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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 17-11-2018 em todas áreas

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    Pessoal, segue o Mini Review do Compressor Yong Heng YH-QB01 Fabricante: Nantong Yongyiheng Pneumatic Co., Ltd. Jiangsu, China (Mainland) https://yongyiheng.en.alibaba.com/?spm=a2700.details.cordpanyb.1.39683dd7BZnPv1 Este compressor foi adquirido através do Tópico Grupo de compra para compressor PCP, criado pelo membro Tiko K (Tiko Kamide) A compra foi efetuada em 01/11/2018 através do site Baiten (Grupo Kamide) https://www.baiten.com.br/compressor-pcp2.html Descrição do compressor no site Compressor para PCP e Cilindros de Scuba 110V Auto-Stop ajustável até 4500PSI 300Bar 30MPA O Compressor Portátil de alta pressão é ideal para carabinas PCP e Cilindros de Scuba, possui dois estágios e é refrigerado com água. O compressor tem uma saída de ar de 50 litros por minuto, podendo também pode definir a pressão que você precisa. Possui paragem automática e alarme. O Equipamento deve ser instalado em superfície plana. Obs. Compressor leva apenas 8 minutos para encher o tanque 1L completo para 300BAR Descrição: sistema de refrigeração: Água modelo: YH-QB01 volume: L46,5CM * W27,5CM * H48CM Potência: 1,8 KW peso: 21 kilos tensão: 100-160V 60/50 HZ ruido: max 78 DB taxa de fluxo de ar: 50 L / min pressão de trabalho: 0-300BAR 0-30MPA 0-4500PSI estágio de compressão: Dois estágios modo de lubrificação: tipo Splash material de cobertura: alumínio fundido material de motor: Cobre puro O valor do frete para Macaé - RJ foi R$141,38 (Empresa de Transporte Atlas Ltda). Após a venda o Tiko Kamide, diretor do Grupo Kamide e membro do CA, me enviou vários emails contendo instruções sobre o lubrificante adequado (AW 46 - ISO 46), limpeza do carter e o manual traduzido. Manual Compressor YH-QB01.pdf Recebi o compressor em 21/11/2018. Unboxing Aviso Importante! Lacre da embalagem Lacre retirado Após a retirada da fita adesiva de lacre, basta suspender a tampa para abrir a caixa A caixa é de papelão reforçado e o compressor e acessórios são protegidos por placas de isopor e de espuma Fotos do conteúdo Manual de operação, acessórios, peças sobressalentes e o compressor Cordão de alimentação com plugue modelo 5-15P (2P+T) padrão americano NEMA Descrição dos Acessórios e Peças Sobressalentes O'rings diversos e discos de ruptura 5 discos de ruptura para uso na válvula de segurança do segundo estágio Tampa do carter com respiro e 2 "registros de agulha" para os drenos de água do primeiro e segundo estágio Filtros de ar e O'rings sobressalentes Termômetro digital Termômetro digital é alimentado por duas baterias LR-44 Mangueira de alta pressão com filtro de ar e engate rápido padrão Foster (~ 62 cm de comprimento) Mangueiras siliconadas para uso no sistema de refrigeração por água (duas mangueira com um metro de comprimento) Bomba submersível do sistema de refrigeração por água Invólucro IP68 (número 6 - proteção total contra poeira, número 8 - proteção contra longos períodos de imersão em água e pressão) Vamos à análise visual do compressor Vista geral do compressor Peso sem óleo e acessórios - 17,1kgf Vista superior do compressor Vista lateral do compressor Vista frontal do compressor Vista da grade da ventoinha de refrigeração do motor Nota do autor: um ponto negativo, é que em nenhum local se encontra identificada no compressor, a voltagem e a frequência de operação do motor elétrico, no meu caso a rede elétrica é 127V AC 60Hz. Pressostato Embora o fundo de escala seja de 400 bar e 6000 psi, a pressão faixa de pressão de trabalho (Working Pressure) definida no manual é entre 100-300 bar / 1500-4500 psi Pressostato ajustado para ~ 1500 psi Entrada e saída da água de refrigeração do segundo estágio Primeiro estágio Segundo estágio Tampa provisória do cárter Tampa provisória e tampa com respiro Carter com o respiro instalado Visor do nível de óleo do carter e bujão de dreno do óleo Registro de agulha do dreno do primeiro estágio Registro de agulha do dreno do segundo estágio Mangueira de alta pressão Filtro da mangueira de alta pressão Termômetro digital Local de instalação da sonda Sonda de temperatura instalada Diagrama esquematico dos estágios de compressão Verificação de pré-operação Limpeza do carter Parafusos de fixação da tampa do carter (4 parafusos) Soquete 10mm Tampa do carter e junta de vedação Biela e Virabrequim Presença de limalhas Limpeza com toalha de papel Limpeza dos cantos com cotonete Limpeza da tampa do carter Limpeza da junta de vedação Bujão do dreno de escoamento de óleo Orifício de escoamento do óleo e resquícios de borracha de silicone Colocação de anel de vedação (O'ring 2011) após retirada dos resquícios Aperto final do bujão O O'ring 2011 não proveu vedação, sendo substituído por um O'ring 2107 com diâmetro interno (ID) 5,23mm e diâmetro da seção (W) 2,62mm Tópico Mini Review - YONG HENG YH-QB01 High Pressure Compressor - Parte I , concluído Agora é aguardar a chegada do óleo lubrificante AW 46 - ISO 46 para colocar o compressor em operação. Primeira troca com 50 horas de uso Demais trocas com 100 horas de uso ou anualmente (troca obrigatória) A versão traduzida do manual contém informação diferente do manual original em inglês conforme segue: Nota do autor: este óleo é sintético a base de PoliAlquilenoGlicol, viscosidade ISO VG 46 Tabela de Viscosidade ISO VG (Viscosity Grade) Link do Tópico - Mini Review Parte II - YONG HENG YH-QB01 High Pressure Compressor
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    Rifle Premium Flathead 8.18 Grain .177 Caliber Pellet Test Review by Stephen ArcherOctober 3, 2018 Contents Overview Rating Full Article Overview Testers Doug Wall Caliber .177 Model Number N/a Test Date 26 Sept 2018 Serial Numbers N/a Source of Supply INDUBRAC - Indústria Brasileira de Chumbos, Ltda Condition New We Like Great price! Generally good consistency. Excellent packaging. We Don't Like Very dirty. Difficult to find. Not close to specs. HAM Rating Comparison to Makers Claims 30% Most Common Head Diameter 45% Variation in Head Diameter 50% Most Common Weight 80% Variation in Weight 60% Most Common Length 45% Variation in Length 60% Dirtiness 20% Hard Air Magazine Test Conclusions Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets are decent quality pellets showing better than average manufacturing consistency. They would be very suitable for training and probably also club competition for 10 Meter air rifle shooters if your air rifle's barrel likes them. In addition, they could also be a good choice for general plinking at relatively short ranges with lower-power air rifles. The only real strikes against these wadcutters are for poor compliance with the manufacturer's specifications and being very dirty. These things may not concern the average shooter. At the current price, they are great value and an easy HAM Gold Award winner! 51% HAM Rating Full Review VALUE FOR MONEY Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets are a recent addition to the US market from a Brazilian manufacturer called INDUBRAC – Indústria Brasileira de Chumbos, Ltda. The company is based in the outskirts of Sao Paulo in the south of the country. INDUBRAC manufactures a wide range of airgun pellets under the Rifle brand. “Premium Series” wadcutters are dedicated 10 Meter target pellets. In fact, the Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets are the “heavy” version. There are also lighter versions available in Brazil, although maybe not in the USA at the present time. Although largely unknown to US shooters, INDUBRAC claims competitive success for their Premium Flathead pellets in international competition. They are also very attractively priced in the US at 1.99 cents each – far below the mean price for .177 caliber lead pellets of 2.7 cents each. That makes Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets outstanding value for money for a good quality 10 Meter pellet. TEST DATA SUMMARY Price per Pellet 1.99 cents Most Common Weight 8.26 Grains 8.27 Grains Pellets at That Common Weight 20% 20% Variation in Pellet Weight (Smallest to Largest) 2.09% Most Common Head Diameter 4.52 mm Pellet at That Common Head Diameter 48% Variation in Head Diameter (Smallest to Largest) 0.67% Most Common Length 5.58 mm 5.60 mm Pellets at That Common Length 18% Variation in Length (Smallest to Largest) 1.63% COMPARISON TO MAKERS CLAIMS The manufacturer claims that the “heavy” Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets we are testing here have a head diameter of 4.50 mm. In the sample pellets tested by HAM, the average head diameter was 4.52 mm. Only one pellet – that’s 2% of those tested – actually had a head diameter of 4.50mm. Likewise, the weight is claimed to be 8.18 Grains. However the average weight of the pellets tested by HAM was 8.24 Grains. Again, only one pellet matched the claimed weight of 8.18 Grains when weighed on HAM’s incredibly-precise milligram balance. The over-spec weight of the Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets tested by HAM is the likely reason that the tin we tested contained 499 pellets instead of the 500 claimed – although the amount of lead dirt didn’t help either. (The tins are probably filled by weight not by actual pellet count). The manufacturer is to be commended for giving a Ballistic Coefficient for Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets. They say it’s 0.012. In HAM testing, we found a BC of 0.011. However, we were shooting the pellets much faster than would be expected for 10 M competition ammunition and the 0.012 value is almost certainly correct. CONSISTENCY There were no damaged or malformed pellets found in the tin tested by HAM. Manufacturing consistency was somewhat better than average, overall. Here are the details… Consistency of head diameter among the Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets tested by HAM was below average. Just 48% (24 pellets) had the most common head diameter of 4.52 mm. The variation between the smallest and largest head diameters – from 4.50 to 4.53 mm – was 0.7%. This is about average manufacturing consistency. Weight consistency, however, was well controlled among the Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets tested by HAM. There were 20% at both 8.26 and 8.27 Grains. A figure of 20% at the same weight is good performance in manufacturing consistency. The variation in weight of the tested pellets – between 8.13 Grains and 8.30 Grains – was 2.09%. Again, this is a better than average consistency score, although the average weight is rather higher than the claimed weight. As always, all pellets were weighed using HAM’s ultra-precise milligram balance for precise, accurate and consistent measurements. 18% of the pellets tested by HAM had the same lengths (5.58 mm and 5.60 mm). This is slightly less than average. However, the variation between the shortest and longest pellets was just 1.63% (from 5.53 to 5.62 mm) and this is rather better than average. DIRTINESS It has to be said that these Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets are the dirtiest ever tested by HAM! No less than 9.10 Grains of lead dust and dirt were included in this tin of pellets. That, in itself, could be another reason for the very slight pellet under-count, as it’s more than the weight of one pellet. As there were a nominal 500 pellets in the tin, that makes 1.82 Grains of dirt per 100 pellets. Of course, you should always wash your hands thoroughly after handling lead airgun pellets. But that’s even more important than ever with these Rifle pellets. DOWNRANGE PERFORMANCE Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets are intended for 10 Meter shooting, so downrange performance is not really intended to be their forte. With a typical BC for wadcutter pellets, essentially “flat” shooting can be obtained from HAM’s standard “1,000 FPS” test gun between 11 and 40 Yards. The Chairgun graph below shows how this plays out. HUNTING USE Again, the Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets are not intended for hunting. They loose Kinetic Energy very rapidly downrange, as do all wadcutter pellets, with 50% of the initial Muzzle Energy already lost at 30 Yards. However, it’s clear that Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets would be a devastating choice for hunting small critters at very close range. Once retrieved from the soap block, it was apparent that the pellet had expanded hugely from 4.52 to 5.58 mm diameter. The wound channel was 10 mm in diameter and the pellet traveled only 36 mm into the ballistic soap block. All of this indicates massive and immediate transfer of energy. This would cause a humane one shot kill if used on small pests at close range. BUYING AND OWNING Currently, it’s not easy to find Rifle Premium Flathead 8.18 grain .177 caliber pellets for sale in the USA. Although they may be available elsewhere, HAM could only find them available at Creedmor Sports. Don’t even think of looking in your local “big box” sporting goods store… These pellets are supplied in a good-quality screw top tin. The top was easy to open and the general design and finish of the packaging gives a feeling of quality to the product. The inside of both tin and lid are coated, for example, rather than being bare metal. There was also a round sheet of foam to prevent the pellets from moving during shipping. TEST DATA For background details on HAM’s Pellet Test Review methodology, check out this link. Chairgun is a product of Hawke Sports Optics LLC and is used with permission. Check out http://www.hawkeoptics.com Understanding HAM Pellet Awards HAM Pellet Awards come from the most rigorous, professional and comprehensive pellet testing by any independent publication. They are the result of much precise measurement and analysis using high precision measuring devices and highly-experienced testers. Note that accuracy is a product of the complete “system” of airgun, scope, atmospheric conditions and shooter ability – not the pellet alone. This means that no pellet test review can predict the accuracy of a particular pellet with YOUR individual air rifle. That’s why we do not measure accuracy in these pellet tests. What HAM Pellet Awards do recognize is manufacturing consistency. Inconsistent pellets definitely will be inaccurate, consistent pellets are much more likely to be accurate. HAM Awards also recognize value. There’s considerable variation in the price of airgun pellets. This means that an 8 cent pellet needs to score higher than a 2 cent pellet to achieve an award. For full details of the HAM Pellet Award scoring methodology, please check out our Pellet Testing page. For a full listing of HAM-tested Ballistic Coefficients, please see our Ballistic Coefficients page.
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    Olha aí o Sarcoramphus papa, o Urubu - Rei. Muito lindo. Floresta Nacional de Carajás Parauapebas, PA
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    Crossman Remington 1875 Recente compra, indo no embalo do Red Dead 2... Réplica CO2, atira chumbo normal quanto esferas 4.5mm
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    CBC Bam B12-6 4.5mm Estou com ela há 7 anos e ainda segue firme e forte. Essa semana adquiri uma luneta 4x32 da Rossi e ela ficou show de bola.
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    Olá a todos, Quero partilhar a minha review da Weihrauch HW50s Stainless e que é, na minha opinião a melhor arma de mola da Weihrauch e até mesmo de todas as outras marcas. Se só pudesse ter uma arma de ar comprimido, seria esta com toda a certeza. Espero que gostem: Tags / Keywords / Palavras Chave - .177, 4.5 mm, Ar, Arma, carabina, chumbo, Competição, Comprimido, Gamo, Piratices, Portugal, Pressão, Prova, Recreio, Tiro, Weihrauch, Pressão, Pressao, Brasil, HW, 50, 50s, Stainless, Hawke, Panorama, 3-9x40, AO, Versatilidade, Versátil, Iniciação, iniciacao, Mira, Treino, Desporto, BR, Bench, Rest, Luneta, Telescópica.
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    Guardo as minhas de maneira semelhante, até hoje não tive problemas. A unica coisa que penso é se a pressão constante no peso da arma pode vir a deformar a soleira da coronha.
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    Manual disponível no Tópico Mini Review Parte I - YONG HEN YH-QB01 Hig Pressure Compressor Para Lubrificante ISO VG (Viscosity Grade 46) ou AW 46 Primeira troca com 50 horas de uso Demais trocas com 100 horas de uso ou anualmente (troca obrigatória) A versão traduzida do manual contém informação diferente do manual original em inglês conforme segue:
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    Ainda tenho alguns em casa. Coloco fotos aqui após as 18h. Como te disse. é a Umarex falando do próprio produto, obviamente será o melhor do mercado no site deles. Entre os que tenho e o da crosman, notei a diferença da ponta do cilindro, só não sei dizer qual é melhor. Até hoje não tive qualquer problema de vedação, mas também confesso que ainda não abri a válvula para conferir se está devidamente limpa.
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    Estatuto Do Fórum Carabinas de Ar Seja bem-vindo, faça a sua apresentação no tópico abaixo http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php?/forum/26-seja-bem-vindo/
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    Boa noite, Obasan. Já tive essa dúvida porém achei mais informações no fórum internacional. Vou procurar novamente o tópico para te passar, mas pelo que me lembro no quesito dos cilindros de 12g variam de acordo com a confiabilidade da quantidade de CO² informada, o tipo de vedação que é feita no bico do cilindro, a higiene interna do cilindro (pelo tópico alguns tinham uma borra de óleo+sujeira) e alguns possuem óleo lubrificante já dentro para preservar as vedações. No site abaixo tem algumas informações, lembrando que é de uma marca falando de outras, então pode ser um pouco "puxando sardinha". Comprei 30 cilindros esse ano via ML que mal mal consigo ler a marca, porém não me deram nenhuma dor de cabeça. https://www.umarexusa.com/blogs/airgun-news/how-to-pick-good-quality-co2
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    Um dos melhores vídeos de manutenção disponíveis. Parabéns @BRUNERIUS. Mais um.
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    Como sabemos, o tiro esportivo é um esporte individual. E embora existam premiações por equipe, e provas de times mistos elas são, em essência, a somatória dos resultados feitos por cada indivíduo separadamente. Cada atirador acerta o seu próprio alvo, não existe companheirismo nisso - no ato de atirar. Numa prova de tiro ninguém dará cobertura a você enquanto você municia a sua arma, ou acertará o seu alvo, não no tiro esportivo. Mas quer dizer então que o trabalho em equipe é zero? Não. Só não está estritamente no ato de atirar. O trabalho em equipe encontra-se em maior quantidade na preparação dos atletas do que durante uma prova. Nosso esporte é individual, mas não significa que deva ser solitário. Podemos ter a nossa alcateia! Podemos ajudar nossos colegas com conselhos, dicas, correções; ou ainda, apoiando emocionalmente. Somos seres humanos e naturalmente sentimos a necessidade de pertencer a um grupo, e dificilmente evoluímos apartados do mundo e dos outros. Conseguimos crescer como pessoas através do compartilhamento de informações, e debater tópicos sobre o nosso esporte ajuda-nos a criar nossas identidades individuais e grupais. Alguns podem concordar; outros, discordar; e assim aprendemos sobre nós mesmos e sobre os outros que nos acercam. É função do técnico promover um clima organizacional agradável, um ambiente onde, por exemplo, os membros sentem-se à vontade para dialogar uns com os outros e ajudarem-se mutuamente, criando assim um senso de equipe dentro deste esporte individual, tendo em vista que em eventos internacionais (de modalidades reconhecidas internacionalmente) os atletas devem ter um entrosamento mínimo para que possam ser bem-sucedidos nestas empreitadas, caso contrário o mal relacionamento entre esses pode ser mais um dentre vários fatores estressantes. Além do senso de equipe é igualmente importante para o atleta que ele desenvolva a sua independência em paralelo, pois nem sempre ele estará em companhia de sua equipe ou técnico em campeonatos ou treinamentos. Isso é muito comum para atletas que estão no início de suas carreiras, quando dificilmente têm um técnico para orientá-los e a sua equipe - se tiver - for igualmente inexperiente. Quanto maior a experiência maior a propensão de liderar um grupo, e um líder, embora vise o bem do grupo, deve ter as suas próprias convicções e atitudes. Um atleta, ainda que não seja líder, não pode depender do seu grupo para corrigir a sua própria postura, aprender novas técnicas, ou principalmente: manter-se motivado! De fato, um verdadeiro campeão deve ser independente, pois no final das contas só ele pode conquistar a sua própria vitória. De quanto mais fatores externos um atleta depender, mais difícil será de vencer. Então para deixar claro, um atleta deve ser independente, porém não arrogante. Se você tem um time, então deve ajudá-lo a crescer sem perder de vista o seu próprio crescimento. Da mesma forma que, se tu esteres inserido num time, podes aceitar ajuda e ter a humildade de pedi-la quando precisares. E fazendo um comparativo necessário, quando eu estudava para concursos públicos eu aprendi que grupos de estudos são úteis, mas se nenhum dos membros domina o assunto, então eles não conseguirão aprender juntos algo que não sabem; a não ser que cada um leia em separado, mas isso só demonstra não se aprende nada em conjunto. Grupos de estudo funcionam de duas formas: uma é quando cada um domina um assunto que o outro desconhece, pois dessa forma Fulano ensina Beltrano, enquanto Beltrano ensina Fulano. Outra é quando todos estudaram o mesmo assunto e encontram-se para debaterem-no, sendo essa menos produtiva. Podem reparar que em ambos os casos o aprendizado/desenvolvimento é um esforço individual, pois ninguém pode raciocinar por ti. O grupo serve para exponenciar o resultado, mas se teu resultado é zero, então não adianta de nada. Rio de Janeiro, 15 de novembro de 2018. Victor Bayma. Tem dúvidas sobre o Tiro Esportivo? Pergunte-me no Patreon! https://www.patreon.com/user?u=15453849
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    Malison, essa peça, a principal do sistema, nem a Rossi tem e segundo ela não haverão, pelo menos a curto prazo, novas importações dessa pistola. Procure em sites de outros países (difícil achar também) e em último caso tente contatar o fabricante. www.atakarms.com Boa sorte !
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    Quando a Theoben fechou alguns engenheiros saíram da Theoben e fundaram a RAW (Rapid Air Weapons, clara alusão à uma das carabinas da Theoben). A RAW faz justamente armas voltadas ao BR. Pois bem, no fim do ano passado a RAW anunciou que vai voltar a produzir as armas Theoben (não especificaram o modelo, imagino que seja a Rapid mesmo). Só não me pergunte que cano será utilizado... Enviado de meu Moto G (5) usando Tapatalk
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    Diz o velho ditado popular que "Uma vez que se aprende a andar de bicicleta, nunca se esquece". O mesmo vale para o tiro com mira aberta, pelo qual tenho apreço especial. Atirar com luneta é muito bom, permite se desafiar com alvos menores e mais distantes, mas acaba sendo um pouco artificial ao meu ver. O tiro com mira aberta é algo para mim mais roots, mais viceral, íntimo e pessoal. Desde o início do ano um punhado de outras atividades colocaram o tiro em segundo plano, naquela esquema de "Vou ao clube de tiro quando dá tempo". Pois bem, no aniversário de quatro meses sem atirar com minha HW 77 SE 4,5mm a tirei do armário de armas e levei com exclusividade para o clube de tiro com uma lata de seus chumbos preferidos (FTT 4,51) e apenas alça de mira no lugar. Foram algumas horas, três alvos e uma dúzia de latas de refri de muita diversão atirando com mira aberta em pé sem apoio. Na primeira dezena de tiros relembrei de como fazer a coisa direito, dos trejeitos muito próprios da arma, e logo estava acertando os alvos com facilidade a 55 metros, fonte de muita satisfação. #recomendo
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    I. Finalidade Descrever de forma detalhada as regras técnicas e a execução das provas de Hunter Field Target, que simulam uma caçada rústica em ambiente inóspito. II. Desenvolvimento a. Categorias Todas as provas serão disputadas nas categorias: Homens e Mulheres Principal todas as idades Portadores de necessidades especiais (Homens e Mulheres) Para-atleta todas as idades b. Provas Mola: Todas as armas cuja propulsão ocorre por ação de mola, independente de peculiaridades ou dispositivos complementares. Gás: Todas as armas cuja propulsão ocorre por ação de ar pré-comprimido, CO2, ou outro gás. c. Armas, Munições e Acessórios Poderão ser inspecionados a qualquer momento pelo Diretor da Prova (antes, durante e após a prova). É permitido o uso de carabinas de pressão por ação de mola ou gás de qualquer calibre não superior a 5,5mm. Fica limitada em 42 Joules para o calibre 5.5 e 24 Joules para o calibre 4.5 a energia das armas. É permitido o uso de dioptros e outros dispositivos de mira ótica que não projetem luz sobre o ponto de impacto no alvo. Não são permitidos sistemas de telemetria. São permitidas somente munições constituídas em sua totalidade por liga de chumbo dúctil, podendo, no entanto assumir o formato e peso que o participante desejar. O atleta poderá solicitar, no decorrer da prova, a substituição de sua arma por outra com as mesmas características da que vinha competindo e tenha sido previamente vistoriada. Não pode ser usado qualquer tipo de assento fabricado. Será permitido sentar diretamente no chão ou em obstáculos naturais como pedras, troncos, etc. O atleta poderá utilizar pedra, cupim ou outro recurso natural como apoio para o corpo. Não é permitido o uso de vestimentas específicas de tiro, como é o caso, por exemplo, dos casacos de tiro utilizados em provas da International Shooting Sport Federation (ISSF). É proibido o uso do arreio de pernas e de bandoleira. A bandoleira será permitida apenas para o transporte da Carabina. O Bi-pé será permitido apenas para apoio de descanso da arma. Durante o procedimento de tiro, especialmente na posição deitado, o mesmo deverá ser dobrado ou recolhido É permitido o uso de luva acolchoada ou não com espessura máxima de 1,5 cm. É permitido uso de Carabina com "acessório hamster", e de coronhas não originais de fábrica, que tenham ou não aumento da telha, desde que a distância do ponto mais baixo do hamster ou da telha não exceda a 20 cm até o centro do cano da arma (50% de seu diâmetro interno). d. Alvos Os alvos serão réplicas de silhuetas de animais, podendo ser em tamanho real ou em escala. No alvo haverá uma área perfeitamente circular simulando o local anatômico de acerto fatal ou instantâneo, doravante chamado de “kill zone”. Para efeito de pontuação válida o alvo deverá ser atingido na “kill zone” que desarmará a silhueta, derrubando o mesmo. Os alvos deverão possuir sistema de rearme manual à distância. As “kill zone” devem ser pintadas numa cor contrastante com a silhueta, de preferência na cor amarela, rosa fluorescente ou branca. Não é permitida “kill zone” nas cores verde ou vermelha, tendo em conta a participação de praticantes com daltonismo. A cor do alvo pode ser preta ou branca, sempre com grande contraste com a “kill zone”. Os alvos devem desarmar durante o teste com uma força nominal de 300g, medidos pelo estesiometro de semmes wiestein vermelho magenta (equivalência de tensão normal de compressão de 229 g/mm²) ou dispositivo similar devidamente aferido. Em caso de dúvida ou mau funcionamento do alvo, o Diretor de Prova deverá testar o mesmo. Caso o problema seja de imediata solução, será concedida uma segunda rodada de tiros no alvo para o atleta reclamante. Alvos testados e reprovados ou avariados sem possibilidade de manutenção imediata serão desclassificados e a pontuação obtida nos mesmos não entrará na contagem final dos pontos. As “kill zone” serão obrigatoriamente redondas. A seguir a relação de “kill zone” com a distância máxima a ser usada: “Kill zone” Distância máxima 15mm 15m 16 a 20mm 20m 21 a 25mm 25m 26 a 30mm 30m 31 a 40mm 40m 41 a 50mm 50m Obs.: Para ajustar a “kill zone” à padronização acima poderão ser usados obturadores. e. Distâncias Os alvos deverão ser fixados em distancias de 9 (nove) a 50 (cinquenta) metros do posto de tiro. f. Posições O atleta poderá escolher livremente entre as posições abaixo, qual utilizará para efetuar o disparo, seja por questão de conforto ou necessidade técnica. Deitado Em pé Sentado Ajoelhado (não é permitido apoiar a lateral do pé no chão). Em qualquer das posições de tiro é permitido apoiar a arma no próprio corpo ou em objetos naturais (não manufaturados). É permitido ao atleta apoiar o corpo em obstáculos naturais existentes no posto de tiro. Não é permitido o contato de qualquer parte do corpo do atleta com elementos manufaturados do posto de tiro como, por exemplo, postes e fitas de demarcação, etc. Os cadeirantes farão todos os tiros da própria cadeira de rodas. Nenhuma parte do corpo do atleta pode ultrapassar a linha limite do posto de tiro, exceto o(s) braço(s) enquanto estiver empunhando a arma para efetuar o disparo. Não são permitidos quaisquer ajustes ao equipamento de tiro, incluindo o hammster ou ajustes na coronha após a verificação do equipamento pelo Diretor de Prova. Não é permitido qualquer ajuste na luneta ou sistema de alça-massa de mira após o início da prova. g. Tempo O atleta terá, em cada posto de tiro, um minuto por alvo + um minuto extra do posto. Por exemplo, num posto com um alvo o atleta terá dois minutos e num outro posto com três alvos ele terá quatro minutos. Após todos os membros do esquadrão terem concluído seu(s) disparo(s) e o posto seguinte estiver liberado, o referido esquadrão estará automaticamente autorizado a se deslocar. Casos especiais e exceções serão autorizados em primeira instância pelo Árbitro de Prova e, caso necessário, em segunda instância pelo Diretor de Prova. h. Pontuação Para cada alvo derrubado será contado 1 ponto; A súmula deverá ser marcada com “X” para os acertos e com “0” para os erros; O acerto só será computado se o alvo cair; Qualquer disparo após o comando de carregar será computado; O atleta tem direito a efetuar um disparo por alvo, independente do equipamento que esteja utilizando; O atleta poderá solicitar ao Árbitro autorização para descarregar a arma; Qualquer descarga, sem autorização do Árbitro, será penalizada como “0”; i. Desempates i.1) Individual, no Provas On-line: Pela natureza deste tipo de evento, não haverá desempate. Caso ocorra, as posições que estiverem empatadas receberão a mesma colocação, independente da localização da mesma, excluindo-se as posições seguintes, tantas quantas vezes forem as repetições desta ocorrência. Ex.: 1º João da Silva 292 2º Rogério dos Santos 291 2º Gustavo Silveira 291 4º Sandro Lopes 289 i.2) Individual, na final do Campeonato Brasileiro e nos eventos exclusivamente presenciais i.2.1) Será usada como critério de desempate a pontuação obtida pelos atletas empatados na ordem decrescente dos postos (do alvo número 20 para o alvo número 01). Será melhor classificado o atleta de maior pontuação no alvo 20 (vinte). i.2.2) Caso persista o empate, o atleta de maior pontuação no alvo19 (desenove) e assim sucessivamente. i.2.3) Ainda persistindo o empate será feito um sorteio. i.3) Por equipe, na final do Campeonato Brasileiro Será vencedora a equipe que tiver entre os seus componentes o atirador com melhor classificação individual. Persistindo o empate a equipe que tiver entre os seus componentes o segundo atirador com melhor classificação individual e assim sucessivamente. j. Verificações Armas e Equipamentos O Diretor da Prova e os Árbitros poderão a qualquer momento verificar as armas e equipamentos usados pelos atletas. O não cumprimento de qualquer requisito será causa de desqualificação imediata. As armas poderão ser cronografadas, para verificar se estão dentro dos limites regulamentados, primeiramente com chumbo fornecido pela direção de prova e, caso a arma se mostre acima do limite, o atirador pode solicitar um novo teste com o chumbo a ser utilizado na prova fornecido por ele (o mesmo que será utilizado na prova pelo atirador em questão). A energia deverá ser calculada na boca do cano pela seguinte fórmula: E = (m x v²) / 2000. Obtemos a Energia multiplicando o Peso do projétil em gramas pelo Quadrado da Velocidade e dividindo o resultado encontrado por dois mil. k. Nível de dificuldade A organização do evento deverá utilizar a Planilha de Cálculo “Nível de Dificuldade HFT – CBTE” de forma a enquadrar a prova no nível de dificuldade estabelecido pela CBTE para cada etapa. 1 [Nd] = Distância (jardas) x ---------------------------------------x fator(es) de correção diâmetro da Kill zone (pol) Onde Nd (nível de dificuldade, ou “Troyer Rating) será o módulo do resultado da multiplicação da distância do alvo em jardas pelo inverso do diâmetro da Kill zone em polegadas e o valor obtido multiplicado pelo(s) fator(es) de correção. Os fatores de correção (a serem multiplicados entre si considerando-se seus diversos fatores tendo em vista a posição de tiro, a distância do alvo e inclinação do mesmo) são: Tiro em pé = 1,75; Tiro ajoelhado = 1,5; Tiro deitado = 1,25; Alvo com distância superior a 45 jardas (41,2 metros) = 1,25; Alvo posicionado acima ou abaixo do plano do posto de tiro (mínimo de 20 graus) = 1,25; Vento (para alvos a distâncias superiores a 30 metros e velocidade de vento superior a 10 km/h)= 1,25 Escuridão/ claridade (alvos em tocas, miragens nas miras)= 1,25 Para cálculo do nível de dificuldade geral da prova, será aplicada a média simples do nível de dificuldade dos alvos. Fatores de Conversão de Unidades: - 1 Polegada = 25,4mm - 1 Jarda = 0,9144m l. Percurso e Postos de Tiro O percurso de tiro terá 20 (vinte) alvos que poderão estar posicionados no mínimo em 4 (quatro) postos de tiro ou de forma totalmente sequencial. A quantidade de alvos por posto pode variar entre 1 (um) e 5 (cinco), sendo que a contagem dos pontos será feita por alvo. Em uma prova totalmente sequencial, teremos por exemplo, um total de 20 postos de tiro com um alvo por posto. Por posto de tiro entenda-se o local delimitado para que o atleta efetue seu(s) disparo(s) no(s) respectivo(s) alvos(s). Cada posto de tiro deverá ser numerado, indicando claramente a direção em que ocorrerá(ão) o(s) disparo(s). Todos os alvos serão numerados e o atleta deverá seguir a ordem indicada. Os alvos deverão ser visíveis a partir do posto de tiro, independentemente da estatura do atleta ou dele ser destro ou canhoto. Os alvos poderão estar parcialmente encobertos por obstáculos, porém a “kill zone” deverá ser pelo menos 50% visível. A parábola descrita pelo projétil deverá estar 100% livre de qualquer obstáculo ou impedimento de sua trajetória. Antes do início da seqüência de disparo de cada atleta o Árbitro deverá avaliar a nitidez e o contraste do animal com a “kill zone” repintando os mesmo quando necessário. Antes de iniciar sua participação em cada posto de tiro o atleta deverá rearmar o(s) alvo(s) do posto. A não observância desta regra implica em um tiro falho por alvo não rearmado. Nenhuma direção de tiro de um posto poderá cruzar direção de tiro de outro posto anterior à localização dos alvos, ou situar-se próxima a postos de tiros. Os percursos de tiro devem ser feitos em ambientes com obstáculos naturais simulando uma caçada em condições adversas. Em cada posto de tiro a ordem do(s) disparo(s) deverá seguir a numeração dos alvos. Disparo em alvo fora da seqüência será computado como zero. Os atletas, por ocasião da confirmação da inscrição, serão distribuídos em esquadrões contendo cada esquadrão no mínimo dois e no máximo quatro atletas. Os Esquadrões utilizarão o sistema de arbitragem cruzada, onde um atleta fiscaliza o outro. Caso exista apenas um atleta para realizar a prova, o Árbitro de Prova acompanhará este no percurso e será seu fiscal. A prova será realizada de acordo com a sequência numérica dos alvos como um percurso de caça, sendo que os esquadrões vão iniciando o percurso de acordo com sua apresentação no primeiro posto de tiro. Um posto de tiro nunca pode estar na área alvejável de outro posto de tiro. Cada atleta pode indicar um orientador que lhe informará o local de impacto dos disparos, bem como o tempo restante por posto. O orientador não pode manusear a arma do atleta ou ajudar de qualquer maneira física uma vez dado o comando "carregar", exceto quando o mesmo esteja temporariamente ou permanentemente incapacitado de remuniciar ou realizar operação de preparo da arma como, por exemplo, recarga de gás. Aplica-se a mesma autorização a adolescentes, idosos e mulheres. Alvo julgado defeituoso pelo Diretor de Prova ou Árbitro deverá ser substituído de imediato ou, na impossibilidade de fazê-lo, deverá ser anulado na prova de todos os atletas. Se a “kill zone” ou região ao seu redor ficarem indistinguíveis pelos sucessivos impactos, o Árbitro poderá interromper a prova para manutenção dos alvos. Se a organização optar pelo compartilhamento parcial ou total dos percursos de FT e HFT, o atirador realizará primeiro a prova de HFT. m. Disparos Duvidosos Sempre que acontecer um tiro duvidoso o atleta deverá colocar a sua arma em segurança, apontando para a zona de tiro, e solicitar do Árbitro a verificação do alvo. O alvo deverá ser inspecionado, sendo utilizado quando disponível um estesiômetro de Semmes Weinstein vermelho magenta com força nominal de 300g ou dispositivo similar devidamente aferido, e a sua decisão será final. n. Abandono O atleta poderá abandonar a prova quando não se sentir em condições de prosseguir, seja por questões pessoais, seja por falha de equipamento. Em tais hipóteses a pontuação obtida até este momento será registrada como resultado final da prova. o. Falha de arma Em caso de pane na arma, o atleta dispõe apenas do tempo regulamentar do posto para solucionar o problema, não sendo permitido nenhum acréscimo de tempo. No decorrer da prova o atleta poderá substituir sua arma por outra que tenha as mesmas características da prova que estiver realizando, comunicando o fato ao Árbitro. Neste caso a arma deverá ter sido previamente vistoriada pelo Árbitro. Tal substituição deverá ser feita no tempo regulamentar do posto, não sendo permitido nenhum acréscimo de tempo. Caso não seja solucionada a pane e/ou a arma não seja substituída em tempo hábil, será válida a pontuação obtida até o momento da pane. p. Segurança É obrigatório o uso de óculos de proteção. Óculos corretivos que cubram a área ocular serão aceitos. É proibida a ingestão de bebida alcoólica antes e durante a prova. As armas só serão colocadas em posição de tiro, municiadas ou disparadas, no posto de tiro. Em qualquer outra situação as armas deverão estar sempre descarregadas, com alavanca de rearme ou cano destravado ou câmara de municiamento aberta. Caso não seja possível ou seguro manter o cano ou a câmara de municiamento aberta, um fio vermelho deverá ser colocado na câmara. Sempre que for ordenado “cessar fogo” o tiro deverá ser de imediato suspenso. Após o esclarecimento da situação, as armas deverão ser descarregas de forma segura ou retornar a competição sempre com autorização do Árbitro. O comando de “cessar fogo” deverá ser dado por qualquer pessoa, quando deparar com uma situação de risco. O atleta que causar disparo acidental será imediatamente desqualificado. Define-se como disparo acidental, todo e qualquer tiro efetuado fora da área alvejável, esteja a arma municiada ou não. Exemplos de falta de segurança: Manuseio de arma, em qualquer situação, que não seja dentro do posto de tiro ou para colocá-la em condições de segurança para transporte ou permanência fora de tais locais; Apontar a arma para qualquer outra área que não a indicada no posto de tiro, quando não estiver com o cano destravado ou a câmara de municiamento aberta; Manter o dedo no gatilho ou dentro do guarda-mato durante o transporte, municiamento, desmuniciamento da arma, recarga de ar ou gás ou ainda durante a troca de reservatórios avulsos de CO2; Todos são responsáveis pela segurança. q. Comportamento anti-desportivo Os competidores estarão sujeitos às sanções previstas neste regulamento quando adotarem comportamento “anti-desportivo”. Exemplos de comportamento “anti-desportivo” incluem, embora não exclusivamente, a trapaça, a desonestidade, a desobediência em relação a instruções razoáveis do Diretor da Prova ou qualquer comportamento parecido que traga má reputação ao esporte. O Diretor da Prova deverá ser notificado logo que possível. r. Penalizações O atleta, ao se inscrever em uma prova, ficará sujeito ao cumprimento do preconizado neste Regulamento, dos bons preceitos de educação e de normas éticas, sendo passível, em caso contrário, da aplicação das seguintes sanções: Advertência Verbal; Penalização em 2 (dois) pontos no resultado da prova; Desqualificação. s. Protesto e apelações Protestos sobre pontuação no posto de tiro e eventuais casos omissos deverão ser decididos no local em primeira instância pelo Diretor de Prova; Após a publicação dos resultados o atleta tem 15 minutos para contestação; Para interpor um recurso, o interessado deverá pagar uma taxa equivalente a uma inscrição de prova. Caso o recurso seja julgado procedente, o valor cobrado será devolvido ao atleta. t. Legislação Todos os atletas, árbitros e dirigentes ficam comprometidos com a preservação da fauna, da flora e com a manutenção do ecossistema, sendo legalmente responsáveis por sua conduta e pelo uso de seus equipamentos.






























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