Ir para conteúdo

ANUNCIANTES

Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada Imagem Postada

Henrique Coelho

CA Gold
  • Total de itens

    4.149
  • Registro em

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    97
  • País

    Brasil

Henrique Coelho venceu a última vez em Novembro 17

Henrique Coelho had the most liked content!

Reputação

897 Master Gold

Sobre Henrique Coelho

  • Rank
    Ancião
  • Data de Nascimento 16-09-1967
  • Age 50

Métodos de Contato

  • MSN
    henrique.j.coelho@gmail.com
  • Skype
    Hjcoelho
  • Age 50

Informações do Perfil

  • Sexo
    Male
  • Sua Localidade
    São Paulo, SP
  • Interesses
    Armas, Aviação, Antigomobilismo e Fotografia de Aves.
  • Age 50

Últimos Visitantes

1.249 visualizações
  1. Expedições de Aventura --- Coisas que não podem faltar .

    Marlene ou coisa assim? Não era a história de uma passista que sambava com um lata na cabeça?
  2. Uirapuru Verdadeiro ! Fotografei a "Ave Fantasma"

    O curioso é realmente ver que quando ele canta nas matas o resto faz um silêncio... e aí vem o canto flautadinho dele. Uma beleza mesmo. Enviado do meu iPad usando Tapatalk
  3. Expedições de Aventura --- Coisas que não podem faltar .

    Convém lembrar que Villa Lobos escreveu um concerto chamado “Uirapuru” depois de uma viagem pelo Norte do Brasil de 1915 a 1918. Em uma placa no Museu Villa Lobos consta que ele compôs Uirapuru após ter conhecido a Lenda e ter ido ao Norte visitar comunidades indígenas que sabiam onde encontrar o bicho. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  4. Expedições de Aventura --- Coisas que não podem faltar .

    Mas cabe a pergunta. Porque Abaetê não ficou com Obirici? Só porque Paraí mandou bem na flecha ?
  5. Expedições de Aventura --- Coisas que não podem faltar .

    Recumendo aos cumpadis (muito "u" hein?) uma visitinha lá no COCA. Não, não tô trazendo drogas pra os expedicionários. Mas é o Canto dos Ornitólogos (ou metidos a tal) do CA. É que eu fotografei o Uirapuru Verdadeiro, o bicho da lenda da Obirici. Mas o índio deve ser da ala gay. Vejam o porque lá na lenda que me atrevo a contar lá no post do Uirapuru. mas podia ter contato aqui também!
  6. Uirapuru Verdadeiro ! Fotografei a "Ave Fantasma"

    Não, ela não é uma ave fantasma assim no pé da letra. Mas continue lendo... O Uirapuru Verdadeiro é uma ave que remonta a lendas contadas pelos índios nos primórdios do nosso Brasil. Uma ave bastante difícil de localizar pois é marrom e ela não sai das matas fechadas da Floresta Amazônica. É possível ouvir o melodioso canto flautado até de fora das matas mas encontrá-la é bem difícil além de ser um animal bem raro. Neste retorno ao Estado do Amazonas para passarinhar nas florestas tropicais o Uirapuru era um objetivo que parecia ser algo inalcançável. Um sonho. Um devaneio mas em conversa com os guias Vanilce de Souza e Luis Fernando Carvalho (que riam marotamente da minha ansiedade) eu vi que coisa poderia ser real mesmo. E assim vai aqui contada a saga da busca pelo Uirapuru Verdadeiro, ave que deveria ser a ave símbolo do Brasil mas que sabe-se lá porque não é. Viagem reservada em Maio para viajar somente no início de Novembro. Os guias não tinham vaga... Vixe, e agora? O bicho está aparecendo na mata logo após a cidade de Presidente Figueiredo, a uns 100km de Manaus. Mas estaria em Novembro? A Vanilce, óbvio, não garantiu nada: “natureza é assim, as vezes você vai ver as vezes não”. Mas reservamos a viagem com o intuito de ver uma outra ave na cidade de Novo Airão, endêmica do local cujas as chances eram um pouco maiores. Chegando perto da data perguntei à guia sobre o Uirapuru e recebi como resposta: “Tenho visto ele lá sim. Mas não sei por quanto tempo vai ficar na região...”. Chegou o dia, saímos bem cedo de Manaus em direção a Presidente Figueiredo sob um calor de matar. Os guias iam falando das aves que ocorrem no local que eram super interessantes mas no fundo do meu ser eu pensava assim...”troco todas pela oportunidade de ver o Uirapuru Verdadeiro. Ou mais, a oportunidade de ouvir o Uirapuru Verdadeiro...” Quer saber porque? Acompanhe O Uirapuru é uma ave endêmica do norte do Brasil que ganhou fama através de lendas indígenas que envolvem a ave. O Uirapuru é uma ave marrom, de porte pequeno e com marcas preto e brancas no pescoço como se fosse um colar. Uma ave assim muito bela? hmmm.... não. Mas o canto... O canto do Uirapuru Verdadeiro é algo muito difícil de descrever. Não é um canto destas pequenas aves (de gaiola) que muitos conhecem. O canto do Uirapuru é um som de flauta. Purinho purinho. Um som doce, suave, melodioso que pode ser entoado de forma curta para a defesa de território ou de forma longa para atrair fêmeas por exemplo. Este canto era escutado pelos indicos sem que a ave pudesse ser observada. Isto aguçou a mente das pessoas e naturalmente começaram a aparecer lendas em torno da ave que produzia aquele som. A Lenda A Lenda do Uirapuru tem uma enormidade de variações dependendo de quem conta. Consta que em uma tribo indígena do Rio Grande do Sul (Tapimirins) um cacique chamado Abaetê deveria casar-se e ele estava muito dividido entre o amor de duas índias. Esta contenda amorosa envolveu as índias Paraí e gostosona Oribici. Sem saber o que fazer para escolher sua amada, Abaetê recorreu aos deuses e então Sumá, a deusa guerreira, lhe teria dito que Abaetê pedisse uma disputa de Arco e Flecha entre as índias ! Gostei dessa Sumá rapá! E dito e feito, fez-se a disputa entre as silvícolas Paraí e Obirici. Obirici, muito nervosa errou o alvo e viu seu amado Abaetê ir embora com Paraí. Obirici então começou a chorar copiosamente rios e rios de lágrimas. Destas lágrimas formou-se um riacho chamado Ibicuiretã (Córrego das Lágrimas). O córrego que levava este nome foi canalizado e, hoje, num bairro de Porto Alegre, tem um Shopping no local. Mas voltando a índia gostosona Obirici (mais sobre o gostosona adiante), diz-se que a índia ficou tão inconsolável que ela teria pedido ao Deus Tupã que lhe retirasse a vida. Entretanto, Tupã achou que isto não seria razão para fazê-lo. (Será que Tupã achou um desperdício?) Ela pediu então que ele a transformasse numa ave para que ela pudesse visitar Abaetê sem que ele a reconhecesse. Tupã aceitou conceder este desejo mas ela deveria ir pra longe e deixar Abaetê em paz com Paraí. Esse Tupã, hein? Evitando a discórdia ! E assim Obirici foi transformada numa ave que voou para o norte ( para a Amazônia ) bem longe de Abaetê. E a ave foi então batizada de “waipu-ru” ( Uirapuru ) ou O pássaro que não é um pássaro. E lhe foi dado um canto melodioso para que Obirici pudesse expressar sua saudade, seu infortúnio e sua sina. Quando o Uirapuru canta nas matas outras aves se calam em respeito a sina de Obirici. Eu fui, vi e escutei o bicho cantar. E o silêncio na mata... de arrepiar! Mas e a história da índia gostosona? Um prefeito em Porto Alegre ergueu uma estátua pra índia Oribici. Sente o drama: Moral da história. Ooo Abaetê... abre o olho rapá! Voltando pro mato. Chegamos na entrada do local ( uma RPPN ). Estacionamos o carro, pegamos o material e caímos no mato. Na trilha já vimos algumas espécies bem legais. Maú, Abre Asa da Mata, Surucuá Violáceo, etc E lá no fundão, mato fechado, praticamente sem luz do sol, apenas alguns raios que entravam por algumas fendas entre galhos de árvores de 30/40 metros de altura. Chegamos perto de um tronco tombado que se dividia em dois. “É aqui”. Disse a Vanilce. Os guias então estenderam um “blind”, um pano verde entre duas árvores para que ficássemos atrás dele e assim não estressássemos o Uirapuru. O blind foi posicionado e meros 2 metros deste tronco caído. “ se ele aparecer ele vai subir neste tronco pra cantar “. O quê? Vou ver o bicho a pouco mais de 2 metros? Nossa, o coração começou a acelerar. A Vanilce emendou “ele já está vindo”. Caramba... como ela consegue ver um bicho marrom vindo no meio da floresta escura? “É território dele.” Eu ouvi. Máquinas preparadas e o Luis Carvalho entoa o canto do Uirapuru assobiando! Um breve silêncio. E a Vanilce manda “Chegou. Olhe por cima do blind”. Eu olhei e o ar faltou. Lá estava o Uirapuru em cima do tronco e não deu 1 minuto ele começou a cantar. Foram umas 50 fotos. E ela andava pra direita, para a esquerda. Parava e cantava. E cantava. Subia no tronco de cima e cantava. Descia e cantava. Ia no chão e cantava aquele canto doce flautado e a mata num silêncio constrangedor... E o Uirapuru lá entoando seu melodioso canto. Uirapuru Verdadeiro (Cyphorhinus aradu) Eu fiz um pequeno vídeo com a própria câmera. Olhem aí: Desculpem a tremedeira. Eu não levei tripé. Um outro video feito de forma decente. Saí encantado. Agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade e condições de ver este bicho. Agradeço a minha esposa por ser minha grande companheira nestas passarinhadas Brasil a fora e agradeço demais a Vanilce e ao Luis Fernando por me apresentarem esta magnífica ave que talvez para quem não conheça e entenda a dificuldade de achá-la não consiga compreender a razão por que digo que bambeei as pernas ao vê-la e ainda mais assim tão de perto.
  7. Aves do TOCANTINS !

    Eu levo tripé mas quase não uso. Tripé é bom para aves paradas, se alimentando ou em um ninho. Aves que estão em movimento não dá muito pra usar o tripé. Vai no braço mesmo. Olha aí umas fotos desta passarinhada feitas pelo guia André Grassi. Eu e a Rita, minha esposa. Nós usamos equipamentos iguais ( Canon 7D Mark II e lente Sigma 150-600mm ) As vezes dá pra apoiar num parapeito ou muro mas em geral é no braço. As vezes parado e as vezes com o barquinho em movimento ! Fotografando as Ciganas (aqueles pontos mais claros lá margem esquerda) Fotografando o Tempera Viola e os Beneditos de Testa Vermelha. Fotografando o Surucuá de Cauda Preta. Fotografando o Araçari de Bico Branco } Fotografando o Chororó de Goiás Fotografando o Pica Pau do Parnaíba
  8. Aves do TOCANTINS !

    Oi Edu, Realmente acho que a foto do Pica Pau do Parnaíba que eu botei aqui não ficou muito boa. Eu gostei da cena com fundo escuro mas acho que nem o foco ficou cravadinho nem caprichei tanto na edição. As distâncias das fotos variam bastante. De 5 a 25 metros é o mais comum. De vez em quando tentamos distâncias maiores em aves grandes como gaviões que podem estar pousados longe. Aves em vôo quando conseguimos também são distâncias relativamente grandes. O que faz as fotos parecerem perto são duas coisas: O aumento da lente teleobjetiva, no meu caso, uma Sigma de 600mm. E também o “crop” (corte) da imagem. Aproveitamos que a máquina tem 22mp e cortamos (diminuímos) a área da foto em torno da ave. Assim fica mais perto. Mas a imagem cai dos 22mp para poucos mp. E sim os gringos sempre trazem mega lentes telefoto. Eu já fui no Cristalino 2 vezes mas vi mais gringos com lentes grandes no pantanal. Enviado do meu iPad usando Tapatalk
  9. Envio por Transportadora a partir de SP Capital

    São franquias. Está diminuindo cada vez mais as que aceitam. Enviado do meu iPad usando Tapatalk
  10. Aves do TOCANTINS !

    Valeu Raufemann Valeu Edu Esse ano ainda tem mais duas. No outro final de semana vamos mais uma vez ao Intervales no sul do Estado de SP. E no início de novembro encerramos o ano na Amazônia. Vamos passar por Manaus, Novo Airão, Iranduba e, eventualmente, Presidente Figueiredo. Estou com 759 espécies... Rita ainda não fechou os números dela desta última viagem mas ela já deve estar com um número parecido. Será que nas duas viagens conseguimos chegar nas 800 espécies? Who knows.
  11. Expedições de Aventura --- Coisas que não podem faltar .

    Tomara que as populações recuperem. Dá dó de ver estes bichos sumindo. Poxa...Jaó... um dia ainda vou cruzar com esse bicho. Escuto ele cantando as vezes mas o som vem de loooonge. Está na minha lista há tempos.
  12. Aves do TOCANTINS !

    Obrigado. O Pavãozinho é massa, né?! A gente fica torcendo pra ele voar porque se ele fica parado não dá pra ver este padrão das asas. Métil, você precisa ver como o Javaés está baixo nesta seca... Imagina uns bons 2m a 2,5m mais baixo. Tem um monte de lugar que você passa no barquinho e dá pra ver o fundo. rasinho que só.
  13. Aves do TOCANTINS !

    Recentemente eu a Rita demos seguimento a nossa labuta de procurar novas aves livres pra fotografar. E desta vez fomos ao Estado do Tocantins, um lugar quente pra dedéu. Fomos na parte central em Palmas e também fomos a uma Estação de Pesquisa da Universidade Federal as margens do Rio Javaés junto a Ilha do Bananal. Vimos alguns bichos bem legais. No total foram 23 espécies novas ! Pra começar vai aqui o Celeus obrieni ( Pica pau do Parnaíba ), absoluta estrela da viagem, um Pica Pau que não se via há quase 70 anos e que era até bem pouco tempo dado como extinto. O Pica Pau do Parnaíba tem uma frágil situação e é criticamente ameaçado de extinção. Ele se alimenta de uma formiga pequenininha que faz ninho dentro do bambu. Mas não é qualquer bambu. É o bambu que dá em matas ciliares ( próximo a rios e lagoas ) e que que foi alvo de muito desmatamento ao longo dos anos. Ele leva uns 10 minutos pra abrir um furinho nos bambus que tenham os formigueiros dentro. Só aí consegue se alimentar. Realmente foi uma alegria ver este bicho lá. Outro Pica Pau bacana, o Piculus leucolaemus ( Pica pau de Garganta Branca ) O belo Pteroglossus aracari ( Araçari de Bico Branco ) perto de Palmas. Um curioso encontro bem sossegado com uma ave que já me deu altos bailes aqui no sudeste mas lá estava bem calminho, o Corythopis lalalandi ( Estalador ) e o seu impagável canto "yo soy terribile" ! O formoso e colorido Pipra Fasciicauda ( Uirapuru Laranja ). E olha só, em plena cidade de Palmas, junto a um parque na beira da lagoa... um casal de Ara ararauna ( Arara Canindé ) E um inesperado encontro que pra mim valeu muito pois nunca tinha visto esta ave livre. Uma Rhynchotus rufenscens ( a popular Perdiz ! ), bicho muito, muito caçado, atravessando uma rua na cidade de Porto Nacional a milhão ! Uma beleza de vôo do Eurypygas helias ( Pavãozinho do Pará ) ! Um sonolenta Nyctibius Grandis ( Mãe da Lua Gigante ) na sede da Estação de Pesquisa do Canguçu, em Pium. Um bicho muito massa que vimos nas margens do Rio Javaés foi o Neochen Jubata ( Pato Corredor ) E por fim fotos da "Carlota"... Carlota é uma fêmea de Pionopsitta Caica, mais conhecida como Curica. Ela é uma ave que fazia parte de um casal que dormia junto a sede da Fazenda Ecológica, um lugar lindo para visitar próximo a Palmas. Acontece que o macho do casal foi predado por um macaco... E como se sabe, psitacídeos são monogâmicos e Carlota ficou só. Curioso é, que possivelmente com medo de ser predada também, Carlota passou a dormir por conta própria na varanda da casa da sede. Sem que ninguém pegasse, sem que ninguém pedisse... Talvez ali, no meio dos humanos ela se sentisse mais protegida do ataque dos macacos... Fato é que o pessoal da fazenda começou a alimentá-la e ela foi ficando e se acostumando com os seus novos protetores. Hoje a situação é engraçadíssima. Carlota emite sons de Curica selvagem, emite gritos de alerta quando se assusta o que mostra a sua condição livre. Mas não arreda pé da sede. Mais precisamente da varanda, junto a mesinha do café. De vez em quando, contam os funcionários, ela vai dormir lá na árvore onde ela costumava ficar com o seu par. Mas volta a dormir na varanda sempre que escuta o barulho dos primatas. Nós almoçamos lá. E ela vem na mesa, fica pousada na cadeira, emite sons como um "BRRRRIIIIIIIIIIII" e um som que parece dizer "hockenheim". Será que ela gosta de corrida de carro??? É um doce de bicho. Ao chegar perto dela ela abaixa a cabeça e eriça as penas da nuca para ganhar um afago. Aceita bem o carinho de homens, vai no ombro de um e de outro mas não curte muito as mulheres humanas. hahaha. Os funcionários avisam para tomar cuidado com a cerveja... ela curte dar umas bicadas.
  14. Envio por Transportadora a partir de SP Capital

    Aconteceu hoje comigo. Não foi venda de Carabina de Ar mas acho que o episódio vale também para quem negocia carabinas ou qualquer outra coisa. Vendi estes dias pelo ML um Arco Longbow, de madeira, em peça única de 1,55m de comprimento. Fiz a embalagem com papelão e plástico bolha, tudo certinho e vi, no site dos Correios que a remessa por PAC ou SEDEX de uma encomenda é limitada a 105 cm de comprimento. Tamanhos acima deste, somente se originados por pessoa jurídica com NF e que tenham acordos firmados com os Correios. E olha, o arco de madeira nem é produto controlado... Então, pensei eu, o negócio é transportar nas tradicionais transportadoras. Fui como muitos fazem para carabinas ( eu mesmo já fiz várias vezes ) na JAD LOG. Chegando lá fui informado que os pontos de venda e coleta ( que são terceirizados ) não estão aceitando mais transportar produtos sem NF. Mesmo sendo de não contribuintes pessoa física. Liguei para duas lojas JAD e ambas disseram "Nós fazíamos, não fazemos mais". "Arrume uma NF avulsa que nós transportamos". Fui eu fuçar na internet e confirmar algo que eu já sabia. O Estado de São Paulo não possui sistema de emissão de NFa ou NF de simples remessa por software ou pela Web. Se eu quisesse emitir uma teria de ir a Prefeitura de SP e explicar a necessidade. Minas Gerais, Paraná e outros tem essa possibilidade. Faz pela web e gera a NF avulsa direitinho. Mas aqui em SP... O cara da JAD me deu o contato de outra loja que ele "achava" que ainda fazia. Mas era do outro lado da cidade... Enfim, comecei uma verdadeira via crucis de ligar e perguntar para 6 outras transportadoras e ver se alguém atendia a cidade de Assis e se faria o transporte sem NF. 4 não aceitaram sem NF 1 não atendeu 1 topou fazer mediante a preparação de uma Declaração de PF para PF, dizendo a que se destinava a remessa, dados das partes e do material. Nada demais. Todo mundo deveria aceitar isso. Mas fica aqui o meu aviso para quem negocia mercadorias por São Paulo. A coisa aqui tá difícil.
  15. Acabou o problema de catar chumbos no bolso!

    Bonita Hatsan. Se a velocidade ficar na casa dos 830-850 fps deve ser bem bacana. De repente a Rossi importa. Eu tenho o contato do Bernardo Rossi. Será que eles trazem? É uma arma de USD 400 nos EUA. Então sairia uns 1000 dólares com impostos e margens da Rossi e das lojas. Chuto que sairia por uns R$ 3.200~3.500 aqui. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
×