Jump to content

ANUNCIANTES

Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada

MarcosP

Members
  • Content Count

    58
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    4
  • Country

    Brazil

MarcosP last won the day on May 22 2018

MarcosP had the most liked content!

Community Reputation

23 Ótimo

1 Follower

About MarcosP

  • Rank
    Atirador
  • Birthday 06/04/1950
  • Age 69

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Sua Localidade
    São Paulo / SP
  • Age 69

Recent Profile Visitors

390 profile views
  1. Os dois tipos de mount com proteção para recuos que eu conheço funcionam de forma diferente. O DM da Sportsmatch tem O-rings internos que, por serem de borracha, proporcionam 'algum' amortecimento para os 2 sentidos dos recuos. O Bullseye ZR da Diana se baseia numa ideia muito interessante: - no 1º recuo, quando a mola da arma é liberada, a tendência da luneta é ir para a frente, relativamente ao rifle; então, a molinha do mount é pressionada e a luneta passa a estar “flutuando” no momento em que acontece o 2º e pior recuo; por estar sem um ponto de apoio longitudinal rígido, a luneta não sofreria com este 2º e pior impacto. O Héctor Medina aponta que, além da proteção propriamente dita, um fator de qualidade decisivo é que os mounts de proteção proporcionem que o corpo da luneta retorne à mesma posição depois de cada tiro; em relação a isso, ele alega que os Bullseye ZR seriam mais consistentes do que os DM. À primeira vista, me parece que esta base de mount da Scope Angel tentaria reunir os dois fatores de proteção. No entanto, no caso dos O-rings e pela sua posição, eles protegeriam do 1º recuo, mas não do 2º?
  2. Pelo que sei, a semente já está plantada.. Há uns "2" anos, o próprio EB fez uma minuta de regulamentação que foi chamada de "novo R-105", onde lunetas não constavam na lista dos PCE, e mandou pro Temer. Não tivemos noticia por um bom tempo, até que em set/18 saiu um decreto, onde também não constavam como PCE. Este decreto era pra entrar em vigor 6 meses depois, em mar/19. Não sei os porquês, mas o Bolsonaro suspendeu por mais 6 meses, remetendo para set/19. Vamos torcer para que nesta confusão de decreto vai/decreto vem a semente realmente brote.
  3. É um tubo interno de alumínio, com pouco mais de 2 cm de comprimento, diâmetro externo de uns 35mm e parede muito fina (0.5mm?), e que fica na parte de trás da luneta (+ 0 -). Falando com a Hawke, este modelo foi descontinuado e ela não tem mais a 'visão explodida', mas se referiu a esta peça como 'eyepiece tubing' (que ela não tem, nem de outros modelos serviria). Quando quebrou este tubo, ficaram soltos e saíram: - o anel externo traseiro de ajuste de foco (com uma pequena parte do tubo quebrado presa dentro), duas lentes, um O-ring fininho e um tubo de plástico; a outra parte quebrada, maior, restou bem presa (aparentemente rosqueada) no interior da luneta.
  4. Olá. Estou precisando uma peça para luneta Hawke Sport 4x32 AO. Pode ser peça usada, por exemplo, de uma luneta descartada. Alguma dica de onde procurar?
  5. Repartindo uma novidade para mim, e que pode ser útil a outros. Quando não temos uma luneta com ajuste de parallax, ela vem de fábrica com o parallax zerado/fixo para uma determinada distância, mas que pode ser fora de nossas distancias habituais. Supostamente, se formos capazes de retirar o anel frontal da luneta teremos acesso a uma lente roscável. Rosqueando esta lente para dentro ou para fora teríamos um efeito de mudar esta distancia do 'parallax zero'. Uma vez ajustada para a distância preferida, seria só recolocar o anel frontal. Tenho uma luneta candidata (Hawke 4x32), ainda não tentei, não sei se a lente ficaria 'frouxa', e necessitaria de algum travamento (tipo Loctite ou similar). Seria interessante se alguém que tenha experiência neste assunto pudesse complementar.
  6. Fui informado deste fornecedor da Austrália, mas, por ora, não estou precisando comprar estes produtos. Ele sabe que o custo de frete é o grande problema para o seu negócio, e tenta diminuir; tem de ter paciência para o prazo de chegada. Tem também uma graxa com alto teor de molibdênio, o que já tive dificuldades de achar no passado. Fica o link para quem se interessar.. https://www.customairseals.com/
  7. Encontrei esta comparação.. https://www.gatewaytoairguns.org/GTA/index.php?topic=139852.new#new
  8. Welcome to Brasil, Will! City? Did you bring some gear? Please give a general idea about your airgun related interests. Unfortunately, by here (Brasil .. and Forum) no hunting at all.. Btw, this is an excellent place to practice your .. Portuguese ? Marcos
  9. Um amigo importou uma AT44 QE (quiet energy) que não está grupando. Depois de várias tentativas.., ele resolveu parar e fazer um checkup geral no rifle em um 'armeiro de confiança'. Por ora, a questão é focada em saber apenas se - o rifle - estaria com algum problema. Em SP/Capital (ou arredores), quais armeiros ele poderia procurar para este checkup geral em uma PCP? Obrigado.
  10. O dono já fez várias tentativas com este rifle 0 km.., e continuou sem grupar. Resolveu parar e fazer um checkup geral em 'armeiro de confiança'. Eu não tenho experiência com possíveis problemas técnicos neste tipo de rifle, nem sei indicar alternativas de armeiros em SP/Capital. A primeira providência é saber apenas se - o rifle - estaria com algum problema, e, se estiver, resolver. Quando - o rifle - for considerado ok (inclusive que chumbinho não resvala..), então serão considerados os demais fatores de sempre.. - cronógrafo, chumbinho, luneta, apoio, atirador, etc. A primeira questão é apenas saber se o rifle está realmente em ordem, e, portanto, quais armeiros em SP/Capital ele poderia consultar. Obrigado.
  11. Um amigo importou sua primeira airgun, uma AT44 QE (quiet energy) que não está grupando (chumbos JSB). Em SP/Capital, quais armeiros de confiança ele poderia procurar para fazer um check up geral?
  12. Repartindo o aprendizado.. Coloquei a questão genérica de "QE + supressor..?" em um fórum dos EUA. Dois caras experientes - NÃO recomendam! Em geral, o alinhamento entre a shroud (QE) e o cano nunca é 'perfeito'. Portanto, como o supressor seria colocado na ponta da shroud, aumentando o comprimento, haveria a tendência do chumbinho resvalar no supressor ("clipping"). Quando eles querem deixar uma PCP 'QE' mais silenciosa, retiram a shroud original e substituem por um supressor de boa qualidade.
  13. Nunca tive PCP, mas um amigo comprou uma AT44 short QE. Quando ele me explicou o QE, fiquei com a dúvida se um supressor adicionado na ponta do cano teria um efeito – relevante - para diminuir ainda mais o ruído. Ou, já sendo QE um supressor não iria mudar quase nada?
  14. Olá. 

    Um amigo comprou uma AT44 short 5.5mm QE e tive uma dúvida 'técnica'. 

    Mesmo já sendo QE (quiet energy), se for adicionado um supressor na ponta do cano reduziria ainda mais o ruído, e - de forma relevante? Ou, no caso de já ser QE quase não faz diferença?

    Grato,

    Marcos

×
×
  • Create New...