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Não sei muito sobre essa arma mas é única, utiliza dois pistões opostos em seu curso, anulando assim a energia de arrancada e de final de curso com vibração quase zero e potencia de pcp.

Seu valor não atualizado era de 2500 dolares a anos atrás e não sei se é ainda fabricada.

tem alavanca lateral para armar, e não sei ainda se é necessário puxar tres vezes para engatilhar.

dei uma pesquisada e vou postar algumas coisas de terceiros inclusive parte de uma postagem de um fórum paralelo ao CA do atirador Nelson.

segue o comentário:

 

 

"" WHISCOMBE

 

Me foi solicitado (pelo colega Juca) no tópico que criei com o título “POTÊNCIA EXTREMA – ATÉ ONDE ISSO É BOM?”, um review sobre as carabinas de pressão WHISCOMBE, uma vez que a Springer de Alta Qualidade mais potente já criada se chama WHISCOMBE JW80. Então, segue abaixo um relato do pouco que sei sobre a referida marca:

 

As Carabinas de Pressão Whiscombe são exemplos de histórias bem sucedidas da engenharia e olha que o projeto das JW é de 1987.

 

O Inglês John Whiscombe engenhou a série de carabinas JW, com conjuntos propulsores por mola - pistão e isentas de recuo: JW50, JW 65 e JW80. Durante muitos anos, John Whiscombe desenvolveu projetos de armas de pressão e aperfeiçoou seus projetos em meados de 1980. Os números das séries representam o curso do pistão em milímetros. Quanto maior o curso para compressão do ar, maior a velocidade e, assim a JW80 é a mais potente.

 

O projeto de Whiscombe utiliza dois pistões ativos ((não se trata de contrapeso ou pêndulo (ação flutuante) que convergem para a porta de transferência e impulsionam o chumbinho pelo cano sem que se sinta recuo ou vibração. É o conceito de anulação de forças iguais e opostas. Cada Pistão tem duas molas. As molas duplas geram a força e ambos os pistões apresentam reservatórios de lubrificantes que prolongam os intervalos de lubrificação para até 30 mil ciclos de disparos. Se não me engano, as séries de carabinas de pressão Whiscombe são as únicas que possuem sistema anti-recuo sem o uso de sistemas de supressão de recuo por ação flutuante ou contra peso. As carabinas Whiscombe eram feitas sob encomenda por John Whiscombe (que já se aposentou) e a mão de obra e o acabamento eram de excelência. Não estou certo, mas é provável que não tenham sido produzidas mais do que 500 carabinas da série JW e, a maioria foi comercializada nos EUA.

 

São carabinas de sistema Under-Lever (Alavanca sob o cano) com coronhas adequadas ao FT. Os modelos JW50 e JW65 precisam de duas operações na alavanca, enquanto que o modelo mais potente JW80, precisa de três operações na alavanca para engatilhar. A operação de engatilhar empurra o pistão para trás, enquanto um sistema de engrenagem e cremalheira leva o pistão dianteiro para frente.

A operação é simples, contudo, a sequencia correta deve ser obedecida para evitar problemas. Primeiro, deve-se liberar a alavanca. Depois, forçar a alavanca para baixo até ouvir um clique, então voltar a alavanca para a posição original. Continuar com a operação de engatilhar até que a arma esteja engatilhada. Com a arma totalmente engatilhada, a trava automática é acionada. A seguir, é preciso puxar um ferrolho lateral para trás para inserir um chumbinho na câmara. Então, é só retornar o ferrolho lateral à sua posição original.

 

É preciso se lembrar de engatilhar a ação antes de inserir o chumbinho e fechar o ferrolho; se esse processo for invertido, o ar não passará e causará danos ao mecanismo interno, pois, não haverá ar entre as cabeças dos pistões que se convergem.

 

As carabinas Whiscombe também possuem canos intercambiáveis. São três canos nos calibres 4,5 mm, 5,0 mm e 5,5 mm feitos pela Alemã Lothar Walther e um cano no calibre 6,35 mm feito pela Inglesa BSA e todos apresentam raiamento poligonal que causa menos distorção ao chumbinho. Os canos sobressalentes podem ser comprados como acessórios.

 

A extremidade de cada cano também apresenta o que é chamado de H.O.T.S ((Harmonic Optimization Tuning System) ou algo como Sistema de Sintonia da Otimização Harmônica), que permite ao Airgunner meios de corrigir as vibrações do cano de modo a adequá-lo a um chumbinho específico e melhorar a precisão. É um pouco complicado explicar a vibração harmônica, mas, em obras de engenharia, ela é responsável pelo colapso de estruturas quando as freqüências se igualam.

 

Evidentemente, os sistemas de mola e pistão geram bastante vibração harmônica que afetam a precisão a certo ponto e, esse sistema permite uma sintonia fina que harmoniza o cano da arma. Atiradores de Armas de Fogo de longo alcance provavelmente conhecem ou estão familiarizados com o sistema BOSS da Browning em seus fuzis, que permite ao Atirador ajustar a harmonia do cano com a munição para melhorar a precisão e, o H.O.T.S. se baseia no mesmo princípio.

 

A última vez que tive contato com uma Whiscombe JW80 foi em 2008. Quanto à potência, no calibre 5,5 mm, alcançava 950 fps (~290 m/s) com chumbinho de 14,3 grains. O cano da arma tinha 17 polegadas e os esforços para engatilhar eram: 9,0 kgf no primeiro golpe, 14 kgf no segundo e 18 kgf no terceiro. Isso mesmo, como eu disse, a Whiscombe JW80 precisa de três golpes ou estágios para engatilhar, mas isso torna o esforço similar ao de engatilhar qualquer springer de alta potência que apresente E0 em torno de 20 Joules. Fui informado que a potência no calibre 6,35 chega a 47 Joules, mas nunca atirei ou medi a velocidade deste calibre, então não posso opinar. As Whiscombes que eu conheci chegavam a 38 ou 39 Joules na boca do cano no calibre 5,5 mm e 35 Joules no calibre 4,5 mm. O peso está em torno de 4,5 kg, sem luneta. A carabina modelo JW80 com coronha Thumbhole era vendida nos EUA por US$ 2.500,00 à época.

 

Se adotarmos as Whiscombes JW como exemplo, observamos que foi preciso uma série de inovações no projeto para conseguir Springers com potência acima de 35 Joules sem recuo e sem que fosse preciso um ‘RAMBO’ para engatilhar. Contudo, percebemos também que os recursos de engenharia sofisticada para springers existem há décadas, mas sua implantação resulta em produtos com preços muito altos.

 

Na verdade, os compradores das Whiscombes procuram por algo fora do comum e, por isso não se incomodam em pagar mais por uma Springer do que o valor de uma boa PCP.

 

Nelson.""

 

 

segue alguns links:

 

http://whiscombe.net/

 

http://whiscombe.net...oes_a_strip.pdf

 

http://groups.yahoo..../962384003/view

 

Videos:

 

http://s285.photobuc...eFiringtest.mp4

 

http://s285.photobuc...eFiringtest.mp4

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Muito interessante, o recuo é quase 0 mesmo :o .

 

 

Este video ilustra um pouco mais esta maravilha:

 

 

 

Parabens cebo grilo pelo achado. :thumbsup:

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Parabéns pelo excelente tópico, que carabina incrivel, robusta, imponente e de uma engenharia de primeira, cebo vc que teve contato com essa carabina, fale um pouco do agrupamento dela, deve ser ótimo né? só que ela com esse peso todo eu não poderia usá-la para tiro sem apoio, só banch rest mesmo, rss

Bem que os fabricantes atuais poderiam usar as ideias das carabinas de alta qualidades já fabricadas, pois teriamos mais opções de carabinas de boa qualidade com preços justos.

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No airguns of arizona tem umas usadas para venda.. em torno de U$5000,00 cada uma.

 

É item de colecionador mesmo.

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Cebo,

 

Sou fã de carabinas magnum e já tinha lido algo a respeito das wiscombe é realmente um sonho de carabina !!! mas na falta de uma tentei fazer algo com potência parecida ou maior porém com recuo acentuado.

 

Tenho uma hatsam 155 com GR de 88 kg que chega a lançar chumbos de 1 g a 290 m/s , 298 m/s 0,89 grains , 210m/s com chumbos de 25,6 grains e com gamo raptor a 367m/s sem diesel , tem uma cãmara de 120mm de curso por 30mm de diametro sendo uma das maiores do mundo em fabricação e calculei 42 j de potência .

Pesa 4,6 kg e com a luneta gold crow mais mount com amortecimento uns 5,2 kg é bem pesada e é necessário de +- 30kg para armar a alavanca inferior para armar é curta.

O recuo é bem forte e o sistema SAS ajuda muito pois nunca quebrou a coronha e nenhum parafuso ou solda que fixa os mesmos , o tranco é forte (nada que com prática não se controle ok) sem apoiar corretamente no ombro pode machucar e sem prática com apoio em sand bag fontal os tiros sobem e descem pois demorou para acertar a posição do apoio para balancear bem, mira aberta de pé concentra em 3 cm a 25 metros.

 

A tecla do gatilho original quebrou aida com o GR de 75 kg por defeito acredito o mesmo foi trocado por um de aço por encomenda no armeiro e consegui um gatilho bem leve.

 

Com pratica a 20 metros com luneta e apoiado os tiros lambem uns com os outros e consegui a acertar com luneta zerada a 50 metros acertar pinhos a 100 metros compensando 2 mildot 3 tiros consecutivos.

A 100 metros vara latinhas de chumbo

Fazem 1 ano e 1/2 que fiz isto e a 2 meses coloquei a luneta , dei mais de 5000 tiros e esta amplamente testada , mas foi necessário trocar algumas peças por outras mais fortes, soldas mig no mount picantilly e bucha no pino que trava o gatilho, tecla gatilho de aço, novo pino na articulação da alavanca de armar e uma bucha que trava melhor o cano deslizante dela.

Quando tiver tempo pois demorou para aperfeiçoar a carabina posto em breve um rewiew

 

Abraço,

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valeu Cebo... não conhecia essa maravilha... já fiquei imaginando uma dessas com uma coronha feita pelo Romão...rs

 

 

Quando tiver tempo pois demorou para aperfeiçoar a carabina posto em breve um rewiew

 

Abraço,

 

Manfredi... por favor, arrume um tempinho e faça um review bem bacana... acho que essa carabina que vc modificou merece e só teremos a ganhar com isso...

 

Abraço a todos!

 

Alexandre

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Não entendo pq uma coisa tão bem bolada como essa não é fabricada hoje em dia, será pela complexidade da parte mecânica?

Certa vez achei uma foto de agrupamento dela, era coisa de 1 polegada a 50 metros, pra uma carabina de mola com 40 joules parece interessante. Esta realmente é uma carabina de "mola dupla".

Editado por gordon_3d

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Infelizmente (suposição) parece que o inventor (John Whiscombes) se aposentou e não teve herdeiros interessados em seguir na profissão... talvez desacreditassem no crescimento das carabinas de pressão... mas ao menos poderia ter vendido os direitos a algum interessado...

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esse merece up, quem quer ter uma dessa hj vai ter que gastar 15 mil kakaka pararam de ser fabricadas armas top ;)

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Eita sem comentários hem, top mesmo!
Abraço.

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o sr fabricante delas ainda esta vivo, o mesmo diz que parou de fabricar ela pois nao tinha mais como pegar uma a uma e testar como ele fazia antes, tem poucas armas, hj a ultima que esta anunciada é por uma bagatela de 15 mil reais, e só tem ela anunciada, tiveram pessoas que esperaram mais de dois anos para poder ter uma

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bem lembrado!

 

esta arma é um mito, tenho certeza que se sua patente for quebrada e for dado continuidade ao projeto vai vender igual agua no deserto.

 

mas por hora temos que nos contentar com a tecnologia mercantilista

 

abraço e obrigado pelo up

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kakak é essa arma é show, acho que se o projeto fosse vendido nao seria mais a mesma coisa, essa arma é tipo artesanal coisa top

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Valeu o up Lucas...nao conhecia esta carabina, muito menos sua historia!

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Essa carabina surpreende até hoje.

Como exemplo tem outros detalhes não citados aqui, um deles o fato de que ela tem um regulador de potencia que fica no transfer port da câmara de compressão, o qual pode ser trocado para assegurar mais ou menos potencia de saída em um mesmo calibre.

Segue imagens abaixo e o link da fonte:

Detalhe do transfer port:

08-10-09-05.jpg

Detalhe das roscas que regulam a potencia com base na pressão de saída do ar:

08-10-09-06.jpg

http://www.pyramydair.com/blog/2009/08/velocity-vs-accuracy-does-it-really-matter-part-2/

Fico aqui me perguntando, em um momento que as pessoas discutem a regulagem de potencia de molas a gás (GR), não seria mais simples regular a potencia desta forma, com a simples mudança do diâmetro do transfer port?

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pois é....

deve ter alguma razão de que não fazem assim

já vi relatos de pessoas que abriram o orificio e perderam potencia.

este estrangulamento padrão (é o que percebo) deve ser uma constante para que haja o harmonia entre bolsão de ar e a vazão de ar ja que o mesmo deve aquecer para que haja um pico de expansão promovendo a propulsão do projetil

 

sei lá....

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Cebo pelo que entendi a idéia (na verdade uma característica existente na arma, não é customização) consiste em usar os anéis tipo rosca para diminuir ou aumentar o transfer port.

 

No texto em inglês tem a medição em fps, comprovando que a potencia aumenta ou diminui conforme o tamanho da rosca utilizada.

 

Então vamos supor que você tem um GR de 45kg e um transfer port com rosca tamanho X, dai a potencia seria 800 fps. Trocando a rosca por outra tamanho Y a potencia cai para 700 fps, Moral da historia seria o mesmo que trocar o GR por outro mais fraco, ou regular a potencia do GR (digamos que um dia isso seja possivel).

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sim isso sim, porem acredito que (la vem os carros rsrs) seria como andar com o freio de mão puxado, pois teria por exemplo o tranco de uma mola de 40kg com potencia de 30 kg

mas pode sim usar este restrigimento para diminuiçao de potencia.

 

abraço

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Cebo pelo que entendi a idéia (na verdade uma característica existente na arma, não é customização) consiste em usar os anéis tipo rosca para diminuir ou aumentar o transfer port.

 

No texto em inglês tem a medição em fps, comprovando que a potencia aumenta ou diminui conforme o tamanho da rosca utilizada.

 

Então vamos supor que você tem um GR de 45kg e um transfer port com rosca tamanho X, dai a potencia seria 800 fps. Trocando a rosca por outra tamanho Y a potencia cai para 700 fps, Moral da historia seria o mesmo que trocar o GR por outro mais fraco, ou regular a potencia do GR (digamos que um dia isso seja possivel).

A idéia de potência variavel é bem funcional...

Teve um participante do Fórum que fez algumas experiências fechando a passagem de ar na saída da câmara (transferport).

Ele fez um furo lateral e rosca para inserir um parafuso, o qual ao ser apertado vai obstruindo a passagem do ar. Até certo ponto ele conseguiu atingir os objetivos.

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