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Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 19-01-2019 em todas áreas

  1. 5 pontos
    É interessante como parece haver uma hierarquia de armas de pressão, estando as armas de mola na base, as de gasram alguns degraus acima e no topo as armas de PCP. Naturalmente acaba decorrendo disso a noção de que a evolução dos atiradores está intimamente relacionada com essa hierarquia de armas de pressão. Mas será mesmo que ter uma arma de PCP é indispensável para que o atirador continue evoluindo e se tornando melhor? Será que para muitos atiradores as armas de mola/gasram não serão suficientes? O que vocês acham? O prêmio desse primeiríssimo tópico premiado será uma surpresa muito especial! Apoio:
  2. 4 pontos
    Antes de mais nada já aviso que temos um excelente review deste modelo de carabina pcp no calibre 5,5mm feito pelo nosso amigo TPERETTI666, portanto que quer ver mais detalhadamente como esta carabina é recomendo o tópico dele, no caso aqui trataremos do calibre 4,5mm! Aqui como de costume prefiro fazer meus reviews em vídeo, a principio neste primeiro vídeo terei apenas um unboxing e minhas impressões ao tirar da caixa a carabina e a bomba manual : Já neste segundo vídeo vai um review utilizando a carabina e dando minhas conclusões gerais, testes de cronagem, gatilho, enchimento usando a bomba que vem no combo e agrupamentos: Atualização do tópico com dois vídeos um de agrupamento a 30 e outro dando dicas de manutenção preventiva: Atualização do tópico em 02/02/2019 -Teste com HPA plugado e regulado em 100bar:
  3. 4 pontos
    Em resposta ao tópico, acho que as PCPs não são indispensáveis. Na verdade, creio que a aplicação é o melhor critério para definição entre PCPs ou springs. Mesmo porque a aplicação vai definir qual PCP atenderá a aplicação desejada, e o custo da criança e seus periféricos. Venho experimentando sucessivos downgrades desde minha entrada no tiro esportivo. Iniciei com springs, "evoluí" para as PCPs e agora "involuí" para as springs. 😉 Tenho a impressão de que alguns colegas confundem a evolução da arma com a evolução do atirador. De fato as PCPs ajudam na obtenção de melhores resultados por consequência de algumas características próprias delas, contudo, não acredito que promovam por si, o crescimento técnico de um atirador. Na verdade o que ocorre, diferente do que possa parecer, é que ela exige menos do atirador. Essa é minha experiência, espero que seja útil. Grande abraço a todos.
  4. 3 pontos
    Pessoal segue a continuação do review da carabina CZ Slavia 634 4,5mm. Optei por dividir o review em partes devido a grande quantidade de fotos. Nota do autor: a data 08/12/2016 não representa a data em que as principais fotos desta Parte II foram tiradas (10/12/2016) Link do Tópico CZ Slavia 4,5mm - Parte I - Mini Review e Testes http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/15739-cz-slavia-634-45mm-parte-i-mini-review-e-testes/?do=findComment&comment=268074 Retirada da mecânica da coronha Dois parafusos de fenda na telha Um parafuso de fenda no guarda mato Aproveitamos para instalar os tradicionais anéis O'ring nos parafusos Um detalhe interessante é a alavanca de armar (biela) 'flutuante" A alavanca de armar não possui sapata É simplesmente encaixada no "rasgo" do cilindro e do êmbolo O apoio "flutuante" é sobre um pino que fica encaixado sobre uma mola helicoidal em um furo da coronha de polímero. Creio que em coronhas de madeira, este apoio "flutuante" é provido por uma mola tipo lâmina (peça 41 da vista explodida mostrada na Parte I) Na foto abaixo, podemos ver a peça similar em uma Slavia 631. Fonte da foto: https://sites.google.com/site/cherrytwist/slavia631tune-up Pino e mola helicoidal Como esta configuração não usa inserto anti raspagem (a exemplo das Gamos e similares), ocorre como efeito colateral a raspagem da alavanca de armar contra o cilindro da carabina. Vista do sistema de trinco do bloco do cano Vista superior da mola de ação do curso do primeiro estágio da lâmina do gatilho. Peça 33 - Trigger Adjustment Spring Slavia 631, 634 - da vista explodida Peso da mecânica - 1,921 kgf Peso da coronha de polímero - 1,009 kgf Soma dos pesos = 2,930 kgf Peso da carabina com coronha de polímero registrado na Parte I - 2,924 kgf (Creio a Filosofia Holística não se aplica a este caso. Rsrsss) Peso da Slavia 634 5,5mm com coronha de madeira - 2,964 kgf Diferença de peso = 2,964 - 2,924 = 0,040 kgf (40 gramas apenas) Determinação do Curso do Êmbolo CZ Slavia 634 CZ Slavia 634 curso do êmbolo - 80mm Vamos a barrigada... Para abrir a Slavia 634 não é necessário o uso de compressor de molas Rosqueie o parafuso do guarda mato Com auxilio de um saca pinos 4mm, retire o pino eixo da lâmina do gatilho Com cuidado, retire a lâmina do gatilho. Tenha atenção redobrada com uma mola helicoidal Esta mola helicoidal se encaixa em um furo existente na trava do êmbolo Para retirar a caixa de gatilho do cilindro, segure-o com uma das mãos e com a outra gire a caixa de gatilho usando o parafuso do guarda mato como alavanca (sentido anti horário) Após cinco voltas São necessárias entre 8 a 9 voltas para liberar a caixa de gatilho. Nota: é de suma importância contar o número de voltas necessárias para a retirada da caixa de gatilho pois na remontagem deve ser utilizado o mesmo número de voltas para que os furos da coronha e da mecânica sejam coincidentes. Medida da pré compressão da mola helicoidal original - 20mm Caixa de gatilho retirada Guia de mola traseiro Mola Helicoidal com o guia e caixa de gatilho Vista frontal da caixa de gatilho, podemos ver o rebaixo para encaixe do guia de mola Vista traseira do guia de mola, podemos ver o ressalto que encaixa na caixa de gatilho Vista frontal do guia de mola, podemos ver na parte inferior o rebaixo onde se encaixa a mola helicoidal Êmbolo, mola helicoidal, guia de mola traseiro e caixa de gatilho Medida da profundidade do cilindro da carabina - 267mm Diâmetro interno do cilindro - 25,17mm Volume da câmara de compressão - 39,3 cm3 V = [(Pi x D2) /4] x deslocamento do êmbolo D = 2,5 cm deslocamento do êmbolo = 8,0cm V = 39,3 cm3 Peso do êmbolo - 203 gramas Peso da mola helicoidal e guia de mola - 99 gramas Peso da mola helicoidal - 93 gramas Peso do guia de mola traseiro - 6 gramas Soma = 99 gramas (finalmente a holística se apresenta ...) Peso da caixa de gatilho completa - 222 gramas Comprimento da mola helicoidal - 215mm Número total de espiras = 30 espiras - 2 espiras da extremidade = 28 espiras úteis Diâmetro do arame - 3,2mm Diâmetro externo - 19,4mm Diâmetro interno - 12,7mm Acabamento das extremidades da mola helicoidal (é recomendável melhorar o acabamento com uso de lixa d'água 400 e 1200) Dimensões do guia de mola traseiro Diâmetro externo do tubo guia - 12,56mm Diâmetro interno do tubo guia - 8,10mm Diâmetro interno da boca do tubo guia - 8,16mm Diâmetro traseiro - 24,95mm Diâmetro do ressalto de encaixe na caixa de gatilho - 16,8mm Comprimento total do guia de mola traseiro - 68,79mm 67,53 + 4,92 = 72,45mm -> 72,45 - 68,79 = 3,66mm altura do ressalto de encaixe na caixa de gatilho Profundidade do rebaixo de encaixe da mola helicoidal - 2,03mm Diâmetro do rebaixo - 19,39mm Dimensões do êmbolo Comprimento do êmbolo - 123,82mm Comprimento do "rasgo" guia da alavanca de armar - 97.08mm ]] Largura do "rasgo" guia da alavanca de armar - 4,82mm Profundidade do êmbolo - 110,28mm "Altura" da sede do anel de teflon - 3mm (? não sei se realmente é teflon) Diâmetro da sede do anel de teflon - 21,59mm Diâmetro externo da traseira do êmbolo - 24,72mm Diâmetro externo do êmbolo (parte fronal) - 24,76mm Diâmetro interno do êmbolo (boca) - 19,66mm Formato e dimensões do pino central de engatilhamento Diâmetro - 7,5mm Comprimento a partir da boca do êmbolo - 23,59mm Diâmetro do retentor - 25,32mm Retentor de material flexível Nota do autor: não retirei o retentor para obter as dimensões do seu encaixe devido a ser de um material bem macio. Fiquei com receio de danificar o retentor. Tópico concluído !
  5. 3 pontos
    vejo essa comparação igual comparar veiculoo a alcool e veiculo a diesel. cada um no seu quadrado. Voce pode ter uma ferrari no alcool mas nao pode comparar com um fusca diesel, e vice versa. Estou com a primeira pcp minha agora, mas ja atirei com daystate, steyr, edgun e outras. Cada um tem um proposito diferente, assim como atirador tem gente que quer acertar lata a 10m no fundo de casa, tem gente que quer acertar 2mm a 25m. Cada ferramenta com seu uso separado. Não da pra comparar alicate com chave de fenda.
  6. 3 pontos
    Parte 2 da fabricação da coronha. Ajustes e acabamento.
  7. 3 pontos
    Concordo com a posição do Raufemann. Quando me meti a buscar uma PCP pra competir e ter que ficar medindo e pesando chumbo o tiro esportivo virou um fardo e não um hobby. Uma PCP pra mim hoje é dispensável pelo tiro que busco, que n passa de atirar em cilindros de co2 vazios ou garrafinhas de refri 200ml. Agora se o objetivo do atirador é extrema precisão tem diversas PCPs de R$10.000,00 ou mais, se é isso que o atirador procura. Inclusive estou me desfazendo das armas que tenho pra ficar só com a CFX pq as outras já não me dão mais diversão, a vida já é problemática demais pro tiro virar mais um deles.
  8. 2 pontos
    Em termos de precisão para as distâncias que vc indicou ambas são equivalentes e boas. Como a Hatsan tem maior potência concordo com o Macedo que será mais adequada aos teus propósitos.
  9. 2 pontos
    ALGUMAS VERDADES SOBRE O TIRO DE PRESSÃO Há algumas semanas eu publiquei na minha página pessoal no FB, que "impressiona o quanto a verdade gera dúvidas e a mentira é acreditada". Essa afirmação, em minha opinião, vale para muitas situações, por isso, escrevo sempre textos técnicos sobre armas, que se apoiam nos seguintes pilares: FÍSICA, ENGENHARIA, BALÍSTICA e EXPERIMENTOS PRÁTICOS. Então, com base nesses "pilares", eis algumas verdades sobre o Tiro de Pressão: 1. O chumbinho é responsável pela maior parte do desempenho da arma, quanto à precisão; 2. Chumbinho com coeficiente balístico (CB) mais alto retém mais energia a longo alcance e tem trajetória com curva menos acentuada, precisando de menos compensação; 3. Apesar de o peso do chumbinho ter relação direta com o CB, não significa que o chumbinho mais pesado tenha CB sempre mais alto, visto que este depende também do seu formato; 4. Chumbinhos cuja cabeça tem mais contato com as raias do cano apresentam energia mais alta; 5. Chumbinhos mais leves disparados por armas de pressão de alta potência perdem mais energia a longo alcance do que chumbinhos mais pesados. Isso ocorre porque o arrasto é maior, portanto, é melhor usar chumbinhos mais pesados, mesmo que a energia inicial seja mais baixa; 6. Para o mesmo calibre, chumbinhos mas compridos se adaptam melhor às armas de pressão mais potentes, embora os chumbinhos mais curtos também possam ser utilizados; 7. Nos dias mais quentes, a queda do chumbinho é menor do que em dias mais frios, exigindo menos compensação da visada para a mesma arma, com o mesmo tipo de chumbinho, no mesmo alcance; 8. Nos tiros a longo alcance, acima de 40 metros, usando chumbinhos iguais, aquele que deixar o cano com mais velocidade, perderá mais energia durante o percurso, portanto, ao atingir o alvo, a diferença de energia entre a arma mais potente e a menos potente será bem menor do que a diferença de energia na saída do cano; 9. Apesar de apresentar curva balística mais acentuada para a mesma energia inicial, o chumbinho calibre 5,5 mm retém mais energia a longo alcance do que o chumbinho calibre 4,5 mm, se os coeficientes balísticos forem iguais; 10. Se dois chumbinhos de formas semelhantes acertarem o alvo com a mesma energia, o de calibre 4,5 mm terá maior capacidade de penetração e o de calibre 5,5 mm apresentará maior aplicação de energia; 11. Chumbinhos de liga leve que tem maior dureza, são eficientes em armas de alta potência para maior penetração a curto alcance e melhoram a eficiência de armas de baixa potência; 12. Admitindo que a arma é precisa e o chumbinho é adequado, qualquer arma de pressão com energia inicial acima de 16 Joules serve para atividade de caça com tiros em torno de 50 metros, considerando aves e pequenos animais; 13. A medição da velocidade do chumbinho, para testes com finalidade de avaliação técnica, deve ser feita com a boca do cano da arma posicionado entre 90 cm e 1,0 m do cronógrafo, apesar de existirem cronógrafos que só medem a velocidade do projétil na boca do cano; 14. O pistão rotativo foi desenvolvido para reduzir (teoricamente) o efeito de torção transferido pela mola helicoidal à arma, portanto, essa função não se aplica às armas equipadas com gas ram, visto que este tipo de mola não causa esforço de torção; 15. Testes práticos demonstram que a redução do peso do pistão em até 60 gramas, reduz em até 15% o recuo de uma carabina que pesa 3,6 kg, com energia de 16 Joukes, mas também reduz mais a energia para chumbinhos mais pesados. Em carabinas de 19 e 21 Joules, a mesma redução de peso no pistão não resultou em mais de 4% na redução do recuo; 16. Em ambientes com menos luz, a menor magnitude da luneta é mais adequada. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  10. 2 pontos
    Amigo, Delta. Não somos especialistas, apenas estamos a mais tempo no esporte e gostamos de mexer em nossas arma por estarmos em uma região que não tem armeiro, por curiosidade e até para poder fazer economizar, sem falar que as vezes temos que desmontar a carabinas inúmeras vezes para conseguir deixar ela boa para um determinado tipo de tiro ( mais voltado para competição ou faz de conta no fundo do quintal rsrs) e isso se fosse feito por profissionais ficaria caro. Kit gás ram mais pistão é melhor que só o gás ram porque o pistão tem um anel de um material anti atrito no lado oposto a bucha e evita que o mesmo tenha atrito com o cilindro e também dando uma centragem melhor também, sem deixar de dizer que ele pode girar, não sendo obrigado a fazer o movimento longitudinal( sentido de armar e disparar) sempre do mesmo jeito, geralmente quando a arma vem com gás ram de fabrica com o pistão original, elas raspam o pistão no câmara de compressão (cilindro). Gás ram, pode durar muito ou não, depende de quem montou ou da sorte de pegar um que foi melhor fabricado. Eles tem diferença de potencia, não são exatamente iguais, estou comparando um de 40kg com outro de 40kg e não com peso diferente, gosto mais da mola helicoidal, é mais confiável da para diminuir, tirar o top hat, encamisar etc..., mas isso é pessoal, e cada um gosta de um jeito. O Rodrigo sanches tem falado muito do gás de 40 kg ( kit), ele gosta e tem resultados bons, você pode pesquisar nos tópicos ou posts dele ou pedir ajuda para ele por mp. Sorte na compra é fundamental, mas com pesquisa atenta, troca de ideia aqui no fórum, algumas chaves, um compressor de mola que é muito fácil de fazer e um pouquinho de vontade e curiosidade você vai fazer grandes mudanças nas suas armas, vale muito a pena. Eu só compro as minha originais e eu mesmo faço as mudanças. Poe um caderno e uma caneta do lado e vai fazendo anotações e com o celular vai fotografando tudo, é muito fácil. O José Alberto tem review mostrando passo a passo como montar e desmontar. Boa sorte!
  11. 2 pontos
    Considerando-se a questão financeira, leve em conta o custo do chumbinho. Em 4,5mm você atira mais o em relação ao 5,5mm, chumbos de qualidade são mais caros . Segue o link do artigo Algumas verdades sobre o tiro de pressão, de autoria do renomado Nelson L. De Faria o qual contempla algumas respostas sobre o calibre do chumbo em armas de ar.
  12. 2 pontos
    Sob o ponto de vista histórico, creio que a PCP é até mais antiga (1779) que a carabina de ar por ação de mola. Quanto a questão da hierarquia e evolução do atirador, considero o assunto além de polêmico também vasto pois leva em conta também a questão financeira e no meu caso específico, a curiosidade. Vejamos: Carabinas acionadas por mola são a porta de entrada para o tiro de ar comprimido do atirador neófito. No meu caso, tive a iniciação através da venerável Rossi Dione 4,5mm (1965 - está comigo até hoje, embora bastante castigada pelo tempo e abandono na casa de meus pais). Devido a outras prioridades, fiquei muito tempo afastado deste esporte e em 2012 resolvi adquirir uma carabina de pressão. E assim, cometi o meu primeiro equívoco pois entusiasmado através de catálogos e propaganda das lojas, acabei adquirindo a famosa 2 em 1 Beeman 1072, vinha com 2 canos 4,5mm e 5,5mm e uma luneta 4x32 ("mira telescópica" sonho de consumo de criança). Em seguida, cai na moda do gás ram, que prometia ser o "Santo Graal" das carabinas de ar por ação de mola., não foi bem assim. Através da internet, conheci o fórum Armas de AR e o falecido Airgun e finalmente através do colega Aurélio o Carabinas de AR. A segunda carabina foi a BAM B19-14 e inúmeros testes com gás ram e hoje está equipada com mola a gás de 45kgf. Através de leitura dos tópicos e troca de informações, pude conhecer melhor as opções de carabinas de ar por ação de mola (HW, Slavia, Cometa, etc) disponíveis no mercado nacional, que atualmente deixa a desejar pois as opções de modelos estão bastante reduzidas em relação aos anos anteriores a 2018. Por outro lado, algumas carabinas de mola, como a Rossi Takedown de desempenho sofrível, considero como sendo da categoria "item colecionável" . Embora neste quesito ("item colecionável") eu não esteja nem perto do abençoado colega Mazinho (papou mais uma na rifa de hoje), e do ilustre Colonel Métil creio que esta eles não tem, afinal trata-se de exemplar único. Ao longo deste tempo tive os primeiros contatos com a tecnologia PCP, a saber: Webley Rebel, Beeman P17 e Zoraki HP01 boa precisão porém cansativas de se usar. Carabinas PCP, tive contato com a CZS200 4,5mm (coisa fina, precisão incrível), comprei a Walther Lever Action (sonho de criança... rsrsrs, se dei 50 tiros foi muito) e mais recentemente a PR900W (promoção irresistível) que esta com menos de 15 tiros. Aliás até comprei um compressor Yong Heng. Para não me alongar, assim como na pescaria há diversão através da pesca recreativa com o uso de vara de bambu e anzol mosquitinho pescando piabas, alguns pescadores ao longo do tempo vão adquirindo as tralhas famosas: molinetes Daiwa, Abu Garcia, iscas artificiais Rapala, linha multifilamento, anzóis diversos mas isto não é garantia de que vão pegar o melhor peixe. Parece ser assim também no tiro esportivo amador com ar comprimido. Enfim, a carabina PCP que eu consideraria indispensável seria um modelo mais simples, não necessariamente desenvolvida para competição, e com o sistema "single pump", mas creio que não são mais fabricadas. Webley Paradigm
  13. 2 pontos
    Tópico Gamo Big CAT 1000 4,5mm - Parte I - Mini Review e Testes Tópico SAG R1000 4,5mm - Parte I - Mini review e testes E um tópico sobre a CBC B19S que embora não esteja fora de catálogo da CBC, a mecânica é praticamente a mesma da B19-X Tópico CBC B19S 4,5mm - Mini review, testes e tunings básicos Boa leitura
  14. 2 pontos
    As B19 sei que em geral precisam de tunagem para realmente ficarem boas. Alguns sortudos recebem peças que saídas da caixa são bastante precisas, mas grande parte demanda tunagem. Vejo bons comentários da R1000, apesar dela ser um tanto mais forte do que seria desejável. A Big Cat testei no calibre 5,5mm e achei muito boa, em equilibrada e precisa, daí creio que o comportamento da 4,5mm seja semelhante, daí seria minha opção.
  15. 2 pontos
    Bem, sou novato e tenho parcos conhecimentos sobre o assunto, mas a meu ver e a princípio, só há um tipo de carabina indispensável e são as de entrada, sem elas a porta principal para o tiro de pressão é fechada. Mola\gr ou pcp, cada uma tem suas qualidades e seus defeitos, seus usos em performances , alcances efetivos, energia, entre outros, diferentes. Porque usar um chumbo mais pesado na pcp? Diminuir a velocidade para que fique abaixo da velocidade transônica e eliminar as perturbações nessa fase e ter maior precisão e teremos muita energia no impacto com o alvo, mas ganhamos o contraponto de ter que fazer compensações maiores, pois a queda do projetil será mais acentuada e também perdemos alcance. Temos ainda o problema de recarga do cilindro que pode encarecer e\ou dificultar em certos casos. No caso da mola\gr, teremos que o projétil terá menos energia ao final do trajeto quanto maior a distância do alvo, uma boa precisão no geral e facilidade de manutenção e de recarregamento. Da maneira que vejo as coisas , esse é um resumo do resumo, mas já começa indicar que cada tipo de carabina tem seu propósito e sua faixa de melhor aproveitamento diferente uma da outra e as vejo como complementares dentro das possíveis faixas de uso que podemos vir a explorar. A partir daí é uma escolha individual. Como a tecnologia avança, acredito que as pcp ainda terão muita evolução pela frente, o que será mais difícil com as de mola\gr. Abraços a todos
  16. 2 pontos
    Eu comparo uma carabina com outra que tenha a mesma finalidade, existem muitas carabinas boas e para opção de tiro diferente, mas para tiros de 50 mts para frente infelizmente as de mola independente de ser helicoidal ou pneumática nunca vão se comparar com as pcps. Quanto a agrupar, sou bem metódico, carabina que não agrupa para mim não serve, independente de estar competindo ou divertindo. As carabinas de propulsão a mola chegaram no limite tecnológico , ficaram muito caras para serem produzidas enquanto as pcps vem no sentido oposto, exemplo é a pr 900, custando 3x menos que uma hw 77 . Para que gosta de tiros curtos ou médios, apoiado, pode fazer uso de carabina de mola tranquilo, mas as magnuns foram as mais prejudicadas . São o oposto das pcps: pesadas, trancudas , destruidoras de luneta, pesadíssimas para bascular e agrupamento sem comparação. O Doni 700, foi bem objetivo, qual arma de mola faz isso com uma v0 de + ou - 270 mts no 5.5 .
  17. 2 pontos
    Minha modesta contribuição: Não acho que PCP seja indispensável para mim. Minha CFX é mais que suficiente para um novato no tiro de ar como eu. Assim como o Giovani comentou no post acima, faço uso do tiro de ar como lazer. Se eventualmente a precisão viesse a se tornar uma obsessão para mim, perderia o sentido atirar enquanto diversão.
  18. 2 pontos
    Recebi por e-mail. Texto longo, mas vale a leitura e o conhecimento. Por Robert D. Williams, Ph.D. – Diretor da Divisão de Toxicologia do Centro Médico, The Ohio State University – EUA (extraído do livro “The ABC of Reloadings” de C. Rodney James) CHUMBO é um componente essencial na manufatura de munições, indo de uma pequena quantidade até cerca de 100% do material. Chumbo está também presente durante a fundição do projétil, na recarga e na limpeza da arma. Chumbo interage com matéria orgânica para produzir complexos estáveis. Especificamente, tecidos humanos possuem características de proeminente ligação com o chumbo. Deste modo, com um alto grau de acumulação e relativamente baixa rotação em humanos, preocupações relativas ao perigo do chumbo é aparente nos esportes de tiro. Exposição ao chumbo pode ocorrer através da ingestão, inalação e contato com a pele. Na população em geral, a rota primária de contaminação por chumbo é através da ingestão: em crianças por tintas com base em chumbo ou por águas contaminadas por encanamentos deste mesmo material. Indivíduos envolvidos em esportes de tiro estão expostos a altos níveis de chumbo através da INALAÇÂO DE POEIRA, particularmente em stands de TIRO INDOOR ou mesmo outdoor sem a devida ventilação ou durante a fundição de projéteis em locais sem ventilação adequada. Apesar dos instrutores de tiro constituírem um grupo ocupacional de alto risco, estudos demonstraram que mesmo o uso recreativo de pequenos rifles podem produzir elevadas concentrações de chumbo nas células vermelhas do sangue e sintomas de intoxicação, após uma temporada de 6 meses atirando em locais fechados por cerca de 70 minutos por semana. Altos níveis de concentração de chumbo no ar têm sido encontrados em stands onde pólvora é usada, em comparação com locais onde apenas air-guns são utilizados, que por sua vez são maiores que stands de arco e flecha. O uso de projéteis com jaqueta de cobre integral ou munição apenas de cobre sólido tem sido proposto para reduzir este nível em locais de prática de tiro, já que boa parte do chumbo em suspensão no ar é oriunda da vaporização ocorrida na superfície dos projéteis. Fontes naturais de chumbo na atmosfera representam um insignificante risco: provendo chumbo, principalmente em forma de sulfetos, estimado em meio bilionésimo de grama por metro cúbico de ar. Poeiras em suspensão do próprio ambiente e gases provenientes da crosta terrestre contribuem para a baixa concentração residual no ar. Certas áreas do planeta contêm substancialmente mais chumbo que os níveis residuais em geral, ou seja, cidades em regiões industrializadas, onde 98% do chumbo em suspensão podem ser rastreados como oriundos de gasolinas com chumbo. Níveis de chumbo no ar de cerca de 600 microgramas/m3, mais de 100 milhões de vezes maiores que os níveis normais no meio ambiente, foram encontrados em stands de tiro indoor. Análises realizadas em amostras de poeiras existentes em áreas de tiro revelaram que eram compostas de 24 a 36% de chumbo. A concentração de chumbo no solo também é afetada. Envenenamento agudo por chumbo é raro e usualmente ocorre pela ingestão de chumbo em sua forma solúvel e não por chupar ou engolir um projétil – o que poderia levar a um envenenamento crônico se fosse praticado por longo tempo. Os sintomas de envenenamento agudo incluem um sabor doce e metálico na boca, salivação, vômito e cólica intestinal. A ingestão de grande quantidade pode resultar em morte por colapso cardiológico. Sobreviventes de envenenamento agudo freqüentemente desenvolvem sinais associados com intoxicação crônica. Envenenamento crônico por chumbo, ou plumbismo, é manifestado por uma variedade de sintomas. Inicialmente, o indivíduo fica cansado e fraco devido anemia. Problemas neurológicos subseqüentes podem se desenvolver conjuntamente com irritação, agitação, convulsão e, em casos severos, coma. Desordens gastrointestinais associadas são a constipação e o sabor metálico na boca. Sintomas neuromusculares incluem fadiga e fraqueza muscular. O efeito mais sério do envenenamento por chumbo, que ocorre com maior freqüência em crianças do que em adultos, é a encefalopatia. Os primeiros sinais de encefalopatia incluem confusão mental, irritabilidade e insônia, que se desenvolvem devido à necrose do tecido cerebral. Sulfeto de Chumbo pode aparecer nas gengivas de indivíduos intoxicados através de uma linha de descoloração, com tonalidade de azul para preta, chamada de Linha de Burtonian. Intoxicação por chumbo causado pela absorção pelos pulmões ou pelo trato gastrointestinal é acumulativa. Em circulação, o chumbo é primariamente dirigido às células vermelhas do sangue. O chumbo se acumula nos tecidos macios tais como fígado, rins e cérebro. Ele pode ficar nos rins por 7 anos e nos ossos por 32 anos. Quando estabilizado, exames de sangue são considerados os melhores indicadores de exposição recente. Exames de urina também são empregados, apesar das concentrações de chumbo na urina tendem a flutuar mais com o tempo. Adicionalmente, o cabelo pode ser examinado para determinar exposições por longos períodos. Agentes quelatizantes são usados como tratamento para assistir na remoção do chumbo do organismo. Em caso de suspeita de envenenamento por chumbo, é recomendada a procura de um médico. Assistência pode ser obtida através do sistema estatal de saúde e agências de meio ambiente ou centros de controle de envenenamento. Nos EUA, o National Lead Information Center – NLIC (Centro Nacional de Informações sobre Chumbo) pode ser contatado para informações gerais sobre chumbo nas residências pelo telefone (800)424-LEAD(5323), nos EUA. Precauções que reduzem a exposição ao chumbo na prática de tiro esportivo resultarão na melhora significante da saúde e dos prazeres do esporte. Maior atenção deve ser dedicada à presença de crianças no ambiente. A mesma exposição de uma criança em comparação a um adulto resulta em um maior comprometimento pelo chumbo, devido à reduzida massa corporal de uma criança. Em 1991, como resultado de um grande volume de dados epidemiológicos, o Center for Disease Control (Centro para Controle de Doenças) revisou a concentração de chumbo considerada perigosa para crianças de 25 para 10 microgramas por decilitro de sangue. Diversos estudos indicam que uma alta concentração sanguínea de chumbo pode atrasar o crescimento ósseo de crianças e pode induzir danos neurológicos. Uma vez que é normal crianças pequenas introduzir objetos na boca, boa parte do envenenamento por chumbo em crianças ocorre entre 1 e 5 anos de idade. Há também a tendência de maior incidência de envenenamento por chumbo relacionado às crianças durante os meses de verão. Crianças devem ser mantidas a uma distância segura de locais de prática de tiro, para evitar a inalação de ar contaminado, assim como contato com o solo e poeira. Máscaras são também aconselháveis. Adicionalmente, materiais que podem estar contaminados com resíduos de chumbo assim como estojos, projéteis, espoletas, cartuchos, buchas, artigos de limpeza e roupas devem ser mantidas longe do alcance de crianças. Durante a limpeza de qualquer arma de fogo, evite o contato com resíduos de pólvora, fuligem e chumbo embebidos de óleo nas próprias armas, nos tecidos, nas escovas e demais instrumentos de limpeza, pois aumentam a absorção pela pele. Solventes removem eficientemente chumbo das peças das armas. Luvas são recomendadas como barreiras à absorção durante a limpeza por estes ou outros produtos. Detergentes contendo Fosfato Trisódico, encontrados em lojas do ramos, são efetivos para dissolver e remover o chumbo de áreas afetadas. Medidas devem ser adotadas para assegurar que todas as áreas – assim como ferramentas e acessórios da bancada de recarga, incluindo prensas, dies, escalas, instrumentos, medidores e funis – sejam propriamente livradas de resíduos de chumbo. Durante a fundição de projéteis, uma quantidade adequada de ventilação é necessária. Áreas livres são melhores, uma vez que chumbo vaporizado oriundo do cadinho de fundição irá condensar nas paredes ou poderão ser inalados diretamente do ar ou da poeira levantada pela limpeza. Fumar ou comer é perigoso durante a manipulação de qualquer material que contenha chumbo devido uma acidental transferência das mãos para a boca. Após a operação de equipamentos, a manipulação de materiais e a limpeza da área, as mãos devem ser bem lavadas. Com adequadas precauções, a presença de chumbo durante as atividades de tiro, recarga, ou limpeza pode ser adequadamente controlada para minimizar a exposição potencial, melhorando a qualidade do esporte e a saúde de cada participante. Uma vez que a intoxicação é acumulativa, exames de sangue periódicos podem prover adicional garantia de segurança.
  19. 1 ponto
    O bloco de polímero das Gamo dá mais falatório por conta de preferências pessoais e preconceitos do que de problemas efetivos. Tempos atrás estava falando sobre isso com o Macedo. Ele fez uma varredura no CA e encontrou apenas duas referências a problemas com blocos de polímero de Gamo, numa o bloco havia sido marcado quando a arma foi colocada num compressor de molas (daí a culpa mesmo foi do compressor e não do bloco em si) e apenas uma única reclamação de quebra do bloco. Bloco de metal não é garantia de nada. Veja as Hatsan Striker que teve um lote inteiro com problema de folga no bloco de metal. Quanto a coronha de madeira creio que para grande parte dos atiradores deixou de ser indispensável para ser desejável. O problema das B19 é o quesito sorte envolvido. Se tiver sorte de receber uma carabina com boa precisão e sem problemas ótimo, se tiver um pouco de azar precisará gastar uma graninha com tunagem para deixá-la boa. Nas Gamo toca de peças só quando houver quebra/desgaste ou se quiser trocar mola por gasram.
  20. 1 ponto
    Sem a bucha 142,2 g , embolo aliviado rotativo quick shot 112,3 g com bucha de PU.
  21. 1 ponto
    Amanhã posso mudar de ideia, mas hoje considero mais desafiador a prática do tiro com armas à mola gás ram e mira aberta. Acredito que mais para frente possa vir adquirir uma PCP, porém não considero uma escalada no tiro, e sim outra modalidade.
  22. 1 ponto
    a questão não é de precisão ou fazer agrupamentos a 50 metros amigos, a referência ou questionamento ou ideia é de que carabinas pcp seriam a evolução natural das carabinas de mola ou GR, em se tratando dos atiradores, deixando de lado de que cada tipo de carabina se propõe a um objetivo, seria como andar de velocípede, bicicleta, moto e assim por diante, na minha modesta opinião a evolução do atirador, e essa é a ideia central e primária do post, independe do tipo de carabina mola/GR/PCP e sim do seu treinamento e cumplicidade com a carabina seja ela qual for desde uma B12 até uma HW ou uma PR900 a uma Daystate e o mais importante é se divertir e com segurança
  23. 1 ponto
    Boa Tarde Srs, hoje lhes trago um breve review dessa pequena que chegou pra mim há alguns dias, a PR900W em 5.5mm. Essa minha é timbrada Artemis mas sabemos que é mundialmente exportada pela SPA sobre diversas marcas, até a Diana comercializa essa pequena como "Diana Stormrider". Ela vem numa caixa simples de papelão e ao abrir-mos encontramos um isolamento muito bom em isopor, a carabina e um manual simples mas bem completo e em vários idiomas. Acompanham a carabina o maganize monoshot, 1 de 7 tiros (9 se for no 4.5) estilo o da Marauder, o fillprobe (já com foster) e um kit de orings de reposição. Essa minha peguei com mais 2 mags reserva. Ela tem exatos 98cm de comprimento total e pesa pouco mais de 2kg, é muito leve e equilibrada e o ponto de equilíbrio é exatamente a frente do guarda mato. A coronha é de faia (beech) e me lembrou muito a coronha da minha ex HW50, possui cheek rest e ferrolho lateral para destros mas a coronha não impede o uso pra canhotos. Um diferencial dela é que possui miras abertas e o muzzle também é um moderador de som (não muito eficiente, diga-se de passagem)... Outra coisa que me chamou a atenção é que ela uma carabina "raiz", 99.8% é metal e madeira e a trava de segurança NÃO É AUTOMÁTICA. Aqui uma visão geral da carabina: Ela não é regulada, possui manômetro com escala por cores na parte de baixo próximo ao guarda mato e a pressão máxima de trabalho é de 200bar conforme marcado no cilindro. Uma coisa que se comenta internet afora tanto em vídeos como em grupos de Whatsapp é que o gatilho dela não é regulável e isso É UMA GRANDE BALELA. O gatilho dela não só é regulável como muito simples de mexer, só temos que separar a mecânica da coronha pra poder regular e mais nada... Pra separar a mecânica da coronha precisamos soltar 3 parafusos allen, 2 de 3mm e um de 4mm que ficam na parte de baixo da coronha Aqui a mecânica separada da coronha, já aproveitamos pra dar uma conferia no acabamento da parte interna da coronha também Como podem ver é muito bem feita e sem rebarbas, tanto a coronha como na parte mecânica. Os parafusos são todos de comprimentos diferentes mas com a mesma bitola e suas medidas são: Parafuso menor (da frente), vai no suporte 8 do cano, 27.70mm de comprimento Parafuso do meio, vai logo depois do manômetro, 32.67mm de comprimento. Esses 2 usam chave 3mm Parafuso maior (39.84mm de comprimento), vai no guarda mato e é o que usa chave 4mm Todos tem os mesmos 4.9mm de diâmetro na parte da rosca Agora vamos ao grupo de gatilho, muito simples e fácil de mexer... Para desmontar ele do corpo da carabina precisamos de um saca pino bem fininho ou um artefato com ponta fina, eu usei um palito de dentes... O que encontramos são a tecla do gatilho, uma peça em z e uma molinha, essa última responsável pelo peso e retorno do gatilho. Mas fiquem espertos, todas as peças são muito pequenas, logo são fáceis de perder... Derrubar alguma coisa no chão vai complicar bastante sua vida na hora de achar... Os 3 pinos são iguais e cilíndricos, logo não tem posição certa e vão encaixar em qualquer uma das posições. Eles se mantém no lugar apenas pela pressão daquela molinha e tem as seguintes medidas: Olhando mais de perto a tecla do gatilho encontramos um parafusinho bem pequeno, essa é a regulagem dele Pra mexer nele precisa de uma chave allen de 1½mm e tem as seguintes dimensões: O gatilho é de um único estágio, e soltando ou apertando esse parafusinho conseguimos deixar o curso mais longo ou mais curto. Soltei o dito cujo 1½mm pra fora e ele ficou infinitamente melhor que de fábrica sem ficar inseguro. Pra mudar o peso dele temos que trocar a molinha, que tem as seguintes dimensões: Eu pensei em substituí-la por uma molinha de caneta que é infinitamente mais leve mas essa mola fica alojada em dois furinhos, um na pecinha em z e outro na caixa de gatilho que é fixa na carabina Então teríamos duas opções: * Fazer uma espécie de guia que fique nesses furinhos e mantenham a molinha de caneta fixa no lugar da original * Achar outro "doador" de molas Pensando um pouco nas medidas e peso da mola original acho que um doador ideal pra essa mola seria aqueles isqueiros (avio) de plástico translúcido que se encontram nos camelôs... Como eles não valem nada mesmo (se derrubar se desmontam sozinhos) e são bem baratinhos acho que vai dar certinho... Porém não devemos nos esquecer que se aliviar demais essa mola provavelmente ficaremos com um gatilho inseguro, isso se ele conseguir armar o martelo pra disparar a carabina. Outra coisa que deve ser mencionada é que a molinha de caneta é mais comprida e mais larga que a original, mas ainda fica dentro da largura da pecinha em z e da caixa de gatilho, pelas dimensões dela acho que uma guia que segure tudo no lugar teria um tamanho inapropriado pra funcionar a contento e com segurança. Na minha opinião acho até desnecessário a substituição dela pois após a regulagem do parafuso o gatilho fica um click praticamente, "relou, atirou", simples assim. Mesmo com a regulagem de fábrica ele não é absurdamente pesado, o peso dele se assemelha ao da B19 original mas muito melhor porque não tem arrasto. Em outras palavras: é pesadinho mas é macio, regulado fica ótimo. Tenho strings completas dela já e pro cilindrinho que tem está com uma boa autonomia, só eu virar a luta com o Excel e vem tudo pro tópico... Devo confessar que até agora ele me bateu bastante mas a luta está nos finalmentes e eu vou ganhar, só cansar ele mais um pouco... Era o que eu tinha pra hoje gurizada, forte abraço!! ============================================================ Atualização 01/12/2017 Bom dia gurizada, como anteriormente relatado minha luta com o Excel estava no final... Venho lhes informar que consegui virar o jogo e ganhei a luta!! As strings que seguem são todas de 200 a 100bar e temos apenas 56 tiros nessa faixa de pressão, isso dá 8 magazines completos, que pro cilindrinho de aproximadamente 100cc que ela tem é uma ótima autonomia. Vamos por ordem de peso e que coincidentemente também foi a ordem em que foram feitas.... Por 1º temos JSB Exact de 15.89Gr que rendeu 21.29J de energia Em 2º temos H&N FTT de 14.66Gr que rendeu 18.62J de energia Em 3º temos JSB Exact Express de 14.35Gr que rendeu 15.55J de energia E a última do dia foi com H&N Sniper Light de 14Gr que rendeu 10.08J de energia Como podemos constatar através das strings e dos gráficos ela original de fábrica não é das mais potentes e constantes que encontramos por aí... Inclusive eu esperava um pouco mais de potência dela mas quando comecei as strings e vi a quantidade de tiros já suspeitei que isso aconteceria pois como sabemos pra conseguir mais potência precisamos de mais ar empurrando o chumbo. O que acontece é o seguinte: em algumas versões vendidas lá fora ela vem com 2 transferport, um minúsculo de nylon com 1.2mm e um de latão com 3.2mm de diâmetro de passagem pro ar e isso interfere diretamente na potência e um pouco na autonomia. Temos por exemplo disso as AirArms S410/510 que tem regulagem de potência por um estrangulamento no transferport e quando reduzida a potência tem um leve aumento na autonomia. Acredito que essa minha esteja com esse transferport minúsculo de nylon, mas só vou ter certeza disso quando desmontar ela toda. Então o que pretendo fazer a seguir é testar a precisão dela a 15 e 25M assim como está, toda original de fábrica, e depois partiremos para o acerto da bichinha (sem homofobia nesse comentário)... Assim vamos conseguir quantificar o que melhora e quanto melhora quando ela estiver do tipo que eu quero. Apesar da demora o 13º está na conta e acho que vai dar pra desviar uns pila ($$) pra fazer alguns transferport com diâmetros de passagem variados no torneiro, é uma peça simples de ser feita então não deve ser muito caro. Vou aproveitar para esse fim uns tarugos de bronze que me foram presenteados pelo amigo Marcelo Leko que queria que eu os fizesse de alvo. Agora eles terão uma missão mais nobre: Deixar a chinesinha Chun-Li (sim, já foi batizada) BOA DE PORRADA também e não só pequena, bonita e gostosa... Minha idéia com ela é fazer as mesmas atividades que fazia com a Turca mas com uma carabina que minha Excelentíssima Sra conseguisse usar também, portanto a mesma faixa de potência (ou maior) é a desejada, claro que com uma autonomia decente (30-35 Tiros por carga). Os outros requisitos já foram cumpridos, que era ser curta, leve e tão gostosa de usar como a Turca era. Era o que eu tinha pra hoje Srs, forte abraço!! =============================================== Atualização 03/03/18 Bom dia Srs, depois de um bom tempo sem atualizações no tópico, aqui estamos novamente. Isso deveu-se a alguns problemas pessoais e falta de tempo, se ganhasse R$1,00 cada vez que comecei escrever essa atualização e tive que abandonar sem terminar quase teria verba pra pegar uma Boito Urutu Os dados aqui apresentados foram coletados dia 19/12/2017 e algumas coisas já mudaram novamente, então o objetivo aqui hoje é apenas fazer um relato do que foi feito, como foi feito e os próximos passos a serem dados para que fique registrado. Dessa vez desmontamos a carabina para tirar o Trasfer Port (adiante denominado apenas TP), coletar as medidas para os novos TP que serão feitas no torneiro e levar o cano para fazer alguns acertos também. O que acontece é o seguinte: Ao empurrar o ferrolho pra frente pra municiar a carabina ele não fecha totalmente, sendo necessário uma batida atrás dele pra conseguir fechar e travar. Não relatei isso anteriormente porque no correr da minha pesquisa encontrei relatos desse mesmo problema que foram resolvidos apenas com uma regulagem nos parafusos do magazine que era o que interferia na ciclagem (infelizmente não foi o meu caso...) e como eu ainda não tinha feito a tal regulagem acreditei que seria coisa simples de resolver e tão logo estivesse pronto viria as informações do defeito e solução pro tópico. Mas como disse-nos a história de Joseph Klimber: -"A vida é uma caixinha de surpresas"... Vamos separar o bloco com o cano do restante da carabina e assim teremos acesso ao TP pra pegar as medidas da peça original , depois vamos retirar o cano do bloco pra fazer os ajustes necessários. Começamos a desmontagem da carabina retirando a mecânica da coronha como anteriormente descrito: Na intenção de não perder a posição do muzzle fiz uma marcação com fita crepe Então, soltamos o parafuso do muzzle / supressor Ao retirar o muzzle / supressor encontramos um rebaixo no cano e uma espécie de canal pra oring que não vejo outra função que não acomodar o parafuso que segura o muzzle. Em seguida, pra retirar o barrel band precisamos afrouxar (ou retirar) um parafuso alen, esse usa uma chave 2½mm E tem as medidas de: Comprimento: 19.1mm Diâmetro: 2.89mm Então é só deslizar o barrel band pra fora do cano: E lá se foi a marcação porque a fita interferia na retirada... Fora o barrel band ainda tem 2 parafusos que nos impedem de separar o conjunto bloco / cano do restante da carabina, um fica no bloco do lado do imã que segura o magazine e o outro fica atrás do sistema de gatilho e também segura todo o conjunto da mola do martelo. O parafuso do lado do imã é bem pequeno, usa uma chave alen 2mm e tem as medidas: Comprimento total: 4.95mm Diâmetro da rosca: 2.94mm Diâmetro da cabeça: 5.87mm O parafuso que vai atrás do conjunto de gatilho é bem maior, usa uma chave 2.5mm e tem as medidas: Comprimento total: 31.02mm Diâmetro: 3.94mm Lembrem que esse parafuso também segura todo o conjunto da mola do martelo, que exerce uma pressão sobre ele e deve ser contida pra que não saia tudo voando. Ao retira-lo basta exercer uma leve pressão na peça que esse parafuso segura (que eu chamarei de culatra) pra evitar que tudo saia voando, aliviar a pressão e facilitar a retirada do mesmo. E já que é necessário desmontar isso tudo pra separar o bloco / cano do restante da mecânica vamos aproveitar e pegar algumas medidas. A culatra tem 18mm de diâmetro por 12mm de altura, possui um rebaixo no centro e um furo passante onde entra o parafuso que acabamos de retirar A culatra trabalha junto com uma guia pra evitar que a mola do martelo trabalhe torta como acontece no caso da Kalibrgun Cricket e essa guia vai encaixada no rebaixo no centro da culatra A guia tem as seguintes dimensões: Comprimento total: 32.13mm Diâmetro maior (cabeça): 09.70mm Diâmetro menor (corpo): 07.45mm E por fim temos a mola do martelo, que tem as seguintes dimensões: Comprimento total: 88.53mm Diâmetro externo: 9.77mm Diâmetro interno: 7.81mm Espessura do arame: 0.97mm Retirando isso enfim conseguimos separar o conjunto bloco / cano do restante da mecânica da carabina Deixemos isso um pouco de lado afim de não deixar a informação segmentada e voltemos ao conjunto do martelo / mola por alguns instantes. como podem reparar, pra desmontarmos todo esse conjunto ainda falta retirar-mos o martelo, que ficou na carabina por não ser necessário sua retirada pra separar o conjunto bloco / cano do restante da mecânica. O que segura o martelo ali dentro é o parafuso em que o ferrolho se apoia pra comprimir a mola quando manobramos o ferrolho e travar o martelo na peça em Z do conjunto de gatilho, deixando assim a carabina armada. Nesse parafuso encontra-se uma espécie de arruela larga, um rolete, que faz a função de um rolamento diminuindo o atrito desse movimento. Retirando esse parafuso podemos retirar o martelo, e assim terminamos de desmontar o conjunto martelo / mola que tem 105.63mm de comprimento total Vou ficar devendo o peso do martelo porque excede o peso máximo da única balança que eu tenho aqui, que é a de pesar chumbo... Agora voltemos ao conjunto bloco / cano e o TP Ao separar esse conjunto do restante da carabina temos acesso ao TP Aqui temos eles mais de perto: Pra retirar-mos o TP do seu lugar encaixado na válvula de exaustão é necessário esvaziar o cilindro, pra isso basta afrouxar um pouco o manômetro até que o ar comece a sair LENTAMENTE. Soltar todo a manômetro e liberar o ar de uma vez vai gerar uma variação grande de temperatura que normalmente não é benéfico aos orings que vedam o sistema, é pelo mesmo motivo que devemos encher o cilindro lentamente também. Pra afrouxar o manômetro precisaremos de uma chave de boca das seguintes medidas: Chave 19mm se for soltar o manômetro em si ou uma chave 14mm se for soltar pelo extensor Como eu estava sem chave de boca usei um pouco de "persuasão", uma chave de bomba d'água e um pedaço de borracha pra proteger o manômetro Depois de esvaziar o cilindro é só tirar o TP com a mão, cuidado pra não perder os 2 orings que vedam, um em cima e um embaixo. As medidas no TP são: Altura total: 07.43mm Diâmetro maior (meio): 9.92mm DIâmetro menor (nos rebaixos): 06.03mm E agora a parte que será mudado nas peças novas pra aumentar a potência, diâmetro do furo de passagem: 3½mm Ainda tem mais coisas pra adicionar porém o tempo hoje acabou... Assim que possível eu retorno pra continuar. Abraço!! ======================= 22/04/18 Dando continuidade ao relato da mexida em Dezembro, agora vamos falar do cano, suas medidas, como era e o que foi feito. O cano tem um tamanho total de 48cm, falta um "fiapinho" pra dar 19 polegadas Aqui no detalhe o final da medida pra não deixar dúvidas: Tem 12mm de diâmetro externo (11.99 pra ser bem exato) Apresenta 2 rebaixos, um em cada ponta do cano, ambos com 10mm de diâmetro externo Vamos falar primeiramente do rebaixo na ponta do lado do muzzle, onde temos a coroa do cano, onde temos: Aproximadamente 3½cm de comprimento total Vê-se que ele tem um outro rebaixo, como se fosse um canal pra oring porém não vai (ou não veio) nada ali. Apenas pra fins de registro ele tem pouco mais de 3mm de comprimento E a borda externa fica a 17mm da boca do cano E pra terminar essa ponta temos a coroa do cano, que é relativamente bem acabada até Aqui uma foto onde podemos ver o raiamento, que é destrogiro (giro a direita) Agora vamos falar da ponta do cano do lado bloco, onde temos a culatra que é justamente o que teve que ser modificado. Esse rebaixo tem pouco mais de 19½mm de comprimento, apresenta 2 canais pra oring e o furo de passagem do ar que vem do TP Furo esse que assim como o TP original tem 3½mm de diâmetro (3.46 pra ser bem exato) E aqui temos a culatra (que foi a razão da minha dor de cabeça e foi modificada) e também um canal pro oring que veda no probe que empurra o chumbo Agora de um outro ângulo onde podemos ver melhor o problema que a minha apresentou Notem que não há profundidade suficiente pra acomodar um chumbo ali, o que fazia com que o chumbo pegasse direto nas raias e não deixasse o ferrolho fechar por completo. Isso fazia com que fosse necessário a batida atrás do ferrolho pra conseguir fechar totalmente, o que fazia o chumbo ficar desse jeito Dessa forma, a 15m ainda conseguia colocar os tiros dentro de um alvo adesivo da rifle (Namoska), que tem 6cm de diâmetro, porém não foram feitas imagens... Pra resolver isso entrou em ação o torneiro, levei pra ele o bloco completo com ferrolho e o cano pra que que fosse desbastado as raias até que um Polimag (chumbo mais comprido que tenho aqui) entrasse e o ferrolho fechasse totalmente como deveria ser. O serviço foi feito, a carabina cicla perfeitamente como deveria tanto no mono como no multishot, os TPs novos foram feitos e os testes seguiram, porém não foram feitas mais fotos pois já montei ela com um dos TP maiores e me dediquei aos testes de cronógrafo. Já tenho dados coletados com os TPs de 4 e 4½mm e já vou abrir o tópico do acerto dela. Assim que for feito vem o link pra cá também. Nesse tópico ainda vem novas strings com o TP original porque agora ela tem uma CURVA DE POTÊNCIA e não uma linha errática como anteriormente e enfim testes de agrupamento com o TP original, daí pra frente passamos pra fase de ajuste fino que vai tudo pro tópico do acerto dela. Vou providenciar fotos do trabalho do cano também pra que pelo menos fique ilustrado o que foi feito, posso adiantar também que tenho uma reguladora HUMA pra ela aqui no Brasil já só esperando os trâmites finais pra ser instalada. Peço desculpas por ter decepcionado vocês com tanta demora acerca dos dados, tenho me esforçado pra arrumar tempo mas esse início de ano está de branquear os cabelos com tanta incomodação e correria. Peço um pouco de paciência porque esse tópico vai ser tipo a Justiça Divina, demora, mas não falha... ========================================== 13/07/18 Buenas gurizada Depois de muito tempo e alguns percalços consegui finalmente coletar os dados que faltavam. Conforme prometido, seguem as strings da PR900W de 200 - 100bar com a configuração original e o cano devidamente acertado. Foi acrescentado o JSB de 18 que antes não tinha sido usado com o cano "bichado" e as diferenças das strings de agora pras de antes de acertar a culatra que estava amassando o chumbo foram: Sniper Light passou de 10.8J na média pra 24.6J; JSB de 15 passou de 21.2J na média pra 25.2; Tudo demonstra que realmente o cano não estava vendando como deveria e por isso não tinha-se o resultado esperado. Isso mostra também que o aumento de potência visto nos testes com outros diâmetros de TP foram irrisórios, o que fez diferença mesmo foi o trabalho na culatra que proporcionou uma vedação adequada e melhorou o aproveitamento do ar. Foram feitos alguns grupos a 10 e 20 metros afim de mostrar do que a PR900 é capaz, na mira aberta, 5 tiros em cada, apoiado em bipé. Grupos a 10 metros: Grupos a 20 metros Esses são só pra ilustrar mesmo, bateram na lateral do coletor e estilhaçou o chumbo... Não dá pra distinguir muita coisa... Isso nos mostra que com o chumbo certo ela tem uma ótima precisão, e pela potência que apresenta uma lunetinha 4x32 fica na medida pra ela. Estou com uma reguladora HUMA pra ser instalada nela e consegui aliviar BEM o gatilho dela mas isso fica pro tópico do acerto juntamente com as experiencias dos TP maiores. Considero esse tópico ENCERRADO Srs, a partir daqui já é tudo parte do acerto. Assim que aberto o tópico o link vem pra cá também. ======================================================== Tópico com o Tuninng e experiências: http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php?/topic/18243-spa-pr900w-tunning-regulagens-e-experiências/ Forte abraço gurizada!!
  24. 1 ponto
    Pessoal, Comecei a pouco tempo o esporte de Tiro. E atualmente, entre vários "problemas", estou procurando melhorar bastante a minha posição para efetuar o tiro. Com certeza ter uma posição sólida e treinada é 50% de um bom tiro. Procurando sobre isso, eu acabei achando algumas fontes bem interessantes. Até um livro em português. Então resolvi passar os links para os "novatos" que buscam algo mais técnico para começar o seus treinos. Caderno técnico-didático - o treinamento do tiro esportivo (http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=26693) Fundamentos do Tiro (http://www.primeirostiros.com.br/p/fundamentos-do-tiro-esportivo.html) POSIÇÃO EM PÉ (http://www.tiroflu.com/bau/004_posicao_em_pe.htm) Tiro com carabina - Posição em pé, sentado e ajoelhado. (http://www.youtube.com/watch?v=8y9lO6tDwtc) Pequeno Manual de Análise de Alvos (http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/4716-pequeno-manual-de-analise-de-alvos/) Regulagem de Mira Aberta (http://www.youtube.com/watch?v=NlFb-c7tcEs) Como regular miras abertas (http://www.youtube.com/watch?v=5_5A1TGgZiw) Com toda a certeza, aqui no Fórum tem muito mais material para ajudar os iniciantes a melhorar o seus resultados. Fiquem a vontade para sugerir outros materiais e links. VlW!
  25. 1 ponto
    Malon,te digo, quando vi a primeira vez a cz 200s FS falei " puta troço feio, deve ser escroto de segurar", ai peguei a bixinha e coloquei em posição de tiro. O resultado foi: R$ 3.400,00 reais a menos na conta 15 minutos depois. Apesar de ser uma arma pequena me senti muito confortável com ela, é extremamente leve e tem um acabamento muito bom. Depois que cheguei em casa e fiz ma string então, me apaixonei de vez. 1º 230.8-41º 242.0 231.6- 241.2 232.9- 242.1 233.6- 241.5 233.0- 243.2 234.2- 241.8 233.8- 241.7 235.8- 241.5 235.2- 241.4 10º 235.3-50º 240.2 237.1- 240.0 237.3- 240.4 237.8- 240.5 237.9- 240.3 237.9- 238.9 239.3- 238.6 239.5- 237.9 239.1- 236.5 238.9- 237.5 20º 238.3-60º 235.5 239.9- 235.8 239.2- 234.2 239.6- 233.8 239.7- 232.0 240.7- 231.0 241.0- 231.0 240.9- 228.9 240.6- 227.7 241.6- 227.6 30º 241.4-70º 225.6 241.7 242.2 242.6 242.3 241.0 240.6 242.5 242.4 241.0 40º 242.1 Pegando do 16º tiro até o 56º, são 41 tiros com um spread de 4,9 m/s, isso numa arma não regulada com reservatório de 122cc. Essa hunter deve ter o mesmo mecanismo só mudando a coronha. Logo se o problema era o design agora não tem mais desculpa. Lembrando que na Inglaterra tem um carregador de 10 tiros da Air arms que torna essa arma multi-shot. Custa em torno de 150 reais.






























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