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Fernando Rafael

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About Fernando Rafael

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    Amizades - Aprendizagem - Tiro ao Alvo FT -
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  1. Mais um artigo de mira que julguei rico em informações. Calibração da Mira 01-Jan-2007 Método "A-Team" para o ajuste de Paralaxe e preparação de Miras Telescópicas para o Field TargetTexto traduzido e adaptado para a língua Portuguesa por Tiago Ribeiro com a permissão de Ray e Hans Appeles da A-Team. http://users.bestweb.net/~ateamray/ Todos nós já vimos instruções de fabricantes de miras que deixam a mira telescópica mal ajustada em termos de paralaxe. Focar um aparede branca ou o céu até o retículo estar focado por e simplesmente não serve. Toda a gente diz-nos para termos a certeza de que temos o paralaxe ajustado correctamente, mas ninguém explica como consegui-lo. Não iremos explicar o que é o erro de paralaxe pois já está devidamente explicado nos FAQ's deste site. O que este artigo pretende explicar é o procedimento desenvolvido por nós para a preparação das nossas miras telescópicas para o uso nas nossas carabinas de ar comprimido. Este procedimento irá produzir uma mira livre de erros de paralaxe para o individuo que a ajustou. Cada individuo possui olhos diferentes, pelo que o "ajuste universal" não irá funcionar correctamente em todos os atiradores. Nota: Este procedimento foi concebido para miras telescópicas com objectiva ajustável. Se realiza-lo numa mira com objectiva fixa irá ficar muito confuso. Embora este procedimento funcione em miras com objectiva ajustável, tem-se percebido que em miras de baixa potência óptica (menos de 18 aumentos) não funciona de um modo suficientemente consistente, porque o atirador não se irá aperceber de muita da informação que está presente na imagem da mira. É imperativo que consiga ver as pequenas alterações sofridas pela imagem, e as miras de menor potência com maior profundidade de campo não dão o feedback necessário para que o ajuste seja feito de um modo correcto. É preferivel usar magnificações de 24 ou mais aumentos como é usual no Field Target. Uma mira telescópica não será montada numa carabina entes de ser convenientemente ajutada e calibrada. O ajuste da mira é feito no Procedimento 1, e a calibração da mira é realizado no Procedimento 2. Nunca poderá fazer o Procedimento 2 se o Procedimento 1 não estiver correctamente conseguido. Ignore todas as marcações das distâncias na objectiva da mira. O procedimento 2 irá calibrar a objectiva com as marcas correctas. As marcas de origem raramente estão marcadas correctamente, e algumas estão apenas marcadas correctamente em um ou dois pontos, mas não em todos, este defeito é comum mesmo nos melhores e mais dispendioso modelos. Procedimento 1 1) Descobrimos que é melhor focar a 11 jardas (10m) na maior ampliação que a mira telescópica permite. Se a sua mira não for capaz de ajustar a 11 jardas então tente focar algumas jardas à frente do ponto mais próximo de que a mira for capaz. Se usar extensores de borracha da ocular remova-os para estes testes. Monte a sua mira na carabina e disponha o conjunto em cima de um saco de areia ou outro tipo de apoio, idealmente, o mais estável e imóvel possível. Use uma fita métrica e coloque os seus alvos à distância exacta especificada medida a partir da objectiva da mira. Aponte a mira ao alvo. Como alvo use papel quadriculado, papel de jornal ou alguma impressão que tenha linhas finas que consiga distinguir ao olhar através da mira telescópica. 2) Ajuste o anel da objectiva até as linhas do alvo ficarem bem focadas. É fundamental que a imagem da mira esteja o mais focada possível. Note-se que o retículo poderá não estar perfeitamente focado neste momento. 3) Sem tocar ma mira ou aquilo que a suporta, mova a cabeça em várias direcções (a isto se chama "head bop"). Se o centro do retículo permanecer sempre quieto sobre o alvo enquanto mexe a cabeça, então o ajuste da ocular está correcto, e a mira está sem erros de paralaxe quando o alvo está focado. Se é este o seu caso então leia a Nota 1 e depois o procedimento 2. Se o centro do retículo mover-se (por muito pouco que seja), então deverá ajustar a focagem da ocular. É esse o procedimento que se segue. 4) O ajuste da ocular irá permitir uma focagem livre de erros de paralaxe, que serão indicados pelo alvo que está perfeitamente focado. Ajuste o anel da objectiva até que a imagem do alvo permaneça quieta quando se faz o "head bop", nesta fase o a imagem do alvo e o retículo poderão não estar perfeitamente focados. De seguida ajuste a focagem da ocular até que a imagem do alvo fique perfeitamente focada sem tocar no ajuste da objectiva. 5) Este passo serve para confirmar se o ajuste da ocular está perfeito após as alterações realizadas atrás. Faça uma pausa de 5min para descansar os olhos. Rode o ajuste da objectiva até ao infinito e volte a focar a imagem com o ajuste da objectiva até o alvo se encontrar o mais focado possível. Nota: tente rodar o anel da objectiva de um modo rápido para evitar que os seus olhos tentem focar a imagem por si próprios, o que inevitavelmente irá induzir o atirador em erro! Também é aconcelhável que o último movimento que realizar no anel da objectiva seja sempre feito na mesma direcção ou infinito para próximo ou próximo para infinito. Agora, volte a fazer o "head bop" para verificar se o centro do retículo permanece quieto sobre o alvo, caso esteja, então a ocular está perfeitamente ajustada e pode passar à frente para a Nota 1 e o procedimento 2. 6) Caso a ocular não esteja ajustada, faça um pequeno ajuste, descance os olhos e repita o precesso 2 até que a mira passe os testes em 3 e 5. Nota 1) Lembre-se que há um frágil equilibrio entre o ajuste da ocular e o ajuste de paralaxe no anel da objectiva. Após o procedimento anterior, a mira telescópica está livre de erros de paralaxe quando o alvo se encontra perfeitamente focado. Este ajuste é perfeito apenas para os olhos, e óculos se for o caso, de quem o realizou, pelo que, outro atirador poderá não obter uma imagem livre de erros de paralaxe com essa mesma mira. Se mudar de óculos então vai ter de reajustar a mira para o novo conjunto olhos-óculos. Procedimento 2 1) Vai ter de decidir se vai adicionar marcas de distância às já existentes ou substitui-las por inteiro. Caso deseje substituir todas as marcações existentes na mira cole uma tira de papel ao anel da objectiva com fita-cola de duas faces aderentes ou cola brancade vinil (cola de madeira). 2) Fixe a sua mira do mesmo modo como fez no 1º passo do procedimento1. Irá focar diversos alvos a diferentes distãncias entre as 10 e as 55 jardas (entre 9 e 55 metros), por isso certifique-se que o espaço fisico onde irá proceder à calibração da mira tem as dimensões desejadas. 3) Foque um alvo a 20jardas e marque no anel da objectiva a nova marca para a distância de 20 jardas. Nos casos mais dificeis, especialmente nas distâncias mais longas deverá fazer o "head bop" para ver se de facto a imagem está livre do erro de paralaxe para confirmar que de facto esta se encontra perfeitamente focada. Confirme cada distância e marca várias vezes, fazendo pequenos intervalos para descansar os olhos frequentemente. Caso esteja a acrescentar marcações às já existentes no anel da objectiva, então provavelmente irá verificar que não coincidem com as retiradas das suas observações. Isto é comum e normal. 4) Agora repita o passo 3 para 10, 30, 40 e 50 jardas. É muito importante que de cada vez que calibra uma dada distância descance os olhos durante alguns minutos para evitar que estes se habituem à imagem da mira. Nota: tente rodar o anel da objectiva de um modo rápido para evitar que os seus olhos tentem focar a imagem por si próprios, o que inevitavelmente irá induzir o atirador em erro! Também é aconcelhável que o último movimento que realizar no anel da objectiva seja sempre feito na mesma direcção ou infinito para próximo ou próximo para infinito. Após estas distâncias principais estejam devidamente marcadas repita o passo 3 para as distâncias intermédias que achar mais convenientes. 5) Cubra a nova escala de marcações de distância no anel da objectiva com fita-cola transparente para proteger as novas marcações dos elementos. Nota 2) O ajuste da ocular é normalmente o ajuste mais importante (e ignorado) de uma mira telescópica, e é muitas vezes a causa de uma pessoa não ser capaz de disparar bem com a carabina de outrém. Não há duas pessoa no mundo que tenham olhos 100% iguais, e é por essa razão que deverá sempre ajustar a mira para si próprio do modo correcto. Uma vez que as marcações de distância estejam correctamente marcadas, de acordo com o procedimento 2, elas não irão mudar, muito embora de vez em quando seja necessário reajustar a ocular de acordo com o procedimento 1, pois os olhos mudam com o passar do tempo. Isso é notório caso o rangefinding comece a sofrer alguma deterioração. Nota Final Caso siga escropulosamente os procedimentos descritos acima; quando focar a mira num determinado alvo com o ajuste da objectiva irá ter uma imagem livre de erros de paralaxe e saberá a sua distância certa ao alvo, tudo ao mesmo tempo. Normalmente demoramos 3 a 4 horas a preparar uma mira telescópica para ser montada numa carabina de Field Target. Nós marcamos as distâncias em incrementos de 1 jarda, das 9 até às 40 jardas, e depois em inrementos de 3 ou 5 jardas até às 55 jardas, dependendo da mira telescópica que estamos a calibrar. Até que a mira esteja devidamente calibrada, não há razão para confiar nela no que toca ao rangefinding, esta é sem dúvida uma das causas mais comuns para que um atirador falhe o alvo num ambiente de treino ou competição. Não há como ignorar estes procedimentos ou achar que podemos tomar um qualquer atalho menos trabalhoso ...sem uma mira devidamente calibrada, o erro de paralaxe e as marcações de distância erradas levam, inevitavelmente, a que atingir um alvo seja uma questão de sorte ou azar e não de perícia. Agora só faltam as marcações das distâncias na torreta de alvo para dar os descontos verticais. Ou então tabelar os descontos para um retículo mil-dot que possa ter instalado na sua mira. Para tal poderá recorrer a um dos programas de balistica disponiveis no mercado como é o caso do ATEAB, (the "A" Team Easy Airgun Ballistics program - http://users.bestweb.net/~ateamray/ATEAB_program.htm ). Ray & Hans ~ The "A" Team (845-440-3880 or 914-277-4309) A-TEAM-RAY == > ateamray@bestweb.net A-TEAM-HANS == > ateamh@bestweb.net http://www.bestweb.net/~ateamray APFT - Associação Portuguesa de Field Target
  2. Em mais uma garimpada na internet, encontrei esse passo a passo, e pude corrigir vários erros que eu estava tendo. É bem resumido, mas bem explicativo. Resolvi compartilhar com os membros do forum. Fase de: Prepraração - Empunhar cuidadosamente a arma. - O incremento da entrada de oxigénio nos pulmões tem um efeito relaxante. - Concentração mental no tiro que se vai efectuar. - Esticar e posicionar o braço, articular cotovelo, pulso e arma numa só linha. - Manter a cabeça erguida e dirigir a vista para o alvo. Fase de: Início - Levantar a arma e inspirar profundamente. - Alinhar os elementos de pontaria: a vista deve estar sempre concentrada no ponto de mira. - Expirar, baixando o braço lentamente. - Apertar o gatilho suavemente agora, (tirar a folga), toda a precaução é pouca. - A vista está direccionada para o ponto de mira, que deverá estar o máximo possível alinhado dentro da alça. (A entrada de luz deve ser igual em ambos os lados do ponto de mira). Fase de: Trabalho - Inspiração leve (tomar fôlego com o tórax) - A vista está situada no ponto de mira. -Concentrar-se fixando o ombro ao mesmo tempo que se alinha o ponto de mira dentro da alça. - Expirar lentamente e iniciar a descida do tórax bem como do braço e da arma dirigidos ao alvo. - O alvo está dois anéis abaixo do ponto de mira. - Aplicar uma força inicial de cerca de 80% da pressão do gatilho. - Aumentando constantemente a força no gatilho permite controlar e corrigir a imagem do alvo. Fase de: Disparo - O tiro será feito no intervalo da respiração. (c/respiração suspensa) - Apneia . - Último controle do alvo - possível uma leve correcção. - Tomar a decisão: atiras ou não (uma visão boa do ponto de mira alinhado dentro da alça é um óptimo incentivo para disparar) - Aumentar a pressão do gatilho até o tiro se efectuar. - Concentrar-se, fixando a mão e o punho e manter o olhar no ponto de mira. (Que deverá estar alinhado entre a alça de mira) Fase de: Manutenção - Manter a pontaria depois do tiro (seguimento do tiro) – “Follow Through”. - Controlar o objectivo e a pontuação. - Analisar os erros. autor: Domingos Rodrigues
  3. Entaum Alex, estou nessa fase, to lendo muitos topicos, tenho aprendido muito. Hoje fazendo uma busca na net, encontrei esse texto por acaso, e foi de grande ajuda pra mim. Resolvi compartilhar com o pessoal aki do forum. Apartir de agora, todo material que eu encontrar e for ajudar eu vou postar. Compartilhar informação é o caminho para o crescimento de todos. Esse forum tem sido minha maior fonte de aprendizado
  4. Encontrei esse texto, gostaria de compartilhar com todos, pois me ajudou muito a entender sobre miras, como funciona e decifrar a numeração. Se a moderação achar longo, ou que não tem importancia, fique a vontade a apagar. Por Alexandre de Almeida. Novembro-2007. As lunetas sem dúvida são uns dos acessórios mais utilizados nas armas de ar comprimido, permitem aumentar as possibilidades do disparo em altas distâncias já que este dispositivo tem como missão principal proporcionar o aumento suficiente para que se efetue o disparo de maneira mais segura, confiável e certeira. Ela tem uma melhora substancial com relação às miras abertas, especialmente em condições de baixa luminosidade e grandes distâncias. Na continuação, comentarei alguns pontos chaves da anatomia das lunetas para melhor compreensão e também facilitar a eleição para cada aplicação sem entrar em excessivas complexidades. Inicialmente sempre existe certo desinteresse por visores específicos para armas de ar comprimido, já que podem dar problemas ou graves avarias em lunetas de alta qualidade que não resistem aos “famosos trancos” e ao retrocesso inverso, assim como também a vibração gerada por carabinas potentes de mola. Aumentos: É a potência que tem o visor de aproximar o “alvo”, esta potência é indicada por um ou vários números seguidos do “x”, por exemplo, uma luneta 3- 9x, indica que o zoom varia entre 3 a 9 aumentos pelo qual o “alvo” pode aparece entre 3 e 9 vezes mais perto de nosso olho. Um maior aumento geralmente implica menor luminosidade e um campo de visão menor e é mais difícil manter as retículas sobre o “alvo” que parece que está em continuo movimento sobre o “alvo”, exceto é claro que arma esteja apoiada. Os grandes aumentos se reservam para usos em que arma possa estar sobre suportes (bipés ou sand-bags) ou que a postura facilite a tarefa de apontar e mirar. Retículo: É o tipo de “cruz” que vemos no visor e é um elemento indispensável para fixar a pontaria, existem modelos de visores de retícula iluminada que combinam as retículas normais com pontos iluminados eletronicamente para permitir rápidas manobras de aquisição de “alvos” e outros ainda substituem a retícula por um único ponto vermelho (red-dot). Pinos de Ajuste: Permite o ajuste do visor, o pino superior leva a roda dentada a corrigir a elevação e o pino lateral se encarrega de corrigir os ajustes de desvio lateral. Os modelos mais especializados possuem uns botões exteriores que permitem o ajuste destas rodas sem a necessidade de ferramentas e ainda incluso incorporam uma escala graduada com o objetivo de poder realizar ajustes muito precisos durante o tiro segundo as condições do vento ou mudanças de distância. Nos manuais de instrução se incluem ainda os graus de correção por cada movimento ou “click” das rodas de ajuste. Abertura: O diâmetro da lente frontal (objetiva) do visor se expressa em milímetros, e é um dos fatores que deve se levar em conta, pois em geral quanto maior é a abertura, mais está capacitado o visor a operar com pouca luminosidade. Assim continuando, a exemplo da luneta 3-9x40, a cifra “40” nos indica que a lente frontal tem 40mm de diâmetro, o qual é uma cifra considerável. Também existe uma relação que se deve levar em conta; quanto mais aumentos possue a luneta mais abertura é necessária já que por regra geral é necessário mais luz para um maior aumento. Saída da pupila: Outro fator relacionado com a luminosidade do visor determina-se dividindo a abertura pelos aumentos, por exemplo, a luneta 3-9x40 tem uma saída de pupila de 13 a 4.5mm, quanto maior é o número em milímetros, maior é o ponto de luz que cai sobre nosso olho, aqui se observa precisamente a relação que existe entre os aumentos e a quantidade de luz. Distância do olho: Indica a que distância desde a lente traseira (ocular) poderemos ver a imagem completa no visor da luneta, para determinadas aplicações existem diferentes distância ao olho, existem lunetas para armas de grande potência que tem uma distância ao olho muito superior as convencionais, com o fim de proteger os olhos de golpes produzidos pelo retrocesso, ou o famoso “tranco” da arma, ou até mesmo aquelas que são usadas para pistolas, já que com o braço esticado podemos ver perfeitamente a imagem nítida no visor da luneta. Campo de visão: é a largura e altura da área que podemos ver através do visor da luneta, normalmente vem expressado como largura em metros que podemos ver a uma distância determinada, geralmente 10 metros ou bem dependendo do aumento aplicado. A medida que aumentamos a magnificação do visor da luneta se reduz o campo de visão, caso se utilize um excessivo aumento a curtas distâncias pode ser que o campo de visão seja demasiado pequeno. Óticas tratadas: São as óticas que levam um revestimento especial na sua superfície e que evita brilhos e reflexos indesejados e que proporcionam uma melhora na visão de condições de pouca luz. Alguns revestimentos são de fluorato de magnésio, capas de rubi, etc. Ajuste do paralax: é um ajuste muito útil que permite otimizar o enfoque em diferentes distâncias, em algumas lunetas orientadas a armas de fogo, a imagem em distâncias curtas pode aparecer clara, mas com retículos embaçados, com o ajuste do paralax esse problema pode ser solucionado perfeitamente. Isso acontece porque a imagem e a retícula não estão no mesmo plano focal. Geralmente este tipo de ajuste preciso do enfoque se reserva para lunetas de grande potência de aumento. Consiste basicamente em um anel de ajuste situado na lente frontal (objetiva) ou bem um pino lateral que se pode girar até encontrar o melhor foco para determinada distância. A indicação de distância mediante a este ajuste permite calcular a forma aproximada da distância que se encontra o “alvo”. Anel de enfoque rápido: Na lente situada adiante do olho (ocular) algumas lunetas incluem um anel de enfoque rápido que tem como objetivo uma função similar ao do ajuste do paralax, mas que combinado com ele evita ter que mudar o ajuste dianteiro, nos casos de mudar rapidamente a distância do disparo. Em outros modelos a margem de ajuste permite ainda adaptar o enfoque dos dioptros do olho no caso de não poder utilizar óculos graduados especialmente nos visores com uma distância ao olho muito curta. Proteção ambiental: As boas lunetas levam sistemas que protegem da chuva, umidade e alterações bruscas de temperatura, este ponto é de vital importância na hora de escolher uma luneta. Essas lunetas são preenchidas com gases especiais como o nitrogênio que evita que ser forme umidade no interior das lunetas devido a alterações de temperatura ou por estar expostas a condições meteorológicas extremas. Paralelamente todos os anéis e pinos de ajustes devem levar seus correspondentes lacres com o fim de evitar a entrada de pó ou umidade. Tampas das objetivas: É de extrema importância o uso de tampas nas objetivas das lunetas quando ela está guardada, pois prevê o acumulo de pó, assim como também arranhões nas lentes durante seu armazenamento ou transporte. Algumas até incluem lentes de cores que se podem colocar no visor para aumentar o contraste em condições de pouca luminosidade (as famosas tampas amarelas). Alguns conselhos úteis • Evite golpes e fortes vibrações • Não deixe a luneta exposta ao sol durante muito tempo • Utilize sempre tampas quando não estiver usando • Limpe as lentes com materiais e produtos específicos • Utilize “mounts” ou “Rings” adequados e de boa qualidade para cada modelo apropriado. Como utilizar a luneta? Para ajusta a luneta devemos buscar uma posição mais estável possível para efetuar o disparo, recomendo utilizar uma mesa com um bom apoio e senta-se em uma cadeira para estar mais cômodo. O mais correto seria utilizar uma mesa de tiro com seu correspondente apoio ajustável, porém pode-se improvisar uma toalha enrolada e se efetuar 3 disparos em um alvo situado a uma distância que se queira regular a luneta. Se utilizará os pinos de ajuste para corrigir a altura e o desvio lateral, porém somente uma coisa de cada vez, pode-se começar pela altura e quando se conseguir o ajuste horizontal pode-se partir para o desvio lateral. Se deve efetuar ao menos 3 disparo em cada correção feita para assegurar a veracidade do disparo. É sempre bom lembrar para ter delicadeza com o gatilho, pois este é um ponto importantíssimo na aferição da boa mira, ou seja, um gatilho muito duro irá com certeza interferir no disparo. É comum que apesar de se elevar a roda de ajuste de altura ao máximo ainda não conseguir alcançar o objetivo do alvo, isso é devido ao “mount” que pode estar desalinhado com a base ou o tubo de apoio na carabina. Para corrigir este problema deve-se colocar pequenas lâminas de plástico ou papel entre o mount e a luneta para poder alinhar e corrigir o problema. Recomendo o uso de plásticos bem resistentes, como por exemplo, aqueles velhos negativos de filme fotográfico que você não utiliza mais. Porém a solução mais segura e perfeita é adquirir Mounts ou Rings ajustáveis e de boa qualidade para permitir compensar a falta de alinhamento. Este mounts possuem catracas ou rotores que permitem o alinhamento perfeito de elevação. Bem, sobretudo é bom ter muita paciência e determinação. Bibliografia: The Los Angeles Silhouette Association http://www.lasc.us/ The International Handgun Silhouette Association http://www.lasc.us/RangingShotRifleAirGunScopes.htm Todoaire, http://www.galeon.com/todoaire
  5. Não tenho quase nada de experiencia em tiro, na verdade estou adiquirindo minha primeira carabina, mas como o Alex colocou acima, eu tb qria adiquiri esses "enfeites" para carabina. Digo enfeite pq muita gente naum sabe pra que serve, mas quer compra pq acha bonito, pq a carabina fica parecendo as carabinas dos sniper de filmes. Como poucas pessoas tem o interesse de buscar informações: de pra que serve, no que vai melhorar, no q vai piorar, colocar esses "enfeites" na carabina. E buscam no mercado por esses produtos, os fabricantes se veem obrigados a fabricar para atende essa parcela dos consumidores, que ao meu ver, é bem maior que a parcela dos consumidores informados. Eu tive a sorte de encontrar esse forum, de ler a respeito das carabinas, de ler depoimento de quem possui as marcas que eu estava afim de comprar. Com isso consegui me decidir. Mas a principio ia comprar a primeia carabina que o vendedor estava tentando me empurrar, por sinal era uma carabina muito boa, mas não iria atender a minha espectativa. Por isso acho q muita gente procura por bipe, luneta, silenciador, entre outras coisas que deixam a carabina mais "marrenta" com visual de arma invocada, parecendo as sniper de filme de guerra.
  6. Aki na cidade não tem loja que vende BAM, qria experimentar uma pa ter noção A dúvida agoa é: as 2 da pra paticar Field Target?
  7. Boa tarde... pintou uma duvida agora acabei de testar e atirar com uma HATSAN HT 80 SAS 4,5 (há 10 metros consegui acertar uma moeda de 5 centavos) kkkkkk gostei muito de atirar com essa carabina. na loja não tinha BAM 19-18 4,5 para atirar, eles não trabalham com a marca. a dúvida agoa é: HATSAN ou BAM pretendo iniciar com FT, qual das 2 opcoes devo comprar????? Qual das 2 aceita modificações? gatilho? gasram? Se as 2 aceitarem modificações, qual fica melhor?
  8. Boa tarde amigos Sou novo no forum, e gostaria de ajuda em minha decisão. Estou querendo comprar uma carabina de pressão, para atirar fim de semana, para diversão e no sitio da familia simular um field target. Andei conversando com alguns praticantes de tiro aqui da minha cidade, eles indicaram a GAMO DELTA FOX 4,5 Falaram que pra inicio é uma boa compra, pra não investir muito dinheiro e depois desanimar. Gostaria de saber se essa possui uma boa precisão, se no futuro vou pode competir com ela, quais as coisas boas e ruins dessa marca. Se tem como colocar uma luneta. Estou prezando no momento uma arma com boa precisão. Estava quase decidido a comprar essa marca. Mas andei lendo uns foruns e o pessoal estava indicando comprar um BAM 19-18 4,5. Gostaria de saber qual a melhor compar? quais os pontos positivos das duas? os pontos negativos? Manutenção... Bom qria uma ficha completa, para pode tomar a melhor decisão sem me arrepender. Preço que encontrei GAMO DELTA FOX 4,5 R$ 595,00 reais BAM 19-18 4,5 R$ 625,00 reais Se tiverem outra carabina a sugerir, fiquem q vontade, mas no momento não qro gastar mais q R$ 700,00 reais Agradeço desde de já a ajuda e resposta de todos att Fernando Rafael
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