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D'elite

O poder da CONCENTRAÇÃO!!!

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Tenho visto nas provas (e tb sou vítima disto) muitos atiradores nervosos, ansiosos antes e durante as provas, atrapalhando muitas vezes seu rendimento, aqui vai um texto que pode ajudar acrescentando conhecimento nesta área, espero que ajude, boa leitura.

 

 

Psicologia do Esporte - por Renato Miranda

http://www2.uol.com.... ... entrar.htm

 

Os cinco elementos essenciais à concentração

O que é concentração?

 

 

Um dos assuntos mais discutidos e estudados no esporte é sobre a importância da

concentração no rendimento do atleta. A concentração é uma habilidade tão significativa no

desempenho do atleta que extrapola o meio esportivo. Significa que várias estratégias de

orientação e melhoria da concentração são dinamizadas além do esporte e muitos

procedimentos, de maneira pertinente, são reverberados em vários setores de nossas vidas,

como na administração de empresas, na indústria, no meio acadêmico, nas artes, na mídia e

outros.

 

Por se tratar de assunto muito em voga e instigante dividirei minhas ideias em dois textos. Em

um primeiro momento os componentes que formam o conceito de concentração serão

abordados e no segundo texto falaremos sobre os fatores que auxiliam e aqueles que

prejudicam a concentração. Em suposto, no final dos textos você terá bons instrumentos para

treinar e melhorar sua concentração, ou ao menos, entender um pouco mais sobre essa

habilidade psicológica de grande relevância.

 

Concentração é capacidade pessoal de provocar um estado de sensibilização para ficar em

alerta, selecionando unidades importantes de informação entre milhares disponíveis. Ao

mesmo tempo, bloquear o impacto de sinais irrelevantes e focar sinais relevantes da tarefa,

direcionando os pensamentos para o plano de ação.

Os componentes que formam o conceito de concentração podem ser assim resumidos:

sensibilização, foco seletivo, manutenção do foco, consciência da situação e harmonia da

excitação emocional.

 

1º) Sensibilização

 

 

Para iniciarmos o processo de uma boa concentração antes de tudo é necessário auxiliar

nosso organismo (corpo/mente) a acionar da melhor maneira possível todos os órgãos

sensoriais envolvidos na ação em questão para ficarmos ativos. Já reparou como os atletas

antes da competição fazem exercícios respiratórios e movimentos com grande intensidade e

de curta duração (saltito, agitação de braços e mãos, pescoço e outros). Isso por que para

concentrarmos precisamos estar em alerta e perceber aquilo que é significante para nossa

ação. Nesse sentido a sensação (registro dos estímulos feito pelos órgãos sensoriais) é

considerada a primeira etapa da percepção. Ou seja, não há uma boa percepção sem um

bom registro dos estímulos (sensação!), portanto, o primeiro passo para concentrarmos é

manter nossos órgãos sensoriais em ótimo nível de funcionamento. Por isso é que se diz que

aprender é perceber, sem percepção não há aprendizagem, pois não há concentração.

 

2º) Foco seletivo

 

 

Significa selecionar, no ambiente da ação e em nossa mente, entre os vários sinais

(estímulos) disponíveis, somente aqueles que são significativos para a nossa tarefa e ao

mesmo tempo desfocar todos os sinais irrelevantes.

 

3º) Manutenção do foco

 

 

Não é suficiente para uma boa concentração “apenas” selecionar aquilo que tem que ser

focado, mas é necessário manter essa focalização do início ao fim da tarefa. E aí está uma

grande exigência para o sucesso, manter o foco resistente até o fim da tarefa. Talvez seja isso

que explica em parte, equipes e atletas que vão bem durante grande parte da disputa, mas

por um momento perdem o foco o que significa dispersar energia psíquica e por vezes, é fator

determinante para a derrota e frustração.

 

4º) Consciência da situação

 

 

Em poucas palavras é dominar a exigência técnica e o plano de ação (tática) daquilo que se

tem a fazer ou parte do que se está aprendendo. Veja o exemplo: Posso saber como me

concentrar, mas se me disserem para subir em um avião e saltar de para-quedas, não terei

possibilidades nenhuma de concentrar por mais que eu saiba como fazê-lo, isso por que não

tenho consciência de quais procedimentos, técnica e demais comportamentos que tenho a

fazer e não seriam suficientes algumas instruções. Todo um processo de aprendizagem e

treinamento prévios são condições para enfim poder concentrar.

 

5º) Harmonia da excitação emocional

 

 

Para atingir um bom nível de concentração além de tudo já dito, é preciso regular o estado

emocional a fim de evitar tensões, apreensões, nervosismo e outros sentimentos correlatos.

Esses sentimentos invadem a nossa mente geram aflição e pensamento negativo, causando

impedimento para organizar e sistematizar nossas ações. Assegurar sentimentos compatíveis

com a tarefa a ser realizada é pré-requisito para liberar nossa energia psíquica de maneira

positiva e só assim será possível concentrarmos de fato. Portanto, nível adequado de

relaxamento, controle do estado de ansiedade, confiança e motivação adequada, por

exemplo, fazem com que a mente tenha condições favoráveis de “trabalhar suavemente”, com

precisão e com pensamentos positivos.

 

É preciso uma ótima harmonização do estado de excitação emocional, a fim de focar

pensamentos positivos e desfocar pensamentos negativos.

 

Quando entendemos esses elementos que compõem o conceito de concentração damos o

primeiro passo para melhorarmos nossa capacidade de agir com eficácia. Os esportistas

altamente especializados sabem exatamente o valor e como melhorar a concentração. Tanto

é assim que muitos especialistas em esporte frequentemente são convidados a auxiliarem

profissionais de outras áreas que enfrentam competição e uma exigente rotina de trabalho.

Para finalizar, é válido refletir que sem concentração não conseguimos realizar nenhuma

atividade de alto rendimento. Uma atividade sem concentração ideal é uma atividade sem

intensidade e sem coerência, portanto, sem qualidade.

 

Como manter a concentração:

 

 

Para mantermos nossa concentração pelo tempo que for necessário, basicamente precisamos

de:

 

a) Controlar a consciência (foco)

– Significa ter em mente o controle de todos os elementos

(estímulos) relevantes para a realização da tarefa. Deste modo tudo aquilo que tiver ligado à

execução técnica e comportamento tático, na medida do possível, deve ser rapidamente

percebido para garantir o melhor modo de realização de movimentos. Como exemplo pode-se

destacar um atleta de futebol que controla todos os fundamentos do jogo (passe, condução de

bola, chute etc.) e funções táticas específicas (marcação à zona, individual, etc.). Em

conseqüência, ele mobiliza sua consciência para tudo que possa vir acontecer em um jogo e

para cada situação e tem boa estratégia de ação e adaptação frente aos acontecimentos.

Muitas vezes, essa capacidade é o que diferencia um atleta de alto nível de um outro de nível

mediano.

 

b) Saber o significado estratégico de cada detalhe

– É usual escutarmos na mídia quando de

transmissões esportivas, que o fator de definição do resultado de uma competição está no

“detalhe” visto que a tendência, principalmente no alto rendimento, é a equivalência de

desempenho entre os participantes. Se você reparar, qualquer atividade que fazemos em

nível de excelência, cada detalhe é importante para que possamos manter a concentração e,

por conseguinte obtermos sucesso. Portanto, para manter-se concentrado depende, e muito,

se você sabe e admite a importância de dominar as sutilezas de cada detalhe da tarefa.

Imagine como um escalador de montanhas precisa saber da conseqüência de cada pequeno

movimento que ele faz com o corpo e a quantidade de procedimentos de segurança que

precisa checar a todo instante.

 

c) Mobilizar os órgãos sensoriais de maneira ótima

– É considerar, fundamentalmente que

esse é o pré-requisito para manter-se alerta e pressuposto, em condições de perceber a todo

instante, tudo que é relevante.

 

Ao disponibilizar, em alta qualidade, todos os órgãos sensoriais envolvidos na ação você tem

a chave para a concentração pelo tempo que for necessário.

Por isso, é fundamental preservar nossos órgãos sensoriais e saber utilizá-los da melhor

maneira possível. Certa vez um atleta de voleibol da seleção brasileira adulta me procurou

para melhorar sua manutenção de concentração, já que com o passar do jogo sua qualidade

na recepção de saque piorava significativamente. Lembro-me que logo na primeira sessão de

treino já obtivemos um grande sucesso. Não fiz mágica alguma, simplesmente antes do

primeiro treino, pedi que fosse ao oftalmologista. Depois da correção visual meu trabalho ficou

mais fácil.

 

d) Mobilizar toda a energia psicofísica (mental, física e emocional)

– Procurar reunir em nível

ótimo, todas as possibilidades cognitivas para o planejamento de ações, as capacidades

físicas concretas envolvidas na atividade e a regulação da excitação emocional pertinente ao

desafio. Essa mobilização permite um esforço econômico e eficaz para manter-se

concentrado. Observe como atletas bem preparados, parecem antecipar as ações do

adversário e conseqüentemente escolhem o melhor plano de ação, ao mesmo tempo temos a

percepção que fazem tudo sem esforço físico e não se abalam frente às tensões da

competição, além disso, agem como se fossem pessoas frias, mas na verdade são atletas

altamente treinados. Atualmente, o tenista suíço Roger Federer é o melhor exemplo desse

item, basta vê-lo jogar para entender na prática o que é mobilização da energia psicofísica.

 

Abaixo relaciono algumas estratégias que podem ajudar todos àqueles que querem manter

um bom nível de concentração não só no esporte, mas em qualquer setor da vida:

 

 

• Memorizar um amplo repertório de tomada de decisões – representa ter de maneira clara na

mente “soluções” para os problemas surgidos até mesmo, para aqueles que nos pegam de

surpresa;

 

• Equacionar emoções – ajustar o nível de excitação emocional frente às exigências

apresentadas é o que nos permite pensar em como agir melhor e evitar que a aflição invada a

nossa mente e nos perturbe.

 

• Estar motivado e bem condicionado fisicamente – essa é a lógica para um bom nível de

concentração. Avalie a seguinte seqüência; se você quer melhorar seu desempenho é preciso

concentração, mas para tal é preciso ter energia intensa e direcionada ao objetivo, é o que

chamamos de motivação, porém sem um bom condicionamento físico essa energia é

facilmente dispersada e como resultado a manutenção de sua concentração será prejudicada.

 

• Alegria e vivência na atividade – por mais exigente que seja a ação, quando fazemos o que

tem que ser realizado com alegria nossa mobilização da energia psicofísica é facilitada, bem

como nosso vigor e disposição para concentrarmos. Por outro lado, quando maior o número

de vivências na atividade, melhor será nossa capacidade de avaliação de diferentes situações

para a escolha de tomada de decisões, é o que se convencionou chamar de experiência

pessoal.

 

• Estabelecer e envolver-se com rotinas – estamos acostumados a avaliar rotinas como algo

aborrecedor e monótono. De fato, uma rotina sem qualidade tende a ser uma experiência

desestimulante. Todavia, quando freqüentemente você é solicitado a fazer tarefas exigentes

nada melhor que estabelecer e envolver-se com procedimentos específicos e repetidos. Assim

será assegurada precisão, eficácia, autoconfiança e economia de energia psicofísica,

favorecendo sua motivação e uma consistente memória para tomar decisões de maneira

concentrada.

 

• Bom nível de autoconhecimento – quanto mais você conhecer seus limites e potencial maior

será a possibilidade de se manter concentrado. Encontrar seu próprio “ponto” de controle

emocional, suas possibilidades de ações e disposição de enfrentamento são advindos

particularmente do seu nível de conquistas individuais, frustrações e vivências diversas.

Por fim, faça um esforço e lembre-se que toda vez em que você fez algo e obteve sucesso,

certamente estava concentrado do início ao fim da atividade, motivado, e emocionalmente

bem equilibrado, portanto, pense o quanto vale a pena investir em sua capacidade de manterse

concentrado ao realizar algo.

 

Para administrar melhor esta situação, propomos passos preliminares para a concentração

absoluta, que auxiliarão tanto atletas como profissionais de diversas áreas em suas tarefas

ordinárias.

 

Trataremos, portanto, das diretrizes para a concentração absoluta que de certa forma,

funcionam também como dicas para a conscientização da importância de se transcender

nossa concentração padrão.

 

1ª) Esquecer de você mesmo

 

 

Frequentemente nós prestamos muita atenção em nossa pessoa social (como nos

mostramos aos outros). O atleta é um ótimo exemplo de como reflexões excessivas são feitas

com base naquilo que ele mesmo pensa a respeito das expectativas dos outros em relação ao

seu desempenho e atitudes. Em consequência, a mente que deveria focalizar somente a

tarefa, “dá espaço” a preocupações pessoais que não têm ligação direta com a atividade em

questão.

 

Além disso, o esporte traz consigo muitas fontes de informação que acabam por colaborar

ainda mais com o foco na pessoa social, ou seja, o atleta considera possivelmente muito

importante as informações da mídia, torcedores e sua própria excessiva autocrítica. Em

resumo, o atleta deve ocupar sua mente com os desafios, tarefas e treinamentos e deixar de

lado a preocupação com sua pessoa social.

 

2ª) Não pensar (preocupar) demais com o adversário

 

 

É importante pensar no adversário. Não podemos esquecer que graças às frases do tipo: “O

Brasil não tem que se preocupar com os adversários, eles é quem têm que se preocupar

conosco...” perdemos algumas Copas do Mundo de futebol. A questão é pensar em demasia

Dicas práticas para concentração absoluta no adversário. Isso não é bom, pois pensar muito

no oponente impede a concentração na própria tarefa.

 

É notório que no esporte a luta constante em ser melhor faz o atleta pensar demasiadamente

em seus oponentes. No entanto, é conveniente aprender desde cedo a desenvolver sua

concentração nas ações que ele tem de realizar, pois isso é fundamental para o sucesso.

O atleta que consegue concentrar em suas ações, influencia as possibilidades daquilo que o

adversário pode fazer. Ao mesmo tempo deve lembrar que essas mesmas ações são sujeitas

a serem observadas novamente por um oponente melhor e assim a luta pela supremacia

continua.

 

3º) Aceitar o ambiente como algo pré-determinado:

 

 

Admitir as influências ambientais e ao

mesmo tempo se adaptar às mesmas é um grande passo para a concentração absoluta. A

influência ambiental, tanto no aspecto físico propriamente dito, como social, interfere na

concentração do atleta muito mais do que alguém possa imaginar.

Em lugares fechados, por exemplo, o controle da superfície, temperatura e umidade auxiliam

a qualidade do desempenho. Em lugares abertos o atleta está mais sujeito às influências do

tempo, superfície (campo de jogo), e com isso seu desempenho pode ser afetado e de

antemão causar problemas na concentração. Além disso, fatores sociais podem afetar

profundamente o atleta em sua capacidade de se concentrar. Por exemplo, a presença (ou

não) de expectadores, família e outros e as interrelações com companheiros, adversários,

técnicos, árbitros devem ser controladas e equacionadas a fim de não prejudicarem a

concentração. Portanto, aceitar o ambiente pré-determinado e preparar a mente para a

concentração na tarefa.

 

4º) Concentrar no processo da atividade:

 

 

O objetivo do foco do atleta dever ser suas ações,

estratégias, táticas e técnicas, que são exatamente aquilo que vai providenciar o melhor

desempenho. Portanto, a matriz para a transcendência da concentração é a própria atuação e

não no resultado pretendido. Afinal, o resultado é consequência da concentração despendida

na atuação.

 

Em resumo, viver o presente, melhorar o controle das ações e técnicas bem como a tomada

de decisões é o melhor que se tem a fazer para a própria concentração.

Atualmente tanto no esporte como nos vários setores da vida profissional as pessoas

enfrentam o desafio e o estresse de terem que produzir resultados de qualidade

constantemente, o que origina uma pressão permanente. Competir por resultados rápidos é a

ordem do dia. Na vida fora do esporte basta substituir a palavra competir (quando é o caso)

por administrar, governar, gerir e outras diversas expressões correlatas. No entanto, a

exigência atual é semelhante: Pressão constante por resultados rápidos!

Neste texto vamos falar especialmente da situação esportiva, mas se quisermos substituir a

situação atlética por qualquer outra atividade profissional veremos que não há muita

diferença. Assim sendo, o que fazer diante desse desafio dos tempos atuais?

Antes de responder a questão é fundamental refletir sobre o seguinte cenário: Não há muita

escolha, se o atleta quer ter sucesso, a opção de renegar essa realidade atual (pressão por

resultados rápidos), pelo menos por ora, está descartada. Resta então uma única

oportunidade: enfrentar a realidade de produzir resultados diante de pressão constante.

Sendo assim, qual é o problema básico a enfrentar?

Como concentrar-se frente a um desafio?

Resposta objetiva: Raramente ficamos centrados no presente porque estamos muito aflitos e

impacientes com aquilo que está por vir. Em consequência, não conseguimos transcender a

concentração normal (padrão). Na melhor das hipóteses, realizamos tarefas de forma

dispersiva ou com baixa concentração. Por outro lado, sabemos que se quisermos melhorar

nossa qualidade em tudo aquilo que pretendemos realizar precisamos investir em nossa

qualidade de concentração.

 

Nesse cenário paradoxo, em que temos a consciência de que nossa concentração é

insuficiente para obter os resultados pretendidos, é óbvio que teremos dúvidas e desilusões,

na convivência com a pressão por resultados nos intermináveis desafios. No caso do esporte

especialmente, basta observarmos a quantidade enorme de competições (por vezes

simultâneas) que atletas profissionais têm de enfrentar durante o ano.

 

Portanto, se atletas e profissionais de qualquer área têm de enfrentar a realidade o primeiro

passo é manter a total concentração em uma única tarefa e consequentemente ficar absorto

naquilo que se está fazendo. É simples de entender, mas na maioria das vezes, difícil de se

colocar em prática. Isso explica a quantidade de erros banais que muitos atletas profissionais

cometem em tarefas simples de serem realizadas.

 

Para que as pessoas de um modo geral fiquem absortas naquilo que estão fazendo e

transcendam a concentração normal (padrão) é preciso:

 

1) Observar vários detalhes com um único foco

 

 

Essa situação se explicar quando mantemos nossa atenção em uma única tarefa, mas

conseguimos observar, pensar, avaliar e decidir o que fazer considerando todos os detalhes

que envolvem a situação e as possíveis possibilidades de interferência e soluções. É como o

foco de uma lente grande angular que amplia nossa visão diante de uma imagem.

 

2) Descrever o que ocorre com sua atenção

 

 

Você só ficará absorto diante uma tarefa se conseguir perceber e detalhar exatamente o que

está passando em seu pensamento. Ou seja, na sua mente não há espaço para outra coisa a

não ser a respeito da tarefa a ser realizada ou que está sendo processada.

 

3) Discriminar tudo aquilo que o ajudou ou o prejudicou a ficar absorto

 

 

Em uma determinada tarefa quando você consegue discernir precisamente o que favoreceu

ou prejudicou sua mente a ficar concentrada, você descobrirá o caminho básico para se

envolver com a atividade e com isso haverá uma fusão natural entre aquilo que se está

fazendo (ação) e a sua atenção.

Com esses passos preliminares os atletas (e demais profissionais) estarão prontos para

vivenciar a concentração absoluta que nos impulsiona para o sucesso e nos ajuda a

administrar as tensões por resultados rápidos.

 

************************************************************************************************************

 

 

 

Abraços,

 

D'elite

  • Upvote 7

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Verdade D'Elite. Realmente manter a concentração durante as provas é essencial.

O que acho mais difícil é o barulho em torno. Não digo o barulho da conversa, mas o barulho dos disparos e acertos do competidor ao lado.

 

Abraço.

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Este tópico veio em melhor hora, ultimamente ando me sabotando cada vez mais, muito legal vc compartilhar isso com a gente, será de grande valia para mim!! Ponto para vc. :thumbsup:

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Realmente o tópico é uma leitura indispensável para qualquer atirador não importando

seu compete ou não, valeu D'Elite por compartilhar com galera.

 

Abraços e bons tiros

Airton

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Karolaza,

Você tem que ler e reler umas 10 vezes. rsrsrsr

 

D´Elite. Show. Ponto.

 

Esse negócio é muito importante. Acho que, em minha modesta opinião pessoal, compensa até algumas pequenas falhas técnicas. Uma bela capacidade de concentração faz campeões.

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Karolaza,

Você tem que ler e reler umas 10 vezes. rsrsrsr

 

D´Elite. Show. Ponto.

 

Esse negócio é muito importante. Acho que, em minha modesta opinião pessoal, compensa até algumas pequenas falhas técnicas. Uma bela capacidade de concentração faz campeões.

 

Por encrível que pareça ja li duas vezes..rs

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eita!!!! mais um excelente tópico seu!!!! esse e o sobre mira aberta deveriam ser lidos por todos!!!...+ 1 procê...rs

Forte Abraço e obrigado por compartilhar!!!

Alexandre

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Valeu pelos elogios, acho muito bom esse texto, bom não, excelente.

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Valeu pelos elogios, acho muito bom esse texto, bom não, excelente.

 

Verdade D'elite, "EXCELENTE", com maiúsculas mesmo... é para ler diariamente...

 

Parabéns pelo tópico.

 

Baita abraço!

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