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Orlando

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Sobre Orlando

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    Atirador
  • Data de Nascimento 25-05-1957
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  • MSN
    olobosquejr@hotmail.com
  • Skype
    olobosquejr@hotmail.com
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Informações do Perfil

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    Masculino
  • Sua Localidade
    Santa Rita do Sapucaí / MG
  • Interesses
    Carabinas de pressão
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177 visualizações
  1. Orlando

    "La Joya" made in Brazil by Gamo

    Boa tarde Eduardo, obrigado
  2. Orlando

    "La Joya" made in Brazil by Gamo

    Sim são originais, na foto onde aparece o guarda- mato com outras peças, dá pra ver um conserto que fiz usando cianoacrilato com bicarbonato, dessa maneira a cola além da ótima adesão fica mais resistente e faz o preenchimento.
  3. Orlando

    "La Joya" made in Brazil by Gamo

    Boa noite, obrigado
  4. Orlando

    "La Joya" made in Brazil by Gamo

    Bom dia a todos, como havia dito ao Thiago Pacheco em abril passado, assim que terminasse a reforma da El Gamo 300 iria postar o antes e o depois, deixando-a apta, "a velha senhora" para muitos anos mais.... Um breve relato sobre a carabina em questão, ela foi adquirida em março deste ano, como o anunciado pelo vendedor, ela havia passado por "uma reforma", toda sua estrutura metálica estava pintada em preto fosco e sua coronha envernizada com um leve tingimento de vermelho, esses detalhes podem ser vistos nas fotos abaixo. O sistema de mira estava bem comprometido, a massa completamente detonada e a alça com o graduador de lateralidade faltando. Fiz uns dois ou três disparos e percebi que ao fechar o cano era produzido um barulho estranho no trinquete. Após essas constatações resolvi desmontá-la completamente. Remoção de toda pintura com thinner, deixando-a no metal, onde pude constatar que apesar dos anos ela não havia sofrido de corrosão, somente alguns pontinhos, que foram retirados com o lixamento, mas o que me chamou a atenção foi pontos de erosão do metal na parte inferior do cilindro, parte essa que fica protegida pela biela, local esse que não está em contato nem com a madeira da coronha e tampouco com o suor das mãos de quem a portava. Esse detalhe ficou para preservar sua história e que em nada prejudicaria sua conservação ou seu funcionamento. A reforma começou pela coronha, removendo o verniz antigo com uma lâmina e efetuando o lixamento com lixas 180, 220 e 320, umedecendo entre um ciclo e início do outro até obter uma superfície bem lisa ao tato, o que foi relativamente fácil devido as caraterísticas e qualidade da madeira utilizada em sua confecção. Após essa etapa foi a vez de aplicar o Tru-Oil, foram nove demãos ao todo, em algumas depois de seco lixei com Bom-Bril e a última passei uma lixa 1200, bem suave para obter uma superfície completamente lisa e com semi brilho. Quanto as ferragens, cano e cilindro, estes foram lixados com lixas 220, 320, 400 e 600, foi um processo lento tudo manual e demorando, ainda mais por estar reformando e restaurando outras duas carabinas, antigas Rossi Dione, uma restaurada datada de VIII/80 e a outra reformada, esta deve ser de meados dos anos 70. Parafusos e pinos foram recuperados com lixamento usando lixa 320. Polimento do cilindro internamente com lixa 320, retirada de rebarbas da usinagem do "transfer port" com lixa 320. O acabamento final da parte metálica foi executado de três maneiras distintas, parafusos, pinos e pistão, foram oxidados após aquecimento e mergulhado em óleo, a caixa do gatilho, túnel da massa de mira e alça de mira com Super Blue, cano, biela e cilindro, com oxidação a quente por imersão em solução cáustica. As peças de reposição utilizadas foram em sua maioria originais da Gamo, alça de mira - modelo Delta - , massa de mira em fibra óptica - modelo Hunter/ Big Cat - , mola helicoidal Gamo com 34 elos, vedação do cano original Gamo, tampa do cilindro - modelo Big Cat 1000, bucha do pistão em P.U. modelo Gamo 68 da Elite ( não houve necessidade de qualquer ajuste para o cilindro) e parafuso Allen cabeça chata para fixação a bucha de P.U.. Na montagem foi usado graxa de lítio para lubrificação da mola, cilindro parte externa, guia da mola, culatra, trinquete e sua mola. Bucha de P.U., parafuso da articulação do cano, arruelas do bloco e sistema de gatilho, foi utilizado pasta G. A mola foi encamisada com flime de raio X. Por conta da substituição do poste ausente da massa de mira por fibra óptica, optou-se pelo uso da alça de mira também em fibra óptica, apesar de ter recuperado a parte faltante da alça original. Finalmente certificando a qualidade e características desta maravilhosa carabina, que no passado foi produzida neste país, com seus primeiros disparos pós reforma. A seguir fotos do antes e o depois:
  5. Outra dica, procure bastante ( vasculhe ) bem o mercado livre, você poderá encontrar algo que lhe sirva.
  6. Boa tarde mgnovaes, você pode ver alguns itens na www.robguns.com .br, fiz algumas compras lá. Mas muita atenção pois algumas peças são das Dionéa mais novas e não servem naquelas da década de 70/80. Se a sua tiver a tampa do cilindro grande, igual a do autor deste tópico, certamente ela é dos anos 79/80, ela difere das mais antigas pelo o'ring de vedação do cano, nesse caso ele fica alojado no cilindro e seu tamanho é menor que as mais antigas. Esse o'ring estava disponível na robguns, comprei três no mês passado, eu estava atrás daqueles usados nas antigas e acabei comprando um kit para injetores de combustível, usado em automóveis, são maiores que a sede no cano, mas com um trabalho de lixamento ele acabou casando perfeitamente. Espero ter ajudado, qualquer dúvida estamos aqui para compartir conhecimento e experiências, abraço
  7. Orlando

    Gamo black fusion 5,5 mm.

    Boa noite, tenho uma no calibre 5,5 desde 05/2016 sem nenhum problema ela é leve, potente e precisa é extremamente suave em sua mecânica. Creio que as pessoas que sofrem de achismo deveriam deixar o imaginário de lado e partir para a realidade. Tenha uma nas mãos, gaste bastante chumbo, analise suas características e para qual objetivo foi desenvolvida e aí sim expresse seu parecer. Uma empresa como a Gamo não desenvolveria um produto ruim para comprometer sua reputação e credibilidade alcançada ao longo do tempo. As gamos 68 e matic quando do seu lançamento devem ter sofrido críticas semelhantes a essas carabinas atuais, por conta do uso de plástico nas suas telhas/coronhas, madeira era sim o material a ser utilizado para esse fim e não o plástico! Hoje são objetos de desejo de muitos. Espero ter dado alguma contribuição para que você possa tomar a decisão mais conveniente ao que está procurando.
  8. Valeu pelas dicas, vou tentar fazer e instalar na que estou reformando, obrigado e um abraço 👍
  9. Olá boa noite Pata, no caso da dione você também fabricou um par de “ copinhos” em alumínio, ou conseguiu o conjunto parafuso e “copinho” em alguma loja de ferragens? Abraços
  10. Boa noite Pata, uma pergunta o que você usou para dar acabamento na sede dos parafusos dianteiros da coronha? Um abraço, ainda em tempo .... belo trabalho
  11. Boa noite Décio, tenho uma igual à sua, a tampa do cilindro é maior que as de anos diferentes, ela cobre os dois pinos, a minha está em processo de restauração, retirei a tampa usando um pedaço de madeira para não estragá-la, e dando golpes com um martelo pequeno ela saiu sem problemas. A minha tem a culatra em material plástico. Uma vez retirada a tampa você utiliza um compressor de molas e retira os dois pinos, caso a bucha estiver estragada, deverá levar a um torneiro e mandar retirar o rebite que fixa a bucha de couro e abrir um furo para parafuso m5. A bucha em PU e a mola você encontra no ML ou no ROBGUNS, neste último você deve encontrar um kit para a Rossi Dione completo. Já a vedação do cano deve ser no cilindro e aí o que consegui compatível foi o da Elite Airgus para a cometa cód 8924. A minha é de VIII 80. Espero ter ajudado, qualquer dúvida é só perguntar, abraço.
  12. As buchas são as mesmas nos modelos 68 e 300, já as molas tem códigos diferentes a 68 tem o código 0716.0 com 39,5 voltas e a 300 o código é 0144.0 com 32 voltas, pelo que observei as molas têm o mesmo diâmetro e calibre do arame o que muda é o comprimento. Statical, G 300 e Hunter antiga compartem da mesma mola impulsora.
  13. Boa tarde Thiago, como havia pensado e dito a bucha da G 68 serve sim na G 300, segue fotos, utilizarei um parafuso allen no lugar do de fenda, mesma medida M 5 passo 8. Abraço
  14. Bom dia esse anexo foi tirado do grupo armasdear.com.br no review da ela gamo 300. Lá você consegue bastante detalhe da arma.
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