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Pincipi

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  1. Sim, deu muitas boas ideias, no vídeo parece ser tão fácil! A primeira coisa que tenho a fazer é parar de ficar batendo a cabeça tentando moldar com peças de chumbo que não estão no padrão de 5 mm. No vídeo deu a entender que usa fio de chumbo extrusado de 5 mm: Tudo ali é diferente; guilhotina, forma de várias unidades com uso de torquimetro, prensa manual, lâmina de plaina de marceneiro. Só faltou mostrar uma seleção por peso, por tamanho e algum tipo de teste como rolar em superfície plana para ver se está balanceado. Olhando assim, o acabamento parece ser melhor do que o fabricado industrialmente.
  2. Eu acredito que entre pela parte de cima pois quando bombeio, dá para ouvir o barulho do ar passando exatamente na peça 4.
  3. Fiz o meu protótipo de prensa caseira: Utilizei uma parte de uma batente de porta, cortando três pedaços de 11 cm e dois de 44 cm, na serrinha de metal (haja braço), armação presa por 14 parafusos grandes com arruelas, furos com brocas de dois tamanhos, mais fio para a parte da rosca, o macaco hidráulico de 2 toneladas foi preso por 4 parafusos pequenos com arruelas, adaptei uma chave de fenda no lugar do pino da válvula, (pensei em usar uma maçaneta de porta mas, parece que não tem espaço para ela girar) para abrir e fechar mais fácil do que ter que ficar encaixando e girando a haste, também usei uma luva de pvc de 3/4 para evitar que a base da forma se desalinhe com a ponta do macaco. Custo total R$ 0,00 aproveitei coisas que já tinha, material sobrado de reforma, com exceção do macaco que foi um presente de um amigo, alguém tinha comprado para usar num Gol e viu que não dava a altura suficiente, ai deu para meu amigo que o deixou encostado na oficina até eu aparecer com a ideia de fazer uma prensa. A espátula é usada e ainda falta afiar para ver se corta bem o excesso de chumbo da forma. Pelo fato de ainda não ter fixado a uma base firme, ao fazer a força na alavanca, o conjunto se projeta para frente, coisa que pretendo resolver fixando numa parede ou em alguma mesa firme. Também falta colocar uma chapa de metal na parte superior porque a cabeça da forma está afundando a madeira. Em um rápido teste vi que realmente a prensagem desta forma é muito melhor em acabamento do que por marteladas, como o conjunto fica bem preso após prensar, bati o martelo no pino da cabeça do chumbo para soltá-lo, ocorre que ao fazer isso, amassei o pino de modo que ele não sai mais da forma, típico erro de amador que ainda não sabe direito o que está fazendo: À esquerda o pino da saia e à direita o pino da cabeça. Abaixo o detalhe de lado:
  4. Vamos a minha primeira tentativa de derreter o chumbo de bateria coletado: Utilizei uma frigideira de ferro fundido no fogo de fogão, comecei com três placas no fogo baixo e após três minutos estava saindo bastante fumaça do ferro fundido, não do chumbo, aumentei o fogo para o máximo e depois de três minutos nada mudou, a não ser o cabo de madeira que não podia ser mais tocado sem luvas. Joguei alguns chumbos usados no meio e não sei dizer o porquê nada derreteu então joguei um pouco de pasta ou fluxo de solda e pegou fogo por alguns momentos, finalmente os chumbinhos usados derreteram mas, as placas coletadas da bateria não derreteram, joguei mais alguns chumbinhos, alguns derreteram outros não. Fiquei balançando tentando misturar tudo, o chumbo derretido envolveu as placas e nada delas derreterem. Por fim, sem separar a escória, escorri um pouco na forma e obtive meu primeiro lingote de chumbo: Lembrando que é formado apenas por chumbinhos usados, já que o chumbo das baterias não derreteu. Depois de esfriar virei ao contrário para ver a parte de baixo: Deve haver algo na liga de chumbo das baterias que impede de derreter ou então não atingi a temperatura certa ou estou fazendo algo errado. Caso eu tenha feito do jeito certo e atingido a temperatura correta, chego a conclusão de que o chumbo das placas de bateria não presta nem para derreter. O chumbo das placas de bateria não se dobra fácil, se quebra e se esfarela ao forçar. Parece que não vale a pena mesmo coletar chumbo de bateria para fazer chumbo caseiro.
  5. Achei um vídeo em que o autor fala que o chumbo de bateria não deve ser utilizado para projéteis, que deve ser descartado por causa da contaminação do ácido: Por volta de 4 minutos e 30 segundos na linha do tempo do vídeo. Outro detalhe observado é que as minhas ferramentas metálicas utilizadas para abrir a bateria se enferrujaram ou entraram em estado de corrosão nas áreas que entraram em contato com o ácido, por lógica dedutiva, sem amparo científico, posso deduzir que mesmo submetendo ao calor derretendo, parte do ácido não vai evaporar, o que evapora é a água então, a liga de chumbo de bateria derretido vai conter alguma coisa ácida e em decorrência do disparo, no passar pelo raiamento do cano deixando resíduos, vai provocar alguma corrosão a longo prazo se não for devidamente limpo, mera teoria especulativa que pretendo por à prova algum dia.
  6. Comprei no MercadoLivre por R$ 198,90 com o frete para SP e o vendedor disse tudo bem para comentar sobre a compra aqui no Fórum: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1251317556-forma-de-chumbinho-5560-obs-faz-ponta-oca-e-ogival-_JM?quantity=1#redirectedFromSimilar Anúncio do Junior M, para quem se interessar o Whats dele está em alguma parte neste tópico: Ele enviou um vídeo tutorial demonstrativo mas, não tem um link de publicação, esta é a foto da prensa que ele está usando agora e que lhe custou R$ 80,00, ele recomendou que o resultado é melhor por prensagem do que por marteladas. Pelo que vi na internet o macaco utilizado é de 2 toneladas e existem outros modelos de 4 e de 5 toneladas. Já a barra de metal eu desconheço as medidas. Minha intenção era adaptar para a prensa de ilhós, igual a utilizada no kit da CO2 Brasil. No vídeo demonstrativo só mostra os chumbos já cortados e preparados para a forma, não mostra detalhes de medidas do chumbo e tamanho do corte. Eu comprei na loja A Pesca na galeria entre a Rua Cásper libero e Brigadeiro Tobias no centro de SP um quilo de chumbo tipo prego por R$ 20,00 que pela medida a olho nú numa régua pareciam ter 5 mm mas, na realidade, ao chegar em casa e medir no paquímetro deu 6,5mm : Quando tentei encaixar, deu esta dificuldade: A parte mais fina é a parte que consegui enfiar no buraco após dar umas marretadas, o tamanho da medida do chumbo que deve ser o certo pode ser de 5mm ou de 4mm, ainda preciso encontrar estas medidas para testar e encontrar o tamanho ideal de trabalho. O preço do quilo de chumbo varia muito de um lugar para outro, o mais barato que encontrei foi na loja ao lado do Stand de tiro da Rua São João no centro de SP, de R$ 20,00 por R$ 18,00 o quilo no dinheiro entretanto, não tinha a medida que queria pronta e achei que não compensaria o esforço de derreter e moldar. O mais caro foi R$ 32,80 também em alguma loja no centro de SP. Pesquisei só por chumbos de pesca e ignorei outras alternativas como chumbo usado ou reciclado de stand de tiro, lojas de balanceamento de pneus (não vendem, o fornecedor recolhe e recicla) ou ferros velhos. Na internet existem muitos anúncios. Na parte de cortar o chumbo, o tópico mencionado acima mostra uma tesoura de poda adaptada com uma chapa limitadora, eu comprei uma e usei para cortar sem problemas, não é difícil e não precisa de muita força: Falta fazer o limitador, que deve ser uma chapa de metal com um furo em rosca para regular no parafuso de mesma medida e mais comprido que substitui o original. Também usei um cortador de fio que corta igualmente sem dificuldades: Segue abaixo imagem das embalagens para referência: A tesoura eu comprei na Agropinhalzinho que fica no centro de Pinhalzinho/SP em frente ao Supermercado União e o alicate na Leroy Merlin por R$ 30,90. A Tesoura de poda tem em muitos lugares com preços médios de R$ 30,00 e o alicate de corte eu só achei na Leroy mesmo. Também cortei o chumbo usando um martelo batendo em uma faca apoiando na madeira, ou um formão e com mais dificuldade uma espátula afiada. Outros alicates com a função de corte serviram perfeitamente. No caso das turquesas eu vejo uma limitação para o tamanho de corte. Ainda deu para serrar com um esforço maior. Enfim, cortar é fácil, o difícil por enquanto é achar um padrão de cortar no mesmo tamanho padronizado. Se observarem nos detalhes das fotos acima, cada ferramenta utilizada para cortar produz uma deformação característica no chumbo, o corte não é reto e certinho e para lidar com isso parece que a melhor medida é cortar a ponta inicial do chumbo para o corte ficar no mesmo padrão da ferramenta a ser utilizada, para então, fazer o próximo corte do chumbo no padrão estabelecido, assim, as duas pontas terão o mesmo padrão de corte e possivelmente as peças terão pesos e tamanhos parecidos com poucas variações. Outro detalhe a não se utilizar um limitador de tamanho corte, eu usei marcas de caneta medidas em uma régua e fiz os cortes em cima da marca, até que pareceu ficar bem na inspeção visual mas, ainda preciso medir as peças com um paquímetro e com uma balança, tarefa a ser realizada no futuro. A forma chegou embalada em plástico e lubrificada com algo cheirando a WD40, novinha, sem marcas de uso e com um aviso de cuidado para não deixar a ponteira cair ao chão. Agora entrando na utilização da forma em si, que é esta: Sendo que a chave Allen ou Harlen não foi fornecida e utilizei uma de 3 mm com um pouco de folga, ela serve para posicionar um parafuso de regulagem de tamanho do chumbinho: Como na foto acima do conjunto todo desmontado, o parafuso posicionado mais acima ou mais abaixo regula a posição do pino e consequentemente o tamanho do projétil, também no detalhe, se mostram os dois pinos que vieram, um de ponta oca e outro ogival. Mais detalhes da parte interna, aonde o chumbo é forçado a tomar sua forma, primeiro com a ponta oca posicionada no interior e o pino da saia do lado de fora: E agora com a ponta ogival e o pino da saia posicionado do lado de dentro: Se puderem notar, ficaram as marcas de corte da saia do chumbo utilizando um estilete, eu cortei como se estivesse descascando uma laranja, diferente do mostrado no vídeo instrução que é um corte seco e único. A prensagem é mais ou menos assim: O chumbo fica entre o pino de moldar a ponta e o pino de moldar a saia, separado fica assim: Procurei deixar as peças alinhadas com a posição original para melhor compreensão. Uma dificuldade que encontrei é que os pinos de moldar as cabeças devem ser tipo cônicos, ou seja, só entram por um lado e numa posição, não tem como inverter e não saem pelo outro lado. Não sei dizer se isso é uma dificuldade ou apenas uma particularidade do projeto, justamente para evitar erros ao inverter a montagem das peças. Achei muito frágil o sistema de regulagem de tamanho por parafuso, tenho a impressão de que com o tempo e uso a rosca vai espanar, eu particularmente eliminaria a rosca de regulagem e usaria pinos maiores ou menores conforme o tamanho desejado. Pensei em utilizar fita veda rosca para deixar o parafuso com menos folga e mais firme. Lembrando que sou um aventureiro no assunto e ainda estou aprendendo com tentativas e erros, não sou especialista, expert ou alguém que domina o assunto, apenas tenho a vontade de aprender e me divertir. Observando melhor a rosca do parafuso de regulagem, ele só entra e sai pelo lado de dentro que tem rosca e não entra ou sai pelo lado de fora que não tem rosca. Rosqueando ele até o fim e posicionando o pino de formar a cabeça no máximo, dá para dar duas voltas e meia até o parafuso atingir o pino e começar a empurra-lo, de forma a diminuir o tamanho do projétil, com cinco voltas vai até o fim e começa a sair para fora. Como não estava dando certo as primeiras moldagens devido ao tamanho errado de chumbo utilizado, resolvi brincar com chumbos cal. 4,5mm usados, juntei três e prensei obtendo meu primeiro chumbo monstro: Interessante, fiquei imaginando se ao disparar os chumbos vão se separar ou não antes de atingir o alvo. Outra curiosidade foi prensar uma esfera de chumbo 4,5mm que se transformou em uma concha: Isso me leva a crer que vai ser moleza moldar com uma esfera de aço na ponta. Não esperava que fosse me divertir tanto com esta brincadeira, após algumas horas de tentativas, erros e fracassos tentando pegar o jeito de fazer minhas próprias munições, consegui meus primeiros resultados: Na foto tem em baixo o chumbo que comprei errado, da direita para a esquerda o corte dele em peça de um centímetro, depois a tentativa de prensa mal sucedida, o erro que cometi aqui foi não ter posicionado primeiramente na cavidade aonde está o pino de moldar a cabeça, dar umas pauladas e depois posicionar o restante do conjunto para finalmente prensar tudo. Como a medida estava errada eu fui desbastando, cortando e moldando no alicate até chegar no tamanho de entrar e moldar meus primeiros chumbos. Outros detalhes ainda serão trabalhados: Acabamento de saia e falhas na ponta: Ainda está sendo difícil acertar dois tamanhos iguais mas, eu chego lá algum dia. Já na parte da medida do calibre, parece estar tudo certo por enquanto, já que falta passar num gabarito ou moldador de chumbo e ainda realizar os disparos. Até agora não usei prensa, fiz tudo na base do martelo e a cabeça do pino da saia já está ficando deformada igual a cabeça de ferramenta de pedreiro para quebrar pisos e paredes na marretada. Outras observações; Obtive melhores resultados com leve lubrificação a óleo do que a seco. Limalhas ou restos de chumbo influem no desempenho ou exatidão, creio que uma escova de aço prata deve ser um bom acessório para eventual limpeza, a dourada deve deixar acabamento amarelado aonde raspar. A sequência de fabricação, pelo que entendi, deve ser assim: 1- Separar os chumbos cortados. 2- Colocar o chumbo na cavidade e martelar de leve para entrar. 3- Fechar o conjunto e prensar. 4- Abrir e remover o excesso de chumbo da saia com um corte seco. 5- Prensar de novo. 6- Abrir o conjunto, empurrar o pino para soltar o chumbo e pronto! Se bem que acredito que ainda não deve ser levado direto a boca da carabina, sem antes passar por um padronizador ou desamassador de chumbinho, ou ainda submetido a algum processo de eletrólise ou coisa parecida para depositar em suas paredes algo que não grude ou se deposite no raiamento do cano.
  7. Continuando com a nova tentativa agora com uma lente de aumento no sol forte, entre 10 e 14 horas sem nuvens no céu de Pinhalzinho/SP aonde não tem poluição e nem prédios para fazer sombra: Usei como base uma fritadeira pequena de ferro fundido da fundição alfa que custou R$ 13,90 na Agropinhalzinho localizada no centro, pré-aquecida no sol e uma lente de aumento da China que já tinha. Principio da convergência: Consegui fazer um fio de fumaça e aquecer o resto do chumbinho Tupy já utilizado a ponto de queimar os dedos ao toque: Foram minutos de tentativas para achar o foco perfeito e segurar o máximo possível, no detalhe o resultado nas partes amareladas, furos minúsculos. Conclusões: 1- A fritadeira de ferro fundido aquecida pelo sol consegue fritar um ovo, demora um pouco mas, consegue chegar no ponto. 2- A lente de aumento convergente no sol não consegue derreter uma quantidade suficiente de chumbo. Talvez com uma lente maior ou um furo na camada de ozônio dê certo. Observação: O chumbo sem sujeira ou na aparência metálica de espelho reflete a luz sem fazer o furo entretanto, aquece bastante.
  8. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1017103766-balanca-recarga-de-munico-pesa-grains-50g-x-0001-digital-_JM?quantity=1&variation=25828125693 Pensei em comprar aqui mesmo no Brasil, se vier de fora com o imposto dá quase o mesmo valor. Pensei em alguma que pudesse ligar pela USB, sem necessidade de pilhas como esta: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-887022759-balanca-digital-para-recarga-de-municoes-grains-gramas-joias-_JM?quantity=1
  9. De muita valia o artigo, já tinha lido antes e não levei a sério porque não deixa explicito os fundamentos legais, exceto nos casos de ter nota fiscal ou comprovante de origem licita, parágrafo 2º e também na restrição a ostensividade parágrafo 3º, ambos previstos na portaria 02 Colog de 26Fev10. O meu caso específico é descrito no quinto item do artigo: " A remessa por correios é PERMITIDA com restrições: a arma classificada como PERMITIDA deve estar acompanhada da respectiva nota fiscal emitida pelo remetente, e totalmente preenchida em nome do destinatário. Caso se trata de envio entre pessoas físicas, É NECESSÁRIA DECLARAÇÃO, que pode ser emitida pelo delegado local do SFPC (por não ser exigido GTE neste caso); " Mais especificamente no meu caso, entre pessoas físicas, seguiu a declaração de conteúdo padrão do correio junto com a nota fiscal de aquisição em meu nome e uma cópia da portaria 02 Colog e mais outra que não me lembro o nome e que veio quando comprei. Ainda assim, no artigo não é mencionado o amparo legal, eu pensei em aplicar o parágrafo 3º do art 9º da portaria 02 mas, a expressão "registro do requerente" remete ao possuidor de CR que não é o meu caso. Se o entendimento é de que eu deveria ter anexado uma declaração, transferindo a propriedade da arma de pressão e não a declaração de conteúdo então, pequei e estou sujeito às penas da lei. Tentei várias vezes contato por telefone na 2ª Região Militar e só dá ocupado, não encontrei outro meio de comunicação a não ser o contato por e-mail para dfpcresponde@dfpc.eb.mil.br que já respondeu: "A/C Sr XXXXX, Boa tarde, Atendendo ao questionamento contido no email, informamos que esta consulta deverá ser direcionada ao SFPC/RM de vinculação, onde será processada esta demanda, sendo o órgão mais indicado para o esclarecimento. No link abaixo encontram-se os contatos dos SFPC de todo o país: http://www.dfpc.eb.mil.br/mapa/ Atenciosamente Avalie o nosso atendimento com relação ao grau de satisfação em uma escala de 1 a 10, sendo 1 (totalmente insatisfeito) e 10 (totalmente satisfeito). Sua opinião é muito valiosa para que possamos aperfeiçoar nosso atendimento, contamos com o retorno de sua avaliação para o e-mail: sri7@dfpc.eb.mil.br." Deu nisso: Vou dar uma estudada no link e depois enviar a consulta por e-mail.
  10. Estou decidido a comprar minha primeira balança de precisão para começar a pesar e selecionar meus chumbinhos porém, não tenho noções de medição de pesos utilizados para esta prática e peço ajuda de quem já tem experiência e pode indicar ou condenar balanças à venda no comércio. Eu tenho uma que mede de 2 em 2 gramas até 50 quilos e certamente para esta finalidade ela não serve, vi anúncios de precisão 0,0001 com preços a partir de 4k e este valor é fora da minha realidade. Também tem anúncios de 0,01 até 500 gramas com preços de R$ 30,00 que cabem em meu orçamento mas, acredito que também não servem ao propósito, já as de 0,001 parecem que devem servir mas, ainda com preços em torno de R$ 300,00 que não sei se vai valer a pena correr o risco em investir e não obter os resultados esperados.
  11. Deve ter sido algo assim: http://portalsfpc.2rm.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=536
  12. Fiz uma venda de uma pistola de Pressão AR+ S9 pelo mercado livre com entrega pelo mercado envios (Correio), com nota fiscal de compra e declaração de conteúdo, no dia seguinte à postagem apareceu como retido por órgão competente, em resposta à consulta, o MercadoLivre informou que estava retida pela receita federal, fui lá e me deram por escrito que não foram eles, abri nova consulta e responderam que o órgão estava me enrolando porque não tinham o devido controle, passados 30 dias constou como apreendido por órgão competente (com data retroativa), nova consulta e responderam que estava apreendida pela receita federal, fui lá de novo e voltei com mais uma resposta por escrito negativa, mandei notificação extra judicial e agora responderam que foi o Exército. Estou na área da segunda região militar, aonde devo ir e o que devo fazer para liberar minha arma? Por enquanto me orientaram a: 1- Sentar no chão; 2- Dobrar os joelhos; 3- Colocar a cabeça entre eles segurando com a mão; 4- Chorar; 5- Quando terminar de chorar, orar a Deus na esperança de não responder a um processo.
  13. Partindo agora para derreter o chumbo e fazer um lingote, gastei um dinheiro passando pela Rua Barão de Paranapiacaba, no centro de SP, a rua aonde se concentra uma parte de comércio de ouro, fui apenas nas duas lojas de ferramentas que tem vitrine na rua, não subi nos prédios. Falei com os vendedores que queria derreter chumbo, igual aparece no filme aonde um cara derrete um soldadinho de chumbo, queria encontrar algo assim: Como não tinha e a única opção era um forno elétrico que custava R$ 4.700,00, fiquei com o cadinho de melhor qualidade R$ 11,27, havia mais barato de R$ 4,00 mas o vendedor disse que não dura muito e quando segurei um na mão ele estava esfarelando. Tem na China mais barato, só que não deve resistir à viagem, deve chegar só o pó: Também comprei a forma para lingote de R$ 43,11, da mais barata e de menor qualidade, deve ser de ferro fundido, as de melhor qualidade, que parecem ser de aço são bem mais caras, a partir de R$ 120,00. Eu procurava algo assim: Que também não encontrei. Havia ainda um suporte especial de ferro para segurar o cadinho a R$ 47,00 e optei por não comprar, resolvi pegar um pedaço de arame com papelão enrolado e durex. Na foto acima tem uns chumbos tipo prego de 5mm que comprei prontos em loja de pesca, é este o resultado que espero chegar, a caixinha aonde estão é a carcaça da bateria que aproveitei: Falta agora o maçarico ou fonte de calor. Considerando que uma fogueira, com uma panela velha servem para derreter, pesa a poluição da queima provocada e a utilização de lenha, pode não ter custos se utilizar restos ou lixo mas, o dano ambiental existe e deve ser considerado e na parte da forma para fazer o lingote, eu imaginei aproveitar fundo de latinhas de alumínio, o lingote ficaria em forma de anel e poderia ser cortado e moldado em barra. Importante lembrar que se utilizar o fogo do fogão de cozinha, os gases liberados vão impregnar o ambiente e contaminar tudo, sua cozinha vai ficar igual uma área industrial de metalurgia, uma única vez é o suficiente, pode não ficar visível ou aparente mas, com certeza qualquer alimento estocado ali fica venenoso. Outros materiais que considerei comprar: Bem mais barato que um forno e deve servir em pequenas quantidades. Por fim, o meu preferido: Em outra versão: São opções mais baratas que o aparelho próprio de chumbo para munição: Convém mencionar a forma de cal.22 que aparentemente pode servir como 5,5mm:
  14. Revendo conceitos, acima eu usei um chumbo encravado na madeira, removi ele e coloquei num cadinho: Usei a ponta mais fina do soprador térmico, regulado no máximo em 480 Graus, depois tentei com o ferro de solda também em 480 Graus: Nada, sem chance, foram dez minutos em cada e o máximo que consegui foi esquentar o cadinho, não consegui nenhuma deformação no chumbo. Com o chumbo encravado na madeira eu consegui deformar, já ele solto no cadinho de derreter ouro não deu certo. Conclusões lógicas que posso chegar; ferro de solda e soprador térmico podem ajudar de alguma forma na remoção de chumbo encravado na entrada ou na saída de um cano entretanto, não servem na prática para derreter e trabalhar o chumbo a ponto de fazer um lingote ou um projétil. Mito ou verdade?
  15. Eu sei que o chumbo de bateria é o mais contaminado que existe no mercado para se fabricar chumbinhos caseiros e só para confirmar os porquês, eu abri duas baterias velhas na pura curiosidade de ver com é e tentar expor os muitos motivos para não se fazer isso em casa. Uma bateria pesava 2.380 gramas, daquelas de nobreak ou alarmes de 12V e 7Amp, a outra bem menor pesava 590 gramas, de 12V e 2Amp. Segui como base estes vídeos: O ácido removido deu 166 gramas medidas com o pote, a bateria maior rendeu 940 gramas de chumbo: Somando com a menor deu no total 1.168 gramas: A principal motivação a não fazer isto é a possibilidade de contaminação pelo chumbo, por toque ou inalação de vapores, se bem que aqui também envolve o ácido de bateria que pode corroer a pele e causar furos nas roupas aonde toca, sem contar o eventual descarte indevido do material restante na natureza, ou seja fora do ponto de reciclagem. Também rolou durante a experiência uma mega ignorância na hora de separar o chumbo, haviam partes vermelhas que esfarelavam ao toque e também partes parecidas como chumbo que se esfarelavam igualmente, eu só pesei as partes maiores, todo o restante ficou no balde, uma mistura ou meleca de pó vermelho e limalhas de chumbo prateado, misturado a uma espécie de algodão ou papel branco, esperando secar para depois ver o que acontece ao tentar derreter. Não sei a diferença de chumbo e óxido de chumbo na hora de separar: Hoje em dia as baterias tem chumbo na placa negativa e na positiva. Fazendo as contas, trabalhei cerca de 4 horas, abrindo as baterias e limpando o chumbo com àgua. Por enquanto rendeu cerca de 1Kg que na hora de derreter e separar a borra, vai diminuir mais ainda o volume aproveitável. Se for numa casa de pesca e comprar chumbo por quilo, sai a partir de R$ 12,00 o quilo, se for pela internet com o frete e pacotes de vários quilos combinados dá para comprar a partir de R$ 18,00 ou então apenas um quilo por volta de R$ 30,00. Ainda tem a possibilidade de comprar no ferro velho por um preço menor. Também se leva em conta que o chumbo caseiro não tem a liga própria dos chumbos comerciais que conferem melhores características de dureza, homogeneidade, menor depósito de chumbo nas raias etc. A não ser que o artesão de chumbo caseiro domine a combinação de ligas derretendo junto soldas ou outros materiais. Financeiramente parece não compensar abrir bateria para aproveitar o chumbo. O que Você acha?
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