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Pincipi

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  1. Nesses casos pode esquentar e esfriar, ou um ou outro e a cola acaba cedendo em algum momento. Isso! Só agora lembrei que já vi um tópico neste fórum sobre o assunto.
  2. Pincipi

    testando materiais de vedação da rosca do manômetro

    Exato, de acordo com o documento em referência: E pela deformação no anel: Só pode ser erro de montagem mesmo, na primeira vez que desmontei já notei a deformação do anel, se eu tivesse outro anel destes tinha como tirar a prova final.
  3. Cada um se diverte como quer, eu desrosqueei o terminal de uma mangueira para separar o conector: Se bem que no mercado esta peça pode ser encontrada à venda, depois disso peguei de um cilindro o manômetro a ser testado e passei quatro voltas de fita vedarosca: Não deu certo, vazou o ar mas, com oito voltas não vazou: Acima como ficou a montagem e abaixo o encaixe na bomba PCP. As medidas dos ponteiros coincidiram conforme a pressão aumentava com as bombadas. O próximo material a ser testado foi o anel de cobre original: Não teve jeito, vazou mesmo apertando bastante, depois testei um anel Oring de borracha nitrilica: Também não conseguiu vedar e o ar vazou. Pelo jeito por enquanto a veda rosca é a única eficiente, ainda falta testar outros materiais.
  4. Não me conformei e decidi que iria tentar de novo até conseguir ou destruir, desta vez na base da marreta a rosca foi cedendo aos poucos: No mesmo esquema do torno e chave de boca, só que usei a marreta dando pancadas na aste do torno para apertar bem e depois as mesmas pancadas na chave de boca, na terceira marretada estalou e começou a ceder.
  5. Pincipi

    Review - SPA PR900W - Original de fábrica.

    Desculpem se não vem ao caso mas, quis colocar aqui o seguinte link: Acho mais fácil para minha referência pessoal.
  6. Chegou a estação DIN e a conclusão lógica é que Yoke não encaixa em DIN: Nesta visão dos bocais em questão, consegui tirar minhas conclusões pessoais (elementar meu caro Watson), o DIN só serve no DIN mesmo: Como aqui no detalhe da torneira e o encaixe da estação DIN, antes de rosquear e depois de rosquear: Pode parecer muito bobo o assunto para quem já o domina a anos mas, para os novatos sem noção é uma importante descoberta para saberem o que comprar sem ter dor de cabeça. Num esquema, vendo por dentro como fica o encaixe acima: À esquerda é a torneira e à direita é a estação DIN. Já no caso da mesma torneira DIN, com a estação Yoke fica assim: Não tem a vedação correta, falta o adaptador Yoke/DIN: Tendo ele rosqueado na torneira fica assim: Porém, o tipo de torneira em questão não permite o encaixe deste tipo de estação Yoke e como o tipo de cilindro não permite a troca da torneira, declaro oficialmente que não tem outro jeito a não ser que utilize outro adaptador: DIN/Yoke.
  7. Comprei uma mangueira de reserva da China, o anúncio é este: A mangueira entregue é esta: Meu objetivo é remover os terminais e estudar possíveis gambiarras, guardando a mangueira para uma emergência. Paguei R$ 36,17 no cartão e não incidiram impostos. Compra no dia 01Abr18 e entrega no dia 12Jun18. Nem testei para ver se havia algum vazamento, fui direto na desmontagem: Primeiro prendi em um torno e tentei girar o terminal com uma chave de boca 14 mm, aconteceu que a peça resistiu e girou por completo, sendo marcada pelo tono: Depois tentei diferente, usei um alicate de pressão e deu a mesma coisa, só consegui marcar a peça: Observando melhor, notei que a vedação não tem fita veda rosca, tem alguma espécie de cola vermelha: É isso, não consegui desrosquear os terminais, quem montou fez de tal forma que não consigo desmontar sem danos. Lição aprendida, é melhor comprar as peças em separado a não ser que queira usar como está, sem possibilidades de adaptação.
  8. Sim, tem razão, ao lixar o aço, sua parede fica mais fina e justamente neste ponto de menor resistência, ele pode vir a romper com a pressão.
  9. Peguei uma pistola de mola S3 da AR+ e achei que a vedação do cano não estava boa porque deixava o óleo de silicone vazar no disparo, ficava a marca estrelada. Ai resolvi remover: Parece algo como aqueles courinhos de torneira antigas: O vão é fundo, mede uns sete milímetros: Um detalhe da bucha, do lado que encosta no chassis:
  10. Está ficando assim: Notei que o aço tem linhas, como se o cilindro tivesse girado em seu eixo e foi torneado, passei agora a usar lixa de ferro, de forma manual apenas nos detalhes que não foram totalmente removidos.
  11. As coisas não são tão fáceis assim, ocorre que ao trabalhar mais tempo com o disco de lixa e com a pedra, a tinta vai grudando neles formando uma camada, enquanto que na escova, não forma camada, por outro lado a escova demora mais para remover a tinta e leva três vezes mais que o tempo da pedra e do disco. Coloquei em ação mais uma ferramenta, um martelo, vou batendo em ângulo em cima das bolhas da tinta para ir descascando e facilitar o trabalho das outras ferramentas, acontece que o cilindro toca igual a um sino e tem que usar protetor auricular para não ficar com o zunido nos ouvidos.
  12. Raspando a tinta para remover os pontos de ferrugem do lado de fora: Testei com os três materiais acima, acoplados a uma parafusadeira. Com a escova fica assim: Parece que remove a tinta mas, não consegue raspar a ferrugem. Com a pedra fica assim: Parece que raspa tudo. Com o disco fica assim: Parece que raspa meia boca, remove a ferrugem mas, fica um pouco de tinta. Acho que vou trabalhar com a pedra, lixar bem o aço, deixando sem resíduos, depois descubro se vem o primer ou a massa plástica primeiro.
  13. Certo, valeu pelas informações, são muito úteis. Realmente autonomia e peso são indiscutíveis, acontece que na realidade minha linha de pensamento é diferente e me desculpem se não divulguei antes porque ainda é de cunho íntimo, quero conhecer os materiais disponíveis no mercado, ver como eles se interagem, depois publicar as descobertas, como por exemplo: YOKE não encaixa em DIN, mostrar o porque e ainda possíveis soluções com adaptadores, numa outra fase, quando conseguir uma compatibilidade funcional, partir para recarga em casa (milagre!), considerando que a localidade não possui pontos de recarga próximos ou então que o cilindro não tem o teste hidrostático em dia, finalmente numa terceira fase, comprovar por comparação que a longo prazo sai muito mais barato e prático investir exatamente naquilo que o pessoal do Fórum sempre fala.
  14. Certo mas, considerando que eu compre o cilindro de 300 BAR eu iria utilizar ele com 200 BAR que é a pressão máxima da arma que vou recarregar (Air Arms Alfa Pistol, sem manômetro) ou então eu carregaria o cilindro com 300 BAR e faria o controle manual fechando a torneira quando atingir a pressão máxima? (me guiando pelo manômetro da estação de recarga)
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