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Spawn*

Diferença chumbo leve e pesado

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Bem amigos, dei uma boa procurada na internet toda a fim de resolver essa curiosidade e não achei nada. O máximo que consegui foi uma longa discussão com um sujeito (de grande conhecimento por sinal) no youtube mas ele acabou não me convencendo.

 

Perguntei a ele se a B19-14 ia melhor com chumbinhos pesados ou leves. Para impacto e tal. Aí durante toda a nossa conversa, trocamos várias informações e ele me disse que a energia do projétil ao sair do cano é sempre a mesma, independente da massa. E eu discordei, apesar de não ter um cronógrafo. Quem tem provavelmente saberá me responder...

 

Vamos para o lado da física... Energia é dada pela fórmula E = (m . v²) / 2 ou seja, o produto da massa pelo quadrado da velocidade dividido por 2. De acordo com os meus conhecimentos, o raciocínio dele estaria certo se estivéssemos falando de Força e não de Energia, visto que a fórmula da Força é F = m . a que é o produto da massa pela aceleração de um corpo. Ainda que estamos nos referindo a velocidade...

 

Se fosse como a fórmula da força, era óbvio, pois ganhando em massa, perderia-se em velocidade proporcionalmente, resultando na mesma força. Porém a energia tem uma variável elevada ao quadrado... o que faz ela variar quadraticamente.

 

Aqui entra a parte que eu não tenho total certeza do que digo pois não possuo cronógrafo... mas o que eu deduzo é que ao mudarmos o peso do chumbo, a diferença de velocidade não varia tanto assim.Por exemplo, se com um Rifle de 0,4g a arma atira a 290m/s, com um Technogun de 0,6g ela irá atirar a 272m/s (só exemplos pessoal, já disse, não tenho cronógrafo. É justamente por isso que estou pedindo a ajuda de vocês hehe para me confirmarem se é isso mesmo).

 

Logo, colocando isso na fórmula, teremos, a grosso modo (sem considerar mais nada) 17J para o chumbo Rifle e 22J para o chumbo Technogun.

 

Isso para mim faz todo o sentido... por mais que 18m/s seja uma perda considerável, como varia quadraticamente isso será totalmente compensado. É assim com as carabinas 5,5 quando comparadas com as 4,5mm... é assim no mundo das armas de fogo. Um .38 geralmente sai muito mais devagar do cano do que um .22LR... mas compare o impacto dos dois.

 

A munição pesada tem muito mais inércia... logo demora muito mais para perder velocidade, sofre menos interferência do vento e transmite mais energia ao acertar o alvo. É isso ou não é? Não sei, mas não consigo concordar que um chumbinho tão leve terá o mesmo desempenho de chumbos mais pesados. É aquela história... que velocidade nunca foi tudo. Sem falar que velocidade alta demais desestabiliza os tiros do nosso esporte... Se fosse assim as grandes marcas não iriam investir em modelos como UltraShock e etc com pesos bem elevados (tem chumbo 4,5mm com mais de 1g, isso vocês devem saber).

 

Então é ÓBVIO que se eu colocar um chumbo extra mega super pesado e minha arma não ter força pra cuspir ele com velocidade "suficiente" eu vou perder desempenho. Que é o caso das Diones e B12 quando no calibre 5,5mm. Porém considerando que o chumbo mais pesado ainda saia do cano numa boa velocidade, este, terá um desempenho de impacto muito mais alto. Não acham?

 

Arremessem um tijolo e uma brita no muro... com a mesma força no braço. Com certeza a brita vai ser muito mais rápida. Mas peça pra alguém jogar os dois em você e conte qual machucou mais... rs. :thumbup: brincadeiras a parte kkk

 

Pra esclarecer isso de vez, basta que algum amigo aqui equipado com cronógrafo pegue uma carabina de potência intermediária (4,5mm com velocidade média na boca do cano de +/- 280m/s) e teste um chumbo leve como H&N Excite Plinking e um Barracuda. Ou um Rifle e um Technogun...

 

Abraços!

Edited by Spawn*

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Spawn*,

Estas informações são do teste de velocidade que fiz em uma TX 200 MK III, 4,5mm. Com chumbo JSB Exact de 8,44 grains deu uma média de 244 m/s (16,28 Joules, energia retirada da tabela do Chairgun) - Já com o JSB Exact Heavy de 10,34 grains a média foi de 222 m/s (16,45 Joules) Com o H&N Field Target Trophy (8,66 grains) deu uma média de 252 m/s (17,49 Joules)

Os testes foram feitos no Estande da Federação Brasiliense de Tiro Esportivo no dia 12/06/2013.

Um fato importante a ser levado em consideração é o CB (Coeficiente Balístico) cada chumbo possui um CB. O que percebemos neste teste é que os 3 chumbos apresentaram variação na Energia, de acordo com o Chairgun.

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A fórmula a ser empregada é a de energia sim. Note que grosseiramente o que ocorre na câmara é uma transformação de energias - potencial elástica da mola em potencial elástica do ar e por ultimo em cinética do chumbo.

De maneira grosseira a carabina tende a manter a energia de propulsão do projétil similar entre os disparos, portanto a V0 varia de acordo com o peso do chumbo e de maneira considerável. Vemos isso com as informações fornecidas pelos fabricantes que são bem aquém da realidade, provavelmente pelo emprego de munição de baixíssimo peso para as medidas.

Só que não só o peso influência no V0, mas o atrito entre o projétil e o cano/raiamento e o coeficiente balístico do projétil vai fazer ele variar muito a energia de impacto. Portanto são inúmeros fatores que influenciarão na força de impacto além do peso.

O que vejo em suas dúvidas é uma confusão nos conceitos de energia e força.

Com relação a sua última dúvida, basta você atirar com os chumbos gamo, a maioria possui o mesmo peso mas devido aos formatos variados, cada um se comporta de maneira diferente. Não precisa de cronografo pra perceber.

 

Em tempo: no review atual do Karolaza de uma Air Arms, ele mesmo se surpreende com o resultado de uma cronografada e por si mesmo consegue explicar de maneira plausível. Um chumbo da HN mais pesado sai com V0 maior que um Jsb mais leve e isso provavelmente devido à saia do HN ser mais grossa e deformar menos, causando menor atrito com o cano.

Concordo com o Cyntra, o que importa mesmo é o CB

Edited by Diogo Medeiros

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Beleza pessoal... se eu entendi o que o Cyntra disse, o sujeito do youtube lá está certo... a perda de velocidade é tão grande que acaba compensando com o peso, mesmo a fórmula tendo potência ao quadrado?

 

Então mudar o peso dos chumbos só muda o coeficiente balístico? (parábola de queda, influência do vento, estabilidade, etc).

 

Considerando então dois chumbos, um de massa 0,4g e outro de 0,62g, ambos de mesmo formato, distância de 5 metros (curva de queda desprezível), sem vento. O resultado no alvo, tipo uma barra de sabão, será exatamente o mesmo?

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Basicamente o coeficiente varia com o peso e formato do projétil, portanto dois projéteis de forma igual mas peso diferente apresentam CB diferente.

Com relação ao resultado no alvo, nunca será igual até mesmo pro mesmo chumbinho pois mesmo de boa qualidade existem variações entre si. Entretanto, a olho nu não se vê muita diferença. Talvez a trajetória dentro do sabão varie entre eles mas será quase imperceptível nessas condições pois as forças dissipativas serão similares nos dois casos.

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Entendi... então chumbos de peso diferente (desprezando formato) só servem pra ter CB diferente mesmo... vejo que o sujeito do youtube estava certo @.@

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Mais ou menos isso mesmo...

Isso faz com que você possa acertar um alvo a uma distância maior com um chumbo mais pesado pois ele sofrerá menos com o vento, porém terás que compensar a queda. E por aí vai...

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Muito interessante esse tópico Spanw!

 

Agora aproveitando aqui a deixa, queria saber se uma arma normal (270m/s), dá conta dos H&N Rabbit Magun II e o Baracuda Magun, calibres 4.5, ou é desperdicio de dinheiro. Digo pq fui olhar na Mundilar pra comprar, e depois dei uma olhada no site da H&N, e no site da H&N consta pra usar em PCPs somente.

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Muito interessante esse tópico Spanw!

 

Agora aproveitando aqui a deixa, queria saber se uma arma normal (270m/s), dá conta dos H&N Rabbit Magun II e o Baracuda Magun, calibres 4.5, ou é desperdicio de dinheiro. Digo pq fui olhar na Mundilar pra comprar, e depois dei uma olhada no site da H&N, e no site da H&N consta pra usar em PCPs somente.

 

Boa deixa cara... eu também tenho essa dúvida. Só que não tinha ido olhar no site da H&N... mas temos que saber por que ela recomenda PCP. Se é pra aproveitar toda a precisão do chumbo ou se é por causa da velocidade. Lembrando que (não é regra) mas a velocidade ideal pra 4,5mm é em torno de 280m/s... coisa que as B19 por exemplo atingem.

 

Eu particularmente, com as armas dos meus amigos, prefiro atirar somente com chumbos na casa de 0,6g... os Rifle por exemplo eu acho muito ruins por serem muito leves...

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Muito interessante esse tópico Spanw!

 

Agora aproveitando aqui a deixa, queria saber se uma arma normal (270m/s), dá conta dos H&N Rabbit Magun II e o Baracuda Magun, calibres 4.5, ou é desperdicio de dinheiro. Digo pq fui olhar na Mundilar pra comprar, e depois dei uma olhada no site da H&N, e no site da H&N consta pra usar em PCPs somente.

X2 !!!

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Vamos para o lado da física... Energia é dada pela fórmula E = (m . v²) / 2 ou seja, o produto da massa pelo quadrado da velocidade dividido por 2. De acordo com os meus conhecimentos, o raciocínio dele estaria certo se estivéssemos falando de Força e não de Energia, visto que a fórmula da Força é F = m . a que é o produto da massa pela aceleração de um corpo. Ainda que estamos nos referindo a velocidade...

 

Mesmo que estivesse falando da Força (F) ele não estaria correto, pois a força inicial do sistema é a contida na mola, gasram, ou na "pressão liberada" (no caso das PCP's e CO2) e que qd passam pro projétil se decompõem em F = m . a

Portanto quanto menor a massa, mais aceleração e vice-versa. Mas como já foi citado, existem outros fatores com o atrito desse projétil dentro do cano e qd está fora dele, o coeficiente balístico.

 

E pra avaliar o impacto (choque), vc terá que considerar tb aquantidade de movimento --> Q = m . v (massa vezes velocidade)

 

att

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Muito interessante esse tópico Spanw! Agora aproveitando aqui a deixa, queria saber se uma arma normal (270m/s), dá conta dos H&N Rabbit Magun II e o Baracuda Magun, calibres 4.5, ou é desperdicio de dinheiro. Digo pq fui olhar na Mundilar pra comprar, e depois dei uma olhada no site da H&N, e no site da H&N consta pra usar em PCPs somente.

 

Eu tb venho pensando nisso. Não por conta do $$$ pq optei por usar chumbos JSB 5,5 que tem em 15gr ou 18gr e que custam o mesmo.

Mas sim pela autonomia da PCP. Concordo que se for arma de mola/gasram apenas veria qual seria o melhor agrupamento a determinadas distâncias ou o que me dá a energia que quero pra poder optar pelo chumbo. Mas no caso de PCP como se pode mexer na pressão liberada a kd disparo (seja por regulador ou pela mola do martelo), se eu conseguir a mesma qualidade de agrupamentos com os 2 chumbos, energias parelhas e ter uma autonomia maior com um deles.. é claro que esse será o selecionado.

 

Sem esquecer de outros pontos como o de que chumbos mais pesados sofrem menos a ação do vento em logas distâncias. E aqui sempre surge a dúvida, não seria tb relacionado ao perfil / CB do chumbo?

 

Minha mulher pergunta o que tanto leio sobre armas de ar, respondo: "Se vc soubesse o quanto de física tem além de simplesmente armar e atirar..."

Só sei que nada sei.

 

att

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Eu tb venho pensando nisso. Não por conta do $$$ pq optei por usar chumbos JSB 5,5 que tem em 15gr ou 18gr e que custam o mesmo.

Mas sim pela autonomia da PCP. Concordo que se for arma de mola/gasram apenas veria qual seria o melhor agrupamento a determinadas distâncias ou o que me dá a energia que quero pra poder optar pelo chumbo. Mas no caso de PCP como se pode mexer na pressão liberada a kd disparo (seja por regulador ou pela mola do martelo), se eu conseguir a mesma qualidade de agrupamentos com os 2 chumbos, energias parelhas e ter uma autonomia maior com um deles.. é claro que esse será o selecionado.

 

Sem esquecer de outros pontos como o de que chumbos mais pesados sofrem menos a ação do vento em logas distâncias. E aqui sempre surge a dúvida, não seria tb relacionado ao perfil / CB do chumbo?

 

Minha mulher pergunta o que tanto leio sobre armas de ar, respondo: "Se vc soubesse o quanto de física tem além de simplesmente armar e atirar..."

Só sei que nada sei.

 

att

 

Sim, o peso está diretamente relacionado ao CB... rs. Se não for ele um dos principais determinantes do CB.

 

Realmente... há atiradores e atiradores! haha os que só armam e atiram e os que sabem tudo que irá acontecer em milésimos de segundos durante o tiro, antes de apertar o gatilho. Estes últimos, geralmente (pra não dizer sempre) são os melhores, rss.

Muito interessante esse tópico Spawn!

 

Agora aproveitando aqui a deixa, queria saber se uma arma normal (270m/s), dá conta dos H&N Rabbit Magun II e o Baracuda Magun, calibres 4.5, ou é desperdicio de dinheiro. Digo pq fui olhar na Mundilar pra comprar, e depois dei uma olhada no site da H&N, e no site da H&N consta pra usar em PCPs somente.

 

Então.. dei uma olhada rápida no site da H&N hoje e vi que eles têm 3 classes de chumbos... os que são pra pelo menos 7,5J de energia, 16J e os de 25J ou mais. Acredito (quase certeza) que eles testaram os chumbos nas várias velocidades e comprovaram que cada formato tem o seu CB de impacto e "viagem" (ao ser atirado) ideal pra cada velocidade. Não adianta lançar um chumbo de 1g a 180m/s que com certeza ele não entregará nem metade do potencial dele de perfuração/expansão/energia.

 

Procure comprar os modelos que se enquadram com a potência da sua carabina! :thumbup:

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Correto companheiro!

 

Vou ser mais específico agora: Comprei uma new fenix com GR 4.5 e no site cita velocidade de 275m/s. O chumbo Rabbit consta que deve ter energia de 25J ou mais. Como não tenho o chumbo, e muito menos um Chrony pra medir VO, vamos estimar cerca de 220m/s com esse chumbo na NF400 (me diga se foi muita VO ou pouca VO, pois não tenho noção). Assim sendo, com esse chumbo e essa VO, a energia seria 24J.

 

Quando falei em desperdicio de R$, quis dizer comprar um chumbo que não conseguiria utilizá-lo nas minhas armas, devido ao peso.

 

Mas vou arriscar pegar uma lata pra testar, pois iria comprar uma 5.5 pra ter uma arma de impacto, mas acho que conseguirei isso com chumbos pesados na 4.5, enquanto usaria chumbos leves na 5.5, então, um acabará compensando o outro.

 

Fiquem a vontade em me corrigir caso esteja errado.

 

Abs

 

Pedro

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Andei pensando sobre o peso dos projéteis, e matutei.

Comparemos,:

 

Um projétil .22 curto precision, da CBC e o Skenko NewBoy SR100. fogo x pressão.

 

De acordo com a CBC, o projétil .22 curto precision, tem 1,88g e atinge a velocidade de 270 m/s na boca, com energia de 70J na boca tbm.

http://www.cbc.com.br/cartuchos-22-subcat-11.html

 

Então, uma Hatsan AT44, que é ignorante, ou melhor ainda, se pegarmos uma sumatra, teremos uma arma de pressão com energia comparada ao .22 curto?

Pq: Suponhamos que a arma dispare o projétil Skenko Newboy SR100, de 1,85g, a 270m/s, ele tbm teria uma energia bem próxima à do .22curto. Seriam 67J contra 68J.

http://www.mundilar.net/pt/calibre-55mm-22/549-skenco-newboy-sr-100pcs-550mm-22.html

 

Ou a velocidade cairia demasiadamente, mesmo sendo uma PCP, não alcançando essa velocidade?

 

Essa comparação só é possivel com o .22 curto.

 

Sei que não é um forum de armas de fogo, e esse assunto aqui não é permitido, mas é somente um comparativo teórico de projéteis semelhantes de aplicações distintas, não das armas, mas dos projéteis. E como esse tópico fala justamente do peso, achei um comparativo interessante.

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adquiri (finalmente) o livro do Nelson sobre armas de pressão, e nele tem um comparativo sobre calibres com projeteis de mesmo peso. E a energia foi coisa de 1J de diferença com vantagem para o 5.5 em relaçao ao 4.5. Chumbo de 8 gr pros dois, alterando somente velocidade e diamentro. Entao sanou as duvidas que eu tinha justamente em relaçao a isso.

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Acho que essa comparação deve levar mais variáveis em conta, ao meu ver não há como produzir dois projéteis com massa igual em calibres diferentes sem alterar o material/CB...

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adquiri (finalmente) o livro do Nelson sobre armas de pressão, e nele tem um comparativo sobre calibres com projeteis de mesmo peso. E a energia foi coisa de 1J de diferença com vantagem para o 5.5 em relaçao ao 4.5. Chumbo de 8 gr pros dois, alterando somente velocidade e diamentro. Entao sanou as duvidas que eu tinha justamente em relaçao a isso.

Pedro, me permita observar que essas tabelas do livro estão erradas. Há uma informação do Nelson para que sejam considerados, no calibre 5.5, chumbos com peso de 15 grains, ou seja, apenas a tabela das armas magnum está correta.

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Pedro, me permita observar que essas tabelas do livro estão erradas. Há uma informação do Nelson para que sejam considerados, no calibre 5.5, chumbos com peso de 15 grains, ou seja, apenas a tabela das armas magnum está correta.

Com exceção da Magnum, todas as demais tabelas constam 4.5 nas duas tabelas, mas creio que foi erro de digitação e trocaram 5.5 por 4.5. Será que o peso tbm não foi trocado ou é pra ignorar completamente as demais tabelas? pq os dados da magnum andam bem próximo ambos os calibres, com diferença de 2J pra 5.5. Vc sabe a respeito se erraram na digitação de todo o titulo da tabela somente ou erraram nos dados tbm? (com exceção da tabela magnum)

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Spawn*,

 

Se analisamos o fato de uma determinada carabina dar resultados ligeiramente diferentes num cronógrafo, significa dizer que os chumbos dentro de uma mesma lata nunca são iguais, por ligeiras imperfeições de fabricação (caso dos H&Ns e JSBs da vida... eheh), mas os valores se enquadram numa ordem de grandeza bem pequena no valor da velocidade (variação da ordem de menos 0,5%, dependendo da marca).

 

No exemplo do Cyntra podemos constatar que sua TX tem energias que variam de 16,28 J a 17,49 J, dependendo do chumbo utilizado. Repare que em relação ao valor médio (= 16,89 J), a variação seria de menos de 5%. É quase o nível de precisão do IBOPE... rs

 

Assim, podemos até arriscar afirmar que a Energia de uma carabina é constante, o que tem lógica, já que a mola (ou o gasram) sempre se comprimem de forma igual, colocando o pistão numa determinada posição na câmara, preso pela trava do gatilho. O volume de ar dentro da câmara, portanto, é sempre constante, além do furo na saída da câmara ser indeformável. Portanto, o "sopro de ar" que sai quando se tecla o gatilho, impulsionando o chumbo, é constante para uma determinada carabina. É lógico que variará na mesma carabina se você atirar ao nível do mar ou a 800 metros de altura, por conta do ar mais rarefeito.

O limite disso é que não podemos dar um tiro de chumbinho na Lua com carabina quebra cano porque lá não existe ar e a câmara continuaria vazia, mesmo depois de armar.

 

Voltando ao tema, nos testes que andei fazendo com chumbos vagabas constatei, sem querer, uma coisa bastante interessante:

 

A variação na Energia na boca do cano tem muito mais a ver com o diâmetro e(ou) a deformação da saia do chumbo dentro do cano do que o CB. Quanto maior seu diâmetro ou sua deformação, maior a resistência do chumbo com as raias do cano, e menor será a velocidade de saída na boca do cano e, consequentemente, a energia inicial.

 

Daí acharmos que a energia varia muito de um chumbo para outro. Na verdade os resultados com chumbos de mesmo peso, mas de fabricantes diferentes, podem chegar a resultados bem diferentes, por conta da saia mais ou menos maleável ou de diâmetro maior ou menor.

 

Como pressuposto fica muito mais facil o entendimento da "pancada" da carabina em termos de Energia (Joules) ao invés de velocidade (m/s).

 

Assim, a fórmula exata para a energia seria algo como E = 1/2 m V2K, onde o K teria a ver com o atrito do chumbo com o cano (Não confundir com CB).

 

Como é difícil mensurar o "E" exato, usamos a simplificação "1/2 m v2" para a avaliação da energia (veja na minha assinatura) e, assim, mais ou menos avaliar a velocidade de um determinado chumbo (de peso conhecido), sem passá-lo obrigatoriamente por um cronógrafo.

 

Em resumo:

 

1 - Numa mesma carabina o "constante" é a Energia. Portanto, um chumbo mais pesado resultará numa velocidade menor em relação a de um chumbo mais leve.

 

Mas a "porrada", no final, será aproximadamente a mesma...

 

2 - Talvez obtenhamos o "E" real de uma carabina usando chumbo esférico (sem saia) para a medida básica de velocidade no cronógrafo. Vou experimentar esta teoria quando cruzar com um cronógrafo.

 

3 - E o chumbo saindo do cano teremos, enfim, o CB agindo, que tem mais a ver com o atrito com o ar.

Edited by Zaitsev
Inclusão dos "2" e "3" ao "Em resumo"

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Em 25/04/2014 em 10:25, Spawn* disse:

 

Boa deixa cara... eu também tenho essa dúvida. Só que não tinha ido olhar no site da H&N... mas temos que saber por que ela recomenda PCP. Se é pra aproveitar toda a precisão do chumbo ou se é por causa da velocidade. Lembrando que (não é regra) mas a velocidade ideal pra 4,5mm é em torno de 280m/s... coisa que as B19 por exemplo atingem.

 

Eu particularmente, com as armas dos meus amigos, prefiro atirar somente com chumbos na casa de 0,6g... os Rifle por exemplo eu acho muito ruins por serem muito leves...

Olá amigos. Segundo  esse comentário alguém pode me tirar uma dúvida: se a velocidade ideal para os 4.5mm gira em torno de 280m/s então devo pensar em utilizar chumbos pesados para um melhor aproveitamento dos meus tiros?  Já que, segundo o fabricante  (Artemis)  e alguns vídeos de cronometragem a black hawk  com gas ram de 70k  tem uma saída do projétil beirando  290 a 305 m/s.  

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Em ‎23‎/‎06‎/‎2014 em 22:51, Zaitsev disse:

Spawn*,

 

Se analisamos o fato de uma determinada carabina dar resultados ligeiramente diferentes num cronógrafo, significa dizer que os chumbos dentro de uma mesma lata nunca são iguais, por ligeiras imperfeições de fabricação (caso dos H&Ns e JSBs da vida... eheh), mas os valores se enquadram numa ordem de grandeza bem pequena no valor da velocidade (variação da ordem de menos 0,5%, dependendo da marca).

 

No exemplo do Cyntra podemos constatar que sua TX tem energias que variam de 16,28 J a 17,49 J, dependendo do chumbo utilizado. Repare que em relação ao valor médio (= 16,89 J), a variação seria de menos de 5%. É quase o nível de precisão do IBOPE... rs

 

Assim, podemos até arriscar afirmar que a Energia de uma carabina é constante, o que tem lógica, já que a mola (ou o gasram) sempre se comprimem de forma igual, colocando o pistão numa determinada posição na câmara, preso pela trava do gatilho. O volume de ar dentro da câmara, portanto, é sempre constante, além do furo na saída da câmara ser indeformável. Portanto, o "sopro de ar" que sai quando se tecla o gatilho, impulsionando o chumbo, é constante para uma determinada carabina. É lógico que variará na mesma carabina se você atirar ao nível do mar ou a 800 metros de altura, por conta do ar mais rarefeito.

O limite disso é que não podemos dar um tiro de chumbinho na Lua com carabina quebra cano porque lá não existe ar e a câmara continuaria vazia, mesmo depois de armar.

 

Voltando ao tema, nos testes que andei fazendo com chumbos vagabas constatei, sem querer, uma coisa bastante interessante:

 

A variação na Energia na boca do cano tem muito mais a ver com o diâmetro e(ou) a deformação da saia do chumbo dentro do cano do que o CB. Quanto maior seu diâmetro ou sua deformação, maior a resistência do chumbo com as raias do cano, e menor será a velocidade de saída na boca do cano e, consequentemente, a energia inicial.

 

Daí acharmos que a energia varia muito de um chumbo para outro. Na verdade os resultados com chumbos de mesmo peso, mas de fabricantes diferentes, podem chegar a resultados bem diferentes, por conta da saia mais ou menos maleável ou de diâmetro maior ou menor.

 

Como pressuposto fica muito mais facil o entendimento da "pancada" da carabina em termos de Energia (Joules) ao invés de velocidade (m/s).

 

Assim, a fórmula exata para a energia seria algo como E = 1/2 m V2K, onde o K teria a ver com o atrito do chumbo com o cano (Não confundir com CB).

 

Como é difícil mensurar o "E" exato, usamos a simplificação "1/2 m v2" para a avaliação da energia (veja na minha assinatura) e, assim, mais ou menos avaliar a velocidade de um determinado chumbo (de peso conhecido), sem passá-lo obrigatoriamente por um cronógrafo.

 

Em resumo:

 

1 - Numa mesma carabina o "constante" é a Energia. Portanto, um chumbo mais pesado resultará numa velocidade menor em relação a de um chumbo mais leve.

 

Mas a "porrada", no final, será aproximadamente a mesma...

 

2 - Talvez obtenhamos o "E" real de uma carabina usando chumbo esférico (sem saia) para a medida básica de velocidade no cronógrafo. Vou experimentar esta teoria quando cruzar com um cronógrafo.

 

3 - E o chumbo saindo do cano teremos, enfim, o CB agindo, que tem mais a ver com o atrito com o ar.

Então, pode-se concluir que: Chumbos passados no calibrador, são mais precisos do que aqueles tirados direto da mesma caixa? 

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