa, gostei muito do post, me deu uma saudade das minhas metrancas! Brinquei algumas veses de survival game, é muito legal a adrenalina corre solta, mas eu e meu grupo não respeitavamos muito nossos limites e éramos inrresponsaveis almentando muito a potencia de nossas armas, aconteceu que fui alvejado com uma rajada a queima roupa e um dos tiros atravessou a minha mascara entrando mais de 6mm dentro da pele logo acima da buchecha por pouco não fico cego ou pior morto. O survival game é um esporte super legal, muito bom mesmo, ainda mais dentro da mata que quando se escuta as rajadas das metrancas tem se a nitida impressão que estamos em uma guerra real e a adrenalina vai lá em cima, mas é muito importante obedecer regras e sempre tomar muito cuidado para que não aconteça acidentes como o que aconteceu comigo.

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Bom exemplo Goya.

Isto nos faz ter a certeza de que tudo o que fazemos é a garantia de que vamos pra casa inteiros e satisfeitos.

Seu testemunho é ótimo.

 

No grupo onde jogo, nem full auto é permitido. E jogamos no mato também.

E realmente é adrenalina pura, chegar perto sem ser visto e surpreender o adversário.

 

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Jogo com pessoal da BFA e não é permitido rajadas também, não se pode atirar a menos de 10 metros e sniper a menos de 30 metros ... Mais no jogo tomei tiro de fogo amigo a menos de tres metros e vou te falar doi ....

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apesar de eu nao atirar com airsoft , o post ficou excelente !

 

lembrei de um filme , quando li o titulo , no filme um dos participantes usava uma arma de fogo ... dai foi todo aquela zona classica de filme etc ... nao lembro o nome agora ... hehe

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apesar de eu nao atirar com airsoft , o post ficou excelente !

 

lembrei de um filme , quando li o titulo , no filme um dos participantes usava uma arma de fogo ... dai foi todo aquela zona classica de filme etc ... nao lembro o nome agora ... hehe

paintball

jogue para sobreviver

filme bom porem fraco

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Henrique

Show de bola seu tópico. Confesso que estava bem empolgado com o Airsoft, principalmente depois de conhecer um campo aqui em Curitiba (Area 51). As vezes fico meio em cima do muro sobre investir no chumbo ou nas BB's hehehe.

 

Só quero dar destaque à primeira regra que postou, sobre a Honra.

Tiveram alguns amigos que comentei sobre o campo aqui em Curitiba (muitos nem sabiam do que se tratava o Airsoft) que torceram o nariz sobre o jogo em si, justamente por não ter como fiscalizar 100% dos tiros, dizendo inclusive, que o Paintball seria mais interessante, devido ao fácil controle através das cores. Como já joguei nos dois campos, minha opinião pessoal é pelo Airsoft, mas fico bem chateado em ver que não é só aqui que tem esse problema.

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Problema de Honra tem em tudo quanto é canto do planeta. Eu me correspondo com um dos lugares mais avançados de airsoft que são as Filipinas. Falo lá com o Joey RIvero um cara que organiza eventos e tal. Ele me conta que lá o airsoft acabou se dividindo em 2. Aqueles que entendem a filosofia do jogo criado no Japão onde Honra é um conceito familiar e ancestral, portanto muito importante e, a turma que bandeou pro lado do que eles chamam de "Real Action" onde as regras são irrelevantes e o pessoal joga pra tirar sangue do outro.

 

Eu defendo o airsoft como um esporte de aventura e ação e acho que a Honra é conceito fundamental e vai de cada um. Toda vez que eu explico o airsoft e falo da honra e alguém me questiona achando que o controle é fraco eu penso comigo ( ... jamais jogaria com este cara... ).

 

E o "honnor system' não existe só no airsoft. Por exemplo. o Site Rimfire Shooting faz provas postais de Benchrest no calibre 22LR onde cada um simplesmente vai lá e posta o quanto pontuou na prova daquele mês. E pronto, cada um que se sinta a vontade de participar de forma honesta ou não. No Rimfire Central, nos EUA é a mesma coisa. Ninguém vai te encher o saco se o que você postou é verdade ou não. Eles querem que você poste fotos, fale como foi a sua prova e divida com a comunidade a sua performance pro pessoal poder comentar. Quem vai ficar na frente na tabela ou não é secundário.

 

Em relação a Honra, ninguém fiscaliza ninguém. É a sua consciência que te fiscaliza. O que pode acontecer é que os demais podem não querer jogar mais contigo se notarem que a sua consciência, neste aspecto, é frouxa.

  • +1 1

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Concordo em gênero, número e degrau contigo.

Mas infelizmente é muito mais complexo do que simplesmente as pessoas não te chamarem mais pra jogar.

Trata-se de uma conduta ligada aos valores, pois, não acho difícil que os jogadores que não se retiram caso sejam atingidos, também não devolvam o troco a mais que receberam da padaria.

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Li o post do Henrique, achei bem esclarecedor, e como ele mesmo citou não existe uma regra geral que vale para todos, mas conceitos que convém ser seguidos (não digo que devem de ser seguidos pois não sou entidade reguladora).

 

Fiquei intrigado com algumas questões e gostaria da opinião de alguns praticantes com base na realidade que se tem hoje no Brasil, como segue.

 

Em relação ao local de impacto do tiro, como o Henrique citou independente de ser um tiro na mão, no pé ou na arma, considera-se como "morto". Questiono como os praticantes tem tratado de fato a questão do tiro nos membros e na arma. Achei que era mais comum no caso do tiro "na arma", considerar a mesma como inutilizável, ou seja "morre a arma mas não o jogador", se o mesmo tiver arma de backup pode continuar jogando com esta do contrário logicamente sai do jogo pois fica sem arma. Já no caso do tiro nos membros (perna e mão principalmente) na pratica em sua maioria se aplica o conceito de "morto"? Já vi grupos jogar com o conceito de "ferido" onde o oponente baleado nos membros "pode" continuar jogando porém não pode sair da posição em que estava quando tomou o tiro (fica caído no chão por exemplo).

 

A questão do "RENDIDO", fico imaginando se não dá mais atrito que a questão da "HONRA". Isso porque na pratica é uma regra que se deseja aplicar sem que algo de fato chegue a ocorrer! Não houve disparo, parte-se do suposto que a menos de 10 m você vai acertar o alvo, sem levar em conta quaisquer obstáculos ou imprevistos que porventura possam interferir em uma fração de segundos. Existe também o fato de que o jogo é rápido, ninguém sabe exatamente qual a distancia que está o alvo, as vezes seu oponente está a 12 m e acha que pode sair te rendendo. Ou então você ao mesmo tempo que acha que vai fazer a aproximação para render alguém, caminha para se tornar alvo de um oponente, entrando na linha de tiro do mesmo (ou seja aquele que você "acha" que vai render é mera "isca"). Como é que essa questão está sendo aplicada na pratica? Sinceramente pelos relatos que já tive é mais comum "dar um tiro na bunda" do que gritar "rendido", esse ultimo acaba sendo aplicados quando a distancia é tao pequena que quase se tem o contato corporal.

 

Sobre o "fogo amigo" na pratica o que ocorre? Alguém toma o tiro do seu amigo, os dois ficam quietos e seguem jogando? Ou o baleado cai morto? É claro que sabemos que o certo é cair morto pois "tiro é tiro", mas o que eu gostaria de saber é na pratica o que vem ocorrendo?

 

Por fim em relação ao equipamento de proteção, confesso que quando li "somente o óculos é obrigatório" fiquei até com medo! Muito arriscado deixar boca e ouvidos expostos, eu não teria coragem pois por mais que todos sigam a risca a regra do "sem tiro na cabeça", sempre existe a possibilidade de atingir involuntariamente estas zonas. Não se tem observado mudanças em relação aos equipamentos de segurança obrigatórios?

 

Bom eu assim como outros colegas aqui, não pratico airsoft (tenho alguns conhecidos que praticam paintball), mas tenho a curiosidade em entender melhor esse jogo.

 

Desde já agradeço a atenção de quaisquer praticantes que queiram me esclarecer!

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Por se tratar de armas não precisas tiro na cabeça(rosto) pode ocorrer quase que frequentimente, eu só jogo de balaclava grossa por mais quente que esteja o dia e um bom óculos de proteção, tem gente que usa apenas um óculos a mais nada, acredito que cada um tem que assumir sua responsábilidade, pelo menos nos jógos que estou indo assinamos um termo para cada evento mesmo sendo aberto, na prática nem sempre a teoria funciona, ja levei tiro a queima roupa inclusive tenho um video monstrando esta situação, mesmo com roupa me deixou um belo ferimento, mesmo assim não revidei e apenas alertei o individuo sobre o erro que ele cometeu, no fim penso que quem esta em um jogo ta sujeito a levar tiro mesmo em qualquer situação portanto joga quem quer, se o cara não quer tomar tiro acidental recomendo jogar video-game em casa que é mais seguro.

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Pois é, tomar tiro acidental a meu ver não seria problema, agora não usar a proteção necessária ou usar proteção insuficiente, sim. É como você ir em uma partida de futebol com chuteira e caneleira, e encontrar um cara jogando descalço por achar que não tem perigo. O problema é dele é claro mas você não deixa de ficar preocupado em quebrar uma perna alheia não é mesmo? Eu se fosse jogar airsoft certamente iria de capacete fechado (igual paintball) e espero que os outros também estejam bem protegidos assim todos podem brincar a vontade e o tiro acidental se torna mero detalhe (ou consequência).

 

Mas e quanto aos outros pontos que citei, karolaza, o que você tem observado na pratica nos jogos que participa?

Edited by Ylram

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Eu concordo que acertar a arma não deveria ser dado como morto, mesmo porque arma não tem vida e acho valido o cara ter a oportunidade de usar uma secundária de apoio, quanto a acertar o oponente qualquer que seja e local ja acho valido a morte. :thumbsup:

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Li o post do Henrique, achei bem esclarecedor, e como ele mesmo citou não existe uma regra geral que vale para todos, mas conceitos que convém ser seguidos (não digo que devem de ser seguidos pois não sou entidade reguladora).

 

Fiquei intrigado com algumas questões e gostaria da opinião de alguns praticantes com base na realidade que se tem hoje no Brasil, como segue.

 

Em relação ao local de impacto do tiro, como o Henrique citou independente de ser um tiro na mão, no pé ou na arma, considera-se como "morto". Questiono como os praticantes tem tratado de fato a questão do tiro nos membros e na arma. Achei que era mais comum no caso do tiro "na arma", considerar a mesma como inutilizável, ou seja "morre a arma mas não o jogador", se o mesmo tiver arma de backup pode continuar jogando com esta do contrário logicamente sai do jogo pois fica sem arma. Já no caso do tiro nos membros (perna e mão principalmente) na pratica em sua maioria se aplica o conceito de "morto"? Já vi grupos jogar com o conceito de "ferido" onde o oponente baleado nos membros "pode" continuar jogando porém não pode sair da posição em que estava quando tomou o tiro (fica caído no chão por exemplo).

 

É uma questão de ordem prática. Não existe esse negócio inutilizar a arma e seguir com backup.

Armas de backup não são para isso em jogos de airsoft. Se o jogo é em um campo grande ou no mato onde disparos acontecem a distâncias grandes, você receber um tiro na arma e ficar com uma pistola na mão não resolve nada.

 

Nos jogos de airsoft, o uso de pistolas acontece basicamente em 2 situações. (1) invasão de local com pouca mobilidade para um fuzil ou carabina, o chamado CQB ou (2) uma pistola ser usada como alternativa para um sniper. Como o fuzil do sniper é de ação manual, a pistola é importante para a sua defesa.

 

Conceito de ferido desta forma que você colocou também não é padrão. Feridos são muito usados quando se utiliza a regra do médico. Veja post específico a respeito deste assunto.

 

A questão do "RENDIDO", fico imaginando se não dá mais atrito que a questão da "HONRA". Isso porque na pratica é uma regra que se deseja aplicar sem que algo de fato chegue a ocorrer! Não houve disparo, parte-se do suposto que a menos de 10 m você vai acertar o alvo, sem levar em conta quaisquer obstáculos ou imprevistos que porventura possam interferir em uma fração de segundos. Existe também o fato de que o jogo é rápido, ninguém sabe exatamente qual a distancia que está o alvo, as vezes seu oponente está a 12 m e acha que pode sair te rendendo. Ou então você ao mesmo tempo que acha que vai fazer a aproximação para render alguém, caminha para se tornar alvo de um oponente, entrando na linha de tiro do mesmo (ou seja aquele que você "acha" que vai render é mera "isca"). Como é que essa questão está sendo aplicada na pratica? Sinceramente pelos relatos que já tive é mais comum "dar um tiro na bunda" do que gritar "rendido", esse ultimo acaba sendo aplicados quando a distancia é tao pequena que quase se tem o contato corporal.

 

Não dá atrito nenhum. Óbvio tem de ser bem implantado e treinado. Se ninguém sabe reconhecer distâncias não adianta, né?

Por isso o briefing do jogo é tão importante. Se o briefing fala a respeito e repassa a regra de rendição antes de cada jogo, os jogadores vão se acostumando com as distâncias e procedimentos. A regra da rendição é uma absoluta questão de segurança. Já vi amigos sairem com BBs encravadas na bochecha por conta de disparos a curta distância. Pode machucar feio. Eu já tomei tiro na têmpora de 8 metros em full auto de um ato irresponsável onde a pessoa nem sequer estava olhando. Meteu a arma numa fresta e atirou (tiro cego). Isto é um absurdo. Grupos sérios não permitem que se descumpra a regra de rendição.

 

Agora, que tem grupos que nem brifam nem falam nada a respeito, isso tem.

Pra mim isso é muito perigoso.

 

Sobre o "fogo amigo" na pratica o que ocorre? Alguém toma o tiro do seu amigo, os dois ficam quietos e seguem jogando? Ou o baleado cai morto? é claro que sabemos que o certo é cair morto pois "tiro é tiro", mas o que eu gostaria de saber é na pratica o que vem ocorrendo?

 

Sempre depende do grupo. Mas o mais usual é que morre mesmo com fogo amigo. Como você disse, tiro é tiro. Em jogos de mato com infantarias é comum se combinar senhas. Se você percebe uma movimentação, dá um grito e espera ver o que volta e poder avaliar se é amigo ou não.

 

Por fim em relação ao equipamento de proteção, confesso que quando li "somente o óculos é obrigatório" fiquei até com medo! Muito arriscado deixar boca e ouvidos expostos, eu não teria coragem pois por mais que todos sigam a risca a regra do "sem tiro na cabeça", sempre existe a possibilidade de atingir involuntariamente estas zonas. Não se tem observado mudanças em relação aos equipamentos de segurança obrigatórios?

 

 

existem muitos jogadore com mascaras full face como no paintball. A maioria deles são ex jogadores de paintball que tem medo de impactos no rosto. Como isto é libereado no paintball os caras morrem de medo. Mas de fato no esporte airsoft, o tiro no rosto só ocorre em situações de tiro a longas distâncias onde a imprecisão inerente ao airsoft nào dá para garantir que não vai acertar a cabeça. Eu já tomei vários e nunca saí aborrecido com ninguém. Faz parte. Mas o mais importante é que um tiro na cabeça a 30 metros feito por uma arma de até 400 fps não vai te machucar.

 

Em 2010 chegaram ao mercado uma redes metálicas para proteger a região da boca que deve ser usada em conjunto com os óculos. São baratas, vende em tudo quanto è loja da China e várias pessoas tem usado. Tem preta, verde e Tan.

 

Eu usei por muito tempo o famoso lenço árabe enrolado no rosto como se deve. Mas já joguei muitas vezes só com óculos, no meu loadout do Vietnã 1968, eu jogo até de mangas dobradas. Mas tudo depende com quem joga. Em jogos do meu grupo convenciona-se jogar apenas em SEMI. Se fale atirar em FULL aí o bicho pega e é bom jogar até de luva.

 

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Henrique me passa o link do tópico ou post sobre a regra do médico, ou onde foi discutido o conceito de ferido, quero me informar melhor.

 

Uma coisa fica bem evidente, se você joga sempre com pessoas conhecidas com certeza é muito mais tranquilo pois de certa forma o grupo já tem as regras incorporadas na sua pratica. A curiosidade surge justamente quando se pensa em uma mistura de grupos ou pessoas com praticas diferentes, enfim uma visão mais macro de como o airsoft está sendo praticado por ai afora, se já se tem um consenso em sua maioria sobre as regras.

 

Obrigado pelos seus comentários.

 

Na medida que o airsoft se torne mais popular, duas coisas vão acontecer: ou surge uma entidade reguladora, ou vira um mix com cada comunidade (ou grupo) fazendo suas regras e conquistando os praticantes que mais se identificam com elas. Na pratica acredito que isso já ocorre hoje, uma mudança de regra que se mostra ruim para um grupo acaba cativando adeptos em outro grupo que a adota, concorda?

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SIm concordo.

 

É exatamente isto que está acontecendo. Os grupos estão se organizando e, até o momento, não existe iniciativa de congregar todos num barco só o que é uma pena. O que existe de fato é o seguinte: Existe um fórum brasileiro de airsoft de 2003 muito antes do airsoft ser regulado pelo exército no Brasil como é hoje. As pessoas que criaram o fórum foram a Brasilia diversas vezes mostrar o que era. A regulamentação que existe hoje é graças a estas pessoas.

 

Neste fórum, procura-se jogar da forma com que eu escrevi no texto inicial. Da forma mais segura, legal (no sentido jurídico) e esportiva. É proibido neste fórum, por exemplo, veicular eventos de airsoft sem que se mencione que será feita a cronagem das armas e conferida a documentação das armas. Os grupos só podem postar chamadas, fotos e relatórios dos jogos se as armas usadas nestes jogos estavam de acordo com a legislação.

 

E, também neste fórum, grupos, times e equipes podem ter o seu subfórum particular. Na prática, o fórum regula a regra geral do esporte como é praticado nos EUA e nos principais centros da Europa ( Reino Unido, Suécia, França, Portugal entre outros ).

 

O fórum é o Airsoft Brasil: www.airsoftbrasil.com

 

Muito do que trago aqui é a experiência do que aprendi lá.

 

Sobre o cenário do Airsoft no Brasil:

 

Paraná é o Estado onde o Airsoft é mais desenvolvido. Organizam eventos nacionais de nível internacional ( veja o tópico sobre a Operação Fênix ). Jogam da forma mais esportiva. Não são muitos mas os caras mais legais que conheço no mundo do airsoft. São exemplo e referÊncia para todo o Brasil.

 

Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Seguem bem de perto o cenário do Paraná. Também seguem as mesmas regras com variações muito pequenas e, da mesma forma que o paraná, tudo 100% dentro das regras mais restritas em termos de segurança e esportividade.

 

Rio de Janeiro. Outro cenário importantíssimo do Airsoft Nacional. Muitos times e associações de times. São avançadíssimos, fazem workshops e treinamentos pesados. São uma galera super bacana e são pouquíssimos os casos de grupos que não dão muita trela para as questões de segurança e legalidade das armas.

 

Nordeste: É um cenário mais espalhado mas tem verdadeiras celebridades do airsoft nacional principalmente em Fortaleza. Também seguem as regras mais restritivas e com a maior segurança possível. Conheço alguns deles e são pessoas maravilhosas.

 

São Paulo: São Paulo é um estado grande, com muita gente e aí é natural ter de tudo. Aqui tinham várias equipes e também turmas que joga junto a bastante tempo.

Sem meias palavras, São Paulo foi visto como o Estado onde as coisas nem sempre eram muito certas. E é verdade. Existem turmas que não dão a mínima para questões de segurança. Outras não dão a mínima para questões de legalidade das armas e ainda tem turmas que não dão a mínima para os dois... E olha que isso não é um julgamento meu. É assim que os demais Estados enxergam São Paulo. Mas fazer o quê.

 

São Paulo também os times que jogam nas regras mais restritivas quanto a segurança. Ou seja, por aqui tem de tudo. Mas o grosso do País joga nas regras mais rígidas, com briefing, debriefing, limites, cronagem e conferência de procedência. Em linha geral, todos os times e jogadores que frequentam o Airsoft Brasil comungam das mesmas idéias.

 

Outro cenário que também deve ser mencionado é o de Brasília. Muita gente boa. Graças ao fato de ter uma loja física lá, a coisa cresceu bastante. Mas também tem gente em grupos distintos com mais e menos rigor.

 

Se eu fosse chutar, diria que cerca de 80% dos praticantes de airsoft no país seguem as regras mais restritivas e seguras. 20% não seguem.

 

Mas note. Isto não é uma crítica. Todos tem o direito de jogar como querem. Não existe certo e errado. Os jogadores é que devem avaliar o que é o ambiente em que eles se sentem a vontade ou não.

 

Sobre a regra do médico, veja o Tópico Videos de Airsoft o post #13.

 

Sobre um exemplo dos que são os eventos do pessoal de Curitiba veja aqui: http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php?/topic/620-fenix-tactical-rifle/

e aqui: http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php?/topic/1992-video-da-operacao-fenix-ii-sera-o-henrique-na-participacao/

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Obrigado pelas informações Henrique, é justamente isso que estou buscando, saber mais sobre o esporte e assim quando entrar em uma "roda" (turma) de airsoft por ai, não fazer feio mesmo que for só para prosear.

 

Eu vi bastantes referencias do airsoftbrasil, inclusive fiz meu cadastro lá semana passada para poder ler mais, estou aguardando a aprovação.

 

Muito maneiro os videos, valeu também pela oportunidade de te "conhecer". Cá entre nós será que o EB é bacana assim em qualquer lugar ou só ai no Paraná?

 

Uma curiosidade, num evento grande destes, como fica o quesito "munição"? As equipes tem limite de munição ou é livre? Eu li em um dos posts que você citou ser permitido term até 300 tiros, mas não ficou claro se era para todo evento ou só para a prova de tiro prático.

Edited by Ylram

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Existe uma tendência de não permitir hi caps. (magazines de 300 tiros). Na Fenix se for só com midcaps (cerca de 60 a 100 tiros) pode ir com quantos quiser. Algumas missões específicas podem ter munição controlada como, por exemplo, 200 tiros. É um pavor danado.

 

Já vi gente jogando com real caps de 30 tiros. E o malandro levava 16 carregadores no colete. Realismo total.

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Rapaz quanto mais eu leio mais curioso eu fico, rs.

 

Mas vou parar por aqui senão acabo ficando chato e incomodo. Amanhã eu volto com mais perguntas (se tiver um tópico mais adequado me passa o link).

 

Abraço.

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Pergunta aos universitários:

 

Só joguei até este post, uma única vez. Então tenho muito que vivenciar ainda sobre as situações.

 

Mas fica umas perguntas:

 

Num campo onde os dois times buscam pegar uma bandeira ou objeto no centro. vc e seu grupo estão espalhados mais ou menos numa linha e o inimigo forma outra linha e vai-se tentando avançar até o objetivo.

 

Aí vc vÊ um inimigo se movimentar e sabe que ele está atras de um obstáculo. Ele está uns 20 a 40 metros de vc e também conhece sua posição.

 

Neste caso se ele (ou vc) poe a cabeça para fora para olhar o campo ou tentar uns tiros, pode neste caso haver o tiro na cabeça? Neste caso ela é um alvo legítimo? Isto porque ´por óbvio, ninguém vai sair interio de trás do obstáculo para atirar. somente se for para mudar de posição no campo.

Edited by Fabio Coelho

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Neste caso se ele (ou vc) poe a cabeça para fora para olhar o campo ou tentar uns tiros, pode neste caso haver o tiro na cabeça? Neste caso ela é um alvo legítimo? Isto porque ´por óbvio, ninguém vai sair interio de trás do obstáculo para atirar. somente se for para mudar de posição no campo.

 

Deve-se evitar tiro na cabeça ao máximo, mas neste caso é alvo legítimo sim, mas veja que se ele tiver saindo para atirar em você ele vai estar com os braços, ombros, arma e cabeça em aberto, você não precisa necessariamente mirar na cabeça, mas se acertar não considero uma atitude anti esportiva.

 

Já levei MUITO tiro na cabela em CQB, onde você se inclina em um corredor ou esquina, ficando com parte do tronco, cabeça, braço e arma descobertos, levei tiro na cabeça, morri e não reclamei.

 

Por isso a importância de ter um ÓTIMO óculos (googles), tiro na cabeça doí, pode cortar um pouquinho, mas no olho é quase certeza que cega, e já vi óculos quebrando em jogo, sempre invista um pouco mais nos óculos.

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Por isso que eu coloquei no texto inicial que é importante saber como o pessoal joga, o que considera como válido ou não.

E é importante pra ti, Fabio, avaliar o que você acha que é certo ou não.

Você só vai descobrir juntando as pessoas e discutindo isso num briefing ou num debriefing após o jogo.

 

Porque eu digo isto. Porque eu discordo do que o amigo Luiz Ferrarini falou.

 

E não tem quem esteja certo ou errado. São formas de jogar. É importante que todos que vão jogar comunguem das mesmas regras por que é aí, que, em geral, rolam as confusões.

 

Na minha forma de jogar e do grupo que jogava aqui em SP tiro na cabeça nunca é legítimo em circunstância nenhuma.

Mostrar só a cabeça é sim, concordo, se expor ao risco de tomar um tiro na cabeça mas não é certo atirar na cabeça do cidadão só porque ela ( a cabeça ) está de fora.

Não é legítimo nunca pois pode machucar já que não é obrigatório máscara fullface. Só óculos e eu já vi bochecha com BB encravada.

 

No exemplo citado, se ficam só as cabeças de fora o que vai acontecer? O jogo é um saco pois ninguém se expôs e simplesmente os objetivos não vão ser cumpridos.

Ninguém sai da toca mas mostra a cabeça? Fica fácil pro adversário ver a sua posição e estar pronto para o momento que você sair te alvejar.

 

Então o jogo não é para ficar mostrando a cabeça. É para sumir. É para ser furtivo, andar escondido ou, no máximo colocar alguém de isca e chamar a atenção para um lado enquanto que outro, furtivamente, se desloca sem ser visto e consegue chegar em uma posição de alvejar o inimigo pelo flanco. É assim em guerras desde que o mundo é mundo.

 

Portanto, por uma simples questão de convenção, você pode optar por não habituar as pessoas a atirar na cabeça sob hipótese nenhuma. É um jogo e você não quer machucar o seu amigo. Mas isso é uma convenção. Adota o grupo que quiser.

 

Na turma onde jogava, jogar a responsabilidade para o óculos era fora de cogitação. Não pode mirar na cabeça de jeito nenhum. Nós aprendemos que mesmo sem mirar na cabeça um tiro ou outro vai na cabeça pela própria imprecisão do airsoft quando atirado de distâncias muito grandes. Convencionamos que esta seria a única hipótese aceitável e o povo se divertia pacas.

 

Tem uma situação parecida que era aceitável.

 

Você está atrás de uma barricada e apoia a arma em cima dela.

 

Você nitidamente está numa posição de combate. A pessoa que está a distância vai ver um perfil bem pequeno com a sua cabeça e a arma e as mãos ou braços usados para fazer a empunhadura e visada. Neste caso, dentro das distâncias mínimas estabelecidas, um tiro na cabeça não é uma infração. Porque?

 

Porque você estava com a arma a frente do rosto fazendo pontaria ou atirando em alguém. A arma te ajuda na proteção. By the way, se acertarem um tiro na arma nesta situação você está morto. Se por acaso pegar na cabeça também. Mas é uma ocorrência normal.

 

Esta situação é parecida mas não é igual a anterior onde o cara levanta a cabeça pra olhar acima da barricada e toma um tiro de propósito na cabeça. Onde u jogava não era admitido. Mas cada um cada um.

  • +1 1

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Esta situação é parecida mas não é igual a anterior onde o cara levanta a cabeça pra olhar acima da barricada e toma um tiro de propósito na cabeça. Onde u jogava não era admitido. Mas cada um cada um.

 

Henrique o que eu quis dizer é exatamente o que você disse aqui:

 

 

 

Você nitidamente está numa posição de combate. A pessoa que está a distância vai ver um perfil bem pequeno com a sua cabeça e a arma e as mãos ou braços usados para fazer a empunhadura e visada. Neste caso, dentro das distâncias mínimas estabelecidas, um tiro na cabeça não é uma infração. Porque? Porque você estava com a arma a frente do rosto fazendo pontaria ou atirando em alguém. A arma te ajuda na proteção. By the way, se acertarem um tiro na arma nesta situação você está morto. Se por acaso pegar na cabeça também. Mas é uma ocorrência normal.

 

Se o cara tiver olhando eu não atiro, brigo se atirarem em mim, e no CTA aplico advertência.

 

Talvez eu não tenha sido claro, desculpe.

 

Mas é como o Henrique falou, se o cara sair em posição de confronto, empunhando a arma a região que está a mostra é alvo legitimo, se estiver espiando não é legitimo.

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Muito claro.

Nestes casos a gente reiterava que o alvo era a arma e os braços. Se pegasse na cabeça era um acidente. E era mesmo.

Eu já tomei tiro assim na mão, na arma. Ocorre mais do que pegar na cabeça.

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É importante nestas situações manter a calma, muita gente cai no desespero no meio do jogo e acaba atirando em tudo que se meche, arriscando acertar um companheiro de time ou uma região não protegida do amigo que está na equipe contraria.

 

O campo (arma, braço, mão, ombro) é muito maior do que a região da cabeça, mantendo a calma fica mais fácil evitar o erro de acertar na cabeça, região que deve ser evitado ao máximo.

 

Eu particularmente prefiro em determinadas situações deixar de efetuar o tiro se não tiver certeza da segurança de quem vai levar, e mesmo assim já acertei a testa de um rapaz em um jogo e abriu um pequeno corte, puro acidente.

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Post fantástico! Realmente muito útil para os que estavam iniciando como eu :)

 

Enviado de meu XT1033 usando Tapatalk

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É isso aí Luiz,

 

Regra básica nº4 do meu post inicial. Em primeiro lugar faça contato. depois veja como acertá-lo com segurança.

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De conversas com outros jogadores tb obtive respostas diferentes.

Então o jeito é definir claramente no briefing esta questão.

Vejo por exemplo um cara atras de uma barricada, expondo o cucuruto da cabeça, sem se dar conta... aí pode né?

Convencinonar que expor a cabeça por detras de um obstáculo e não poder ser alvejado é uma situação interessante. Tem-se a desvantagem de expor sua posição mas em troca é possivel ficar observando o campo...

Mas por outro lado não ficaria esquisito um campo com um monte de cabeças aparentes olhando e não se pode alvejá-las...

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Fabio,

 

Eu jogava assim e o risco é que num campo muito pequeno fica um olhando pra cara do outro.

Mas onde jogava o cenário básico era umas construções cercados por morros e uma estrada. Lá no final da estrada tinham outras casinhas. Neste caso o pessoal não se vê a princípio. Para se aproximar do outro tem que se movimentar e aí é que o bicho pega.

 

Ficar olhando um pra cara do outro era uma raridade.

Mas era um bom treino. Ver a ponta da cabeça aparecendo e você não atirar. Tinha que pensar o tiro. Airsoft não é só meter o dedo no gatilho. Tem que pensar como chegar, ser furtivo.

 

Por isso tem todos aqueles códigos de sinais e tal.

 

E mostrou o cucuruto. Aqui não podia. Era justamente feito para criar o hábito de não atirar na cabeça em circunstância nenhuma.

 

Eu já joguei com regras mais frouxas. E vi bochecha furada, dente quebrado e tudo mais.

E já tomei um tiro cego a 8 metros de distância na cabeça.

 

E já cansei de ouvir engraçadinho vir falar "se o cara não se acusar, atira na cabeça dele que ele se acusa de morto". Se é assim prefiro não jogar.

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E já cansei de ouvir engraçadinho vir falar "se o cara não se acusar, atira na cabeça dele que ele se acusa de morto". Se é assim prefiro não jogar.

 

Escuto está frase diariamente do sul ao nordeste do país em conversas pessoalmente ou por redes sociais, inclusive de nomes renomados no airsoft aqui do PR.

 

É sempre duas frases, ou atirar na cabeça ou para full a queima roupa, por mais que possa funcionar não é a maneira correta de fazer as coisas.

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Vai ter um jogo aqui no dia 13 com um grupo grande. Se meus oculos chegaraem acho que eu vou. Deve ser uma boa experiência.

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Eu sinceramente indico que vá Fabio, é uma experiencia muito boa, para mim representa o seguinte:

 

O tiro esportivo é um momento de relaxar, se superar nos resultados, de atirar junto com meu irmão ou um momento sozinho meu.

 

Airsoft é um momento para eu "desestressar", trabalhar em equipe, dar risada, brincar, fazer bagunça mesmo, para a adrenalina ir a mil.

 

As duas dão o que eu preciso no tiro.

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Fabio,

 

Sugere pro pessoal lá jogar com um tema melhorzinho. Captura de bandeira é meio batidão.

 

Jogo de Resgate:

 

Faz um resgate de operadores cercados. Cria uma equipizinha encurralada com pouca munição. Uns 100 ou 200 tiros.

Em volta põe os caras que tem que matar estes operadores. E em volta destes põe a turma do resgate com munição livre.

Adrenalina para quem tem que se defender com pouca munição.

Adrenalina para quem tem que atacar sabendo que vem alguém por trás.

 

Jogo dos rádios ( um jogo explosivo... )

 

Arruma umas caixas de papelão. Cada caixa é um rádio. Espalha no campo uma meia dúzia deles.

E aí você pega um time pra defender os rádios e outro time para detonar os rádios. Faz uma caixinha de papelão e fita e prende dentro da caixa grande.

No local que prender a caixinha, faz um furo na caixa grande de uns 5 cm de diâmetro. Aí, quando a equipe de ataque matar os defensores e chegar no rádio, acende umas bombas de São João ( mas tem que ser das grandes ), acende e joga dentro do buraco de forma que a bomba caia na caixa pequena. Ela vai explodir e fazer um baita barulho indicando pra todos no campo que ela foi detonada. Porque joga a bomba dentro da caixa? Por segurança pois tem a parede da caixa pequena e parede da caixa maior para proteger o estouro sem necessariamente abafar o barulho da explosão.

 

Se tiver estourado 4 dos 6 rádios, ganham os atacantes. Se for menos que isso ganham os defensores.

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Esse jogo é organizado pela NCA Nação Carioca de Airsoft. Já está com regras definidas. Chama-se Batalha das Ardenas ( WWII, Aliados x Alemães). O objetivo é tomar duas ou tres casas sob poder dos alemães. Munição limitada, vai ter médico e tudo...

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