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Orlando

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Everything posted by Orlando

  1. bom dia Oneshot, sim a madeira deve estar livre de acabamentos, verniz, cera etc para que as fibras desde que não estejam rompidas voltarem par a forma anterior ao golpe com a hidratação, uso um pedaço de toalha bem grossa e bem molhada, colocada sobre as partes a serem reparadas e com o ferro de passar na temperatura máxima irá produzir vapor, isso fará com que as fibras amassadas sejam hidratadas e expandidas voltem a forma anterior. Obrigado e um abraço.
  2. Última reforma de 2019, a carabina apresentava vários detalhes estéticos, merecendo então uma revitalização. Após desmontagem e fazendo inspeção para conhecimento do mecanismo percebi que seria possível fazer algumas melhorias, mesmo mantendo a bucha original e GR 60 Kg da Rossi que se encontravam em bom estado, sem desgastes ou erosões e sem vazamento (haste seca). Uma vez desmontada foi realizado limpeza com bombril e óleo Singer de toda parte oxidada, pois apresentava vários pontos de ferrugem superficial. Limpeza com WD40 do muzzle, interior do cano, câmara de compressão e pistão. Polimento e reoxidação do pequeno parafuso phillips da telha e polimento das corrediças da almofada da coronha. Reparação dos golpes da coronha utilizando ferro de passar e lixa 220, e seu envernizamento com stain Montana e Tru-Oil. Melhorias realizadas foram a substituição do pequeno amortecedor que apresentava deformação e descentralização de assentamento do GR, e da arruela calço com um diâmetro interno muito maior do que o pino da culatra permitindo dessa forma que esta se ajustasse dentro do cilindro independentemente, por duas buchas usadas uma azul da Gamo 68 e a outra amarelada da Norica DH, ambas foram ajustadas e trabalhadas para servirem de centralizador/amortecedor e calço/amortecedor, nessa carabina a Rossi instalou o GR invertido, ou seja, o cilindro fica alojado dentro do pistão, a haste possui um centralizador com um recorte em parte de um lado, esse detalhe permite que ele fique sobre o sistema de gatilho sem causar interferência. Usei também um clip, desses utilizados para fixação de painéis, para reforçar a coronha e fixar de maneira efetiva o parafuso do guarda-mato, pois esse não dava mais aperto, isso se deve a pouca espessura da coronha neste ponto. O sistema de gatilho foi todo desmontado, limpo e lubrificado com pasta G, a tecla foi polida com pasta e micro retífica pois havia perdido quase todo o tratamento que a deixava dourada. Uma vez montado todo o mecanismo fui armar e percebi que o o’ring o qual havia sido instalado novo encontrava-se enfiado dentro do cano e todo danificado. Diante desse problema e com a carabina totalmente montada, testei outro o’ring, esse mais estreito (acho que é usado em uma CBC) alojou perfeitamente gerando pequena pressão, e bem menor quando comparado com o anterior que era original, ao fechar totalmente câmara, só que este, nos testes de disparo, foi tragado pelo cilindro deslizante, foram necessários uns 6 disparos, municiando sempre a carabina, onde os chumbos saiam com pouca velocidade devido a obstrução do Transfer Port e aquele barulho abafado, até ser expulso e ficar alojado junto a grande porca de fixação do cano. Para resolver de vez este problema usei um o’ring utilizado em injeção de combustível de motores a gasolina, o mesmo que utilizei nas Rossi Dione, só que desta feita só face foi lixada com lixa 220, a que manteria contato permanente com a referida porca , reduzindo assim a espessura para 2,5 mm, este o'ring em seu estado original forçava muito o fechamento e dificultava a liberação da trava da alavanca de armar. Dessa maneira ficou até mais fácil de armar a carabina, pois essa vedação proporciona um leve efeito mola. Com essas melhorias a carabina ficou silenciosa e com muito pouco recuo, apesar do GR de 60 kg. Segue as fotos do antes e do depois.
  3. Lástima os bons se vão cedo, como disse o amigo acima, papai do céu tem uma nova missão para ele🙏. Não conhecia nem por foto mas meu primeiro conhecimento da existência da Gamo G300 foi através de um review postado por ele em armasdear onde ele “dissecou” uma postando todas as dimensões e funções de cada peça! Meus pêsames aos familiares e amigos.
  4. Trabalho foi executado na carabina em seu estado original, adquirida por seu primeiro proprietário em 2013 segundo nota fiscal, ela encontrava-se mal cuidada, apresentando detalhes na massa de mira, onde a base estava muito riscada, possivelmente devido ao deslocamento por impactos no túnel de proteção desta seguido da recolocação forçada, e com dois de seus três anéis de fixação da fibra ótica faltando. Procedeu-se a desmontagem total da carabina (este modelo como os demais da marca necessita de um tubo com abertura para a retirada do sistema de gatilho), menos a alavanca de armar que usa pinos rebitados, seguida de uma limpeza profunda, utilizando bom-bril com óleo Singer para remoção das partes com oxidação superficial, WD 40 para limpeza interna de cilindro, cano e coronha. Polimento lateral da base da massa de mira e sua reoxidação a frio com Super Blue, ajuste do túnel de proteção com seu fechamento, e instalação de fibra ótica de uma mira danificada de uma Gamo Hunter, em seu terço final, rebitando-se um extremo da fibra com uma lâmina quente e colando a parte que ficaria solta com Trend Bond. O tão famigerado gatilho 515 da Norica foi polido e recebeu a instalação de dois insertes laterais para diminuição de seu curso, isso eu já havia feito em uma Spider e como o resultado foi bem satisfatório repeti a receita. A bucha original estava com uma erosão causada pelo efeito diesel, sendo substituída por outra original. Mantive o sistema de propulsão original onde sua mola foi retensionada, conforme postagem feita anteriormente. A coronha recebeu em seu espaço interno preenchimento total com uma mistura de argila de modelar misturada com cola a base de látex, a fim de deslocar o centro de equilíbrio da arma mais próximo do seu guarda mato. Remontada e devidamente lubrificada a carabina voltou ao seu estado quase que original, funcionando perfeitamente mas com mais suavidade, apesar da potência. Esse modelo de carabina como os demais da Norica é marcado pela simplicidade de soluções, robustez e qualidade nos materiais utilizados e pelo muito bom acabamento dado em todas as suas peças. Segue sequência de fotos.
  5. Boa noite Aurélio, acabo de ler sua postagem, pena que as fotos não estão mais disponíveis, abraço.
  6. boa tarde Diegors, obrigado, uma delas veio aí do RS, abraços.
  7. Esta postagem é para divulgar o modelo de carabina que foi a porta de entrada para muito dos aficionados por armas de pressão na infância/adolescência e suas diferenças, mesmo que sutis, ao longo dos anos promovidas pela indústria Amadeo Rossi. Como dito acima, iniciei no mundo do ar comprimido nos anos 70 e tomei gosto literalmente por amassar chumbo mais precisamente em 1970 quando comprei minha primeira carabina aos 13 anos, em companhia de um adulto para concretizar minha compra, numa loja chamada Trabuco, que ficava em frente ao Mercado da Lapa/SP. Com ela atirei em tudo em que um moleque pensa em acertar, nunca fui muito bom em pontaria, mas dava para me divertir muito, enchia a boca de chumbinho e saía atirando. Esse problema precisão só fui contornar muitos anos mais tarde ao descobrir que meu olho dominante é o esquerdo. Bem .... essa carabina não teve vida muito longa, o motivo é que o “gênio aqui” resolveu transformá-la de ar comprimido para arma de fogo, simplesmente colocando dois chumbinhos intercalados com pólvora de bombinha, aquela fininha bem explosiva, acho que a uma distância de 2,0 cm entre a ponta do primeiro e a saia do último. Foram dois disparos com uma língua de fogo de um palmo de comprimento, muita emoção, barulho e nada mais.... Na época desmontei, troquei mola, pintei a carabina com Color-Jet, mas como não entendia da mecânica dela ficou por isso mesmo. Aos 16 anos comprei a segunda Rossi Dione, isso em 1973, desta vez fui sozinho à mesma loja, com ela embrulhada e debaixo do braço, voltei de ônibus para casa feliz da vida com a nova aquisição. Atirando com ela deu para perceber algumas alterações, potência um pouco menor que a anterior, e sistema de miras, gostava mais da anterior. Alguns anos se passaram e meu interesse passou a ser por armas de fogo, até que em 1986 comprei a Gamo 68 que tenho até hoje, carabina muito precisa, em 2015 depois de muitos anos guardada fiz uma customização nela, e a partir desse momento o gosto por carabinas de pressão só foi aumentando, assim como conhecimento técnico através de muita leitura e aprendizagem com vídeos de várias partes do mundo, proporcionando-me confiança para poder restaurar e reformar várias marcas/modelos. Quando trabalhamos com carabinas com mais de 40 anos devemos estar abertos a ideias e soluções para tornar armas sucateadas e inativas em operacionais, e são estas ideais e soluções que venho apresentar e que poderão ser aperfeiçoadas com mais habilidade e equipamentos melhores, na sequência fotos e suas peculiaridades de acordo com o ano de fabricação. São 6 carabinas Rossi Dione modelo 17, sendo 5 de minha propriedade, compradas nos últimos 2 anos, e uma de meu cunhado, 2 fabricadas nos anos 60, 3 da década de 70 e 1 de 1980. Na sequência de fotos segue da mais antiga (achômetro - mais detalhes na usinagem e qualidade de acabamento) para a mais nova, onde já aparece estampado no bloco o mês e ano de fabricação (em um site de vendas consegui uma com a data mais antiga estampada, VII 79). A terceira da sequência em que aparece a alça de mira em alumínio é a de meu cunhado, o ano deve ser de 1973 (memórias da minha segunda). Com relação ao acabamento das partes mecânicas foram dois tipos, oxidação a quente e fosfatização. A quarta da sequência foi a primeira a ser adquirida em dezembro de 2017, na verdade uma troca e por isso ela tem o nome de Wii, ela deve ser do ano 1975, foi a que deu mais trabalho, tanto é que ficou pronta em outubro do ano passado. O primeiro acabamento dela foi em pintura na cor prata para alta temperatura, e uma vez terminada quando fui armar a sapata da biela estava desgastada e eu andei dando mais um polimento, diminuindo assim mais o tamanho o que resultou na passagem por cima do pistão, não teve jeito foi necessário cortar a sapata com uma micro retífica, ficando dessa forma aguardando solução por um longo período, foi quando comprei a mais antiga e juntamente com a de meu cunhado iniciei a reforma das três, estas receberam como tratamento a fosfatização após tentativa frustrada de uma oxidação aquente. A próxima eu já havia postado com o tema de como se recuperar mola helicoidal cansada, ela deve ser do ano 1978/79, já aparece com o pistão usando um o'ring na extremidade e apresenta a massa de mira no formato de barbatana de tubarão, essa passou pela roca de o'rings (da vedação do cano que está alojado em volta da transfer port ) cilindro, do pistão e refeito o acabamento da coronha com Tru-Oil. A segunda mais velha e última a ser adquirida está em processo de restauração, depois de desmontada pode-se verificar que ela não foi muito usada, pouco desgaste aparente nas peças, mas foi muito mal cuidada e guardada, ela é a segunda da lista onde refiz parte da alça de mira e o contra parafuso do eixo de rotação, este também usado em elétrica, de aço e com cabeça arredondada, muito parecido ao original, o que chamou a atenção nesta carabina é que no bloco do cano, lado esquerdo tem impresso a letra B como também que ela utiliza parafuso na fixação da bucha e não um pino e contra pino como nas dos anos 73 3 75, ela nunca havia sido aberta e foi bem dificultoso retirar a tampa do cilindro sem danificá-la. A coronha já está pronta e toda aparte metálica será preparada para passar pela oxidação a quente. Assim que estiver pronta postarei as fotos. Espero que estas informações sejam úteis aos aficionados pelas antigas "Rossinhas".
  8. boa tarde, esse sintoma que você está relatando parece ser mais vazamento do gás ram, mas para ter certeza o ideal é desmontar a carabina e verificar a bucha como disse o amigo e testar o GR , tentando comprimi-lo depois de retirado da arma.
  9. Veja o catálogo da Gamo 2019 e você terá as informações a respeito dessas armas.
  10. Bom dia este é o link que o foreiro Ricardo de Conti postou em manutenção - mola/ GR .
  11. é mais ou menos isso, algumas pessoas dizem de fazer a limpeza depois de 500 tiros, outros algo menos, você terá essa informação quando estiver bem familiarizado com a carabina, acertando onde você quer acertar e aí começa a perceber desvios na trajetória dos chumbos, não tendo mais constância nos agrupamentos, isso desde que os chumbos utilizados já são conhecidos pelos resultados, então chegou a hora de fazer uma nova limpeza.
  12. Sim, é uma alternativa barata e eficiente para fazer a limpeza dos canos das carabinas. O latão é mais macio que o aço usados na produção dos canos, e serve para retirar resíduos mais incrustados e persistentes, mas deve ser usado com mais moderação. Sua carabina sendo nova provavelmente tem excesso de graxa e/ou óleo usado pela industria para evitar a oxidação, caso dos produtos permanecerem por muito tempo estocados antes de serem vendidos.
  13. boa tarde joabfast, faça uma limpeza no cano, esse tipo de carabina e cano fixo é um pouco mais complicado, mas é possível fazê-lo. Tem informação no forum a respeito disso, acho que foi o Karolaza que postou. E como disse o Luiz Almeida é sair atirando para testar a carabina!
  14. boa tarde Pincipi, tenta aquela massa de vedação que não endurece, uma pequena quantidade para esse tipo de rosca, deve deixa-la bem mais ¨pesada¨de movimentar. E caso você queira restabelecer ao original é bem fácil de retirar.
  15. boa tarde, creio que isso se refere as PCP's, e não ao sistema de mola seja ela espiral ou GR.
  16. Boa tarde, carabina muito forte e bem acabada, estava em promoção na LC a acionada por mola por menos de 2700,00 à vista na semana passada.
  17. boa noite Mikami, tenho interesse na TX, você parcelaria no cartâo, obrigado.

    1. Orlando

      Orlando

      boa tarde Mikami, Mikami, tenho interesse na TX, você parcelaria no cartâo, obrigado.

    2. Mikami

      Mikami

      Bom dia Orlando, infelizmente vendi a TX

       

      Abraços

    3. Orlando

      Orlando

      Boa tarde, ok obrigado.

  18. Bom dia Pincipi, eu desmontei minha luneta com um martelo de borracha, parece piada mas dá certo, é aquele que se usa para acertar piso, testar pneus, você usa a parte plana da cabeça em contato com a peça que vai desenroscar, a luneta apoiada em uma superfície firme, você força o lado oposto da cabeça (arredondado) contra a luneta e gira o conjunto no sentido de desenroscar ( horário ou anti-horário). Como a borracha ajusta perfeitamente ao metal isso não causa dano algum a peça. Fica ai a dica, abraços.
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