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Flavio Vieira

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  1. PCPs do mercado nacional. Cadê as vizinhas? (argentinas)

    Ricardo, O grande problema do mercado está no fato de que a importação, independente de país ou equipamento, é um processo burocrático e caro. Se você for empenhar seu tempo e dinheiro trazendo uma peça que não tem qualidade, muito provavelmente estará fazendo um péssimo negócio. No Brasil elas tiveram vida curta porque apesar da baixa qualidade na época as opções que tínhamos eram poucas, então elas vieram. Com o advento dos importadores a oferta de equipamento de qualidade cresceu e "matou" o comércio de Shark's e Menaldi's. As armas de fábrica só se prestavam ao seu objetivo, estragar coisas, e quem queria algo a mais mandava "tunar". Esse tunning criava equipamentos dos mais variados tipos e preços, em muitos casos o valor investido era próximo de uma arma de ponta, porém irrecuperável na maioria das vezes, quando da revenda a outro atirador. Conselhos úteis: 1) se decidir importar, importe coisa boa e prepare-se para pagar e sofrer por ela; 2) se não tiver como encher cilindro na sua cidade ou região, não mexa com PCP's, vá de mola; 3) quando for comprar uma carabina, compre a melhor que seu dinheiro der conta, mesmo que seja para "plinking"; 4) "o gosto amargo da baixa qualidade dura bem mais que a doçura do preço inferior"; 5) evite comprar algo que seja imperativo modificar depois. Se conselho fosse bom não se dava, vendia, mas eu sou teimoso: se eu estivesse na sua pele compraria uma boa carabina de mola.
  2. ATENÇÃO: MINUTA DO NOVO R-105. Hora de Contribuir !

    Vejam: - De forma simplificada deve-se visualizar o decreto sob o seguinte enfoque: - O Decreto será o mais “enxuto” possível, para criar-se a possibilidade de adaptações futuras de forma mais simplificada e ágil, possibilitando que os ajustes que se façam necessários em função da evolução tecnológica, mudança do mercado econômico, novas tecnologias de Informação e outras se dêem por meio de Portarias. O texto destacado acima está nas instruções para quem for contribuir para a melhoria do R105. O R105 antigo tinha uma discrepância violenta em relação às armas de ar comprimido, bem como uma restrição gigantesca sobre as lunetas. Na minuta preliminar apresentada não há menção nem às armas de ar comprimido muito menos lunetas. Pelo exposto nos documentos anexos percebe-se que para resolver essas questões de restrição legislativa com impossibilidade de mudanças senão por decreto, tais artefatos terão sua forma de controle definida por portarias, adequando-se ao mercado e ao tempo e não mais ficando "engessados" em função de uma legislação dura e desproporcional. Portarias são modificadas com facilidade, leis não. Pelo andar da carruagem, gostei da proposta. Leiam antes de tentar uma contribuição, existe forma e método de como fazê-lo.
  3. Novos JSB EXACT 4.5: chumbinho diferente

    A internet é um espaço sui generes. Cria mitos, destrói lendas, constrói falácias. Não é privilégio dos brasileiros, muito pelo contrário. Existe muita coisa aí fora que não merece crédito. Muitos entendidos ultimamente começaram a descer a lenha na JSB. Pra pensar: a) O sujeito que se satisfaz com a precisão de Crosman Premier Light está buscando qual nível de precisão? b) Ele reclama dos JSB e posta apenas uma foto do chumbo, dizendo que mudaram e que são ruins. Cadê as fotos dos grupos para comprovar a falta de qualidade do agrupamento? c) Reclama das medidas mas não compara os grupos dos chumbos atirados com medidas abaixo da nominal nem os grupos dos "antigos" JSB; d) Foto do chumbo espetacular da Crosman:
  4. Chumbo JSB Target 4.50: Alguém já usou?

    Você quis dizer JSB Match? Se foi, são excelentes chumbos, assim como os Finale Match e RWS R-10.
  5. Ricardo, Tudo bem , e você? Suas linhas estão longe de ser mal traçadas. Eu só quis te mostrar uma visão diferente quanto ao tema "peso" nas coronhas. Eu entendi sua conclusão, só fiz esse parênteses em relação ao peso pois na descrição por ítens, especificamente na parte "peso", dá a entender que menos peso é vantagem, tanto é que você considerou que nesse quesito as coronhas sintéticas são melhores. O que eu quis dizer, mas acho que fui um pouco infeliz na minha abordagem, é que Isso não necessariamente é uma vantagem, pois podemos enxergar de outra forma. Vamos de novo: Mais peso confere mais estabilidade, menos peso maior facilidade de deslocamento. Com menos peso você sacrifica a estabilidade, mas privilegia o deslocamento e vice-versa. Exemplo: Uma arma de porte: revólver com cano de 2 polegadas, 5 tiros construído em liga de titânio. É uma arma leve para ser portada no dia a dia trazendo conforto para o usuário. Na hora do uso ele não vai ser estável, muito pelo contrário. Um revólver de 6 tiros, com cano de 6 polegadas todo em aço será muito mais estável, porém mais pesado e incômodo para carregar. Resumindo, em uma análise comparativa podemos abordar as vantagens de ambas, mas não qualificar que uma é melhor do que a outra, pois cada um dará um uso diferente culminando em uma percepção completamente antagônica.
  6. Ricardo, Em relação ao peso sua percepção de leveza como vantagem é questionável. Uma arma mais pesada confere maior estabilidade ao atirador e absorve melhor recuo e vibração, portanto, nesse caso há que se equacionar um peso de coronha que traga vantagens do ponto de vista da estabilidade e que ao mesmo tempo não seja excessivo. No tópico peso eu daria ponto para a coronha de madeira e não para a sintética. Temos que comparar bananas com bananas e laranjas com laranjas. As fotos que ilustram o tópico são de duas armas idênticas montadas em coronhas distintas. Se compararmos a HW 97 com roupa diferente, todos os argumentos serão válidos, se generalizarmos o assunto estendendo ao universo coronhas, madeira ou sintética, a coisa muda, e muda bastante. Uma análise básica restrita a HW 97 deve ser feita considerando a facilidade de fabricação, que impactará severamente em custos. A fabricação de uma coronha de madeira é um trabalho muito especializado, demanda uma seleção de matéria prima rigorosa, maquinário, mão de obra, riscos de despadronização, riscos inerentes à madeira (empenamento, fendilhamento, instabilidade dimensional, etc) entre outros, o que torna esse tipo de coronha mais caro. Uma coronha sintética é feita por injeção de polímeros em um molde, que não sofrerá alterações e dará uma produção padronizada e uniforme com menos esforço utilizando material mais barato. Isso vai gerar uma coronha de baixo custo e esse é o motivo maior de várias fábricas deixarem a usinagem de madeira de lado para injetarem plástico. Na indústria armamentista existem diversos ítens feitos de polímero que são bons, e outros que são péssimos. As coronhas de madeira são conhecidas e tem grandes vantagens em sua utilização e algumas desvantagens, dependendo do uso. Uma TX-200 por exemplo utiliza coronha de madeira, que a deixa mais estável, mais equilibrada, bonita, melhora a apresentação, sensação ao toque, permite um zigrinado diferenciado que valoriza o equipamento tornando-o objeto de desejo de vários atiradores. Já um fuzil tático de precisão que possui uma coronha sintética desenvolvida por fabricantes como McMillan ou Manners, não perdem em nada em função e ganham em estabilidade, tolerância a variação de umidade, resistência, durabilidade, absorção de vibração, fixação, rigidez estrutural, enfim, diversos aspectos que se traduzem em precisão. Uma coronha premium de madeira é fantástica, e uma coronha premium sintética pode ser ainda mais, tudo vai depender da aplicação. Não adianta ter motor de fusca em Porsche e vice-versa!
  7. Teste de chumbos match parte 2 - apresentação e pesagem

    Rogério, parabéns pelo excelente trabalho comparativo. O RWS Match é um chumbo espetacular, muito consistente. Esta constatação é importante para validar seu trabalho e o critério com que foi feito. Para acrescentar, verifique se o chumbo Holme Match é mesmo fabricado pela RWS, por ser uma marca fabricada por outras companhias, pode ser que ele seja JSB e não RWS. Veja a foto da fábrica da JSB onde aparecem os rótulos do Holme Premium e Holme Match:
  8. Opções: 1) Trata ela com carinho e não faz nada. Se quebrar você cola e reforça com o parafuso, aí não quebra mais; 2) reforça com o parafuso agora, prevenindo a possível ruptura da trinca, sem colar. Vai do seu emocional e do uso que vai dar a carabina. Se for usar de forma recreativa eu sugiro opção 1, se for competir, opção 2.
  9. Copia da Legislação sobre porte de Carabina de Pressão

    Unizoto, Se tomarmos remédio sem estarmos doentes vai nos fazer mal. A criação de fantasmas é no mesmo sentido. Preocupar e se valer de muitas coisas que não são exigidas na legislação vai mais complicar do que ajudar. O R-105 diz: Art. 17. São de uso permitido: I - armas de fogo curtas, de repetição ou semi-automáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até trezentas libras-pé ou quatrocentos e sete Joules e suas munições, como por exemplo, os calibres .22 LR, .25 Auto, .32 Auto, .32 S&W, .38 SPL e .380 Auto; II - armas de fogo longas raiadas, de repetição ou semi-automáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até mil libras-pé ou mil trezentos e cinqüenta e cinco Joules e suas munições, como por exemplo, os calibres .22 LR, .32-20, .38-40 e .44-40; III - armas de fogo de alma lisa, de repetição ou semi-automáticas, calibre doze ou inferior, com comprimento de cano igual ou maior do que vinte e quatro polegadas ou seiscentos e dez milímetros; as de menor calibre, com qualquer comprimento de cano, e suas munições de uso permitido; IV - armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre igual ou inferior a seis milímetros e suas munições de uso permitido; V - armas que tenham por finalidade dar partida em competições desportivas, que utilizem cartuchos contendo exclusivamente pólvora; VI - armas para uso industrial ou que utilizem projéteis anestésicos para uso veterinário; VII - dispositivos óticos de pontaria com aumento menor que seis vezes e diâmetro da objetiva menor que trinta e seis milímetros; Se você reparar ele coloca no mesmo grau de restrição as armas de ar comprimido e as lunetas com aumento menor que seis vezes e trinta e seis milímetros de diâmetro de objetiva. Ambas são controladas na fábrica, portos e aeroportos. Podem ser comercializadas nas lojas para pessoas maiores de 18 anos. A grande confusão é que o R-105 não distingue nos seus anexos uma luneta restrita de uma permitida. Por isso ambas estão enquadradas no Anexo I como categoria de controle I. O mesmo problema aconteceu com as armas de gás comprimido e as de ar comprimido e deu muito pano pra manga. A sua análise está correta para todas as lunetas que se igualam ou suplantam as 6 vezes de aumento e 36 mm de diâmetro de objetiva, mas para lunetas permitidas o comércio é livre. Tanto é que qualquer um maior de 18 anos pode comprar no comércio uma carabina de mola com uma luneta 4x32 montada nela, sem precisar de guia de tráfego, cr, nada! O que não se pode fazer é importar sem autorização qualquer tipo de luneta, pois são consideradas acessórios de arma.
  10. Copia da Legislação sobre porte de Carabina de Pressão

    Gente, Não criem fantasmas. Eles não existem. Se eu posso comprar na loja uma luneta 4x32 junto com uma carabina de pressão, porque não poderia transportá-la? Vamos esclarecer: 1) importação de luneta precisa de CII, mesmo que seja item permitido; 2) transporte de luneta que não é restrita não precisa de Guia de Tráfego, de CR, de nada.
  11. Copia da Legislação sobre porte de Carabina de Pressão

    Giovani, Eu não entendi direito o que você quis dizer com A venda de carabinas de pressão por ação de mola com calibre de até 6 mm é permitida no comércio para maiores de 18 anos. Não existe uma legislação específica para armas de pressão. O que existe é o R-105 que engloba todos os artefatos controlados no nosso país e a portaria do Exército Brasileiro COLOG 051. O excesso de zelo por vezes mais complica e prejudica do que ajuda. Outro aspecto relevante do seu texto é que nós não estamos aptos a portar uma arma de pressão, mas sim a transportá-la. Por ser objeto não controlado não demanda nenhum documento adicional. Se recomenda que tenha a documentação fiscal da arma e mais nada. O porte ostensivo de uma arma, mesmo que ela seja de ar, vai te trazer problemas.
  12. Meus Erros. Ainda continuo errando

    Muito legal esse tópico, parabéns pela iniciativa Cyntra. O que era para ser um espaço para discorrer sobre os erros e evitar que outros os repliquem, virou muito mais que isso e passou a ser uma fonte de experiências que me remete ao ditado: "O inteligente aprende errando, o sábio aprende com o erro dos outros." Toda essa conjuntura de experiências me remete à infância, quando aos 6/7 anos ganhei de presente do meu avô materno uma carabina Diana modelo 23 (fabricada de 1951 a 1983) que ele havia dado para um de seus filhos, que passou ao filho mais novo, sendo eu o terceiro na linha de sucessão da icônica carabininha. Depois de usar ela muito a devolvi ao meu tio para que ele continuasse a saga com o filho dele, fato esse que não ocorreu, uma pena. Me diverti muito com essa arma, dei tiros demais, muitos mesmo. Era meu divertimento favorito e o é até hoje. Então vamos aos erros, se for contar da infância, revólveres de espoleta e afins vai encompridar muito: 1) Quando era menino colocava chumbinho na boca. É meus amigos, não façam isso jamais. Não é que vai enferrujar o cano, você é que vai sofrer as consequências de uma doença muito grave, o Saturnismo, que é o excesso de chumbo no corpo. Sempre ao lidar com chumbo nunca coloque na boca e se for comer ou beber algo, lave bem as mãos antes! 2) Essa Diana modelo 23 não tinha trava de segurança. Não era uma carabina muito potente (600 fps eu acredito) e ao manobrar a alavanca, se o gatilho fosse tocado ela disparava e o cano se fechava abruptamente. Em uma bela manhã eu estava atirando, fui municiar a carabina e não sei como nem porque, devo ter esbarrado o gatilho em algum lugar e a carabina fechou no meu dedão direito, fazendo um corte bastante significativo. Tive sorte, poderia ter sido bem pior. Tenho a cicatriz até hoje. O que eu aprendi: Ao municiar a carabina, seja ela de que marca, modelo, ou origem for, pode ser a TX200 com sua trava tripla no pistão, pode ser em prova ou recreação eu nunca largo a alavanca. Uma mão segura a alavanca e a outra leva o chumbo. Sempre. 3) Certa vez estava atirando e o local que eu fui dar meus tiros estava em reforma, havia algumas madeiras pelo chão. Eu procurando o que atirar não olhei pro chão, fiquei observando e caminhando lentamente sobre as madeiras. Havia um prego em uma delas, pisei em cheio nele, perfurando meu pé. Tive que tomar vacina anti-tetânica, doeu mais que o prego! O que eu aprendi: olhe por onde anda e pisa. Poderia ter sido um animal peçonhento, ou algo mais grave. 4) A minha vontade de ter uma carabina melhor foi aumentando à medida que atirava mais e mais com a velha Diana. Depois de muito usar a carabina quis algo diferente. Na época as opções eram CBC, Rossi e Taurus Matic. Meus pais vendo meu forte interesse pelo tiro decidiram que eu merecia uma carabina nova. Com design inovador, carregador para 25 tiros, camuflada, com bandoleira, coronha rebatível, pistol grip, enfim, era algo inovador à época. Escolheram a Taurus Matic, fiquei feliz pra caramba! Depois vieram os poréns: o cano era extremamente curto, o que gerava pouco momento de força. Manobrar a arma era um sufoco pra um menino tão pequeno. Apoiava a soleira na perna esquerda, segurava na telha com a mão esquerda e dava um tapa no cano para ele soltar a trava. Depois fazia força até travar. Era um esforço grande, mas a vontade de atirar era maior, então o resultado era o braço doendo nos primeiros dias e a perna roxa por muitos meses! O que eu aprendi: se for comprar uma carabina para uma criança, não opte pela de cano mais curto ou que forneça menor alavanca. Quanto menor a alavanca maior o sofrimento. Por exemplo, uma Slavia 631 é uma carabina extremamente dócil para armar, pois tem uma mola macia e um cano bem longo. 5) Dar tiro em seco com carabina de mola... Quando era pequeno não sabia o tanto que isso era ruim. Sorte que as maioria das carabinas tinham bucha de couro e baixa velocidade. Colocar frutinhas ou outras coisas na ponta do cano e atirar... 6) Depois de algum tempo chegaram as Crosman, consegui juntar uns trocados e comprei a 760. Fraquinha, pequena e calçava somente esferas de aço e não chumbinhos. O cano era de alma lisa. Menino novo, não sabia dessas coisas. Precisão ela não tinha. O erro: tratar esfera de aço como chumbinho. O ricochete delas é algo fora do comum. Extremamente perigoso. Como Deus protege as crianças, graças a ele nada aconteceu. Os acertos foram importantes na minha trajetória, e foram implantados desde muito cedo, a maioria eram regras de segurança, levadas à risca por mim a vida toda e não menos importantes que os erros. Nunca apontar a arma para ninguém, sempre se deslocar com ela apontando para o alto ou para o chão, nunca fechar o cano com ela apontada para alguma pessoa ou algo que não possa ser destruído, sempre guardar a arma desmuniciada.
  13. Você tem de verificar seus parafusos (a canção da carabina de mola )

    Esse ano me lasquei em uma etapa do brasileiro por esse singelo probleminha... Boa dica! Depois da prova fui investigar o motivo da tragédia e não havia um só parafuso apertado, estavam todos bambos...
  14. Front rests. Altura máxima e minima

    É mais ou menos o que o Karolaza escreveu. A altura mínima vai ser aquela necessária para que com a arma apoiada você tenha condições de manejar os controles do seu front rest sem que haja interferência front rest/arma. A altura máxima é um pouco acima do necessário para que você percorra um alvo de benchrest a 25 metros no sentido vertical. Alto demais gera instabilidade, baixo demais interferência. Ajustando para 25 metros ele servirá perfeitamente para os 50 metros, caso seja necessário, pois o mesmo alvo mais distante necessitará de menos movimento angular para ser totalmente percorrido. O importante é tentar fazer os encaixes o mais preciso que conseguir, pois as folgas podem comprometer a estabilidade ou no mínimo fazer o atirador perder muito tempo travando o conjunto todo para poder realizar um disparo. Uma forma de fazer as alavancas é comprar chaves de fenda ou philips baratas, remover a ponta e usinar com a rosca necessária para encaixar no furo. Você vai ter a haste e o "knob" prontos com excelente acabamento e facilidade de controlar. Com uma chave cotoco, você pode fazer uma espécie de Speed Screw de baixo custo, pois se conseguir uma rosca suave poderá subir ou descer o seu apoio frontal de forma precisa e ágil, ocupando o lugar do pé que fica mais próximo do atirador.
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