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Henrique Coelho

Convidado a participar de um jogo? Saiba onde está pisando...

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clap clap clap

ótimo post,sério, eu adorei por vc falar em algo q ninguem tinha pensado

:goodjob: :goodjob: :goodjob: :goodjob: :goodjob:

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Ficou muito bom o texto, para aqueles que ja quer entrar com pé direito no mundo airsoft, agora quanto a uma federação acho que vc não deve estar sabendo pois onde joguei pela ultima vez foi comentado o assunto, inclusive membros responsáveis me monstraram documentos formais ja encaminhados e registrados, acredito que será uma grande vitória para todos amantes do airsoft, ao menos o que vi trata-se de uma federação paulista onde no momento não estam cadastrando membros mas segundo um deles isso será em breve.

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Sim estou sabendo.

Comento contigo quando estivermos juntos.

 

Federação requer que existam clubes ( filiados a federação ). E nem clubes tem.

A organização por pessoa jurídica, sim, é bem vinda.

Mas, acredito eu, deve começar como uma associação.

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Henrique sua iniciativa é muito boa, gostei muito do post, me deu uma saudade das minhas metrancas! Brinquei algumas veses de survival game, é muito legal a adrenalina corre solta, mas eu e meu grupo não respeitavamos muito nossos limites e éramos inrresponsaveis almentando muito a potencia de nossas armas, aconteceu que fui alvejado com uma rajada a queima roupa e um dos tiros atravessou a minha mascara entrando mais de 6mm dentro da pele logo acima da buchecha por pouco não fico cego ou pior morto. O survival game é um esporte super legal, muito bom mesmo, ainda mais dentro da mata que quando se escuta as rajadas das metrancas tem se a nitida impressão que estamos em uma guerra real e a adrenalina vai lá em cima, mas é muito importante obedecer regras e sempre tomar muito cuidado para que não aconteça acidentes como o que aconteceu comigo.

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Bom exemplo Goya.

Isto nos faz ter a certeza de que tudo o que fazemos é a garantia de que vamos pra casa inteiros e satisfeitos.

Seu testemunho é ótimo.

 

No grupo onde jogo, nem full auto é permitido. E jogamos no mato também.

E realmente é adrenalina pura, chegar perto sem ser visto e surpreender o adversário.

 

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Jogo com pessoal da BFA e não é permitido rajadas também, não se pode atirar a menos de 10 metros e sniper a menos de 30 metros ... Mais no jogo tomei tiro de fogo amigo a menos de tres metros e vou te falar doi ....

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apesar de eu nao atirar com airsoft , o post ficou excelente !

 

lembrei de um filme , quando li o titulo , no filme um dos participantes usava uma arma de fogo ... dai foi todo aquela zona classica de filme etc ... nao lembro o nome agora ... hehe

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apesar de eu nao atirar com airsoft , o post ficou excelente !

 

lembrei de um filme , quando li o titulo , no filme um dos participantes usava uma arma de fogo ... dai foi todo aquela zona classica de filme etc ... nao lembro o nome agora ... hehe

paintball

jogue para sobreviver

filme bom porem fraco

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Henrique

Show de bola seu tópico. Confesso que estava bem empolgado com o Airsoft, principalmente depois de conhecer um campo aqui em Curitiba (Area 51). As vezes fico meio em cima do muro sobre investir no chumbo ou nas BB's hehehe.

 

Só quero dar destaque à primeira regra que postou, sobre a Honra.

Tiveram alguns amigos que comentei sobre o campo aqui em Curitiba (muitos nem sabiam do que se tratava o Airsoft) que torceram o nariz sobre o jogo em si, justamente por não ter como fiscalizar 100% dos tiros, dizendo inclusive, que o Paintball seria mais interessante, devido ao fácil controle através das cores. Como já joguei nos dois campos, minha opinião pessoal é pelo Airsoft, mas fico bem chateado em ver que não é só aqui que tem esse problema.

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Problema de Honra tem em tudo quanto é canto do planeta. Eu me correspondo com um dos lugares mais avançados de airsoft que são as Filipinas. Falo lá com o Joey RIvero um cara que organiza eventos e tal. Ele me conta que lá o airsoft acabou se dividindo em 2. Aqueles que entendem a filosofia do jogo criado no Japão onde Honra é um conceito familiar e ancestral, portanto muito importante e, a turma que bandeou pro lado do que eles chamam de "Real Action" onde as regras são irrelevantes e o pessoal joga pra tirar sangue do outro.

 

Eu defendo o airsoft como um esporte de aventura e ação e acho que a Honra é conceito fundamental e vai de cada um. Toda vez que eu explico o airsoft e falo da honra e alguém me questiona achando que o controle é fraco eu penso comigo ( ... jamais jogaria com este cara... ).

 

E o "honnor system' não existe só no airsoft. Por exemplo. o Site Rimfire Shooting faz provas postais de Benchrest no calibre 22LR onde cada um simplesmente vai lá e posta o quanto pontuou na prova daquele mês. E pronto, cada um que se sinta a vontade de participar de forma honesta ou não. No Rimfire Central, nos EUA é a mesma coisa. Ninguém vai te encher o saco se o que você postou é verdade ou não. Eles querem que você poste fotos, fale como foi a sua prova e divida com a comunidade a sua performance pro pessoal poder comentar. Quem vai ficar na frente na tabela ou não é secundário.

 

Em relação a Honra, ninguém fiscaliza ninguém. É a sua consciência que te fiscaliza. O que pode acontecer é que os demais podem não querer jogar mais contigo se notarem que a sua consciência, neste aspecto, é frouxa.

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Concordo em gênero, número e degrau contigo.

Mas infelizmente é muito mais complexo do que simplesmente as pessoas não te chamarem mais pra jogar.

Trata-se de uma conduta ligada aos valores, pois, não acho difícil que os jogadores que não se retiram caso sejam atingidos, também não devolvam o troco a mais que receberam da padaria.

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Li o post do Henrique, achei bem esclarecedor, e como ele mesmo citou não existe uma regra geral que vale para todos, mas conceitos que convém ser seguidos (não digo que devem de ser seguidos pois não sou entidade reguladora).

 

Fiquei intrigado com algumas questões e gostaria da opinião de alguns praticantes com base na realidade que se tem hoje no Brasil, como segue.

 

Em relação ao local de impacto do tiro, como o Henrique citou independente de ser um tiro na mão, no pé ou na arma, considera-se como "morto". Questiono como os praticantes tem tratado de fato a questão do tiro nos membros e na arma. Achei que era mais comum no caso do tiro "na arma", considerar a mesma como inutilizável, ou seja "morre a arma mas não o jogador", se o mesmo tiver arma de backup pode continuar jogando com esta do contrário logicamente sai do jogo pois fica sem arma. Já no caso do tiro nos membros (perna e mão principalmente) na pratica em sua maioria se aplica o conceito de "morto"? Já vi grupos jogar com o conceito de "ferido" onde o oponente baleado nos membros "pode" continuar jogando porém não pode sair da posição em que estava quando tomou o tiro (fica caído no chão por exemplo).

 

A questão do "RENDIDO", fico imaginando se não dá mais atrito que a questão da "HONRA". Isso porque na pratica é uma regra que se deseja aplicar sem que algo de fato chegue a ocorrer! Não houve disparo, parte-se do suposto que a menos de 10 m você vai acertar o alvo, sem levar em conta quaisquer obstáculos ou imprevistos que porventura possam interferir em uma fração de segundos. Existe também o fato de que o jogo é rápido, ninguém sabe exatamente qual a distancia que está o alvo, as vezes seu oponente está a 12 m e acha que pode sair te rendendo. Ou então você ao mesmo tempo que acha que vai fazer a aproximação para render alguém, caminha para se tornar alvo de um oponente, entrando na linha de tiro do mesmo (ou seja aquele que você "acha" que vai render é mera "isca"). Como é que essa questão está sendo aplicada na pratica? Sinceramente pelos relatos que já tive é mais comum "dar um tiro na bunda" do que gritar "rendido", esse ultimo acaba sendo aplicados quando a distancia é tao pequena que quase se tem o contato corporal.

 

Sobre o "fogo amigo" na pratica o que ocorre? Alguém toma o tiro do seu amigo, os dois ficam quietos e seguem jogando? Ou o baleado cai morto? É claro que sabemos que o certo é cair morto pois "tiro é tiro", mas o que eu gostaria de saber é na pratica o que vem ocorrendo?

 

Por fim em relação ao equipamento de proteção, confesso que quando li "somente o óculos é obrigatório" fiquei até com medo! Muito arriscado deixar boca e ouvidos expostos, eu não teria coragem pois por mais que todos sigam a risca a regra do "sem tiro na cabeça", sempre existe a possibilidade de atingir involuntariamente estas zonas. Não se tem observado mudanças em relação aos equipamentos de segurança obrigatórios?

 

Bom eu assim como outros colegas aqui, não pratico airsoft (tenho alguns conhecidos que praticam paintball), mas tenho a curiosidade em entender melhor esse jogo.

 

Desde já agradeço a atenção de quaisquer praticantes que queiram me esclarecer!

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Por se tratar de armas não precisas tiro na cabeça(rosto) pode ocorrer quase que frequentimente, eu só jogo de balaclava grossa por mais quente que esteja o dia e um bom óculos de proteção, tem gente que usa apenas um óculos a mais nada, acredito que cada um tem que assumir sua responsábilidade, pelo menos nos jógos que estou indo assinamos um termo para cada evento mesmo sendo aberto, na prática nem sempre a teoria funciona, ja levei tiro a queima roupa inclusive tenho um video monstrando esta situação, mesmo com roupa me deixou um belo ferimento, mesmo assim não revidei e apenas alertei o individuo sobre o erro que ele cometeu, no fim penso que quem esta em um jogo ta sujeito a levar tiro mesmo em qualquer situação portanto joga quem quer, se o cara não quer tomar tiro acidental recomendo jogar video-game em casa que é mais seguro.

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Pois é, tomar tiro acidental a meu ver não seria problema, agora não usar a proteção necessária ou usar proteção insuficiente, sim. É como você ir em uma partida de futebol com chuteira e caneleira, e encontrar um cara jogando descalço por achar que não tem perigo. O problema é dele é claro mas você não deixa de ficar preocupado em quebrar uma perna alheia não é mesmo? Eu se fosse jogar airsoft certamente iria de capacete fechado (igual paintball) e espero que os outros também estejam bem protegidos assim todos podem brincar a vontade e o tiro acidental se torna mero detalhe (ou consequência).

 

Mas e quanto aos outros pontos que citei, karolaza, o que você tem observado na pratica nos jogos que participa?

Edited by Ylram

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Eu concordo que acertar a arma não deveria ser dado como morto, mesmo porque arma não tem vida e acho valido o cara ter a oportunidade de usar uma secundária de apoio, quanto a acertar o oponente qualquer que seja e local ja acho valido a morte. :thumbsup:

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Li o post do Henrique, achei bem esclarecedor, e como ele mesmo citou não existe uma regra geral que vale para todos, mas conceitos que convém ser seguidos (não digo que devem de ser seguidos pois não sou entidade reguladora).

 

Fiquei intrigado com algumas questões e gostaria da opinião de alguns praticantes com base na realidade que se tem hoje no Brasil, como segue.

 

Em relação ao local de impacto do tiro, como o Henrique citou independente de ser um tiro na mão, no pé ou na arma, considera-se como "morto". Questiono como os praticantes tem tratado de fato a questão do tiro nos membros e na arma. Achei que era mais comum no caso do tiro "na arma", considerar a mesma como inutilizável, ou seja "morre a arma mas não o jogador", se o mesmo tiver arma de backup pode continuar jogando com esta do contrário logicamente sai do jogo pois fica sem arma. Já no caso do tiro nos membros (perna e mão principalmente) na pratica em sua maioria se aplica o conceito de "morto"? Já vi grupos jogar com o conceito de "ferido" onde o oponente baleado nos membros "pode" continuar jogando porém não pode sair da posição em que estava quando tomou o tiro (fica caído no chão por exemplo).

 

É uma questão de ordem prática. Não existe esse negócio inutilizar a arma e seguir com backup.

Armas de backup não são para isso em jogos de airsoft. Se o jogo é em um campo grande ou no mato onde disparos acontecem a distâncias grandes, você receber um tiro na arma e ficar com uma pistola na mão não resolve nada.

 

Nos jogos de airsoft, o uso de pistolas acontece basicamente em 2 situações. (1) invasão de local com pouca mobilidade para um fuzil ou carabina, o chamado CQB ou (2) uma pistola ser usada como alternativa para um sniper. Como o fuzil do sniper é de ação manual, a pistola é importante para a sua defesa.

 

Conceito de ferido desta forma que você colocou também não é padrão. Feridos são muito usados quando se utiliza a regra do médico. Veja post específico a respeito deste assunto.

 

A questão do "RENDIDO", fico imaginando se não dá mais atrito que a questão da "HONRA". Isso porque na pratica é uma regra que se deseja aplicar sem que algo de fato chegue a ocorrer! Não houve disparo, parte-se do suposto que a menos de 10 m você vai acertar o alvo, sem levar em conta quaisquer obstáculos ou imprevistos que porventura possam interferir em uma fração de segundos. Existe também o fato de que o jogo é rápido, ninguém sabe exatamente qual a distancia que está o alvo, as vezes seu oponente está a 12 m e acha que pode sair te rendendo. Ou então você ao mesmo tempo que acha que vai fazer a aproximação para render alguém, caminha para se tornar alvo de um oponente, entrando na linha de tiro do mesmo (ou seja aquele que você "acha" que vai render é mera "isca"). Como é que essa questão está sendo aplicada na pratica? Sinceramente pelos relatos que já tive é mais comum "dar um tiro na bunda" do que gritar "rendido", esse ultimo acaba sendo aplicados quando a distancia é tao pequena que quase se tem o contato corporal.

 

Não dá atrito nenhum. Óbvio tem de ser bem implantado e treinado. Se ninguém sabe reconhecer distâncias não adianta, né?

Por isso o briefing do jogo é tão importante. Se o briefing fala a respeito e repassa a regra de rendição antes de cada jogo, os jogadores vão se acostumando com as distâncias e procedimentos. A regra da rendição é uma absoluta questão de segurança. Já vi amigos sairem com BBs encravadas na bochecha por conta de disparos a curta distância. Pode machucar feio. Eu já tomei tiro na têmpora de 8 metros em full auto de um ato irresponsável onde a pessoa nem sequer estava olhando. Meteu a arma numa fresta e atirou (tiro cego). Isto é um absurdo. Grupos sérios não permitem que se descumpra a regra de rendição.

 

Agora, que tem grupos que nem brifam nem falam nada a respeito, isso tem.

Pra mim isso é muito perigoso.

 

Sobre o "fogo amigo" na pratica o que ocorre? Alguém toma o tiro do seu amigo, os dois ficam quietos e seguem jogando? Ou o baleado cai morto? é claro que sabemos que o certo é cair morto pois "tiro é tiro", mas o que eu gostaria de saber é na pratica o que vem ocorrendo?

 

Sempre depende do grupo. Mas o mais usual é que morre mesmo com fogo amigo. Como você disse, tiro é tiro. Em jogos de mato com infantarias é comum se combinar senhas. Se você percebe uma movimentação, dá um grito e espera ver o que volta e poder avaliar se é amigo ou não.

 

Por fim em relação ao equipamento de proteção, confesso que quando li "somente o óculos é obrigatório" fiquei até com medo! Muito arriscado deixar boca e ouvidos expostos, eu não teria coragem pois por mais que todos sigam a risca a regra do "sem tiro na cabeça", sempre existe a possibilidade de atingir involuntariamente estas zonas. Não se tem observado mudanças em relação aos equipamentos de segurança obrigatórios?

 

 

existem muitos jogadore com mascaras full face como no paintball. A maioria deles são ex jogadores de paintball que tem medo de impactos no rosto. Como isto é libereado no paintball os caras morrem de medo. Mas de fato no esporte airsoft, o tiro no rosto só ocorre em situações de tiro a longas distâncias onde a imprecisão inerente ao airsoft nào dá para garantir que não vai acertar a cabeça. Eu já tomei vários e nunca saí aborrecido com ninguém. Faz parte. Mas o mais importante é que um tiro na cabeça a 30 metros feito por uma arma de até 400 fps não vai te machucar.

 

Em 2010 chegaram ao mercado uma redes metálicas para proteger a região da boca que deve ser usada em conjunto com os óculos. São baratas, vende em tudo quanto è loja da China e várias pessoas tem usado. Tem preta, verde e Tan.

 

Eu usei por muito tempo o famoso lenço árabe enrolado no rosto como se deve. Mas já joguei muitas vezes só com óculos, no meu loadout do Vietnã 1968, eu jogo até de mangas dobradas. Mas tudo depende com quem joga. Em jogos do meu grupo convenciona-se jogar apenas em SEMI. Se fale atirar em FULL aí o bicho pega e é bom jogar até de luva.

 

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Henrique me passa o link do tópico ou post sobre a regra do médico, ou onde foi discutido o conceito de ferido, quero me informar melhor.

 

Uma coisa fica bem evidente, se você joga sempre com pessoas conhecidas com certeza é muito mais tranquilo pois de certa forma o grupo já tem as regras incorporadas na sua pratica. A curiosidade surge justamente quando se pensa em uma mistura de grupos ou pessoas com praticas diferentes, enfim uma visão mais macro de como o airsoft está sendo praticado por ai afora, se já se tem um consenso em sua maioria sobre as regras.

 

Obrigado pelos seus comentários.

 

Na medida que o airsoft se torne mais popular, duas coisas vão acontecer: ou surge uma entidade reguladora, ou vira um mix com cada comunidade (ou grupo) fazendo suas regras e conquistando os praticantes que mais se identificam com elas. Na pratica acredito que isso já ocorre hoje, uma mudança de regra que se mostra ruim para um grupo acaba cativando adeptos em outro grupo que a adota, concorda?

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SIm concordo.

 

É exatamente isto que está acontecendo. Os grupos estão se organizando e, até o momento, não existe iniciativa de congregar todos num barco só o que é uma pena. O que existe de fato é o seguinte: Existe um fórum brasileiro de airsoft de 2003 muito antes do airsoft ser regulado pelo exército no Brasil como é hoje. As pessoas que criaram o fórum foram a Brasilia diversas vezes mostrar o que era. A regulamentação que existe hoje é graças a estas pessoas.

 

Neste fórum, procura-se jogar da forma com que eu escrevi no texto inicial. Da forma mais segura, legal (no sentido jurídico) e esportiva. É proibido neste fórum, por exemplo, veicular eventos de airsoft sem que se mencione que será feita a cronagem das armas e conferida a documentação das armas. Os grupos só podem postar chamadas, fotos e relatórios dos jogos se as armas usadas nestes jogos estavam de acordo com a legislação.

 

E, também neste fórum, grupos, times e equipes podem ter o seu subfórum particular. Na prática, o fórum regula a regra geral do esporte como é praticado nos EUA e nos principais centros da Europa ( Reino Unido, Suécia, França, Portugal entre outros ).

 

O fórum é o Airsoft Brasil: www.airsoftbrasil.com

 

Muito do que trago aqui é a experiência do que aprendi lá.

 

Sobre o cenário do Airsoft no Brasil:

 

Paraná é o Estado onde o Airsoft é mais desenvolvido. Organizam eventos nacionais de nível internacional ( veja o tópico sobre a Operação Fênix ). Jogam da forma mais esportiva. Não são muitos mas os caras mais legais que conheço no mundo do airsoft. São exemplo e referÊncia para todo o Brasil.

 

Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Seguem bem de perto o cenário do Paraná. Também seguem as mesmas regras com variações muito pequenas e, da mesma forma que o paraná, tudo 100% dentro das regras mais restritas em termos de segurança e esportividade.

 

Rio de Janeiro. Outro cenário importantíssimo do Airsoft Nacional. Muitos times e associações de times. São avançadíssimos, fazem workshops e treinamentos pesados. São uma galera super bacana e são pouquíssimos os casos de grupos que não dão muita trela para as questões de segurança e legalidade das armas.

 

Nordeste: É um cenário mais espalhado mas tem verdadeiras celebridades do airsoft nacional principalmente em Fortaleza. Também seguem as regras mais restritivas e com a maior segurança possível. Conheço alguns deles e são pessoas maravilhosas.

 

São Paulo: São Paulo é um estado grande, com muita gente e aí é natural ter de tudo. Aqui tinham várias equipes e também turmas que joga junto a bastante tempo.

Sem meias palavras, São Paulo foi visto como o Estado onde as coisas nem sempre eram muito certas. E é verdade. Existem turmas que não dão a mínima para questões de segurança. Outras não dão a mínima para questões de legalidade das armas e ainda tem turmas que não dão a mínima para os dois... E olha que isso não é um julgamento meu. É assim que os demais Estados enxergam São Paulo. Mas fazer o quê.

 

São Paulo também os times que jogam nas regras mais restritivas quanto a segurança. Ou seja, por aqui tem de tudo. Mas o grosso do País joga nas regras mais rígidas, com briefing, debriefing, limites, cronagem e conferência de procedência. Em linha geral, todos os times e jogadores que frequentam o Airsoft Brasil comungam das mesmas idéias.

 

Outro cenário que também deve ser mencionado é o de Brasília. Muita gente boa. Graças ao fato de ter uma loja física lá, a coisa cresceu bastante. Mas também tem gente em grupos distintos com mais e menos rigor.

 

Se eu fosse chutar, diria que cerca de 80% dos praticantes de airsoft no país seguem as regras mais restritivas e seguras. 20% não seguem.

 

Mas note. Isto não é uma crítica. Todos tem o direito de jogar como querem. Não existe certo e errado. Os jogadores é que devem avaliar o que é o ambiente em que eles se sentem a vontade ou não.

 

Sobre a regra do médico, veja o Tópico Videos de Airsoft o post #13.

 

Sobre um exemplo dos que são os eventos do pessoal de Curitiba veja aqui: http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php?/topic/620-fenix-tactical-rifle/

e aqui: http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php?/topic/1992-video-da-operacao-fenix-ii-sera-o-henrique-na-participacao/

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Obrigado pelas informações Henrique, é justamente isso que estou buscando, saber mais sobre o esporte e assim quando entrar em uma "roda" (turma) de airsoft por ai, não fazer feio mesmo que for só para prosear.

 

Eu vi bastantes referencias do airsoftbrasil, inclusive fiz meu cadastro lá semana passada para poder ler mais, estou aguardando a aprovação.

 

Muito maneiro os videos, valeu também pela oportunidade de te "conhecer". Cá entre nós será que o EB é bacana assim em qualquer lugar ou só ai no Paraná?

 

Uma curiosidade, num evento grande destes, como fica o quesito "munição"? As equipes tem limite de munição ou é livre? Eu li em um dos posts que você citou ser permitido term até 300 tiros, mas não ficou claro se era para todo evento ou só para a prova de tiro prático.

Edited by Ylram

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Existe uma tendência de não permitir hi caps. (magazines de 300 tiros). Na Fenix se for só com midcaps (cerca de 60 a 100 tiros) pode ir com quantos quiser. Algumas missões específicas podem ter munição controlada como, por exemplo, 200 tiros. É um pavor danado.

 

Já vi gente jogando com real caps de 30 tiros. E o malandro levava 16 carregadores no colete. Realismo total.

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Rapaz quanto mais eu leio mais curioso eu fico, rs.

 

Mas vou parar por aqui senão acabo ficando chato e incomodo. Amanhã eu volto com mais perguntas (se tiver um tópico mais adequado me passa o link).

 

Abraço.

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