Jump to content

Para acessar os anunciantes, clicar nos banners!

Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada

Pincipi

Members
  • Content Count

    471
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    33
  • Country

    Brazil

Pincipi last won the day on June 1

Pincipi had the most liked content!

Community Reputation

141 Master

4 Followers

About Pincipi

Profile Information

  • Sua Localidade
    São Paulo/SP

Recent Profile Visitors

1,161 profile views
  1. Confesso que fiquei envergonhado pela oferta mas, aceito. Creio que assim terei algum comparativo. Eu só não sei como entrar em contato pelo reservado.
  2. Eu pesquisei por tópicos aqui do Fórum: "Coroa do cano", "Cano Anshultz sem coroa???", "Coroa cano LW novo", Coroa do cano...", "Coroa AT44 refeita", além de outros materiais da internet: "Como cortar e coroar um cano de rifle EHow Brasil", "A importância da coroa ou corona no cano das armas de ar comprimido". Achei melhor não lincar cada um deles aqui para não tomar muito espaço. Pelo que entendi, em teoria primeiramente o mais importante para precisão é o número, ângulo e profundidade das raias, um segredo dos fabricantes. Depois disso vem a coroa, em diversos ângulos, com vários mitos em torno de 11° graus, com a única certeza de que 90° graus é o melhor indicado para alta potência. Ainda na coroa, existe o conceito de rebaixo, cuja finalidade é proteger de danos. Finalmente o conceito mais importante para esta parte da coroa é o alinhamento com a saia do chumbo no momento em que sai do cano então, em tese, no meu caso, as irregularidades da superfície da coroa da minha PR900W permitem uma dispersão irregular de gases que vão desviar o chumbo da trajetória... ...Sendo que, o conjunto do raiamento com o choque na saída do cano combinado com a coroa é que realmente proporcionam a melhora dos resultados e assim sendo, o meu caso é de um cano de baixa qualidade sem o choque e com a coroa ruim. Na parte de raimento e choque nada mais pode ser feito a não ser trocar o cano, já na parte da coroa, é possível fazer alguma coisa então não posso esperar que apenas alinhar a coroa vai fazer um milagre balístico, ou seja, os resultados podem ser pior, ficar na mesma ou um pouco melhor mas, de jeito nenhum espero me tornar um medalhista olímpico depois de uma polida. Ainda tentando digerir todos estes conceitos, tem a parte prática, o certo é contratar um profissional mas, como não tenho condições, vou tentar uma das maneiras mencionadas na internet: -Pedaço de lixa em um bastão com uma bolinha. -Esfera de rolamento fixa na morsa ou uma madeira com furo não passante, com a esfera colada, usando pasta de assentamento de válvulas com abrasividade de acabamento, fazendo movimento de girar o cano com o próprio peso dele sobre a esfera, usando as palmas da mão, assim como se faz fogo com graveto, ou mesmo como se assenta válvulas de motor, depois que conseguir o desgaste desejado usa lixa 600 mais grossa e para acabamento lixa1500, tem que ficar um espelho. -Usar kits ou ferramentas próprias: A parte que não ficou clara para mim, são as diversas opções que visualizei: Acima está bem aprofundada e dá a entender que serve mais como proteção mas, será que para o caso de baixa potência não seria melhor? De qualquer forma, o meu caso leva a crer que no final deva ficar parecido com isto: Veremos!
  3. Não dá, tem que martelar a vareta, ai ela entorta. KKK. Também não vai ser possível, sou baixa renda, meu propósito é utilizar os chumbos de minha fabricação caseira, por enquanto nem martelando entram no cano.
  4. A minha está assim: Está simplesmente medonha! Eu imaginava que a coroa perdia a função quando usa o moderador ou focinho. Lendo o que foi dito no fórum dos gringos eu não entendi nada mas, depois de ver o vídeo abaixo eu consegui ter uma noção de como fazer o serviço: Vou estudar bem esta opção de fazer a coroa. Valeu pela dica.
  5. Minha PR 900W 5,5mm tem uma precisão das galáxias (paralelo com o picanha das galáxias), ela agrupa ou espalha em diagonal, não sei qual é o termo correto para descrever este fenômeno. Abaixo um alvo com dez disparos a 10 metros usando mira aberta, em pé sem apoio: As marcas em vermelho indicam os disparos de uma pistola, ignore eles, eu reaproveitei o alvo e marquei os pontos de impacto da PR900W com um circulo usando uma caneta preta, pelo formato do espalhamento, eu fiz uma comparação com a forma de uma galáxia, os disparos são as estrelas: Inicialmente eu achava que podia ser algo relativo ao atirador como postura, puxada de gatilho, respiração ou visada. Ocorre que eu montei nela uma luneta 8-32X50 e um bipé, fiquei aguardando a minha esposa sair para ir ao médico e usei o stand de tiro em casa (impossível usar com ela presente): A distância exata entre a ponta do moderador e o alvo de papel deu 10,02 metros, medidos no chão. O centro do alvo ficou a 1,21 metros de altura e o centro do moderador ficou a 0,28 metros de altura, ambos em relação ao solo. Eu atirei de baixo para cima. Apoiada no solo exatamente assim, com os pés do bipé na elevação máxima e a ponta da coronha no chão, bastava colocar o peso da mão na arma para a visada da luneta ficar bem no centro: Acima no zoom mínimo (8) e abaixo no zoom máximo (32): A arma já foi comprada usada e segundo o dono anterior não foram feitas modificações nela, preciso fazer um grande esforço para encaixar o chumbo nela, mais tarde vou tentar alargar o furo de entrada do cano. Não limpei o cano ou fiz qualquer outra coisa diferente durante as seções de dez disparos, apenas usei a seguinte pressão para inicio: E no fim de dez disparos ficava assim: Para uma nova seção eu recarregava na mesma indicação anterior. O chumbo utilizado foi o Bullet: Foi o mais barato que achei para comprar pela internet incluindo o frete, eu não tenho outro chumbo neste calibre e minha intenção é não comprar mais chumbos de 5,5 mm, pretendo usar apenas os fabricados por mim (assunto de outro post). A primeira série de disparos ficou assim: Fiz igual fazia com os tiros em pé sem apoio, peguei os chumbos aleatoriamente na lata, dando um intervalo de pelo menos trinta segundos entre um disparo e outro, sempre sem usar o magazine. Marquei estes 10 primeiros disparos usando uma caneta preta então, parti para a pesagem dos chumbos: Eu não sei como pesar e selecionar meus chumbos, ou pelo menos ainda não desenvolvi minha técnica pessoal, pesei os primeiros 80 chumbos e fiz comparações, notando que com o peso 1,05 haviam 10 chumbos, com o peso 1,06 haviam 17 chumbos, com o peso 1,07 deu 8 chumbos e com o peso 1,08 apenas 9 chumbos, tendo em vista que primariamente haviam mais no peso 1,06 passei a separar apenas os que medissem entre 1,060 e 1, 069 desprezando os demais: Ignore a marcação do papel, onde está escrito 0,60 na realidade é 1,060. Quando estava no meio da terceira lata, completei 11 chumbos no mesmo peso: Separei dez chumbos pesando 1,062 e fiz mais dez disparos no mesmo esquema, ficou assim: Os marcados com caneta preta foram a primeira série e os sem marca a segunda série, usei o mesmo alvo. Separei um segundo lote de chumbos, cada um com um peso diferente de 1,060 a 1,069 e fiz a terceira série, que ficou assim: Todas as três séries no mesmo alvo, 1º marcados em preto, 2º marcados em laranja e 3° marcados em vermelho. Parece que o certo seria usar um alvo para cada série de dez, assim, pelo menos, não teriam disparos sobrepostos que me confundiram um pouco. De qualquer forma, o fato de selecionar os chumbos por peso, parece ter dado uma alinhada melhor no espalhamento, a distância maior entre os disparos se manteve entre 11 e 12 cm e a menor, entre 1 e 3 cm, considerando o formato de uma galáxia, do ponto de vista da fotografia mencionada mais acima. A marca dos disparos não seguiu a diagonal como uma rajada de metralhadora ou uma chicotada, foi bem aleatória, uma hora num extremo outra no outro e algumas mais ao centro. Está ai, o que eu chamo de "efeito precisão das galáxias" ou "espalhamento em diagonal". Desconsiderando o chumbo utilizado e os vícios do atirador, partindo para teorias ligadas ao mal funcionamento da arma, o que pode estar causando isto? -Vibração do cano? -Vibração dos pés do bipé? -Oscilação da pressão? Como minha esposa chegou logo, a brincadeira acabou e estes foram os chumbos coletados na aramida do para-balas: Notem que alguns mal se deformaram enquanto que outros se deformaram bastante, não sei se isso é em decorrência da aramida já estar bastante castigada em alguns pontos ou se é decorrente de mudança de pressão nos disparos. Eu não tenho medidor de velocidade.
  6. Aproveitando o tópico, eu também cogitava a compra de uma reguladora para a minha PR900W e vi o seguinte vídeo: Nele, eu entendi que o reloginho ou manômetro original vai passar a indicar a pressão regulada e não a pressão real do cilindro e então, para mim, torna-se necessário instalar uma nova tampa do cilindro com manômetro, ai sim teria a real medição do ar dentro do cilindro. Uma exceção para não se saber quanto marca o cilindro é, no momento da recarga, observar pelo relógio da bomba manual, ou então pelo relógio da estação de recarga, ai, no caso específico do cilindro com a estação de recarga, por exemplo estar com 200 ou 300 BAR e na hora de abrir e fechar a válvula, se eu vacilar e deixar passar mais pressão do que a arma aguenta, Kabum! Ainda tem a parte prática, depois de terminar a seção de tiro e guardar a arma, algum tempo depois, quando voltar a usar a arma, não vai se lembrar da real quantidade do ar que ficou no cilindro e pior ainda, se estiver ocorrendo um micro vazamento no cilindro, talvez nem perceba sua existência, sei lá, são muitas considerações que devem ser feitas, principalmente no fator segurança, por exemplo: esquecer de esvaziar a mangueira depois da recarga e soltar o plug com pressão, dependendo do caso, a chicotada ou rápida saída do ar pode lhe causar danos corporais, é um vacilo que pode ocorrer da mesma forma de se esquecer que instalou a reguladora e ir dando as bombadas se orientando pelo relógio que marca a pressão regulada e não a pressão real, estas coisas acontecem quando o atirador tem contato com muitas armas diferentes e não é muito atento a tantas regras de segurança próprias para cada arma (é o meu caso). Em resumo, a arma original tem determinadas regras de segurança a serem seguidas, e quando se faz alguma alteração nela, novas regras devem ser adotadas. Pense muito bem no que está fazendo! Eu particularmente adotei a regra de monitorar dois relógios ao mesmo tempo enquanto faço a recarga, sempre olho os relógios da bomba e da arma, se algum deles der defeito eu vou perceber a tempo de evitar um mal maior. Esta é uma regra de segurança própria, minha, pessoal, estabelecida apenas para mim, entende? Não é algo que conste nos manuais. Se eu vier a instalar a reguladora na minha PR900W, no momento da recarga, o relógio da arma vai parar na pressão estabelecida e o relógio da bomba vai continuar a medir a pressão real então, na minha mente, condicionada a conferir as duas pressões, vai ser difícil confiar apenas no relógio da bomba. Parece que não dá para adaptar a tampa original, tem que tornear uma nova, como esta anunciada num site não parceiro: Eu lembro que já existe um tópico aqui sobre estes detalhes mas, não encontrei. Uma coisa leva a outra, a reguladora soluciona uma coisa mas cria outro problema ou necessidade.
  7. Talvez seja necessário reformular o desafio oferecendo algum prêmio para o melhor resultado... ... ai sim, veremos! Embora que, tudo leva a crer que vai ficar na mesma, nenhuma prova de agrupamento. Porque será que não existe anúncio com a garantia de agrupamento ou seu dinheiro de volta?
  8. Não achei vídeo da mola do martelo, achei só as fotos dela desmontada em:
  9. X2, se o time está ganhando, não meche, já na parte dos orings eu tenho o vício de trocar eu mesmo apenas o que está com vazamento até fazer isto várias vezes, o suficiente para conhecer bem a arma e só me aventurar numa troca completa quando dominar bem a desmontagem e remontagem. Agora, se fosse contratar o serviço, faria a troca completa para evitar manutenções antes da hora, já pensou começar a vazar bem no começo da brincadeira. Por exemplo, eu tinha uma Fionda CO2 e na primeira vez troquei apenas um anel do cilindro e depois de dois meses deu vazamento no outro. Eu lembro de já ter lido algo à respeito aqui no Fórum, tem que garimpar a informação.
  10. Também tenho uma PR900W no 5,5 mm. Eu imagino inicialmente que seria através de uma válvula reguladora e acredito que também envolva o peso do chumbo, mais leve = mais rápido, mais pesado = mais devagar, outra forma seria trabalhar com a pressão baixa mas, neste caso a autonomia deve ficar comprometida, tipo um ou dois disparos e já tem que dar umas bombadas, já que vai trabalhar abaixo do chamado ponto doce. Enfim, estou acompanhando as dicas que vierem.
  11. Deu em nada, tratava-se apenas de mais um golpe e o vendedor foi excluído: Eu comprei duas, a primeira ele informou dois códigos de rastreio e na segunda apenas um, todos eles dão como não localizados no sistema. Agora tenho que esperar o prazo de entrega para tentar reaver o dinheiro pago.
  12. Obrigado, eu tentei este aqui: Depois mudei a rosca dele: Agora estou com problemas de vazamento no anel do bico da estação de recarga, tem que trocar e não acho o tamanho certo.
  13. Observei um defeito diferente numa das objetivas: Não sei se dá para observar pela fotografia, está entre os círculos laranja, é algo como uma falha na colagem das lentes, tipo uma delaminação que ocorre nos vidros a prova de balas, quando as placas vão se soltando, abaixo detalhes mais próximos: Acima o reflexo que deixa mais evidente a olho nu e abaixo sem o reflexo da luz: Imagino que seja um defeito de fabricação, que não seja decorrente de calor excessivo ou de uma queda. O importante é que agora só de bater olho numa lente, eu já sei identificar esta falha. Quando está instalada na luneta é bem visível o efeito estranho mas, quando se tenta tirar a foto, não sai nada, não se vê. Na parte ótica, não tem influência nenhuma, a imagem é tão perfeita, nítida e com a mesma luminosidade de uma objetiva sem o defeito, ou seja, na prática é irrisório, apenas na estética é que chama a atenção. No caso de um usuário exigente, rejeitaria a luneta e no caso de quem não se importa com detalhes, passa batido.
×
×
  • Create New...

Important Information


GAMO CFR.jpg