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Pincipi

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  1. A questão é que a escova de latão realmente não é de latão, trata-se na realidade do mesmo aço da escova de aço, o qual foi revestido com uma camada de algo dourado imitando o latão. Visualmente uma escova parece ser de latão e a outra de aço mas, ambas são de aço. No meu caso eu imagino que não deixa resíduo de malha, fiz todo o trabalho em cima de uma folha de papel A4 e não caiu nada de pó, nada que pudesse ser notado, dai eu desconfiar que apenas cobriu a oxidação. Também imagino que o WD40 depois que seca e limpa não vai dar efeito diesel.
  2. Usei limpador/polidor de metais Silvo, igual ao Kaol, não consegui remover a incrustação da ferrugem, só fez foi remover uma camada fina do que parece ser um cromo de proteção. Esta incrustação insiste em manter um aspecto mais escuro, sem brilho. Depois usei escovas pequenas de aço novas, no sentido da rosca e em movimentos de vai e vem, sem forçar, de leve: Comecei com a dourada pensando que ela fosse deixar uma camada amarelada por cima do metal mas, acabou deixando o metal na cor prata, pelo que me lembre as escovas antigas de aço douradas eram prateadas por dentro e tinham apenas em sua superfície a cor dourada, obtive o mesmo resultado com a escova prateada. Não tem como eu afirmar que a camada de oxidação foi removida/raspada ou simplesmente foi recoberta. Pelo que me lembre, estas escovas não raspavam o metal, apenas deixavam um resíduo que dava uma aparência de novo, faziam o papel de uma espécie de "banho", tipo o velho banho de vareta, por cima brilhante e bonito e por baixo a corrosão continuava a atacar. Aparentemente o interior da mangueira não apresenta sinais de corrosão. Abaixo o detalhe da coloração original à esquerda, uma espécie de dourado e como ficou agora, prateado, depois do banho de escova de aço: Comparando com a outra extremidade, ainda original, exceto pela parte da rosca que acabei limpando por engano: Vou esperar o passar dos anos para ver como fica.
  3. Olhei a outra ponta e constatei que na minha bomba já tem o processo de ferrugem instalado, aparentemente em menor grau que a sua mas, exatamente no mesmo ponto. Busquei em minhas fotos de julho de 2018 e pude ver que naquela época o metal na área da rosca já estava parcialmente escurecido. Se não fosse você ter feito o comentário com a observação do detalhe da ferrugem, a oxidação da minha bomba iria continuar agindo escondida com o correr do tempo. Valeu, obrigado.
  4. Então, dando a sequencia com as novidades conforme o tempo passa, atualmente a bomba está começando a dar sinal de algum problema, quando chega no fim do curso com ela totalmente aberta ou esticada, algumas vezes leva cerca de um segundo depois para se ouvir o barulho do ar entrando na bomba, na minha imaginação eu penso ser alguma sujeira na bolinha de borracha, vou esperar a situação ficar pior para começar a investigar. Num outro post foi comentado sobre ferrugem na conexão que se espalha indo para o interior do tubo e que inevitavelmente as partículas liberadas no processo acabam no interior da arma. Corri para desmontar a minha e acabei constatando que o processo de corrosão já está instalado e operante, acredito que sempre esteve lá desde o momento da sua fabricação, escondido e agindo lentamente. Esta é a situação atual da bomba, com o primeiro filtro ou elemento filtrante que instalei em julho de 2018, aparentemente nestes 4 anos de filtragem ele cumpriu bem a sua missão: Porque na saída do filtro tudo está aparentemente perfeito. Agora observando mais de perto a ferrugem em questão: Eu dei uma olhada nas fotos que quando ela foi submetida a manutenção em Julho de 2018 e pude perceber que o metal já estava parcialmente escurecido exatamente no ponto aonde agora a camada de ferrugem se mostra bem aparente. Na rosca contrária ou mais exatamente na rosca da parte de alumínio em azul não tem o menor indicio de oxidação. Eu ainda estou estudando uma forma de limpar o local, dar uma polida e ver se tem como parar, retardar ou reverter o processo.
  5. Após quebrar alguns vazadores de aço tentando fabricar a vedação passei a usar um micro torno que faz parte do kit educacional 9 em 1, ou melhor com a configuração de micro torno do kit eu fui tentando, fracassando e aprendendo a usar, tentando diminuir a largura do tarugo de 35 mm: Até conseguir afinar e chegar nos 6mm: Lembrando que não adianta prender o tarugo direto na peça que tem as castanhas de prender, inevitavelmente não consigo obter alinhamento e nem evitar que o tarugo se desprenda. Tem que usar de um lado a peça de prender madeira e do outro lado a peça com o rolimã. Marcando antes o centro com a ferramenta de marcar centro e fazendo um pequeno furo de 1 mm para encaixar as pontas. A ferramenta de corte deve estar diferente de como aparece acima, deve estar em ângulo de 45 graus para poder cortar melhor e só no final usei a 90 graus para dar acabamento fino e chegar na peça mostrada abaixo: Na sequência fiz um furo de 1 mm para encaixar o pino de metal: Com ele encaixado até o fim eu esmaguei um pouco no torno de bancada, o suficiente para marcar o nylon e vir com outra broca mais grossa e girando com a mão desbastar um pouco a área marcada e repeti esta sequência umas três vezes até o pino afundar cerca de um milímetro no nylon, ai eu tirei o pino e lixei o ponto de vedação para ficar o mais liso possível, com a lixa de menor gramatura que tenho, remontei e prendi o conjunto no mini torno desta vez para marcar o ponto de corte: Depois eu terminei de cortar com uma serra e cheguei no seguinte formato, pronto para fazer o assentamento: Encaixei o pino montado com a nova vedação dentro da válvula e introduzi uma haste de metal de 6 mm, mais especificamente um rolo parte de um toner de impressora, então fui batendo com um cubo de nylon 15X15X15 mm, batendo retirando o pino e olhando, no final de 40 marteladas chegou no ponto de assentamento ou ajuste que eu acredito ser o mais parecido com o original: Com a vedação em cerca de meio milímetro, finalmente cheguei no fim do trabalho: Que apesar de ter se expandido lateralmente, manteve a passagem de ar com uma funcionalidade dentro dos padrões exigidos por esta arma. Na realidade os trabalhos apenas começaram agora, pois pelos próximos dez anos vou monitorar o comportamento do nylon 6.0 e ainda pretendo fazer outra vedação para o cilindro 2 utilizando um tarugo de poliuretano, fazendo comparações sobre qual material seria o melhor indicado. Muitos testes precisam serem feitos até poder se afirmar que esta gambiarra se trata de uma solução definitiva e ainda tem o problema das vedações da pistola K2 que também se deterioraram, assunto de outro post. Por enquanto acumulo 60 dias de trabalho de observações, tentativas e erros.
  6. Já vi agulhas de manômetro tortas, soltas ou fora do eixo em extintores de incêndio, nunca tinha visto em PCP. A oxidação da conexão me deixou preocupado e corri para desmontar a minha: Que parece estar tudo bem, inclusive na parte do bloco: Fiquei curioso em saber se neste seu caso a ferrugem também atingiu o bloco e se comeu também o interior do furo da conexão. Me parece que usaram alguma cola imprópria como vedação na hora da montagem. No meu caso veio desmontada.
  7. Realmente a qualidade de imagem sua é muito melhor. A distância focal deve fazer a diferença. A que comprei é genérica e a sua é específica para arma. Fiquei curioso aos 36 segundos tem uma mudança de cor no raiamento, o que é? Se não for assunto do fórum não precisa nem responder. (vi que os comentários estão desativados)
  8. Pois é, já tive outras duas de 7 mm que pifaram rápido também e não quero arriscar um valor alto, a atual é de 3,9 mm e passa bem no calibre 4,5 mm, só o espelho externo não consegue por conta do encaixe ser largo. Se tivesse uma garantia de uns dez anos eu investia. Comparando à imagem sem espelho parece ser igual em termos de nitidez.
  9. Tirei as medidas da bucha nova e fiz um desenho: Resumi tudo em uma foto que pode ser impressa no tamanho de uma folha A4 e se for descrever mais detalhes vai ocupar muito espaço desnecessário no post, basicamente apenas 0,5 mm de bucha faz toda a vedação porém, tem um outro aspecto importante que observei quando fiz a instalação dela dentro da câmara do cilindro: Notem o destaque em vermelho para a área do fim do cavado e no diâmetro oposto uma circunferência que passo a chamar de respiro, num esquema ficaria assim: (O furo à direita é a passagem de ar para o bloco) Seguindo da esquerda para a direita, a bucha entra com folga, praticamente não toca na parede interna da câmara do cilindro, ela só vai tocar nas paredes quando chega na área do fim do cavado e neste ponto é que ela começa a fazer a vedação, assim que passa pelo respiro. Visualmente seria assim: Esta é a posição que a bucha fica com a alavanca totalmente aberta e a visão do outro lado é assim: Não se confunda com o reflexo da mola na parede externa do cilindro, veja que a bucha deixa um pequeno espaço para a passagem do ar. Num esquema a situação do alinhamento entre a bucha e as paredes internas da câmara seria assim: Na esquerda a representação da bucha, no centro o cavado e à direita o respiro. Então, com a alavanca totalmente aberta, o sistema não tem pressão e assim que se começa a fechar a alavanca, a bucha vai sendo empurrada para dentro, passando pelo respiro, pressionando o ar, até ser totalmente comprimida no fim de curso. A única medida que consegui obter da câmara do cilindro é o diâmetro de entrada de 31,10 mm e apenas na entrada que a bucha pega um pouco e logo em seguida fica com folga, para só encostar na parede interna quando chega no alinhamento mostrado acima. A parte das medidas do encaixe do cilindro eu fico devendo porque não tenho segurança, ou melhor, não sei como fazer a medição interna. Ainda no assunto da alavanca, totalmente fechada ela fica num ângulo aproximado de 5 graus, se levantar um pouquinho, apenas com um dedo para mais ou menos 20 graus, ela dá um salto e pula até ficar em perto de 30 graus. Este seria o pulo do gato, pois quando a bucha não tem mais sua vedação operante, a alavanca deixa de saltar. Seguindo o percurso, a alavanca chega nos 130 graus que é o máximo de abertura. Ainda dentro de um critério de importância ou assunto relevante, muito curioso é o ritual ou processo que ocorre dentro da arma neste percurso de abrir e fechar de alavanca, primeiramente se ouve um breve sopro de ar entrando pela frente do cano, depois se dá a abertura para se colocar o chumbinho e em seguida se ouve um rápido assobio do respiro que deixa de ser notado quando se instala a coronha. Quando se fecha a alavanca, dá para ouvir claramente o rangido da borracha percorrendo o interior do cilindro, parece até que está trabalhando à seco, sem lubrificação. Pode até ser que a graxa de silicone não seja adequada ou esteja em pouca quantidade, eu até completei com mais um pouco e o rangindo se manteve. Só mesmo comprando a graxa original para se saber se este som é normal ou não. Também não descarto a possibilidade da parede da câmara não estar devidamente limpa ou lisa como vidro. Na internet existem vídeos desta arma adaptada para multi pump, de alguma forma devem ter instalado alguma válvula que impeça o retorno de ar e permita mais bombadas com mais pressão. Revendo todas as informações que obtive até agora, creio que usinar uma bucha de PU funcional seja uma tarefa possível de ser executada, é claro que com medidas diferentes da original. Duvido que só meio milímetro de poliuretano dê conta do recado.
  10. Pelo primeiro vídeo eu entendi que na teoria, a parte menor fica travada na arma, acompanhando o movimento da arma, esta peça não se move pelo trilho original da arma. Já a parte maior fica travada na luneta acompanhando a inércia da luneta, se move pelo trilho da arma, ou melhor, a arma se move para trás e para a frente enquanto que esta peça maior fica parada junto da luneta. Em um outro vídeo institucional da Gamo, lá pelos 44 ou 45 segundos aparece um atirador fazendo um disparo com um RRR instalado na arma e dá para ver bem brevemente a luneta se mexendo um pouco: Parece que na prática o RRR apenas reduz parte do impacto, ele não anula por completo como parece acontecer em outros projetos. Deve existir algum segredo no torque dos parafusos da peça maior que permita o deslizamento dela pelo trilho da arma.
  11. Não aguentei ficar fazendo medições e cálculos, instalei apenas a bucha e as duas guias, com um pouco de graxa de silicone comum, mantive todas as outras vedações, ajustei o dioptro em 60 cliques para sair do extremo e ficar na escala do meio e mais 60 cliques para baixo e fiz meu primeiro teste a dez metros, quinze disparos apoiado, um em cada alvo, chumbo H&N: A partir dai ficou difícil fazer alguma outra coisa diferente do que armar, colocar o chumbo, apontar e disparar. Testei outros alvos e alguns disparos acabam entrando no mesmo buraco anterior. Estou tentando me recuperar e voltar à realidade para dar prosseguimento à maiores detalhes da vedação desta arma, por enquanto o resumo é o seguinte: Tomando por base a afirmação de que a bucha dura um ano com muito uso e três anos com pouco uso, faço a estimativa de custo diário de R$ 1,00 a R$ 2,00 usando muito e de R$ 0,33 a R$ 0,66 usando pouco, isso considerando a compra internacional. Porém, pode ser que algum dia no futuro o kit de vedação deixe de ser fornecido ou não seja mais encontrado à venda e pelo que pude observar na bucha nova, ela tem a vedação baseada num anel de 0,5 mm de espessura e assim acredito que seja muito difícil tornear uma peça igual feita em poliuretano ou algum material que tenha bastante resistência e flexibilidade. Na parte das guias eu observei que não se tratam de canos cortados e sim de peças produzidas industrialmente como um plástico injetado numa forma, que se assemelham visualmente idênticas às guias de garfo ou pistões de motocicletas, ainda falta conferir numa loja de auto peças se existem no tamanho exato. Quanto às demais vedações eu ainda não tive tempo de observar mais à fundo e me parecem inicialmente fáceis de serem encontradas no comércio ou usinadas.
  12. Comprei uma chinesa por R$ 100,00 com cabo de um metro e foco a dez centímetros, estou com dificuldades de ajustar a regulagem do LED, coincidir a iluminação com o ponto de foco. Fiz vários vídeos com o objetivo de fazer comparações do antes e do depois de limpeza só com pano, disparos, limpeza com algodão de cotonete para ver os fiapos presos, mais disparos e limpeza com vareta bucha de escova de plástico, outros disparos e mais limpeza com bucha de metal. E assim ter um registro para futura comparação/avaliação. Alguém conhece uma câmera de melhor qualidade? E preço acessível. Abaixo o vídeo da PR900W: E o da FWB 600:
  13. Parece meio obscura a informação de que a parte maior deve ser móvel para assim absorver os impactos, se afrouxar os parafusos ela sai voando e se apertar o trilho não corre, devem estar se baseando num aperto suave que permita o deslocamento sem a peça se soltar, só que ai a tendência é que com o uso os parafusos se afrouxem até a peça se soltar. Ficou difícil de entender o principio de funcionamento na prática.
  14. Minha dúvida está no uso do gabarito marcador na apuração do resultado: Se considerar ao que estou acostumado nas competições caseiras, vale apenas o "corte do papel" e não vale a área esfumaçada pelo chumbo ou qualquer rasgo, portanto seria apurado 0+7 pontos no caso acima. Zero no disparo à esquerda e sete no disparo à direita. Ai entra a questão do atirador usar munição de canto vivo ou não, caso a tivesse usado, o corte seria mais preciso, num tamanho maior e como usou ogival o corte ficou menor. Já pelas regras da olimpíada postal eu não consegui entender a interpretação na prática. O gabarito marcador pode ser o próprio chumbo? Ou tem que ser o velho "saca pinos" ou broca de furadeira no calibre exato?
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