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Eduardo Argolo

CA Gold
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Eduardo Argolo last won the day on March 18 2012

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54 Excelente

About Eduardo Argolo

  • Rank
    Atirador Veterano
  • Birthday 04/14/1981
  • Age 38

Profile Information

  • Gender
    Male
  • Sua Localidade
    São Paulo
  • Age 38

Contact Methods

  • Skype
    edargolo1
  • Age 38

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  1. Mikami e demais amigos. Já faz um bom tempo que não atiro e não participo de nenhuma organização, mas acho que ainda sei organizar uma prova. Como não estou atirando e nem arma tenho mais, eu me proponho a ajudar na organização, montagem das pistas, coleta de pontos e etc, desde que tenhamos algum tempo para organizar, pois com a chegada do primogênito aqui em casa, todos os passos tem que ser dados com muito cuidado e planejamento. Mas no mais, estou a disposição para ajudar no que for possível. Abração.
  2. Buenas Henrique. Eu já usei e não gostei, à época tive a mesma impressão já citada, de que eram mesmo iguais aos HN Barracuda, fiz uma comparação de peso por amostragem, usando 100 chumbinhos escolhidos aleatoriamente de duas latinhas de mesmo calibre e peso declarado pelo fabricante, em geral tinham a mesma forma e peso, mas em uma string dos pesos, os Bisley variavam muito mais o peso de um para o outro , chegando a uma variação de 0,1 gn em relação à média dos 100 chumbinhos, enquanto os Barracudas tiveram uma variação máxima de 0,05gn. Numa situação como essa não é necessário dizer que os agrupamentos eram horríveis em relação aos Barracuda. Isso vem a reforçar a teoria dos amigos que postaram antes, até por que não acredito que uma empresa que se dedique à fabricação de chumbinhos, daria o seu melhor produto ou semelhante a uma marca concorrente. Mas vale lembrar que sempre é a arma que escolhe o chumbo e isso é a mais pura realidade, se você der sorte de achar um lote cuja liga do chumbo sua arma gostou, compre quantas latinhas conseguir deste lote e estoque-as, mesmo que tenha que ficar escolhendo chumbo por chumbo e selecionando os de peso mais próximos .
  3. Yanes não sei se entendi direito o exemplo que você usou. Você está considerando um tiro a 50 metros em dois locais diferentes onde o POI é o mesmo, já para 75 metros o pois varia? É esse o exemplo? Se for isso que você quis dizer, na verdade o que ocorre é que ao chegar no segundo estande, você vai pegar a sua arma e vai perceber que ao atirar nos 50 metros anteriores o POI mudou, então você novamente regula a luneta para a distância padrão da sua tabela, 50 metros no nosso exemplo, a partir daí, todas as demais clicagens da sua tabela estarão corretas, digo isso baseado em minhas experiências pessoais em competições certo? Quanto ao seu argumento, ele é corretíssimo, se a densidade do ar for maior a tendencia do projétil é ter uma queda mais acentuada, devido ao maior arrasto que o projétil sofre, mas então por que na experiência real isso não ocorre??? Minha opinião é que a diferença de atrito do ar mais denso relativo ao ar menos denso é desprezível, isso pode ser reforçado se analisarmos a fórmula de calculo do arrasto: D = Cd*(ρ/2)*S*V² Onde: D - é o arrasto; Cd - é o coeficiente de arrasto; ρ - é a densidade do ar; S - é a superfície exposta ao contato com o fluido (no caso a área do projétil exposta ao ar); e V - é a velocidade do projétil. Pela analise da fórmula, vemos que a densidade do ar tem um papel muito menor que a velocidade do projétil, por isso acredito que o fator densidade tenha um papel desprezível, mas essa é apenas uma opinião, não sou expert no assunto, sou apenas curioso. Acho que tem gente mais qualificada a explicar isso aí, e logo alguém mais qualificado aparece pra explicar melhor oque realmente ocorre. Abração.
  4. Olá Yanes. A reajustagem da luneta no local da prova é importante justamente por isso. Ao regular a luneta no local da prova, você está ajustando a sua luneta para as novas condições do seu tiro. Como a condição do tiro não varia conforme a distância, os parâmetros variáveis serão todos englobados no ajuste da luneta, seja na estimativa de distância, seja na tabela de clicagens. Abração.
  5. Buenas galera. Já há algum tempo que não posto nada aqui, já que estou sem dar um único tiro já há um tempão, mas sempre passo pra ler alguma coisa. Mas hoje tenho algo a postar e apesar de não ser nada relacionado a tiro, sei que posso encontrar algum interessado por aqui. Estou planejando uma pescaria amazônica para Outubro ou Novembro de 2013 no barco Poraque - http://www.poraquesolar.com.br/ O barco comporta seis pescadores e o pacote de uma semana com sistema All-Inclusive fica em R$ 3.950,00 com traslado de lancha (12h de navegação) até Barcelos ou R$ 4.780,00 com traslado aéreo (1,5 h de voo) de Manaus até Barcelos. O pescador banca apenas o voo da cidade de origem até Manaus e o retorno. Serão cinco dias inteiros de pesca e mais a manhã do ultimo dia quando estaremos já próximos a Barcelos, a chegada a Barcelos se dá próximo à 12h. A data ainda está em aberto e deve ser fechada em conjunto com os colegas que se disponham a nos acompanhar, por enquanto temos três lugares reservados, eu, minha esposa e um tio meu. Os rios onde iremos pescar também serão definidos na época da pescaria dentre os tantos da região, os que estiverem mais piscosos. As estrelas principais da pescaria serão os Tucunarés e em menor quantidade os Trairões, para quem gosta dos pesadões, as Pirararas, Filhotes e Piraíbas são as atrações principais. Vale ressaltar que quem gosta de matar peixe, nessa nossa pescaria ficará com vontade, pois o grupo é 100% pesque e solte, abater peixe apenas para alimentar-se na beira do rio. Quem quiser ver fotos do que iremos encontrar é só ver o link.
  6. Olá Otávio. Infelizmente a modalidade tende a ser pouco praticada pois apenas em locais com matas e trilhas é que ela torna-se efetiva, já que a principal característica e vantagem do HFT sobre o FT é o fato da regra permitir que as armas sejam apoiadas em obstáculos, desde que naturais, ou seja, em pedras, arvores, arbustos, cupinzeiros, etc, o que obviamente não pode ser encontrado numa pista de tiro comum, que são os locais mais óbvios para a pratica do esporte. Essa é uma modalidade apaixonante mas que infelizmente está quase morta. Eu mesmo que era um dos maiores entusiastas da modalidade aqui em SP, fui obrigado por questões financeiras a deixar o esporte temporariamente, mas em breve se Deus permitir irei retornar, aí quem sabe não volto a organizar algumas provinhas em Sampa.
  7. Até aqui está tudo certinho, mas tá faltando uma coisinha. Quando a luneta está zerada em São Paulo e vai para o Rio da Janeiro a variação de pressão pode alterar a regulagem do paralax, ou seja, o ponto em que a luneta fica focalizada a 30 metros em São Paulo pode não ser o mesmo ponto em que ela focaliza no Rio de Janeiro. E isso causará um erro de estimativa da distância, aí quando o atirador lê a distância 30m no side wheel e clica para esta distância, na verdade este alvo estará a 35m (essas distâncias são apenas um exemplo), e isso irá repetir-se para quase todas as distâncias, e o atirador só acertará os alvos que estiverem dentro do ponto "Zero" da luneta. Para evitar que isso ocorra, o atirador deve estimar as distâncias no local da prova e nas condições climáticas locais, e somente depois zerar a luneta, se isso for feito a tabela de clicagem será sempre a mesma em qualquer lugar. Bom espero ter contribuído um pouco mais.
  8. É isso aí Takao. No HFT não é permitido mexer na luneta durante a prova, por isso as lunetas com menos aumentos são as melhores, eu costumava usar uma 6x24x50 e deixava o zoom em 10x assim focava bem dos 10 até os 50 metros. E por umas três ou quatro vezes me dei bem justamente por isso, pois os atiradores que usavam as Big Nikkos e S&B, não focavam a maioria dos alvos.
  9. Olá Ivan. Na verdade as diferenças estão em outros itens. No que diz respeito ao nº de alvos as regras internacionais recomendam no minimo um e no máximo dois alvos por pista não limitando a quantidade máxima, nem no FT nem no HFT, isso fica a critério do organizador, mas no mundial deverão ser 150 alvos em 03 dias de provas. A regra do assento está certa, no HF não é permitido o uso de assentos. As posições realmente são livres e pode-se usar recursos naturais como apoio da arma e do corpo do atirador As limitações e divisão de potência são recomendadas mas não obrigatórias nas duas modalidades. Mas a principal diferenciação nas duas modalidades é que no HFT a luneta não pode ser usada para estimar a distancia dos alvos, ou seja, o zoom o ajuste de paralaxe e os ajustes de cliques com que você inicia a prova, deve ser o mesmo durante toda a prova, ou seja, o atirador deve estimar a distancia no olhometro, não pode clicar a luneta nem mexer no zoom. Bom que eu me lembro agora, são essas as principais diferenças.
  10. Valeu a todos os amigos que me proporcionaram essa despedida magnifica... Por ora essa será a última, vamos ver quanto tempo demora pra voltar. Ao amigo Edu Mello - cade minha pontuação no BR???
  11. Henrique eu tenho o que você precisa e já está pronto inclusive com o cronometro bem grande, para mostrar o tempo correndo e um controle de disparo que inicia a contagem. Comprei para aquela provinha de Air IPSC que eu organizei na ATASCS, como a prova não é mais feita ele ficou parado, então posso te vender. Se tiver interesse me manda um E-mail. Abç.
  12. Carlos, que Deus ilumine seus tiros e guie os seus chumbinhos até a KZ!!! No mais, o que vale é a experiência e isso eu tenho certeza que vai ser grandioso!!!
  13. Buenas pessoal. Não sei nem se já foi divulgado por aqui, mas está sendo exibido pelo canal fechado ESPN um especial sobre a 1ª medalha olímpica brasileira... o feito de Guilherme Paraense e da equipe brasileira no tiro ao alvo. É um documentário bem curto e simples mas ajuda a entender a grandiosidade do feito destes atiradores. Quem tiver a oportunidade de assistir, eu recomendo. Memória do Esporte Olímpico Brasileiro - Ouro, Prata, Bronze e Chumbo.
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