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Líbero

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  1. Oi Pincipi! Se eu não estiver enganado na interpretação dos números, essas duas medidas se equivalem, diferenciando-se apenas no tamanho e formato dos fios de rosca. Se isso estiver correto, a conversão das roscas é inviável. Vide na tabela: https://elginfasteners.com/resources/metric-bolt-conversion-metric-to-standard-bolt-conversion/
  2. Oi Mauro, você fala em anel... mas o formato dessa junta é em anel tipo "O", ou de arruela (como se fosse uma moeda com furo no meio)?
  3. Oi Cesar, vou dar uma sugestão genérica... Se você tem os anéis originais, pode usá-los como modelo para procurar em uma loja de juntas e vedações. Esse tipo de loja, atende mais especificamente a indústria, mas um anel em formato "O" pode ter múltiplas aplicações. Algumas estão capacitadas até mesmo a fabricar o anel conforme pedido do cliente.
  4. Grande idéia Rui. É o que se pode chamar de tratamento de canal... rs rs rs. Sua sugestão me lembrou de uma furadeira manual de manivela, a qual talvez possa ser útil também, já que permitirá um bom controle da velocidade e pressão da broca na peça. Eu não entendi o 1/2, é uma medida em milímetros?
  5. A capacidade de o ferro de solda passar calor é limitada só ao ponto de contato entre ele e o chumbo, porque o restante do material está frio e a ponta do ferro é insuficiente para aquecer. Então, se for feito um pré-aquecimento (com outros meios) na parte em que vai lidar, talvez possibilite dissolver maiores porções de material, já que a culatra não vai roubar tanto calor... Me parece que se for usar estanho de baixa fusão para auxiliar no derretimento do chumbo, corre o risco de soldar o material nas raias, já que o estanho para solda tem fluxo em seu interior, o qual serve justamente para possibilitar a brasagem. Ainda sou a favor de superdosagem de desengripante e pancadas.
  6. Ao lado das sugestões dos demais amigos, gostaria de colocar as minhas: Sugiro aplicar óleo desengripante dos dois lados do entupimento e deixar de um dia para outro para fazer efeito penetrante (pelo menos 24 horas); mais tempo será melhor. Inspecionar e reaplicar o óleo, se necessário nesse período. Para sacar a "rolha plumbea" usar uma vareta de cobre feita com um pedaço de fio rígido sem capa, com diâmetro o mais próximo de 4 mm. Ambas as pontas da vareta devem ser planas. Para bater, usar um macete de madeira ou borracha, ou ainda, um pedaço de sarrafo de madeira que forneça pancadas secas carregadas de energia, ou seja, bater sem dó... A vareta não deve ultrapassar acima de 3 centímetros o comprimento do cano, para evitar de entorta-la nas pancadas. Se não se mover, poderia aquecer o cano na região do entupimento com um soprador térmico ou maçarico de baixa potência, evitando ao máximo atingir o chumbo. O objetivo é causar uma rápida diferença de temperatura entre os dois materiais de modo que o aço se expanda e o chumbo permaneça sem dilatação. Isso criará uma milesimal folga entre eles, facilitando a separação. Uns 70° C deve ser suficiente. Se não resolver daí partir para o derretimento do chumbo com um maçarico, cuidando para evitar ao máximo a sobra de resíduos "soldados" ás raias. Nesse caso, o calor deverá ser dirigido diretamente ao chumbo o máximo possível. Tipo aquecer para cima de forma que ao derreter, a força da gravidade ajude-o a sair.
  7. Gostei da idéia. Para remover o resíduo fundido, pode usar um sugador de solda a medida em que o material for derretendo
  8. rs rs rs ... vídeo bem interessante! Parece ser uma boa maneira de produzir bagos para recarga de cartuchos... Metralhadora que dispara chumbo derretido? Isso sim que é mandar "chumbo quente" no alvo. rs rs rs
  9. Não sabia que é possível derreter o chumbo usando um soprador térmico. No caso do projéteis amassados pelo tiro, as vezes ficam com resíduos do material impactado (papel, reboco, lasca de madeira, etc). Na fusão, esses materiais se separam naturalmente do chumbo (boiam/queimam), ou se incorporam na material fundido?
  10. Eu não conheço essa arma, porém tive a oportunidade de atirar com uma pistola Fein. Ela era armada através de uma alavanca lateral ao cano, empunhadura anatômica, aparelho de pontaria regulável, etc. Muito estável e precisa. E cara! Na época, o proprietário queria mil dólares, na arma usada... Imagino que esse possa ser um motivo pelo qual as Fein não são muito "populares". Quanto a questão velocidade para tiro de precisão, minha opinião é a de que a arma deve atirar sem recuo, ou com o menor recuo possível, e a velocidade do projétil, deve situar-se bem abaixo da velocidade do som. Por isso os competidores em papel, calibram as armas para velocidades baixas, objetivando estabilidade e controle da arma/projétil. Diria algo em torno de 600 fps.
  11. Muito bom, Orlando! Taí uma dica prática que pode literalmente "esticar" a vida útil da mola... rs rs rs Eu já fiz isso duas vezes com a mola de uma pistola Urko, para a qual não encontrava outra nova para reposição. Aprendi com um amigo serralheiro. Mas, confesso que não fui tão cuidadoso quanto ao calor e nem para prender a mola para bater. Numa próxima oportunidade vou me lembrar dos seus ensinamentos. Valeu!
  12. Nossa! É a cara da antiga pistola Urko! Eu tenho uma (Urko) a qual tem uma razoável precisão em 10 metros.
  13. Se não deu nem uma pequena enroscadinha, deve ser apenas uma alteração do polimento o que não deverá afetar a precisão.
  14. Eu não consegui ver a marca nas fotos... Para saber se não é apenas uma diferença no polimento nesse pedaço do cano, sugiro que você faça um "apalpador" para passar nesse trecho onde estaria o anel no raiamento. Pode usar um pedaço de fio de cobre rígido de diâmetro fino, no qual seja possível dobrar um pedacinho da ponta formando um "L". Para apalpar o local basta introduzir essa "ferramenta" no cano e movimentá-la para a frente e para traz. Assim será possível sentir se é um risco e avaliar aproximadamente a profundidade.
  15. Que bom! Torço para que ele aproveite a sua experiência como atirador para fazer a apresentação e um review decente. Isso não significa que deva ser favorável ou desfavorável a arma; apenas realista. No post anterior eu não teci nenhuma crítica à arma e sim à forma como ela foi "queimada" pelo próprio fabricante. Essa estória de "ficar chateado" com os possíveis clientes (frequentadores de fórums) por causa de críticas, é outra atitude que eu lamento. Esse comportamento é típico de certos "empresários" que parecem desconhecer os rudimentos dos sistemas de qualidade. Quando eu digo que lamento, não estou julgando e nem censurando o "empresário". É um lamento sincero porque eu desejo que ele tenha sucesso, mas a realidade mostra que com esse tipo de atitude somente leva a empresa ao fracasso. Se você puder diga a ele, com jeitinho para não "traumatizá-lo" que: 1) "Todo artista tem que ir onde o povo está" (Milton Nascimento), ou seja: o empresário que deseja o sucesso deve buscar proximidade com o cliente e não o contrário. 2) Um dos melhores insumos que a empresa pode obter são as críticas dos clientes, porque assim é possível conhecer os pontos que necessitam correções e melhorias nos produtos. Essas coisas são tão óbvias, porém pouco praticadas...
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