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Pincipi

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  1. Hoje, 15 de abril de 2019, dia 222, faltando 78 dias na minha contagem regressiva, fico sabendo que no dia 11 nosso presidente anunciou que vai facilitar a vida dos CACs, sem entrar em maiores detalhes. Pelo visto, nem adianta mais ficar contando o tempo para comemorar. Má línguas dizem que vai reproduzir o projeto do "Peninha" PL3722 de 2012: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=541857 E até mesmo extinguir o 9493, antes mesmo deste entrar em vigor.
  2. Observei que na prática, o ferro de solda só derrete a porção que está em contato direto com o chumbo, não derrete ele todo. O sugador de solda não dá muito certo quando o chumbo está mais fundo no cano, mesmo usando a gravidade, com o cano apontado para cima. Ir removendo o chumbo que gruda no ferro de solda resolve bem apesar de que, é mais demorado, vou limpando num pedaço de pano, fica um pouco queimado e chumbo passa todo para ele. Tem uma tal de solda de baixa fusão; ela se mistura ao chumbo derretido. Demora mais para endurecer depois que a fonte de calor é removida, dá para combinar com uma malha de dessolda; com o ferro de solda aquece o chumbo junto com a solda de baixa fusão, tira o ferro, coloca a malha dentro do cano e repõe o ferro, a malha vai absorvendo o chumbo misturado com a solda. O grande problema desta técnica é que o resto de chumbo derretido fica bem grudado no raiamento e ainda estou pensando como faço para raspar sem danificar a raia.
  3. O soprador térmico que usei é daqueles de estação de retrabalho (eletrônica) mas, acho que também dá com o soprador térmico de boca mais larga, daqueles usados para descamar tinta ou moldar canos. Na primeira experiência que tive, notei que as impurezas ficam na parte de cima da sopa de chumbo, as partes oxidadas e o carvão preto dos restos de papel ficam boiando com uma cor mais escura e o fundo fica bem brilhante com cara de chumbo novo. Depois de esfriar esse resíduo de cima vira um pó ou fuligem que se desmancha na mão. Eu acredito que alguma impureza acaba incorporando. Se observar nos detalhes das fotos acima, onde derreti o chumbo já encravado na madeira, vai notar que é meio parcial o derretimento, acho que para derreter bem precisa de mais calor. Tem uns vídeos divertidos na internet: Dá para ver que a parte de cima fica feia e na parte de baixo sai ele bunitinho e brilhante. Até pensei em projetar uma metralhadora que dispara o chumbo derretido.
  4. Então não é chumbo derretido, é apenas entupido, vai sair fácil na vareta mesmo sendo três.
  5. Sei lá, eu pensei que tinha colocado uma bucha de pano e jogou o chumbo derretido, fechou o cano e disparou chumbo quente! kkkkk
  6. Acho que também dá certo com ferro de solda e/ou estação de retrabalho (soprador térmico):
  7. Para situações de querer derreter chumbo, seja para fabricar sua própria munição ou para desentupir um cano, abro este post para a troca de ideias e técnicas para trabalhar o ponto de fusão do chumbo. A primeira vez que fiz isso eu tinha 13 anos e usei uma espiriteira elétrica (minha mãe usava para derreter cera de depilação), uma coisa com resistência elétrica e uma latinha, consegui derreter chumbinhos usados e fiz um bloco de chumbo. Depois de 40 anos resolvi brincar de novo e usei um ferro de solda regulado em 480 graus: Depois usei o soprador térmico também ajustado em 480 graus: Achei interessante discutir o assunto.
  8. A broca que usou foi muito grossa, acho melhor usar uma mais fina, o suficiente para vazar o chumbo, ai a resistência na parede interna fica menor e sai mais fácil na vareta.
  9. Depois que li o post do Alberto José, pensei na possibilidade de usar meu ferro de solda, ele é fino o suficiente, vai até dois centímetros dentro do cano e tem ajuste máximo de 480 graus, o que seria acima do ponto de fusão do chumbo. Só para confirmar, a foto acima é depois de usar a broca?
  10. Sem danificar eu não sei como. Medir a profundidade e bater o cano em uma madeira, na técnica do martelo de inércia, ir repetindo para ver se o chumbo se desloca, parece que não vai resolver, se o chumbo foi derretido teve ter ficado bem fixado. Se tentar dar leves golpes em uma vareta pode riscar a alma. Se tentar com broca fina e ir aumentando o tamanho também corre o risco. Deflagrar espoleta com pólvora também coroe o cano e pode entumecer (dilatar) se por muita pólvora. Aquecer para derreter o chumbo vai destemperar o cano. Alta pressão de uma PCP ou cilindro pode resolver, tentar primeiro com 200 BAR e depois com 300 BAR. O único problema é como fazer a vedação no cano, talvez um cano de borracha de alta pressão preso por braçadeiras, unindo as duas pontas dos canos ou a ponta do cano com a estação de recarga. Levando em conta que tentaria tudo no sentido contrário, para que o chumbo saia pela culatra. Seguiria uma progressão de meios, começando pelo que acho menos danoso. Usando spray desengripante. Eu tentaria primeiramente com a alta pressão e em não resolvendo, tentaria a broca fina, bem centralizada, depois de vazar o chumbo partiria para leves pancadas com a vareta, em não resolvendo, tentaria com uma broca um pouco mais grossa seguida de mais pancadas, para só então tentar rosquear um parafuso, prender na morsa, ou o cano ou o parafuso, tentar puxar, depois tentar fazer alavanca, para só então tentar bater . Depois de tudo isso, ainda tendo um chumbo preso na raia, tentaria de novo a alta pressão e depois mais uma vez com um chumbo na outra extremidade do cano na esperança de que ele alcance velocidade e desprenda o chumbo preso. Finalmente se ainda não conseguir, pediria ajuda no Fórum. De qualquer forma, convém esperar a manifestação de outros atiradores, sempre aparece alguém com uma ótima solução. Tem que tentar também uma busca minuciosa no Fórum, pelo que me lembre, este assunto já foi discutido aqui.
  11. Minha lista seria em torno de 20 armas que usei e depois vendi para comprar outra porém, não guardei registro escrito do que tive, então coloco apenas do que me lembro: Chapinha 4,5mm, a primeira carabina a gente nunca esquece! Carabina Fionda mod. 80 4,5mm, como me arrependo! espero um dia preencher o vazio que ela deixou com uma Huben HK1. Pistola Crosman 1377 4,5mm, conseguia apagar velas a 50 metros, impossível de ser substituída. Carabina Crosman M4-177 4,5mm. Carabina Crossman MK-177 4,5mm. Carabina Fixxar 4,5mm (decepa dedos). Pistola Zoraki HP-01 4,5mm. Pistola Zorro 4,5mm (Argentina). Agora as que ainda tenho: Carabina Crosman MTR-77 NP 4,5mm, estúpida, destrói o alvo sem dó. Carabina Artemis PR900W 5,5mm, em fase de adaptação. Pistola AirArms AlfaProj Sport 4,5mm, muito a aprender com ela ainda. Pistola AR+ S400, pior de todas. Pistola AR+ S9 (Igual Beeman P17) Excelente precisão, surpreendeu. Previsão de compra ou sonho de consumo fica apenas na Huben HK1, acontece que por enquanto as que existem no mercado não me atraem. Sou exigente, quero de chumbo 4,5mm, com algum sistema eletrônico tipo smart-rifre, estilo bullpup e automática (metralhadora mesmo!)
  12. Viajando na maionese... ...para mim tem vários tipos de espingarda com raia e vários tipos de esfera, quando me refiro a tipos de espingarda com raia menciono a Fionda Mod. 80 de CO2 própria para esferas de chumbo, na época de sua fabricação, década de 70 e 80 não se falava em outros tipos de esfera, tão pouco se comercializava os diversos tipos de esfera que se encontra hoje em dia, de chumbo, de aço, de plástico, de chumbo com banho prateado ou dourado (dizem que o banho protege as raias) e de gel com tinta dentro, (talvez existam outros tipos que ainda não conheço)a diferença do cano raiado da Fionda em relação aos outros canos raiados de armas de pressão do mesmo calibre 4,5mm é que o da Fionda é algo em torno de 4,7 ou 4,8mm, ele é mais largo, se colocar a esfera de chumbo dentro do cano, ela rola de uma ponta a outra sem resistência e como dito acima, na hora do disparo boa parte da pressão do ar se perde no espaço entre o chumbo e as raias, enquanto que nos casos da maioria das outras armas em que o calibre real do cano é 4,5mm, o mesmo chumbo esférico fica preso na raia ao ser colocado, ele não rola dentro do cano, fica parado. Nesta época remota (anos 70 e 80) existiam setas metálicas com pelos coloridos, que não tinham muita precisão mas, eram diversão garantida, podendo serem reaproveitadas indefinidamente quando se utiliza alvos de rolha ou livros de papel, os vendedores não alertavam sobre os danos em potencial e apenas os atiradores experientes tinham a noção mas, não se divulgam informações deste tipo como hoje em dia. Partindo desta diferença básica, faço minhas conjecturas, imagino que num cano mais largo em relação a esfera, ou seja, no caso em que a esfera rola solta dentro do cano, os danos em potencial são menores, justamente porque tem menos atrito entre a esfera e as raias, acredito que durante a trajetória dentro da cano, a esfera vai ficar batendo em algumas partes das raias, enquanto que, no caso de uma esfera mais justa ao interior do cano, vai ter mais atrito, se arrastando em contato com toda a raia, então pela lógica deduzo que os danos nas raias sejam menores quando a esfera rola solta dentro do cano e não fica presa. Uma segunda linha de pensamento, em complemento à anterior, diz respeito ao material usado na esfera, se este é mais duro que as raias, como por exemplo a esfera de aço mencionada acima, com certeza o raiamento vai sofrer danos a curto prazo, embora que, não posso determinar se dez ou mil tiros farão alguma diferença, ao contrário, uma esfera de chumbo, não vai causar quase nenhum dano, vai é deixar resíduos de sua passagem e ainda, comparando com plástico ou gel, acredito que estes também deixam resíduos de passagem mas não devem causar dano algum às raias, nada que uma apropriada limpeza possa resolver. Por fim, para encerrar a viagem na maionese, imagino duas possibilidades básicas de comportamento do atirador: 1-Diversão sem precisão, por exemplo acertar na latinha ouvindo o barulho, não importando em que parte dela se acerta, o que vale é ouvir o impacto do acerto. 2-Compromisso sério com precisão, por exemplo acertar seguidamente no ponto exato da mosca e considerar qualquer milímetro fora como erro, o que vale é acertar exatamente no centro do alvo. No primeiro caso, se a arma vai estragar ou não, pouco importa, geralmente nestes casos se utiliza um armamento barato e muitas vezes munições reutilizadas, não precisa ter medo de ser feliz, mesmo com danos na arma e consequente perda de precisão, ainda consegue acertar em latinhas a curta distância. Já no segundo caso, tal comportamento é inadmissível, é um sacrilégio, uma total falta de respeito, já que a precisão da arma vai ser inevitavelmente afetada, causando uma desvalorização do bem e pior ainda, agindo no inconsciente do atirador desestimulando à prática do nobre esporte. Faça uma comparação entre uma espingarda de mola chinesa de R$ 400,00em que quase não tem diferença na precisão com um raiamento bom ou danificado e com uma carabina olímpica de R$ 20.000,00 com um raiamento igual à um espelho e mais liso que o vidro, qualquer mínimo arranhão pode comprometer seriamente a precisão do tiro e custar uma medalha. Peço desculpas aos usuários do fórum se deixei alguém arrepiado com esta linha de pensamento.
  13. Fazer forração não gera algum tipo de resíduo? Tipo pedaços de EVA ou levantar pó de lã? Já testei muitos materiais e sempre observei a deformação. Na parte do barulho bati o martelo em usar tecido de aramida em forma de cortina: A questão do som do impacto ficou resolvida definitivamente. Mesmo assim ainda ocorre deformação, ainda não descobri um jeito de não deformar o chumbinho no impacto. Essa parte de reaproveitar chumbo merece um tópico à parte, posso comparar a reutilizar preservativos, fio dental ou uma cueca bem suja, vai de uma pessoa para outra, tem gente que fica enojada só de pensar enquanto que outros fazem isso com naturalidade.
  14. Já tive uma 4,5mm também da Fixxar, nova, com coronha de madeira (dizem que a de polímero dá menos precisão). Por incrível que pareça, conseguia acertar na mosca usando chumbinhos Tupy, já com o mais caro Rifle, ela não agrupava. Tive problema com a trava de fixar a alavanca no cano, a minha era de plástico e cedeu, não segurando mais a alavanca no lugar, resolvi o problema colando uma fita crepe de modo a forçar a ficar um pouco fechada, aqueci com um soprador térmico e esperei esfriar o plástico numa posição em que a trava ficou segurando firme. Outro detalhe é que toda a oxidação estava meio vermelha e depois de uma limpeza com óleo, em que saiu muita ferrugem, ficou preta mas, com muitos pontinhos minúsculos de ferrugem. Quanto ao uso de luneta, em termos legais, aconselho a esperar a nova prorrogação da entrada em vigor do novo decreto: Que dá a entender que libera a luneta para armas de pressão, de qualquer medidas, tipo a 3-9X40. Por enquanto até pode se divertir com uma 4X20 (se é que é possível se divertir com algo de tão baixa qualidade ótica)a não ser que tenha CR.
  15. Essa eu não tinha percebido! Na marcação de 1:50 min mostra o chumbinho na mão dele, se olhar com atenção vai ver que a lateral do chumbinho está lisinho sem as marcas características quando passa pelo raiamento. Isso é por demais incrível! Ou então a qualidade da imagem mascarou. Me engana que eu gosto.
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