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Pincipi

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  1. Já tenho um código de rastreio fornecido pela Sinerlog, ainda não consta no rastreamento dos correios mas, publicarei as novidades.
  2. Muito obrigado a todos, ainda não tive tempo de ler e reler com atenção toda a informação, só puder ler rapidamente entre um intervalo e outro do trabalho e parece que nas armas de pressão são informados apenas os Joules da potência da munição usada e não quantos g transfere para a luneta. No meu caso da MTR77NP informa "Pé - libra força - 18", "1200 Fps 365,76 m/s chumbo leve", "1000 Fps 304,8 m/s chumbo pesado" assim, fazendo as contas, consigo saber apenas os Joules de potência da munição e para saber quantos g vai para a luneta, tenho que fazer o esquema de fixar o celular nela e medir. É isso?
  3. Aonde acho literatura à este respeito? Ou que palavras chave uso na busca? Vi um anúncio de luneta que dizia o seguinte: " Super alta resistente ao choque (750 g/s), pode ser usado para tiro de bala 7.62 milímetros" " Max de Recuo: 750 g/s" Como saberei se esta luneta aguenta a minha MTR77NP? Ou pelo menos 750 g/s é igual a quantos Joules?
  4. Pois é, eu só pesquisei recentemente e achei dois anúncios dela que agora não achei mais, devem ter sido vendidas.
  5. Sabia que iam perguntar, BSA Contender 8X32X50. Na realidade um lote de sucatas.
  6. Com a entrada em vigor do 10.030 e da 118 arrisquei a compra de uma luneta usada lá na terra do Tio Sam, o anúncio é de U$ 100,00 com o frete para o Brasil de U$ 145,00 o que pelas contas daria o total de R$ 1669,34 já incluídos os impostos e taxas, caso fizesse a compra com entrega direta sem utilizar o comprafora. Já pelo comprafora dos correios algumas coisas saíram diferente do esperado, pelas contas sairia no total de R$ 835,47 mas, na prática está saindo por R$ 1323,96. Na hora de comprar o valor de U$ 100,00 sofreu um acréscimo de um imposto de U$ 7,00 não sei o porque, só sei que o vendedor despachou do mesmo estado em que foi entregue, Flórida, além disso o site deu um desconto promocional de U$ 15,00. Outra coisa, o vendedor informou um peso e medida diferente da realidade, pela calculadora do comprafora eu iria pagar R$ 400,00 e acabei pagando R$ 900,00. O pacote ainda não foi despachado pela Sinerlog e ainda existe uma possibilidade de quando chegar ao Brasil, o fiscal atribuir um valor diferente a mercadoria. A mesma luneta usada aqui no Brasil estão pedindo de 3 a 10 mil por ela.
  7. Imaginei que estando em vigor o Decreto 10.030 e a portaria Colog 118 poderia importar minha luneta de carabina de pressão de qualquer país mas, dei uma pesquisada e parece que se o país de origem for os EUA a coisa não rola e fica preta. Imaginei três formas de importar, na bagagem, pelo correio direto e pelo sistema comprafora dos correios. Na primeira forma vi um vídeo que menciona uma autorização de exportação, é isso mesmo, se trazer em sua bagagem é considerado exportação porque está saindo de lá. Pelo correio direto consta na lista de produtos proibidos porém, caindo na mão do Exército, é liberado depois de alguns dias sem ser necessário fazer alguma coisa além de esperar. Parece ser uma questão de atualização da lista conforme a legislação vigente. Pelo comprafora do correio, a compra é entregue no armazém dos EUA e despachada para o Brasil depois de pagar as taxas e impostos. Acontece que lá rola um tal de Regulamento internacional de tráfego em armas, ITAR (22 CFR, Partes 120-130) e os Regulamentos de Administração de Exportação, EAR (15 CFR, Partes 730-774) que em resumo enquadra como terrorista o cara que tentar tirar uma luneta do país, seja pelo correio ou pessoalmente, sem a devida autorização expedida nos EUA. Alguém sabe de maiores informações se isto procede ou não?
  8. Boa! Também penso assim, já faço as contas antes de comprar, valor do produto + 60% imposto + R$ 15,00 desembaraço, se passar direto sem ser taxado eu fico no lucro. Geralmente o que custa 100 aqui custa 50 comprando lá, já contando com as taxas. No meu caso eu já tenho experiência com várias importações e só vejo problema (ou medo) para o caso de quem nunca importou, não conhece o sistema e não vai saber o que fazer diante de uma adversidade, como por exemplo aconteceu comigo, na minha primeira importação, na época que não tinha internet e tinham os catálogos em forma de revista, preenchia o pedido e mandava por carta com a nota de U$ 5,00 junto, até hoje espero a entrega... ...depois já com a internet, fiz uma compra de U$ 50,00 que também nunca recebi, só então descobri que tinha um prazo para reclamar e receber o dinheiro de volta, ai, na época em que o desembaraço ocorria na agência, em outra compra recebi a carta informando a chegada de um ipod (nunca comprei ipod) e que deveria pagar o imposto sobre U$ 100,00 depois de pagar e abrir o pacote descobri que eram feltros de limpar cano no valor de U$ 1,00 aprendi então que poderia solicitar a revisão do valor antes de pagar o imposto, já que o fiscal atribuía um valor a seu bel prazer, também observei ao assinar a lista de retirada na agência que outras encomendas eram taxadas sobre U$ 500,00 (coitados) enfim, imagino um "medo" para quem não conhece o sistema, porque já passei por comprar sem saber o que fazer. Hoje é bem mais fácil, tem vários tutoriais na internet ensinando o passo a passo da importação legal e segura.
  9. Também comprei a minha (SKW) lá com final do código de rastreio NL, Nederlândia, Países Baixos ou Holanda. Eu imagino que seja apenas o estoque lá já que em alguns produtos tem a opção de escolher o país da saída do frete como China, Rússia e até Brasil. Outra coisa que imagino é que o vendedor localizado na Holanda recebeu uma encomenda da fábrica da China.
  10. Conte para nós maiores detalhes da parte do Exército, se teve que fazer algo ou apenas esperou e o que constou no rastreio.
  11. Também no aguardo de saber se ocorreu na vigência do DEC 10.030 e Port Colog 118. E ainda mais detalhes se a liberação foi no correio ou na região militar, bem como o que apareceu no rastreamento e se recebeu notificação. Se puder mande uma cópia do texto da declaração enviada, sem dados pessoais.
  12. Fiz algumas medidas com fitas métricas e uma régua, nas fitas medi de um extremo ao outro da coronha, tomando como base as partes retas: Já na régua, usei como referência o centro dos dois parafusos: A linha verde é aonde deveria ter sido feito o furo e a linha vermelha é aonde foi feito. A diferença de 3mm coincidiu em todas as medidas, isso sem levar em conta se a angulação na madeira foi de 90 graus. Acredito que estas medidas seriam uma das formas técnicas de se obter a marca do alinhamento centralizado do furo. Na prática, ao colocar o bipé com a arma apoiada nele, dá para usar a referência do retículo da luneta já pré regulado (conforme linha de prumo) e posicionar o bipé um pouco torto antes de dar o aperto, assim a arma fica alinhada, ou seja, mesmo que o furo esteja descentralizado, o bipé consegue se ajustar alinhado. Outra curiosidade seria ao ponto de fixação: Imagino quatro pontos básicos: Acima trocando o parafuso da posição 1 e abaixo a posição 2: Seguida pela posição escolhida pelo proprietário anterior: E por fim uma posição fora da coronha, apoiada no cilindro: Gostaria de saber que diferença teria em posicionar o bipé em uma ou em outra posição, tipo qual delas dá mais precisão, é mais prática ou simplesmente não faz diferença.
  13. Eu imagino várias partes: Planejar para qual arma vai ser, no meu caso a PR900W, depois estabelecer o modo de uso, no meu caso fixar parafusos que servem tanto em bandoleira como no bipé, depois estabelecer a posição deles, ai gabaritar para furar corretamente, seguido pelo uso de broca adequada finalizando com a montagem. Não quero fazer como este cara fez: Fez o furo no olhometro, eu quero marcar os pontos com centro exato e ainda saber a medida de broca mais correta com base na medição das dimensões do parafuso e também no tipo de madeira da coronha.
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