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Showing content with the highest reputation since 05/17/2019 in all areas

  1. 5 points
    Objetivo: mostrar o processo de modificação. para instalação de molas a gás na carabina Fiora Modelo 1 utilizando-se peças disponíveis no mercado de reposição e tuning bem como os resultados obtidos com esta customização. Esta carabina foi objeto do Tópico Mini Review - Carabina Fiora Modelo 1 4,5mm Nota do autor: sob o ponto de vista econômico, devido ao custo das peças utilizadas, é evidente que esta modificação não compensa. Então, a pergunta que não quer calar: Qual foi a motivação ??!! Peças utilizadas Conjunto do Gatilho da Carabina Cometa 220 Alavanca de Armar (Biela) da Carabina Rossi Dione Tradicional Êmbolo do Kit Advanced Fênix 400 (modificado) Nota do autor: este êmbolo foi utilizado no Tópico Tutorial - Cometa 220 com Êmbolo Alongado e Gás RAM da Fênix 400 Retentor de PU para carabina Cometa 220 Mola a Gás QUICKshot MG182 Agradecimentos ao Juliano Sanches da QUICKshot pelo envio das molas a gás Centralizadores customizados para instalação de molas a gás (Modo Normal e Modo Invertido) Algumas peças foram ajustadas utilizando-se usinagem em torno mecânico, recurso nem sempre acessível ao usuário Customização do Conjunto do Gatilho da Cometa 220 - usinagem em torno mecânico para ajuste do diâmetro externo Customização da Alavanca de Armar (Biela) da Rossi Dione Tradicional - ajustes na extremidade de encaixe com o bloco do cano e na sapata Comparativo entre as bielas - a original da Fiora é ligeiramente maior A geometria de ambas possui um desenho quase idêntico A biela da Rossi Dione é mais resistente Customização do Êmbolo modificado para uso na Fiora - abertura do trilho por onde corre a sapata da biela Peso do êmbolo 188 gramas Customização do retentor de PU - usinagem em torno mecânico para diminuição do diâmetro compatível com o diâmetro do cilindro da Fiora Verificação do Conjunto Gatilho Cometa 220, Centralizadores e Mola a Gás MG182 Instalação Invertida Instalação Normal Customização do Cilindro da Carabina Fiora Modelo 01 - abertura para instalação do conjunto do gatilho da carabina Cometa 220 Instalação do êmbolo Êmbolo, Mola a Gás e Conjunto do Gatilho Pré compressão da mola a gás MG182 40kgf - 4mm Instalação da Mola a Gás concluída Verificação do funcionamento da trava de segurança Posição SAFE Posição Fire Verificação do Engatilhamento Medição do Deslocamento do Êmbolo Deslocamento - 55mm Volume da câmara de compressão V = [(Pi x D2) /4] x deslocamento do êmbolo D = 2,54 cm deslocamento do êmbolo = 5,5 cm V = 28 cm3 Volume original V = 36 cm3 Modificação necessária na coronha Devido a existência do parafuso de regulagem da lâmina do gatilho, é necessário recortar a coronha Instalação da mecânica na coronha Ao se proceder o aperto do parafuso de fixação traseiro (parafuso do guarda mato), a trava de segurança topa na coronha Instalação de arruela espaçadora (M8 - Inox) Arruela instalada Testes com a coronha instalada Carabina Desengatilhada - Trava de Segurança Automática na posição FIRE Carabina Engatilhada - Trava de Segurança Automática na posição SAFE Vista Lateral do Guarda Mato e da Lãmina do Gatilho Peso da carabina com mola a gás - 3119 gramas Chrony Test Molas a Gás QUICKshot MG182 40, 45 e 50kgf A mola a gás QUICKshot Série Black também está disponível em 40 e 45 kgf Meus agradecimentos ao Juliano Sanches da QUICKshot pelo envio das Molas a Gás MG182 Resultados obtidos com a mola a gás MG182 40kgf instalada na posição Normal Resultados obtidos com a mola a gás MG182 45kgf (Série Black) instalada na posição Normal Resultados obtidos com a mola a gás MG182 50kgf instalada na posição Normal Resultados obtidos com a mola a gás MG182 40kgf instalada na posição Invertida Resultados obtidos com a mola a gás MG182 45kgf (Série Black) instalada na posição Invertida Resultados obtidos com a mola a gás MG182 50kgf instalada na posição Invertida Quadro Resumo - Molas a Gás QUICKshot MG182 Pré compressão MG182 instalada na posição invertida - 6,5mm "Fi-lo porque qui-lo..." Tópico em
  2. 3 points
  3. 2 points
    Comprei no MercadoLivre por R$ 198,90 com o frete para SP e o vendedor disse tudo bem para comentar sobre a compra aqui no Fórum: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1251317556-forma-de-chumbinho-5560-obs-faz-ponta-oca-e-ogival-_JM?quantity=1#redirectedFromSimilar Anúncio do Junior M, para quem se interessar o Whats dele está em alguma parte neste tópico: Ele enviou um vídeo tutorial demonstrativo mas, não tem um link de publicação, esta é a foto da prensa que ele está usando agora e que lhe custou R$ 80,00, ele recomendou que o resultado é melhor por prensagem do que por marteladas. Pelo que vi na internet o macaco utilizado é de 2 toneladas e existem outros modelos de 4 e de 5 toneladas. Já a barra de metal eu desconheço as medidas. Minha intenção era adaptar para a prensa de ilhós, igual a utilizada no kit da CO2 Brasil. No vídeo demonstrativo só mostra os chumbos já cortados e preparados para a forma, não mostra detalhes de medidas do chumbo e tamanho do corte. Eu comprei na loja A Pesca na galeria entre a Rua Cásper libero e Brigadeiro Tobias no centro de SP um quilo de chumbo tipo prego por R$ 20,00 que pela medida a olho nú numa régua pareciam ter 5 mm mas, na realidade, ao chegar em casa e medir no paquímetro deu 6,5mm : Quando tentei encaixar, deu esta dificuldade: A parte mais fina é a parte que consegui enfiar no buraco após dar umas marretadas, o tamanho da medida do chumbo que deve ser o certo pode ser de 5mm ou de 4mm, ainda preciso encontrar estas medidas para testar e encontrar o tamanho ideal de trabalho. O preço do quilo de chumbo varia muito de um lugar para outro, o mais barato que encontrei foi na loja ao lado do Stand de tiro da Rua São João no centro de SP, de R$ 20,00 por R$ 18,00 o quilo no dinheiro entretanto, não tinha a medida que queria pronta e achei que não compensaria o esforço de derreter e moldar. O mais caro foi R$ 32,80 também em alguma loja no centro de SP. Pesquisei só por chumbos de pesca e ignorei outras alternativas como chumbo usado ou reciclado de stand de tiro, lojas de balanceamento de pneus (não vendem, o fornecedor recolhe e recicla) ou ferros velhos. Na internet existem muitos anúncios. Na parte de cortar o chumbo, o tópico mencionado acima mostra uma tesoura de poda adaptada com uma chapa limitadora, eu comprei uma e usei para cortar sem problemas, não é difícil e não precisa de muita força: Falta fazer o limitador, que deve ser uma chapa de metal com um furo em rosca para regular no parafuso de mesma medida e mais comprido que substitui o original. Também usei um cortador de fio que corta igualmente sem dificuldades: Segue abaixo imagem das embalagens para referência: A tesoura eu comprei na Agropinhalzinho que fica no centro de Pinhalzinho/SP em frente ao Supermercado União e o alicate na Leroy Merlin por R$ 30,90. A Tesoura de poda tem em muitos lugares com preços médios de R$ 30,00 e o alicate de corte eu só achei na Leroy mesmo. Também cortei o chumbo usando um martelo batendo em uma faca apoiando na madeira, ou um formão e com mais dificuldade uma espátula afiada. Outros alicates com a função de corte serviram perfeitamente. No caso das turquesas eu vejo uma limitação para o tamanho de corte. Ainda deu para serrar com um esforço maior. Enfim, cortar é fácil, o difícil por enquanto é achar um padrão de cortar no mesmo tamanho padronizado. Se observarem nos detalhes das fotos acima, cada ferramenta utilizada para cortar produz uma deformação característica no chumbo, o corte não é reto e certinho e para lidar com isso parece que a melhor medida é cortar a ponta inicial do chumbo para o corte ficar no mesmo padrão da ferramenta a ser utilizada, para então, fazer o próximo corte do chumbo no padrão estabelecido, assim, as duas pontas terão o mesmo padrão de corte e possivelmente as peças terão pesos e tamanhos parecidos com poucas variações. Outro detalhe a não se utilizar um limitador de tamanho corte, eu usei marcas de caneta medidas em uma régua e fiz os cortes em cima da marca, até que pareceu ficar bem na inspeção visual mas, ainda preciso medir as peças com um paquímetro e com uma balança, tarefa a ser realizada no futuro. A forma chegou embalada em plástico e lubrificada com algo cheirando a WD40, novinha, sem marcas de uso e com um aviso de cuidado para não deixar a ponteira cair ao chão. Agora entrando na utilização da forma em si, que é esta: Sendo que a chave Allen ou Harlen não foi fornecida e utilizei uma de 3 mm com um pouco de folga, ela serve para posicionar um parafuso de regulagem de tamanho do chumbinho: Como na foto acima do conjunto todo desmontado, o parafuso posicionado mais acima ou mais abaixo regula a posição do pino e consequentemente o tamanho do projétil, também no detalhe, se mostram os dois pinos que vieram, um de ponta oca e outro ogival. Mais detalhes da parte interna, aonde o chumbo é forçado a tomar sua forma, primeiro com a ponta oca posicionada no interior e o pino da saia do lado de fora: E agora com a ponta ogival e o pino da saia posicionado do lado de dentro: Se puderem notar, ficaram as marcas de corte da saia do chumbo utilizando um estilete, eu cortei como se estivesse descascando uma laranja, diferente do mostrado no vídeo instrução que é um corte seco e único. A prensagem é mais ou menos assim: O chumbo fica entre o pino de moldar a ponta e o pino de moldar a saia, separado fica assim: Procurei deixar as peças alinhadas com a posição original para melhor compreensão. Uma dificuldade que encontrei é que os pinos de moldar as cabeças devem ser tipo cônicos, ou seja, só entram por um lado e numa posição, não tem como inverter e não saem pelo outro lado. Não sei dizer se isso é uma dificuldade ou apenas uma particularidade do projeto, justamente para evitar erros ao inverter a montagem das peças. Achei muito frágil o sistema de regulagem de tamanho por parafuso, tenho a impressão de que com o tempo e uso a rosca vai espanar, eu particularmente eliminaria a rosca de regulagem e usaria pinos maiores ou menores conforme o tamanho desejado. Pensei em utilizar fita veda rosca para deixar o parafuso com menos folga e mais firme. Lembrando que sou um aventureiro no assunto e ainda estou aprendendo com tentativas e erros, não sou especialista, expert ou alguém que domina o assunto, apenas tenho a vontade de aprender e me divertir. Observando melhor a rosca do parafuso de regulagem, ele só entra e sai pelo lado de dentro que tem rosca e não entra ou sai pelo lado de fora que não tem rosca. Rosqueando ele até o fim e posicionando o pino de formar a cabeça no máximo, dá para dar duas voltas e meia até o parafuso atingir o pino e começar a empurra-lo, de forma a diminuir o tamanho do projétil, com cinco voltas vai até o fim e começa a sair para fora. Como não estava dando certo as primeiras moldagens devido ao tamanho errado de chumbo utilizado, resolvi brincar com chumbos cal. 4,5mm usados, juntei três e prensei obtendo meu primeiro chumbo monstro: Interessante, fiquei imaginando se ao disparar os chumbos vão se separar ou não antes de atingir o alvo. Outra curiosidade foi prensar uma esfera de chumbo 4,5mm que se transformou em uma concha: Isso me leva a crer que vai ser moleza moldar com uma esfera de aço na ponta. Não esperava que fosse me divertir tanto com esta brincadeira, após algumas horas de tentativas, erros e fracassos tentando pegar o jeito de fazer minhas próprias munições, consegui meus primeiros resultados: Na foto tem em baixo o chumbo que comprei errado, da direita para a esquerda o corte dele em peça de um centímetro, depois a tentativa de prensa mal sucedida, o erro que cometi aqui foi não ter posicionado primeiramente na cavidade aonde está o pino de moldar a cabeça, dar umas pauladas e depois posicionar o restante do conjunto para finalmente prensar tudo. Como a medida estava errada eu fui desbastando, cortando e moldando no alicate até chegar no tamanho de entrar e moldar meus primeiros chumbos. Outros detalhes ainda serão trabalhados: Acabamento de saia e falhas na ponta: Ainda está sendo difícil acertar dois tamanhos iguais mas, eu chego lá algum dia. Já na parte da medida do calibre, parece estar tudo certo por enquanto, já que falta passar num gabarito ou moldador de chumbo e ainda realizar os disparos. Até agora não usei prensa, fiz tudo na base do martelo e a cabeça do pino da saia já está ficando deformada igual a cabeça de ferramenta de pedreiro para quebrar pisos e paredes na marretada. Outras observações; Obtive melhores resultados com leve lubrificação a óleo do que a seco. Limalhas ou restos de chumbo influem no desempenho ou exatidão, creio que uma escova de aço prata deve ser um bom acessório para eventual limpeza, a dourada deve deixar acabamento amarelado aonde raspar. A sequência de fabricação, pelo que entendi, deve ser assim: 1- Separar os chumbos cortados. 2- Colocar o chumbo na cavidade e martelar de leve para entrar. 3- Fechar o conjunto e prensar. 4- Abrir e remover o excesso de chumbo da saia com um corte seco. 5- Prensar de novo. 6- Abrir o conjunto, empurrar o pino para soltar o chumbo e pronto! Se bem que acredito que ainda não deve ser levado direto a boca da carabina, sem antes passar por um padronizador ou desamassador de chumbinho, ou ainda submetido a algum processo de eletrólise ou coisa parecida para depositar em suas paredes algo que não grude ou se deposite no raiamento do cano.
  4. 2 points
    Há alguns meses comprei uma Beeman P17 (também conhecida como 2004), mesmo sabendo através de diversos sites que ela costuma dar problemas de vazamento nos o-rings e que o gatilho às vezes falha quando puxado lentamente. Logo que recebi a arma eu a desmontei para verificar o acabamento do orifício que fica no cilindro de ar, pois parece que em certas armas este orifício tem rebarbas que podem danificar o o-ring do pistão. No meu caso o acabamento estava perfeito e aproveitei para lubrificar levemente o pistão com graxa branca e o o-ring com silicone puro 100%. Remontei a arma e ela funcionou perfeitamente, sem vazamentos. Mesmo assim eu resolvi encomendar dos EUA o-rings de viton FKM, que são bem mais resistentes do que os originais e aproveitei para fotografar todo o processo de troca para ajudar outros donos de P17 que passem pela mesma situação. Bem, vamos lá... O passo inicial é remover a tampa do lado direito do cabo com uma chave allen de 6mm. Remover as molas 1, 2 e 3 com um alicate, tomando cuidado com a 2 pois é bem forte. Depois remover os pinos 4 e 5 para poder tirar o conjunto do gatilho. Peças todas removidas. As pasta branca que aparece nas fotos é graxa branca para lubrificação. O próximo passo é soltar o pistão. Para isso basta soltar o parafuso 1 um pouco com uma chave allen de 2mm, não é necessário removê-lo completamete. Depois de solto, empurre o pino 2 com a chave até sair completamente. Com isso, o pistão se solta da parte frontal da arma e basta puxá-lo até sair do cilindro. Nesta foto dá para ver o furo que costuma cortar o o-ring do pistão quando o acabamento não está perfeito. Se for o caso, aproveite para deixar o acabamento bem liso agora, senão o novo o-ring vai ser destruído da mesma forma. A seguir, solte o parafuso que trava o pino traseiro com a mesma chave 2mm. Também bastam algumas voltas, sem necessidade de removê-lo. Depois empurre o pino para fora, soltando o cilindro. Empurre o pino indicado até removê-lo completamente e solte as lâminas de metal. Repare que eu marquei as lâminas e o suporte para poder remontar na ordem original. Remova a válvula usando uma chave de meia polegada. Esta foto mostra a sequência das peças na válvula, para facilitar na hora de remontar. Pronto, todos os o-rings trocados! O o-ring do cilindro (número 2 na imagem) parece ser um pouco menos volumoso que o original, resolvi isso com duas voltas de fio dental antes de inserir o o-ring. Agora basta seguir os passos na ordem inversa para remontar a arma, lembrando de lubrificar os o-rings com silicone puro 100% para um melhor desempenho. Espero que este tutorial tenha sido útil.
  5. 2 points
  6. 2 points
    Creio que este Kit é compatível, use mola a gás (MG182) de até 40 kgf http://quickshot.com.br/produto/conj-acao-por-mola-a-gas-basic-para-gamo-cadet-delta-400/ A Delta 24 possui coronha de madeira Não confundir com o Kit para a Gamo Deltamax Force que usa conjunto do gatilho ATS/SAT
  7. 2 points
    Salvo engano não terá muita diferença de VO já que é a mesma arma com coronha diferente. Agrupamento das CFX/CFR tem em diversos reviews, são armas mais precisas do que potentes, só que cada arma individual pode agrupar melhor com um chumbo mesmo sendo duas CFX lado a lado.
  8. 1 point
    Se os tiros estiverem "cortando" bem o alvo (furo com borda bem definida), então não há o que se preocupar com esta velocidade.
  9. 1 point
    Em Julho de 2013, adquiri estes padronizadores que foram desenvolvidos pelo André Lazarini Segue teste efetuado com padronizador de chumbos 5,5mm Equipamentos utilizados - Cronógrafo Prochrono Digital Shooting Chrony Indoor Shooting Light Fixture Home Made - Balança de precisão 20 gramas Fundo de escala x resolução Giga de Teste para calibre 5,5mm Padronizador de Chumbo 5,5mm Carabina Cometa Fênix 400 5,5mm Nota do autor: originalmente esta carabina era equipada de fábrica com Gás Ram SMS Airguns M455 e foi reconvertida para Mola Helicoidal Original. Além disso, foi retirada a camisa de mola (metálica) e substituído o retentor original por um retentor de PU QUICKshot (linha antiga). A retirada da camisa metálica tem como efeito colateral a raspagem da sapata da alanca de armar (biela) contra a mola helicoidal, por ocasião do basculamento do cano para engatilhamento da carabina. Chumbo Rifle Premium Series Round 5,5mm Padronizador 5,5mm (Azul) Cilindro padronizador, pino de ação para padronizar o chumbo, base receptáculo para receber os chumbo padronizados A seta indica o lado do padronizador onde o chumbo deve ser inserido Lado da saída do chumbo O Padronizador fica instalado em cima do copo Uso do Padronizador Chumbo Não Padronizado (Normal) Chumbo Padronizado - neste lote de chumbo (Rifle Premium Series Round), a padronização ocorreu apenas no diâmetro do saia | Nota do autor: recomendo padronizar apenas a quantidade de chumbos que serão utilizados a curto prazo. Não é recomendável padronizar deixar armazenados os chumbos padronizados (sem previsão de uso por longo tempo). Chumbo Normal versus Chumbo Padronizado Pesagem dos chumbos Fator de correção com uso do peso padrão 10 gramas Fator de Correção = Peso Padrão Lido (9,988 gramas) / Peso Padrão Nominal (10 gramas) Peso do Chumbo Normal (10 amostras aleatórias) Peso do Chumbo Normal Corrigido = (Peso Total Amostras Normal x Fator de correção) / 10 Peso do Chumbo Padronizado (10 amostras aleatórias) Peso do Chumbo Padronizado Corrigido = (Peso Total Amostras Padronizadas x Fator de correção) / 10 Chrony Test - Chumbo Normal versus Chumbo Padronizado Quadro Resumo - Chumbo Normal versus Chumbo Padronizado Tópico em Coming Soon
  10. 1 point
    Tem que ligar lá pois o Antônio e o site da loja são complicados, então antes de efetuar a compra ligue e verifique estoque.
  11. 1 point
  12. 1 point
    CBC B19-X Basicamente é o mesmo conjunto mecânico, com nova coronha
  13. 1 point
    Boa tarde, apenas passando para dizer que a devolução da carabina e o reembolso foram feitos de forma exemplar pela loja mundo da carabina. Sem dor de cabeça, sem maiores problemas, ja sou e continuarei cliente dessa loja. Abraço a todos!
  14. 1 point
    Pessoal, segue o review desta carabina da CBC família B19 no calibre 5,5mm. Este review, embora seja de uma "figurinha carimbada", foi motivado pelo interesse de um amigo (Romário, não é o camisa 11 mas este é 10). em adquirir uma carabina no calibre 5,5mm. Como a totalidade de meus reviews são de carabinas calibre 4,5mm, resolvi elaborar este review. Trata-se de uma carabina com visual da CBC B19-14 Classic porém esta carabina foi montada por mim utilizando-se peças que eu tinha disponíveis. A maioria das peças eu já possuía, a coronha eu já havia comprado para usar em uma CBC B19S, então comprei o cano e o cilindro. - êmbolo e retentor original de uma CBC B19S - contra peso (Top Hat) e guia de mola traseiro de uma CBC B19S - mola helicoidal de uma CBC B19S Peças de reposição da linha B19 - CONJUNTO DO GATILHO B18-05-00 (Código CBC 10006385) - TRAVA DA ALAVANCA B18-00-5 (Código CBC 10006372) -> Trava de segurança da biela - MOLA DA TRAVA DE SEGURANCA B18-00-12A (Código CBC 10006374) - ANEL ELASTICO GB896-86 3 (Código CBC 10006373) - PINO FIX. GUIA DA MOLA DE ACAO B18-00-7 (Código CBC 10006366) - PARAF FIXAÇÃO DO CJ. DO GATILHO B18-00-9 (Código CBC 10006376) - CONJUNTO DO CANO F22-5,5 (B19-19S - 17) (Código CBC 10006394) - TRINCO DO CANO B18-01-2A (Código CBC 10006363) - MOLA DO TRINCO DO CANO B18-01-3A (Código CBC 10006362) - BUCHA B18-01-1C (Código CBC 10006369) - 2 ARRUELAS DE AJUSTE B22-00-1(Código CBC 10006379) - ANEL DE VEDACAO B12-00-14 (Código CBC 10006412) -> Vedante do Cano - PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO CANO B19-2-00-2 (Código CBC 0006368) - CONJUNTO DA ALAVANCA B18-07-00 (Código CBC 10006370) -> Biela completa - PINO DA ALAVANCA B12-00-1B (Código CBC 10006367) -> Pino trava da biela - SUBCONJ CILINDRO CLASIC PLUS F22B19-17 (Código CBC 10006400) - TAMPA DO CILINDRO B19-8-00-1 (Código CBC 10006360) - CONJUNTO DA CORONHA B19-06-00 CBC B19 -14 Classic (Código CBC 10006381) - 2 ARRUELAS PLANA GB/T97.1-2002 5 (Código CBC 10006434) -> arruelas dos parafusos laterais da coronha - CALCO DO PARAF TRAS CORONHA B19-2-00-1 (Código CBC 10006371) - GUARDA-MATO B18-00-11A (Código CBC 10006382) - PARAF DIANT DA CORONHA GB847-85 ST3.5×16 (Código CBC 10006383) -> Parafuso dianteiro do guarda mato Peças de reposição da linha B12 / B19 - ALCA DE MIRA - MASSA DE MIRA COM TÚNEL - 2 parafusos allen M5 x 16 (parafusos laterais da coronha) - 1 parafuso allen M6 X 20 (parafuso traseiro do guarda mato) Resultado Final Peso da Carabina - 3134 gramas Logomarca no cilindro Zarelho, Alça de Mira Guarda Mato Zarelho e Soleira Emborrachada Massa de Mira com Túnel Raiamento do Cano 5,5mm e Vedante do Cano Fechamento do Cano através de Trinco e Travessão Chumbos Rifle Premium Series Round e Flat Head Rifle Premium Series Round - 19,16 grains Rifle Premium Series Flat Head - 16,93 grains Resultado do Chrony Test com a Mola Helicoidal Aferição da Balança com peso padrão de 10 gramas Fator de correção 0,9982 Chrony Test corrigido considerando o fator de correção para o peso do chumbo Após retirar a coronha, procedemos uma verificação na mecânica Calço do Parafuso Traseiro da Coronha Rolete e Inserto anti raspagem da Alavanca de Armar (Biela) Funcionamento das Travas de Segurança Mola da Trava de Segurança da Alavanca de Armar Trava de Segurança Automática da Alavanca de Armar com o Cano Fechado Trava de Segurança Automática da Alavanca de Armar com o Cano Basculado Trava Manual da Tecla do Gatilho na Posição SAFE (Cano Fechado) Travas de Segurança Liberadas Medição do Deslocamento do Êmbolo Carabina Desengatilhada Carabina Engatilhada Deslocamento do Êmbolo - 98mm Abertura do Cilindro com uso de Compressor de Mola Para evitar danos, retiramos a Alça de Mira Mecânica no Compressor de Mola Travamento do Cilindro no Compressor de Mola Retirada do Parafuso de Fixação do Conjunto de Gatilho Parafuso de Fixação do Conjunto de Gatilho Retirado Aplicando Força sobre a Tampa do Cilindro, com Dispositivo Apropriado Retirando o Pino Trava com uso de Saca Pinos Pino Trava retirado, basta liberar a força gradativamente Aproveitamos e efetuamos a medida da Pré Compressão da Mola Helicoidal - 38mm Contra Peso, Mola Helicoidal, Guia de Mola, Centralizador e Tampa do Cilindro Dimensões da Mola Helicoidal Número de Espiras (N) = 34 espiras Número de Espiras Úteis (N - 2) = 42 Comprimento = 250mm Diâmetro Externo = 18,6mm Diâmetro Interno = 12,2mm Diâmetro do Arame = 3 mm Extremidades Retificadas Peso do Contra Peso (Top Hat) - 31 gramas Retirada do Conjunto de Gatilho Para retirar o Conjunto de Gatilho, temos que bascular o cano Conjunto de Gatilho e Trava de Segurança da Biela Liberação da Sapata da Alavanca de Armar Cuidado para não perder o Inserto Anti Raspagem pois ele pode cair ao se articular a Alavanca de Armar (Biela) Retirada do Êmbolo Diâmetro Interno do Cilindro - 25mm Volume da câmara de compressão V = [(Pi x D2) /4] x deslocamento do êmbolo D = 2,5 cm deslocamento do êmbolo = 9,8cm V = 48,1 cm3 Peso Total do Êmbolo - 191 gramas Nota do autor: o peso médio dos Retentores (bucha) é algo em torno de 2 gramas Instalação de Mola a Gás As molas a gás (Gás RAM) utilizadas nas carabinas da família B19 são as de 270mm. Nota do autor: com alguns ajustes, pode-se utilizar as de 260mm Utilizaremos Molas a Gás QUICKshot MG270, estas molas são disponíveis em 35, 40, 45, 50, 55 e 60 kgf Meus agradecimentos ao Juliano Sanches da QUICKshot pelo envio das molas a gás MG270 Kit Gás Ram Basic B19 http://quickshot.com.br/produto/conj-acao-por-mola-a-gas-basic-para-cbc-b19/ MG270 50 kgf Comprimento da Câmara - 149mm Comprimento Nominal - 270 mm Centralizador QUICKshot - Câmara da Mola a Gás Arruela Centralizadora da Haste da Mola a Gás Arruela Centralizadora da Haste dentro do Êmbolo. Nota do autor: na foto, utilizamos um êmbolo original Gamo, compatível com a linha B19 Comentário: é de conhecimento dos atiradores que tem o hábito de customizar as suas carabinas que a grande maioria dos êmbolos originais necessitam utilizar a arruela centralizadora da haste pois não há furo no êmbolo para tal. Êmbolo Original Linha Gamo Com ferramentas específicas (torno mecânico, furadeira de bancada, broca de centro, máquina de solda), é possível efetuar tal furo. É de meu conhecimento 3 técnicas 1) - efetuar um furo final de 8mm (com auxilio de broca de centro) passante, da extremidade onde encaixa o retentor. Tamponar parcialmente este furo com tarugo cônico de diâmetro ligeiramente superior a 8mm e solda e efetuar o faceamento em torno mecânico. 2) - efetuar um furo passante de 4,5mm / 5,5mm (com auxílio de broca de centro), utilizando-se um macho e 5mm / 6mm e um escariador abrir rosca para rosquear um parafuso cabeça cônica M5 / M6 com aplicação de trava rosca alto torque Com auxílio de um broca aço rápido longa 8mm / 8,1mm longa abrir o furo pelo lado interno Resultado obtido com furadeira de bancada (quando executada em torno mecânico, o resultado é melhor). A profundidade do furo deve ultrapassar a ponta cônica da broca em torno de 5mm para que a ponta da haste da mola a gás fique bem encaixada. 3 - Vamos agora ao "Pulo do Gato" Uso de "JIG" para efetuar um único furo pelo lado interno, utilizando-se uma broca de aço rápido 8mm / 8,1mm longa Esta ferramenta "JIG" foi confeccionada em torno mecânico utilizando-se o eixo do mecanismo de lavadora Brastemp / Consul que tive que substituir na lavadora da minha filha (haste preta) o eixo cromado das fotos abaixo são da lavadora Brastemp aqui de casa que também teve o mecanismo trocado. Furo passante de 8mm / 8,1mm Teste de passagem da haste da mola a gás na JIG O diâmetro exteno da JIG é 20mm, a folga dentro do êmbolo é retirada utilizando fita isolante Êmbolo com a JIG e Broca Aço Rápido 8,1mm O furo final do êmbolo pode ser feito utilizando-se furadeira de bancada ou torno mecânico Utilizamos torno mecânico (novo brinquedo ...) A própria broca faz o papel do contra ponto e facilita a centralização do êmbolo para o aperto final na placa do torno Segurança em primeiro lugar. Uso de óculos de segurança Resultado Final Haste da Mola a Gás encaixada no furo Instalação da Mola a Gás MG270 Pré compressão - 8mm Chrony Test Mola a Gás QUICKshot MG270 50 kgf Êmbolo e Retentor Originais Chrony Test Mola a Gás QUICKshot MG270 55 kgf Êmbolo e Retentor Originais Chrony Test Mola a Gás QUICKshot MG270 60 kgf Êmbolo e Retentor Originais Quadro Comparativo Mola Helicoidal versus Molas a Gás QUICKshot MG270 com Êmbolo e Retentor Originais O teste com a Mola a Gás MG260 60kgf acarretou o desgaste do inserto anti raspagem e a consequentemente ocorreu raspagem da alavanca de armar contra o cilindro. Teste do novo retentor QUICKshot Chrony Test Mola Helicoidal com Êmbolo Original e Retentor QUICKshot Chrony Test Mola a Gás MG270 50kgf com Êmbolo Original e Retentor QUICKshot Chrony Test Mola a Gás MG270 55kgf com Êmbolo Original e Retentor QUICKshot Quadro Comparativo Mola Helicoidal versus Molas a Gás QUICKshot MG270 com Êmbolo Original e Retentor QUICKshot Retentor Original versus Retentor QUICKshot
  15. 1 point
    Ola Pessoal Segue o agrupamento realizado - Pistola Crosman 1377 no calibre 4,5mm, com scope mount clevercraft picatinny weaver rail - este suporte não apresenta jogo acredito eu que seja por isso que tenho obtido bons resultados com este conjunto -A pistola se encontra com o shoulder stock da crosman - Luneta riflescope 3-9x40 - ampliação usada 4x - Potencia média(5 bombeadas ) - Distancia 20 metros, - 5 disparos por alvo - Tiro apoiado com sand bag - Chumbo usado - rifle round premium 4,5mm Ola pessoal Seguem agora mais uns grupos que consegui realizar hj(25/05/2018) Grupos tb feitos a 20 metros apoiado e com luneta, 5 disparos por alvo, esta pistolinha é muito precisa, esta show.
  16. 1 point
    Comprometo-me a seguir as regras da Olimpíada Postal do Carabinas de Ar, participando de forma honesta e transparente, comprometendo-me a apurar meus alvos com lisura e conservadorismo. Estou ciente que A Olimpíada Postal é totalmente eletiva e não obrigatória. Ao participar do evento concordo em aderir ao seu formato, regras e condições previstas no seu regulamento e outras disposições que venham ser determinadas pela organização. O Carabinas de Ar e os demais participantes da Olimpíada Postal não são responsáveis pela minha conduta e sobre esta eu me responsabilizo e dou fé. Eu aceito, Eduardo (ERJ DF).
  17. 1 point
    ENTENDENDO O GAS RAM (MOLA A GÁS) Nesta página tem alguns textos sobre Molas a Gás, abordando aspectos técnicos diferentes, mas neste texto, procurarei esclarecer aspectos importantes para os atiradores entenderem melhor. O Gas Ram foi projetado na Inglaterra em 1978, por Dave Theobald e a ideia ele tirou de uma suspensão de moto. Em 1982, Dave Theobald fundou a Theoben Engineering junto com Ben Taylor, portanto, não se trata de novidade. Contudo, passados 40 anos, ainda há muitas informações controversas a respeito dessas Molas a Gás e, da mesma forma que "uma mentira repetida muitas vezes" acaba sendo tida como verdade, informações técnicas erradas acabam criando entendimentos errados e isso não é bom para os consumidores e também para os fabricantes, pois cria barreiras que impedem o desenvolvimento. A principal característica que o público adota para se referir às Molas a Gás é a "Força". Eu sei que a maioria não tem formação técnica e por isso é natural e compreensível que repitam o que ouvem e leem, mas para nós, técnicos que prezamos pela profissão e pelas informações corretas, os termos adequados são imprescindíveis. Quanto à força das Molas a Gás, no Brasil se convencionou informar pela unidade 'kg' (Quilograma), que serve de certa forma como referência aos leigos, mas não cabe nos ambientes de Engenharia e Tecnologia, pois kg não é unidade de força. Portanto, a unidade mais adequada e que em grandeza difere pouco do kg é o daN (Decanewton). Mas a adoção da unidade correta não é tudo para entender melhor as Molas a Gás, apesar de ser obrigatória para engenheiros e técnicos. A importância disso para os Atiradores é que a força indicada nas Molas a Gás é apenas a força de compressão inicial e esta força sozinha não indica a eficiência do conjunto. EXPLICAÇÃO A pressão no interior do pistão que forma a Mola à Gás é volumétrica, ou seja, depende do seu volume. Então, pistões com volumes diferentes geram pressões diferentes mesmo que as forças iniciais de compressão sejam iguais. Assim, duas Molas a Gás de 50 daN, por exemplo, produzirão pressões diferentes se os seus volumes e conceitos de projeto forem diferentes. Além disso, a pressão não é constante e quando se diz que a força para engatilhar armas com Gas Ram é constante, isso ocorre porque a curva de pressão não é linear como nas molas helicoidais e também porque o ângulo de inclinação do cano se altera durante o engatilhamento da arma. Isso tudo significa que não se pode comparar Molas a Gás de fabricantes diferentes, apenas pela força de compressão. Quanto à eficiência, ela depende da curva de pressão que não só interfere na energia da arma, quanto no recuo e na vibração. O projeto deve considerar o volume da câmara de compressão do ar e o curso do pistão, pois é a resistência do ar comprimido que determina o melhor projeto da mola e o peso mais adequado do pistão. Quanto à força de compressão da mola, com o projeto adequado, uma mola de 60 daN, por exemplo, poderá produzir a mesma energia que uma mola de 50 daN numa mesma arma, mas com redução do 'movimento harmônico' que é responsável pela perda de precisão e pela quebra de lunetas. Vejam que no exemplo dado, a mola com maior força inicial de compressão pode gerar menos recuo, dependendo do projeto. Observem que empresas no exterior não indicam a força de compressão de suas molas e isso é porque essa força não é relevante, mas sim a energia produzida com consistência e o mínimo de movimento harmônico. Obter energia sem a curva de pressão mais adequada não deve ser o principal foco dos fabricantes e deve ser entendido pelos usuários. RESUMO Como exemplo, molas de 45, 50, ou 55 daN não indicam qual é a mais eficiente, pois força de compressão, curva de pressão e pré carga são fatores diferentes e todos devem ser considerados. Portanto, a melhor maneira de saber, é o fabricante indicar qual mola se adapta melhor à qual energia, mantendo o menor rebatimento possível do pistão. Mas, se passarem a adotar a unidade correta seja em daN (Decanewton) ou N (Newton), a engenharia agradece. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria Imagem apenas ilustrativa. Fonte: internet.
  18. 1 point
    Dei uma conferida na face do corpo da disparadora. Aonde agora vai fazer a vedação com o plenum. Fiz a peça de latão (abaixo da mola) que apoia a mola da disparadora. Agora é montar a PCP e testar!
  19. 1 point
    Pessoal segue um breve review da carabina Fiora Modelo 1 calibre 4,5mm fabricada pela Fiora Esportes Esta carabina foi adquirida na Ventureshop por R$299,00 o preço normal está R$359,10 Embalagem A embalagem de papelão contém impresso na sua parte posterior, alvos para testes Conteúdo Acompanha a carabina uma folha contendo instruções com cuidados e manutenção e a vista explodida e relação de peças da carabina. Nota-se claramente que a vista explodida não corresponde na íntegra ao modelo analisado neste review. Fiora Instruções.pdf Fiora Vista Explodida.pdf Peso da carabina - 3045 gramas Efetuamos um tiro para teste de funcionamento e devido ao excesso de lubrificação, e apresentar problema no fechamento do cano (trinco se negando a fechar o cano), optamos por desmontar e limpar a carabina Barrigada A seta indica a extremidade da mola que não veio retificada, efetuamos então a retificação desta extremidade Comprimento da mola retificada = 285mm Dimensões da mola helicoidal Número total de espiras: 38 N-2 : 36 espiras úteis Comprimento:= 285mm Diâmetro do arame: 3mm Diâmetro externo: 19,5mm Diâmetro interno: 12,8mm Pré compressão da MHO - 83mm Deslocamento do êmbolo - 71mm Chrony Teste Carabina Fiora Modelo 1 calibre 4,5mm Mola Helicoidal Original e Retentor Original Nota do autor: o teste foi realizado utilizando-se primeiro o chumbo Rifle Flathead e em seguida o chumbo Rifle Round. Notem o comportamento na segunda "string", com o chumbo Rifle, que resulto em um alto valor de "spread". Decidimos então desmontar novamente a carabina para verificação e aproveitamos para realizar outras medidas Peso do êmbolo - 220 gramas Ao desparafusar o retentor, surgiu a causa do alto valor de "spread", retentor danificado Medidas do cilindro da carabina Profundidade - 270mm Diâmetro interno - 25,4mm Volume da câmara de compressão da Fiora Modelo 1 V = [(Pi x D2) /4] x deslocamento do êmbolo D = 2,54 cm deslocamento do êmbolo = 7,1,cm V = 36 cm3 Como não havia disponível um retentor original da Fiora, usamos um retentor de PU da Elite Airguns utilizado na carabina Rossi Dione Tradicional Aproveitamos também para verificar a causa do fechamento do cano falhar. Para tal, retiramos o trinco para verificação e para nossa surpresa, ao retirar o parafuso eixo de rotação do cano (Eixo Principal - peça 24 da vista explodida), foi utilizado um parafuso cabeça abaulada allen M6 ROSCA TOTAL. Retificamos o trinco, retirando o ângulo reto da cava e as marcas dos fios de rosca causadas pelo parafuso rosca total Tentamos eliminar no parafuso original, os fios de rosca desnecessários, sem êxito Substituímos então, o parafuso rosca total por um de rosca parcial M6 e uma arruela de pressão. Infelizmente não encontrei allen de cabeça abaulada Nota do autor: o ideal seria além de utilizar o parafuso de rosca parcial, uma bucha para evitar o desgaste do bloco do cano com é utilizado na linha B19 A alavanca de armar (biela) é de aço de baixa qualidade (parece ser feita em bigorna) o que facilita a sua flambagem (empeno) A madeira utilizada na confecção da coronha possui marcas de ação de cupins O pino central de engatilhamento do êmbolo não está centralizado As furações da bucha do disparador (peça 16 da vista explodida) possui rebarbas Aproveitamos e substituímos o pino travessão do trinco Instalação do Trinco Usamos um alicate de pressão tipo soldador para pressionar o trinc , facilitando a centralização do garfo com o bloco do cano para a inserção do parafuso eixo de rotação do cano Cabeça do parafuso Allen exigiu um recorte na lateral da coronha Aparelho de pontaria Alça de Mira Massa de Mira Coroa do Cano Vedante do Cano é na porta de transferência (Transfer Port - TP) Nota-se que o vedante do cano não está em bom estado, mas é o que temos no momento Raiamento do Cano Nota do autor: a culatra original é em ângulo reto (não é biselada). Na foto a culatra já está biselada e foi utilizada uma lima rotativa 90 graus Para uma carabina com tantos problemas no detalhes de acabamento, confesso que a princípio, gostei do raiamento do cano. Dimensões da Porta de Transferência (Transfer Port) Diâmetro - 3,3mm Comprimento - 21,5mm Chrony Teste Carabina Fiora Modelo 1 calibre 4,5mm Mola Helicoidal Original e Retentor de PU Elite Airguns (Rossi Dione Tradicional) A carabina Fiora Modelo 1 é bruta, o acabamento deixa muito a desejar (já li em algum lugar que as carabinas Fiora parecem ser feitas a facão ), o basculamento do cano até o engatilhamento é barulhento, aparentando haver contato de partes metálicas mesmo após a substituição do retentor. A vibração decorrente do disparo é elevado. Um ponto que considero positivo é o aparelho de pontaria, embora a massa de mira seja de material plástico. O subconjunto do cano, parece ser bom pois as raias são bem definidas. Os lojistas deviam fazer um verificação, principalmente na funcionamento do produto (alguns tiros de teste) antes de enviar ao consumidor. Acho que fui premiado com o pior exemplar disponível na loja afinal mesmo sendo venda de produto em promoção ou de mostruário, não deveria apresentar o problema no fechamento do cano. O êmbolo que veio nesta carabina deve ser este do vídeo . Brincadeiras a parte, vamos ver se com mola a gás a performance muda , pois o cano aparentemente é auspicioso. Link do Tópico Tutorial - Instalação de Mola a Gás na Carabina Fiora Modelo 1
  20. 1 point
    A carabina PCP Artemis M16A Ghost 5,5mm conta com coronha de madeira, trava manual no gatilho, cilindro com capacidade para 250 BAR, velocidade média aproximada de 243 m/s segundo o fabricante, autonomia para até 80 disparos também segundo o fabricante, magazine com capacidade para 11 chumbos, modos de disparo monoshot e multishot. O preço é muito atraente. Será que essa arma vale o investimento? Veremos ao longo desse review. PRIMEIRAS IMPRESSÕES Durante o carnaval o clima não ajudou e a chuvinha constante me impediu de começar os testes do review da Artemis Ghost, que serão vários e em distâncias variadas com alvos diversos. Numa tarde com o tempo menos instável (somente uma garoa que ia e vinha) consegui levar esta arma para o clube de tiro a fim de colher as primeiras impressões do seu uso. Como já tinha lido o manual do fabricante (coisa que todos deveriam fazer para aprender a usar corretamente o equipamento e evitar ficar "batendo cabeça" ou mesmo fazer algo errado que possa comprometer o funcionamento e segurança no uso da peça) posicionei a arma num sandbag já com uma luneta 4x32 montada (ela não tem mira aberta), alvo a 25 metros e zerei o POI usando chumbos Gamo ProMagnum Penetration (minha escolha de chumbo de uso geral e que normalmente tem desempenho bom com a maioria das armas de pressão). Para tal usei apenas o magazine com capacidade para 11 chumbos. Com apenas cinco disparos zerei a luneta. O tanque da arma foi carregado com 170 bar (pressão do meu cilindro S80 no dia) e a válvula reguladora estava setada de fábrica para aproximadamente 125 bar. Foi possível atirar três magazines com o ar carregado no tanque sem perda de precisão. A Artemis M16A Ghost causa uma ótima primeira impressão com seu visual limpo, bem acabado e design europeu. A madeira usada na coronha é de ótima qualidade, o acabamento da madeira é comparável a da Weihrauch. A ferragem é toda de alumínio anodizado em preto fosco sem falhas. Nível de acabamento muito bom, realmente premium, para uma arma chinesa fabricada pela Shaoxing Snowpeak Air Gun Factory (fabricante de armas de pressão PCP e CO2, chumbos, alvos e uma grande variedade de produtos para tiro de pressão, sendo Artemis uma de suas marcas de fantasia). A pegada da arma é muito boa, tanto para tiro em pé sem apoio quanto apoiado no sandbag. O gatilho mesmo com regulagem de fábrica é agradável de usar. Para carregar os chumbos Gamo no carregador precisei utilizar uma ponta de caneta para que os mesmos encaixassem devidamente nos orifícios. Nessa foto é possível visualizar a mossa deixada em um pequeno cilindro de CO2 (objeto de paredes grossas de alumínio de alta densidade) por um acerto direto de chumbo disparado com a Artemis Ghost, indicando que a arma oferece um bom equilíbrio de precisão com potência. O mecanismo de funcionamento desta carabina é do tipo side lever que lembra bastante o utilizado na tradicional Hatsan AT44. Seu funcionamento é suave e não requer força, indicativo de componentes de boa qualidade e bem acabados. DESCRITIVO TÉCNICO ANÁLISE VISUAL Na caixa você encontrará além da arma em si um kit completo de o´rings para manutenção, um jogo de chaves Allen suficientes para fazer essa manutenção, um carregador multishot, um adaptador monoshot, manual e termo de garantia além de um bem-vindo supressor de ruído (raro de vir como acessório junto com a carabina). Nota-se que no exterior uma luneta 4x32 com mounts acompanha a carabina, mas que não vem no modelo comercializado no Brasil infelizmente ... Se bem que deveria, mesmo com um pequeno acréscimo de preço penso eu. Vejamos agora detalhes da arma em si. A soleira ventilada de borracha tem uma densidade adequada para absorver o tranco leve da arma e proporcionar conforto na empunhadura. Há serrilhados na superfície da soleira para ficar firme no ombro. A coronha montecarlo de madeira tem um desenho bastante anguloso com almofada ressaltada para uso confortável da luneta (lembrando que essa arma não dispõe de conjunto de mira aberta). O acabamento da madeira é acetinado e permite uma pegada firme. O gripe da arma também é mais anguloso que o formato tradicional e permite uma pegada ótima. Vê-se que tantos ângulos foram pensados para proporcionar uma pegada ótima atirando em pé sem apoio. Não há zigrinados na coronha, porém o acabamento acetinado permite pegada firme como disse anteriormente. O guarda-mato de alumínio tem formato tradicional. A tecla do gatilho é de metal e tem incorporado um botão que serve como trava do gatilho. Apesar da posição ser boa não é tão prático de usar, apesar de cumprir sua função. O gatilho permite ajuste único de arrasto/peso. A telha é reta e propicia um apoio muito bom para se atirar com a arma apoiada em saco de areia ou apoios mecânicos. Na telha estão o engate foster macho para enchimento do cilindro de ar e um manômetro que ao invés de indicar a pressão do ar no cilindro indica a pressão de ajuste da válvula reguladora (sim, essa arma é regulada), sendo essa regulagem ajustada por um parafuso allen acessível pelo orifício entre o engate foster e o manômetro. Chama atenção o cilindrão de ar dessa arma com 350cc de capacidade (cilindro fixo, não pode ser retirado sem o desmonte da arma). Estranhamente a pressão máxima recomendada para o cilindro é de 250 bar, sendo que temos como padrão em cilindros de mergulho 300 bar (fibra de carbono) e 200 bar (alumínio). O cano é totalmente flutuante e dotado de shroud (sobrecano) de alumínio anodizado. O trilho de luneta é padrão 11mm e a luneta pode ser montada com mounts de altura padrão que não interfere no uso do carregador multishot. O mecanismo de arma é por alavanca lateral. Pena vir com a arma apenas um carregador multishot com capacidade para 11 chumbos, poderia ter vindo pelo menos dois deles. O carregamento do chumbo é fácil, sendo que alguns chumbos com saias mais abertas requeiram ajuda de uma ponta de caneta para serem introduzidos. O adaptador multishot é de alumínio e mantido no lugar por um pequeno imã. Acompanha a arma um abafador de ruído de alumínio anodizado que quando usado diminui em 5 decibeis o ruído do disparo, que fica mais abafado. Ou seja, cumpre bem sua função. Ghost CA 1.mp4 ca2.mp4 CA3.mp4
  21. 1 point
    Amigo, leia as regras do fórum que está utilizando. Item 3.7.2.
  22. 1 point
    lá você encontra no tamanho OD 22mm x CS 1.5mm, eu praferí esta outra medida de OD 21mm x CS 1.5mm, porque fica mais fácil coloca-lo na carabina sem danificar o mesmo, idéia do Sanches.
  23. 1 point
    Neste vídeo trago um teste prático se vale mesmo a pena instalar gasram numa carabina de mola. Para isso usei uma carabina de pressão SAG AR2000 Jet 5,5mm e um kit de gasram Quickshot de 75kg.
  24. 1 point
    Que eu saiba somente com adaptação mais complicada daria para fazer, complicado e caro demais para valer a pena.
  25. 1 point
    Opa beleza? Se desejar vc pode pesquisar por Beeman QB Chief (e praticar seu inglês), já é uma arma com farto material norte americano. Mesma arma com nome diferente, talvez por isso não tenha encontrado nada nos fóruns gringos.
  26. 1 point
    Pessoal compartilho com vocês algumas melhorias que fiz na minha p15 assim que ela chegou pra mim. Mandei fazer uma agulha nova no torneiro em breve posto vídeo dela tbm. Segue o link de um vídeo inteiro com todo serviço desde o início e outros dois vídeos separados e resumidos só com o serviço em si pros donos de PCP já com um conhecimento de base do mecanismo. Atualizando o tópico 26/5/19
  27. 1 point
    Foi usado o retentor da Quickshot que veio no kit.
  28. 1 point
    Provavelmente a massa de mira está desnivelada. Isso pode acontecer porque foi parafusada errado (daí basta soltar o parafusos e ajeitar), os orifícios do parafuso estão inclinados (daí tem de trocar a carabina) ou a coronha está desalinhada (daí basta soltar o parafusos e ajeitar).
  29. 1 point
  30. 1 point
    Concordo com o Mauro, tinha 2 cfr, hoje tenho uma cfx e uma cfr, logo logo, será apenas cfx, de volta ao começo.
  31. 1 point
    Eu prefiro sempre carabinas reguladas, por manterem a velocidade constante. Quanto à potencia, até uns 52 joules dá para usar o regulador. Na verdade dá para usar o regulador para qualquer potência, mas na prática carabinas muito potentes como a Sumatra não usam regulador. Sem o regulador você tem que saber como compensar os tiros à medida que a velocidade cai.
  32. 1 point
    "Nós sabemos que ao inflar um pneu de bicicleta, a bomba fica quente. Isto porque uma parte da energia utilizada para compressão do ar é convertida em calor. Como o bombeamento ocorre lentamente e com muitos cursos para trás e para a frente do pistão, o calor gerado no interior do ar se propaga para o ambiente exterior através das paredes da bomba. Agora a ação de uma pistola de ar é um pouco diferente. No sentido de que a compressão ocorre tão rapidamente que o calor não tem tempo para percorrer as paredes do cilindro. Neste caso, a compressão é chamada adiabática, enquanto que no caso de a bomba de bicicleta, a compressão é dito isotérmica." Fonte: The Airgun From Trigger to Muzzle - Tradução Parte I -> Capítulo 4 - O Ar "A maioria dos óleos minerais, ou mesmo uma graxa, certamente vai se inflamar dentro do cilindro quando ocorrer o aumento de pressão e da temperatura. Tal ignição irá produzir um tiro de velocidade excepcionalmente alta, este fenômeno, em uma arma de ar é comumente chamado de efeito diesel (“dieseling”)." Fonte: The Airgun From Trigger to Muzzle - Tradução Parte II -> Capítulo 8 - O Lubrificante
  33. 1 point
    Ola Gleison A sua escolha vai depender muito da tecnica de tiro que vc costuma adotar...eu particularmente costumo deixar o dedão na junto a culatra da carabina com o intuito de controlar recuo. Na cfr tal empunhadura não é possivel de se fazer...é um aspecto pessoal vai muito de atirador para atirador
  34. 1 point
    Certo, já no seu primeiro post eu tinha entendido a situação de guardar a PCP, ficou bem claro o entendimento, eu que quis ampliar o assunto para guarda de curto prazo, a do dia a dia para a guarda de longo prazo, tipo uma estocagem, o ruim é que acaba entrando em outros assuntos como vácuo ou deixar pendurado na parede, em exposição, que causa acumulo de pó na parte de cima, descoloração e rachaduras no verniz pela exposição a luz etc, que não deve ser o foco deste post, vou tentar centralizar em qual seria a pressão ideal para se guardar nossas PCP a curto e a longo prazo. Temos inicialmente que não existe informação concreta sob a influência do efeito que uma maior ou menor pressão causam a curto ou a longo prazo. Posso imaginar que a parte mais frágil do conjunto são os anéis, seguido por peças plásticas e por fim por peças metálicas. A minha experiência com a duração dos anéis é apenas no caso do CO2 e com anéis de borracha comum encontrados no comércio de casas de construção, de 1992 até mais ou menos 2012, não envolvendo anéis nitrílicos vendidos atualmente que prometem uma vida útil maior. Eu comprei uma caixa destes anéis a um ano, juntamente com caixinhas plásticas de cultivar bactérias, em cada uma eu coloquei um tipo de graxa diferente e anéis de borracha comum junto com os nitrílicos, fui monitorando a cada mês, abrindo a caixa e fazendo uma leve esticada com duas pinças, no segundo mês os anéis de borracha comum se romperam nas graxas derivadas de petróleo, os nitrílicos se romperam no terceiro mês, enquanto que ambos permaneceram bons na graxa de silicone até a última medição no sexto mês. (Vida longa ao Silicone!) Agora entrando no que interessa, o efeito da pressão, por uma lógica imaginativa, a pressão maior vai causar um estresse maior e a pressão menor vai causar um estresse menor, levando por conclusão a afirmar que uma menor pressão vai fazer com que os anéis durem mais, pura especulação, teria que fazer experiências e ainda sim, o tipo de graxa utilizada, na minha opinião observativa, também vai influir na duração dos anéis. A minha experiência prática com a Fionda CO2 me leva a concluir que tanto faz mais ou menos pressão que não vai haver diferença pois, a deterioração das borrachas envolve apenas a equação do tempo e da reação química com os materiais em contato, não tendo qualquer influência de uma pressão ideal para durar mais a vida útil dos anéis. lembrando que estou baseado em observações pessoais sem cunho cientifico portanto, não válidas como verdade. Entrando nas peças plásticas, no caso da Fionda tinham partes metálicas cobertas com plástico que faziam a vedação, eu não tive problemas com mais ou com menos pressão, meus problemas se reduziam a resíduos que impediam a perfeita vedação, teve um período em que a arma ficou sem pressão por uns quatro anos, pendurada na parede, na hora de dar carga os anéis não seguraram e depois de trocá-los a junção do martelo também não segurou a pressão, tinha formado uma espécie de limo, um lodo, uma gosma semelhante a um chumbo oxidado, depois de limpar e polir levemente, vedou perfeitamente. Uma conclusão lógica que tiro desta minha observação é que a ausência de pressão a longo prazo prejudica ou apresenta grande potencial de prejuízo na vedação. O efeito de mais ou menos pressão nas partes plásticas parece ser desconhecido entretanto, pode existir a mesma lógica figurativa aplicada a borracha e ao metal no tocante a mais ou menos pressão. Entrando na observação das peças metálicas, por analogia imaginativa, a mesma equação de mais pressão = mais estresse aplicada na borracha dos anéis se aplica nas peças dos metais, se bem que, acredito que, o metal bem conservado, sem sinais de corozão, com ou sem pressão, deve durar por gerações mas, em contrapartida, no caso de cilindros de ar comprimido, existe legislação dando prazo de vida com inspeções periódicas, ao contrário de nossas PCPs que não possuem um prazo de validade. Se baseando em relatos de utilização do equipamento por mergulhadores, só tem a obrigação de se observar a validade do teste hidrostático, não tem nada sobre guardar o cilindro com carga, meia carga ou sem carga. Difícil de se chegar a alguma conclusão lógica mas, levando em conta que quanto mais ar, mais agua vem junto, ou seja, uma baixa pressão interna vai ter menos agua acumulada e portanto menos probabilidade de corozão, por masturbação mental, posso dizer que, em teoria, uma pressão maior, vai condensar mais agua e vai aumentar a probabilidade de ferrugem porém, na observação prática, eu não viveria o suficiente para provar minha teoria, o tempo para a ferrugem causar um dano significativo que fosse alterar o funcionamento da arma deve ser muito grande. Resumindo tudo, se ninguém mais comentar o assunto, deve ser irrelevante a existência de uma pressão ideal para se guardar nossas PCP. Neste um ano de uso de PCP, tive que ficar seis meses sem atirar por conta do abrigo de um recém nascido, guardei uma PR900W com anéis originais carregada na pressão máxima e até agora o marcador de pressão não mudou, já no caso da Air Arms, guardada também com a pressão máxima, com um anel já ressecado, sem elasticidade, no primeiro mês ela fez o barulho característico de vazamento de ar quando chega a uma pressão mínima, ela não tem o reloginho de medir a pressão. Ainda falta vasculhar os manuais de PCP na internet para ver se encontro alguma informação neste sentido e tomara Deus que alguém deste Fórum nos dê uma luz!
  35. 1 point
    Boito urutu sai por uns 4800, pega com o Francis Ortolan, melhor preço nela. Eu peguei com ele uma 4.5 Pegar bomba é fria, por pouca coisa a mais voce compra um cilindro e tem muito menos canseira (a nao ser que onde voce more não tenha lugar pra encher, mas por ser RJ deve ter lugar de mergulho e tal para encher). Gamo Coyote também é uma boa para pegar, tem opção de comprar valvula reguladora e tudo mais. Voce nao falou com qual finalidade de competicao voce quer, se for pra WRABF sera uma arma de entrada em que voce terá que mexer muito para ser competitiva, se for para Field Target a arma com uma boa luneta ja ajuda muito (urutu ou coyote).
  36. 1 point
    Bom dia, ja tive praticamente todas as q citou, sem sombra de duvidas iria na sag, ainda mais se achar a sag ar1000 nao a r1000, ela e de madeira, a Sag foi a arma até 1200 como voce citou q mais me surpreendeu, isso no calibre 5.5, se quiser gastar mais ai sim, iria cfx de preferencia a royal coronha de madeira, mas no calibre 4.5, no 5.5 ela e muito fraca e ruim de negocios caso queira negociar futuramente, fica a dica!! Grande abraço Francis
  37. 1 point
    ENTENDENDO A BALÍSTICA TERMINAL E OS CALIBRES No outro texto que escrevi sobre balística terminal, citei alguns conceitos que caíram em desuso e a 'onda de choque hidrostática', chamada erroneamente por leigos, de 'energia hidrostática'. Na verdade, o efeito de deformação em tecido biológico é inicialmente de natureza hidrodinâmica e depende das propriedades viscoelásticas do material. Uma forma simples de demonstrar isso é baixando a palma da mão devagar numa bacia d'água e depois bater com a palma da mão na água. Neste último caso é possível sentir a resistência da água. Então, ocorre que a palma da mão ao bater, desloca as moléculas da água e essas moléculas tem massa. Quanto mais rápido se bate na água, mais força é necessária para deslocar as moléculas do caminho. O mesmo acontece quando o chumbinho atinge um material deformável. Os primeiros cinco ou dez milímetros de penetração causam a maior contração do comprimento do chumbinho e a concomitante expansão do diâmetro da sua cabeça. A partir desse ponto a deformação é viscoplástica e segue o formato de 'cone'. A força de impacto inicial também depende da área da superfície e do perfil do chumbinho, mas também das propriedades mecânicas do alvo atingido. Isso é difícil de calcular com precisão, mas existem meios, através de experimentos com gelatina balística. A pressão exercida pela cabeça do chumbinho ao atingir o alvo varia com o seu formato, mas sabemos que o formato junto com o peso são responsáveis pelo Coeficiente Balístico (CB) e pelo Coeficiente de arrasto (CD). A velocidade e o coeficiente de arrasto são responsáveis pela deformação e a velocidade sozinha é responsável pela penetração. Mas, a velocidade no impacto com o alvo depende do coeficiente balístico, que quanto mais alto, mais velocidade retém e consequentemente mais energia é retida também. Como a cavidade inicial depende da velocidade, chumbinhos mais rápidos causam cavidades maiores. A partir desse ponto, podemos discutir sobre os chumbinhos e os calibres. Quanto maior o arrasto, maior a pressão na cabeça do chumbinho e quanto maior a velocidade aliada ao arrasto, maior é também a deformação, comparando chumbinhos de mesma dureza, naturalmente. Quanto aos calibres, limitando a análise aos calibres 4,5 mm e 5,5 mm, geralmente o calibre 4,5 mm é mais rápido, por isso é natural que ele cause cavidade inicial igual ao calibre 5,5 mm. Estudos demonstram que o calibre 4,5 mm precisa em torno de 70 m/s a mais de velocidade do que o calibre 5,5 mm para causar cavidade inicial igual, e isso é o que geralmente vemos na prática. No entanto, a retenção de mais velocidade no impacto com o alvo depende do coeficiente balístico (CB). Então, podemos dizer que o CB mais alto é também responsável pela maior cavidade inicial no alvo, ao ser também responsável pela maior velocidade ao atingir o alvo. Como a penetração também depende da velocidade, o calibre 4,5 mm penetra mais, por ser mais rápido para a mesma energia, e nesse caso também o CB tem a sua participação. Até aqui dissemos que o calibre 4,5 mm pode causar cavidade inicial igual ao calibre 5,5 mm e ainda penetra mais, se a energia no impacto for igual. Então, qual é a vantagem do calibre 5,5 mm? Quando demos o exemplo de bater rápido com a palma da mão na água, vimos que as moléculas da água se afastam, mas se agrupam novamente depois que a mão afunda na água. Como os tecidos biológicos contém muita água, o efeito é semelhante e, por isso, chamamos a cavidade inicial de cavidade temporária, visto que ela se fecha após a passagem do chumbinho. Como vimos no outro texto sobre balística terminal e repetimos aqui, a velocidade mais alta é responsável pela maior cavidade temporária, mas este tipo de cavidade não é responsável pelos danos permanentes ao tecido, devido à sua viscosidade. No entanto, a cavidade temporária não acontece quando usamos massa de modelagem ou mesmo barras de sabão, que tem o 'tempo de relaxamento' mais lento e maior densidade com baixo conteúdo de água. Ou seja, em materiais mais moles, a velocidade mais alta do calibre 4,5 mm causa cavidade maior do que o calibre 5,5 mm, mas em materiais mais duros, o calibre 5,5 mm causa cavidade maior, e apesar de penetrar menos do que o calibre 4,5 mm ao atingir o alvo com a mesma energia, o seu maior diâmetro causa cavidade permanente maior, ou seja destrói mais tecido de forma permanente, sendo mais eficiente nos impactos contra ossos. Outro ponto é que de modo geral os chumbinhos calibre 5,5 mm dispõem de mais tipos com CB mais alto do que o calibre 4,5 mm e acaba produzindo e retendo mais energia. Contudo, devo esclarecer que a gelatina balística, que foi desenvolvida para apresentar características semelhantes aos tecidos biológicos e assim permitir estudos sobre balística terminal, é calibrada com o disparo de arma de pressão usando chumbinho de 5,4 grains e velocidade de impacto entre 180 e 186 m/s penetrando entre 8,3 e 9,5 cm. Esses valores resultam em energia de 5,7 Joules, que é o valor de energia mínima no impacto, adotado (não por coincidência) para as atividades de caça com armas de pressão e que para facilitar, arredondamos para 6 Joules. Quanto à letalidade, os dois calibres se equivalem, ficando a escolha para tiros em alvos mais resistentes quanto à densidade, com o calibre 5,5 mm devido ao seu maior diâmetro. Com isso, espero ter esclarecido alguns conceitos básicos sobre a balística terminal e a diferença de comportamento dos calibres 4,5 mm e 5,5 mm no impacto com os alvos. NOTA: Os cálculos de penetração e cavidade também constarão do aplicativo Airgunner que pretendo desenvolver. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  38. 1 point
    BALÍSTICA TERMINAL Em conversa com amigos surgiu o assunto sobre a letalidade dos projéteis e dois fatores específicos que são o TKOF (Fator "Nocaute" de Taylor) e o 'choque hidrostático', também chamado erroneamente de "energia hidrostática". Faz quase 25 anos que comecei a estudar balística e busquei entender vários conceitos que relacionam letalidade e poder de parada dos projéteis e todos são de alguma forma questionáveis. Fato é que não acredito em tudo o que leio e por isso só escrevo sobre o que posso confirmar. Eis alguns dos conceitos que muitos ainda acreditam, mas que já foram descartados por serem conceitos errados: 1. Taylor Knock Out Factor (TKOF) 2. Impulso e "stopping power" 3. Limite de potencial de ferimento baseado na Energia Cinética 4. Peso ideal da caça ou Optimal Game Weight (OGW) 5. "Descarga de energia", "sobre penetração" e "onda de choque", também conhecida como "choque hidrostático" 6. Índice letal 7. Valor de Nocaute ou Knock-Out Value (KOV) Essas análises e fórmulas são todas questionáveis, mas é interessante saber que existem. Não vou me estender sobre todos os conceitos acima, mas aos dois mais comentados: TKOF e Onda de Choque ou Choque Hidrostático. O TKOF ou Fator de Knock Out de Taylor foi desenvolvido pelo caçador John "Pondoro" Taylor (1904 - 1969) para os chamados "cartuchos africanos", que ele usava para caçar elefantes na África. Para começar, isso de nada serve para armas de pressão. A fórmula do TKOF multiplica o peso do projétil em grains pela sua velocidade em fps e pelo seu diâmetro em polegadas e então divide o resultado por 7000, que é o número de grains em uma libra. Esta fórmula favorece projéteis pesados e de diâmetro grande, que são os que Taylor usava. Taylor nunca forneceu qualquer evidência objetiva que desse suporte aos fatores de sua fórmula ou mesmo que pudesse relacioná-la ao Stopping Power (que é resultado da energia retida no projétil). Taylor não considerou energia, densidade seccional, área frontal e expansão, portanto, sua fórmula não faz sentido. Outro fator comentado nos anos recentes é o chamado "onda de choque" ou "choque hidrostático". No caso da onda de choque ou choque hidrostático em particular, se trata de fenômeno que comprovadamente não causa danos aos tecidos, visto que a referida onda de choque tem duração de apenas 2 microssegundos e a cavidade temporária apenas dois milissegundos. Para ter uma idéia, ondas de choque são utilizadas para explodirem pedras nos rins, e nesse caso, são cinco vezes mais fortes do que as ondas de choque produzidas por projéteis de armas de fogo. Quanto às armas de pressão, o calibre 5,5 mm produz cavidade maior do que o calibre 4,5 mm simplesmente porque o seu diâmetro é maior e se atingir o alvo com a mesma energia, causará maior dano ao tecido. Muito óbvio. No passado se discutia sobre a velocidade mais alta do projétil causar mais danos aos tecidos, mas esse mito já foi derrubado na década de 1940. Há casos em que pequenos animais são 'destruídos' por projéteis de alta velocidade, mas isso ocorre porque a cavidade temporária causada pelo projétil é maior do que o animal e não pela velocidade. Quando o animal é de grande porte, a cavidade temporária causada pela onda de choque não tem o mesmo efeito, pela sua curta duração como já mencionado. Portanto, são vários os fatores que resultam nos danos ao tecido da caça e a energia cinética do projétil (de onde surgiu o Stopping Power) é apenas responsável pela pressão exercida pela sua área sobre o alvo, cujas cavidade e penetração dependem da densidade do tecido, da forma e da dureza do projétil. Fato é que médicos especializados em tratar ferimentos por armas de fogo e físicos tem estudado os danos causados aos tecidos humanos e de animais por décadas e ainda não chegaram à conclusão por nenhuma fórmula que determine a letalidade de um ou outro projétil. O máximo que temos são fórmulas para determinar penetração e expansão dos projéteis. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
  39. 1 point
    AJUSTE DE PARALAXE Resolvi escrever este texto sobre o ajuste de paralaxe nas lunetas, a partir de uma pergunta do amigo Fábio Strogulski, que achei pertinente. Primeiro devo esclarecer que paralaxe não se resume ao desvio lateral como alguns pensam. Geralmente, as lunetas , para armas de pressão, que não tem ajuste de paralaxe vem pré ajustadas para alcances entre 50 e 75 jardas (45 e 68 metros). No entanto, principalmente no caso das armas de pressão, os alvos são posicionados a diferentes alcances e bem inferiores ao alcance que o paralaxe da luneta foi ajustado. Mas isso não significa um problema para o atirador, apenas exige mais controle da visada, que se adquire com treinamento e hábito por se tratar em muitos casos de dificultador dos agrupamentos. Para os iniciantes, uma dica para entender o paralaxe é estender o braço com o polegar erguido e projetar o polegar sobre um alvo a qualquer distância, fazendo a visada com um olho de cada vez, sem mexer a cabeça. Cada olho projetará o polegar sobre um ponto diferente. Isso é o mesmo que ocorre com o retículo da luneta. Técnicamente, dizemos que paralaxe se relaciona com o plano focal, o seja, no exemplo do polegar, ele está mais próximo dos olhos do que do alvo, ou seja, quanto mais próximo do alvo o ponto de visada se projeta, menor o erro de paralaxe e é isso p que o ajuste faz: adequa o plano focal. Lunetas com ajuste de paralaxe corrigem esse movimento nos alcances correspondentes aos ajustes gravados na luneta. Contudo, esses ajustes não são precisos nem mesmo nas lunetas mais caras. Para verificar e corrigir a exatidão, o atirador deve definir um ajuste, fazer a visada no alvo e mover o olho de visada. Se o retículo sair do ponto visado, o ajuste está incorreto e será preciso ajustar até que o retículo não se mova do ponto visado ao mudar a posição do olho. Então, a real vantagem do ajuste de paralaxe nas lunetas é manter o retículo no ponto visado mesmo que o atirador mova a cabeça durante a visada ou altere ligeiramente a posição de um tiro para outro e assim obtenha melhores agrupamentos. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
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    INFORMAÇÕES TÉCNICAS Sistema de Ação: PCP (Ar comprimido pré carregado) Capacidade cilindro: 165cc a 200 BAR Coronha: Thumbhole em polímero sintético e soleira emborrachada Acabamento: Oxidado Modo de disparo: Semi automático e manual Capacidade Magazine: 12 Chumbos Trava de segurança: Manual Gatilho: Plástico com 2 estágios ajustável Mira aberta: Indisponível Trilho para luneta: Picatinny 11mm e 22mm Engatilhamento manual através de alavanca lateral Comprimento do cano: 470mm Comprimento total: 92cm Peso: 2,470kg Calibre: 5.5mm Velocidade máxima*: 295m/s com 200 Bar de pressão Energia*: 51 joules Autonomia*: Em torno de 40 bons com carga máxima no cilindro *Dados fornecidos pelo fabricante, que podem variar conforme os chumbos utilizados e condições de tiro Quando recebi a Hatsan Flash minha primeira impressão foi de que era uma arma pequena e leve demais. Acostumado com PCPs grandes (Hatsan AT44, Rossi R8, Air Arms S510, ...), a Hatsan Flash pareceu tímida com seu cano curto, coronha de polímero vazada (skeleton) e acabamento espartano se bem de que de boa qualidade. O projeto guarda muita semelhança com a já clássica AT44. De cara senti falta do conjunto de mira aberta (essa arma é para ser usada apenas com luneta) e verifiquei um porém que pode complicar a vida de muitos atiradores ... A necessidade de um perfil de luneta extra-alto para acomodar o carregador multishot. E isso seria um problema para mim na feitura do review já que não tinha um mount de perfil extra alto. Procurei nas minhas tralhas de tiro e encontrei um mount de perfil médio (não é o da foto acima que é o extra alto que providenciei posteriormente) que em conjunto com o adaptador para monoshot fornecido com a arma (muito prático) permitiu fazer os primeiros testes com ela (que você pode conferir na íntegra no primeiro vídeo ao final desse review). Não poderia ter tido uma melhor primeira impressão. Costumo utilizar os chumbos Gamo Pro Hunter Penetration para chumbar os canos das armas que costumo usar/testar ... E não é que a Hatsan Flash gostou justamente desse chumbo? Saída da caixa logo me permitiu acertar latas a 100 metros! Diferente da Hatsan AT44 Monoshot que tenho (e não troco, vendo ou empresto) que tem sistema de alavanca lateral para armar o mecanismo (sidelever), a Hatsan Flash usa um sistema de ferrolho lateral. Particularmente achei menos prático, até pq é preciso meia dúzia de movimentos para armar o mecanismo (levanta, puxa, baixa, levanta, empurra, baixa) contra os dois da AT44 (puxa e empurra). O gatilho é o mesmo Quattro utilizado em outras Hatsan e muito prático de configurar, facilmente o deixei bem leve como prefiro para tiros de precisão a longa distância. Achei a coronha um tanto leve para atirar apoiado, porém entendo que o projeto da arma considera posição de tiro em pé sem apoio (para a qual serve muito bem). O cilindro de ar é menor que da AT44 e tem, portanto, baixa autonomia. Segundo o fabricante o suficiente para 40 tiros bons ... Mas meus testes permitiram 30 tiros bons ou pouco mais. Atirei a maior parte do tempo, portanto, com a arma plugada no cilindro S80 (através de um fill probe de desenho próprio e diferente da AT44 em medidas). Após "amaciar" o mecanismo da arma e pegar o jeito de atirar com ela, consigo agrupamentos muito bons a 50 e 100 metros (respetivamente). Notem que utilizei o tempo todo uma luneta 4x32. Foi possível acertar alvos bem pequenos a 25 metros (pequenos frascos de 3cm), 50 metros (fracos de 8cm) e latas pequenas a 100 metros (vide segundo vídeo abaixo). E para fechar o review arrisquei alguns balões de festa cheio de hélio a 150 metros. Apesar do vento e da compensação necessária por conta da luneta 4x32 consegui estourar os balões com poucos disparos (vide terceiro vídeo abaixo). CONCLUSÃO - A Hatsan Flash foi uma grata surpresa. Seu visual despojado, tímido, esconde muita precisão. Com uma coronha de madeira mais pesada e com desenho adequado para tiro apoiado deve oferecer precisão ainda maior. Uma carabina que por suas qualidade e preço muito vantajoso (hoje custando em torno de R$3500 ... https://www.mundodacarabina.com.br/carabina-de-pressao-pcp-hatsan-flash-12-tiros-calibre-5-5mm) é uma ótima pedida para quem busca uma carabina de pressão PCP com ótimo preço, qualidade e que não decepcionará no quesito precisão.
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    CONHEÇA A MIRA ABERTA DA SUA ARMA (Texto para quem está começando) Num texto de 18/11/2017, abordei este tema, mas com ênfase na compensação da visada. O conjunto de mira aberta, como todos sabem, é formado por Alça de mira e Massa de mira, sendo a Alça a peça de trás e a Massa a peça da frente, próxima à boca do cano. Geralmente o ajuste da mira é feito na Alça de mira, de modo que o ponto de impacto do projétil no alvo se move no mesmo sentido que movemos a Alça, ou seja, Alça de mira para cima, impacto para cima, Alça de mira para a direita, impacto para a direita. Mas, quanto um determinado movimento na Alça de mira altera o ponto de impacto no alvo posicionado a certa distância? Para saber isso, é preciso conhecer a distância, de preferência em metros, entre a Alça de mira e a Massa de mira. EXEMPLO: Distância entre Alça e Massa de mira = 0,40m (40 cm) Alvo posicionado a 20 metros Elevamos a Massa de mira em um milímetro (1 mm) O impacto no alvo subirá em: 50 mm ou 5 cm. COMO CALCULAR Divida o movimento na Alça de mira pela distância entre a Alça e a Massa de mira. Multiplique o resultado pela distância do alvo. Para o exemplo acima, temos: Movimento na Alça = 1 mm Distância Alça - Massa = 0,4 m Distância do alvo 20 m 1/0,4 = 2,5 2,5 x 20 = 50 Portanto, para cada milímetro de movimento na Alça de mira, o ponto de impacto se altera em 50 mm ou 5 cm a 20 m, para o exemplo dado. O importante é conhecer a distância entre a Alça de mira e a Massa de mira da sua arma. NOTA: A distância entre a Alça de mira e a Massa de mira, se chama ALÇA DE VISADA (SIGHT RADIUS). Atire para acertar! Nelson L. De Faria Nas imagens, a visada correta com a massa de mira nítida e a alça de mira e o alvo embaçados e, o esquema da alça de visada (sight radius). FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
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    RETÍCULOS VERMELHO E VERDE O uso das cores vermelha e verde nas 'miras óticas' resulta de estudos sobre a visão humana, que por ser matéria extensa, não abordarei neste texto. Mas está comprovado que os nossos olhos são mais sensíveis à cor verde do que à cor vermelha. Os estudos revelam que se olharmos para dois pontos de luz com o mesmo nível de potência, a luz verde parecerá ser várias vezes mais brilhante do que a luz vermelha. Ao transferirmos isso para as miras óticas, significa que é possível usar o retículo ou o ponto verde com menor intensidade sem perder a nitidez da visada e assim economizar bateria da mira. No entanto, a visão varia bastante de uma pessoa para outra, então, o que pode ser adequado para um atirador, pode ser muito brilhante ou muito escuro para outro. Assim é possível que a menor intensidade de verde à noite ou a maior intensidade de vermelho à luz do dia não se adaptem ao tipo de tiro que se pretende. Considerando que esses retículos não se tratam de visão noturna e o seu eventual uso à noite requer uma lanterna, a luz verde com menor intensidade acaba sendo mais adequada e permite o uso do ponto menor, no caso de "red dot", e isso melhora a precisão. Mas, de modo geral, essas miras, incluindo as miras laser são desenvolvidas para operações táticas militares, onde em muitos casos há incidências de luzes como iluminação pública e lanternas de carros, por exemplo, e é nesses casos que a luz verde é mais adequada, devido ao contraste com cores que podem anular a cor vermelha. Portanto, o resumo é que a cor verde é mais visível no escuro, mas nas condições de caça em matas fechadas, é preciso considerar também o fundo, visto que a cor verde pode não ser eficiente com a vegetação que é da mesma cor. Assim, a cor verde facilita a visada no escuro e economiza bateria do equipamento de pontaria, permitindo usar o retículo ou o ponto com menor intensidade, mas há que se considerar as características do ambiente e da visão de cada um. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
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    QUAL É O MELHOR ALCANCE PARA ZERAR A MIRA? Quando falamos de fuzil de fogo central, geralmente para as atividades de caça, zeramos a mira para 100 metros, visto que a trajetória do projétil é bastante plana e não há necessidade de compensação para os alcances normais de tiro. No caso das armas de pressão, geralmente fazemos os testes a 25 metros e zeramos a mira para este alcance a fim de avaliarmos os agrupamentos e tirarmos algumas conclusões sobre a arma e a munição utilizada. No entanto, de modo geral, pois há variações decorrentes de vários fatores, ao zerarmos a mira para 25 metros, temos que compensar a visada para cima, ou seja, mirar acima do alvo, para alcances menores do que 25 metros e maiores do que 30 metros, visto que nesses alcances o chumbinho estará sempre abaixo da linha de visada. Então, qual é o melhor alcance para zerar a mira? Precisamos primeiro saber que o projétil cruza a linha de visada em dois pontos, sendo que no primeiro ponto ele está subindo e no segundo ponto ele está descendo. Além disso, precisamos considerar o calibre da arma. Mas, e quanto ao coeficiente balístico do chumbinho? A maior parte dos chumbinhos de qualidade tem CB entre 0,015 e 0,025 e dentro desses valores, a variação na trajetória, considerando velocidades entre 180 m/s e 305 m/s, fica entre 1,5 cm e 2,5 cm, sendo o desvio menor para a velocidade mais alta e o desvio maior para a velocidade mais baixa. Portanto, se você não conhece o coeficiente balístico do chumbinho, considere a margem de erro devido à variação do CB, em 1,5 cm para o calibre 4,5 mm e 2,5 cm para o calibre 5,5 mm. Agora podemos responder à pergunta: É melhor zerar a mira a 10 metros. Isso mesmo, somente 10 metros. Parece pouco, mas devido à trajetória comum aos chumbinhos, zerar a mira neste alcance permite um bom PBR para a maioria dos alvos destinados às armas de pressão. No entanto, temos que voltar aos calibres. Para o calibre 4,5 mm, zerar a mira a 10 metros permite que o chumbinho mantenha a trajetória acima da linha de visada até pelo menos 40 metros quando ele cruza novamente a linha de visada, ou seja, até esse ponto a visada continua abaixo do alvo. No caso do calibre 5,5 mm, zerando a mira a 10 metros, a trajetória do chumbinho se mantém acima da linha de visada até pelo menos 30 metros, ou seja, a compensação da visada para cima só será necessária a partir desse alcance. Dentro dessas variações é possível acertar alvos de tamanho em torno de 5 centímetros. Essas são informações genéricas que facilitam os tiros daqueles que não dispõem de cronógrafo para saberem as velocidades dos chumbinhos e também desconhecem o seu coeficiente balístico. Os atiradores que dispõem de cronógrafos e meios para calcular a trajetória, naturalmente podem trabalhar com valores mais aproximados e com tolerâncias menores para os desvios. Nota: PBR (Point Blank Range) é o alcance de tiro no qual a trajetória oscila dentro do campo compreendido pelo tamanho determinado do alvo, ou seja, não precisa compensar s visada. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
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    PISTOLAS DE PRESSÃO Quando falamos de armas de pressão, tendemos a polarizar os assuntos nas carabinas e discorremos sobre os tiros a longo alcance, balística, aparelhos de pontaria e técnicas de tiro, enfim, assunto não falta. Mas, principalmente agora que há fabricantes desenvolvendo pistolas PCP destinadas também à caça e ao abate de pragas em países da Ásia, Europa e nos EUA, onde estas atividades são regulamentadas para a prática com armas de pressão, não podemos deixar de por o assunto em pauta. Em particular nos EUA, a caça com armas de fogo é praticada em modalidades diferentes, com o uso de armas longas e armas curtas, e com pistolas de pressão que produzam a energia mínima requerida, o mesmo pode ser adotado com as armas de pressão. Como a regra convencionada para armas de pressão é que produzam pelo menos 15 Joules na boca do cano para assegurar o 'Clean Kill', as pistolas de pressão acabaram ficando de fora, até anos recentes, quando surgiram pistolas PCP que produzem mais de 15 Joules e dada a isenção de recuo, permitem boa precisão, como as carabinas, o que não é possível com pistolas de mola e pistão. No Brasil, é uma boa opção para estimular o tiro às silhuetas metálicas e quem sabe criar o Field Target com pistolas de pressão. Quanto às pistolas de mola e pistão, elas tem a vantagem de permitirem a prática de tiro com segurança em espaços pequenos, com custo baixo, mas dada a sua concepção, a energia fica abaixo de 6 Joules. O tamanho e o peso desse tipo de pistola contribui para o condicionamento da empunhadura e da pressão aplicada sobre o gatilho e isso é importante para quem atira também com armas de fogo 'pesadas', além de poder praticar o TDER (Treinamento de Defesa em Escala Reduzida), aliás, sobre esse assunto, tem bons textos escritos pelo amigo Erick Tamberg, nesta página. Além desses tipos de pistolas tem as pistolas de pressão e também os revólveres de pressão a gás CO2 e as pistolas de Airsoft. Essas armas de pressão e de airsoft são boas para treinar o condicionamento da postura, da empunhadura, saque rápido, visada rápida e controle do gatilho, visto que se assemelham em porte e peso às armas de fogo, e sendo as armas de fogo muito restritas quanto ao uso e à legislação, e a munição extremamente cara, vale a pena dar uma olhada nas pistolas citadas e também nos revólveres. As pistolas e revólveres de pressão a gás CO2 permitem a prática de tiro ao alvo e também é possível criar modalidades nos moldes do IPSC, sem a burocracia e o custo do tiro com armas de fogo e certamente são boas escolhas para a iniciação ao tiro esportivo e ao tiro como lazer. No caso do airsoft, as pistolas e revólveres já são bastante conhecidos e vários shopping centers tem 'estandes' para a prática desse tipo de tiro, e os jogos de airsoft que simulam combates e confrontos já se popularizaram. Nesse caso, há as opções de armas springers, elétricas, a green gas e CO2 e a diferença para as pistolas de pressão CO2 está no calibre, que para airsoft é 6 mm e a munição consiste de esferas de plástico disparadas com energia consideravelmente mais baixas do que as 'pistolas e revólveres de pressão' que disparam chumbinhos ou esferas de aço calibre 4,5 mm. Então, as pistolas e revólveres de pressão e de airsoft são opções a serem consideradas seriamente por atiradores iniciantes e também pelos experientes que já estão bem condicionados com as carabinas, mas que ainda não buscaram o condicionamento no tiro com armas curtas. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
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    Agradecimento ao nosso amigo Leo Terra. Sigam o seu canal: https://www.youtube.com/channel/UCia9d1AkUimWLFEDB239_1Q
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    Sei que já foi postado aqui no fórum este assunto e colocado um vídeo sobre o mesmo, porém não acho que tenha sido dada a devida importância para o assunto. Quando iniciei o hobby, adquiri uma hatsan HT80 5.5, não sabia eu o problema que tinha em mãos. Não pela carabina em si, muito boa por sinal e para sua proposta. Mas eu queria acurácia... Depois de inúmeras tentativas com diversos chumbos fiquei frustrado, o que eu estava fazendo de errado? Será que a arma era tão ruim assim em acurácia? Como todo bom brasileiro sem recursos para fazer a troca da carabina, fui aos foruns em busca de respostas. Acabei por encontrar algo interessante em sites extrangeiros: Artillery Hold???? Fez uma diferença incrível, vou postar os resultados. Tiro apoiado a dez metros com chumbo Gamo Pro-Hunter. O que eu aprendi: As carabinas de mola têm uma particularidade, o chumbo demora para sair do cano, muito mais do que nas armas de fogo. Este fato faz toda a diferença, e como sabemos as molas e êmbolo causam muita vibração e um duplo impacto para frente e para trás. Tudo isso influencia a acurácia do tiro. Outro fato e que os americanos usam e são aficionados por carabinas de ar há muito mais tempo que nós, eles perceberam este problema com as springers e vieram com uma solução após observar as armas de artilharia (outro hobby dos americanos, história e armas de guerra), o Artillery Hold, ou empunhadura de artilharia. O que eles notaram: as armas de artilharia chacoalhavam e balançavam muito, mas mesmo assim conseguiam atingir alvos a quilômetros de distancia. Como? As armas de artilharia são montadas em um suporte que as deixam movimentar para todas as direções para suportar o grande recuo das mesmas, mas no final sempre, eu digo SEMPRE voltam a mesma posição. O que faz que o próximo tiro, sem ser feito nenhum novo ajuste, irá acertar exatamente o mesmo lugar. Mas como isso se aplica as carabinas de mola? Na verdade é bem simples, devemos empunhar a carabina sem tentar retê-la, sem tentar minimizar o recuo. Quanto mais brigarmos para "domá-la", menos controle sobre o tiro teremos. No final o que devemos fazer? Devemos tentar repousar a arma na mão e no ombro da maneira mais confortável possível e quando efetuarmos o disparo, a carabina deve ter liberdade para vibrar, chacoalhar, etc. o que deve ser repetido todas as vezes e a posição que seguramos a mesma. Deve-se tentar memorizar qual o local em que a apoiamos sobre a mão e o o ombro, e assim repetiremos a mesma performance todas as vezes. Devemos lembrar também que usar apoios como sandbags e bipés parecem piorar a acuracia, então a carabina deve sempre estar apoiada sobre a mão do atirador. Este apoio sobre as mãos dá mais liberdade de movimento para a arma durante o disparo. Voltando então para as hatsans e outras carabinas com propostas diferentes como as magnum. Elas na verdade são carabinas que requerem um atirador mais experiente e que saiba como domá-las. Não que elas sejam extremamente precisas. Não, não se trata disso. O que quero dizer e que elas podem ser muito melhores do que se propaga por ai, só demandam mais do atirador. Aqui vão alguns videos que podem ajudar a entender o que estou falando:
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    SAG AR 2000: Eu tenho uma na minha coleção e afirmo com toda certeza: é uma ótima carabina no quesito potencia e precisão, visto que estamos falando de uma carabina magnum. Quanto a isso, não tenha dúvida. Porém, é preciso ter em mente o seguinte: é uma carabina pesada, tanto no que diz respeito a empunhadura quanto engatilhamento, mas não chega a ser um absurdo. Eu tenho apenas 1,70m e já me acostumei com ela. Quanto as Norica, são carabinas, ao meu ver, excelentes também. Minha próxima aquisição, com certeza, será uma Norica, Storm ou a Marvic. Já atirei com uma Storm e fiquei apaixonado pela carabina, sem contar a beleza de ambas.






























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