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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 03/23/2019 in all areas

  1. 3 points
    Existe uma broca esférica de 1/2...Vende em dental ou Furnitura...muito utilizada por Protético dentista e joialheiro e relojoeiro...por ser de cabeça pequena e cilíndrica...deve facilitar o trespasse pelo centro da massa de chumbo sem atingir as raias do cano...uso de um Dremel ou adaptador para furadeira facilita a operação...furando no meio com cuidado permite passar um.cabo ou fio de aço...para remoção total dos restos de acúmulo de chumbo Enviado de meu SM-J710MN usando o Tapatalk
  2. 2 points
    Pessoal segue um breve review de um modelito Frank equipada com mola a gás Nota do autor: a arte final no cilindro é 5,5mm mas o cano utilizado é calibre 4,5mm Peças utilizadas: - Coronha de Madeira para Carabina de Pressão Rossi Nova Dione 2017 - 2 Parafusos Allen M5 x 16 cabeça abaulada - (fixação da telha da coronha na mecânica) + 1 Parafuso M6 x 20 (fixação do guarda mato na mecânica) - Conjunto do Cilindro CBC B12 (Código CBC 10006416 F18 ou 10006477 F22) - Pino do Cilindro B12-1-00-5 (Código CBC 10006418) 5mm x 30mm - Parafuso da Coronha B12-00-8 (Código CBC 10006428) - Detent B12-100-2 (Código CBC 10006415) - Conjunto do Cano B12-4-01-100 (calibre 4,5mm) (Código CBC 10006407) - Anel de Vedação B12-00-14 (Código CBC 10006412) ou Vedante do Cano QUICKshot CBC B19 / CBC B12 - Parafuso B12-00-11 (Código CBC 10006424) ou Parafuso de Fixação do Cano B19-2-00-2 (Código CBC 10006368) - Arruela B18-00-15A - duas (Código CBC 10006423) - Alavanca B12-1-00-9 (Código CBC 10006426) - Pino da Alavanca B12-00-1B (Código CBC 10006367) Nota do autor: este pino após instalado deve ter as suas extremidades remachadas. Existe um outro pino que originalmente acompanha a CBC B12 e que possui um menor diâmetro (rebaixo) na metade de seu comprimento PINO DA ALAVANCA B12-1-00-1 (Código CBC 10006421) e é mantido através de um anel elástico ANEL ELASTICO GB896-86 4 (Código CBC 10006422) aplicado no rebaixo através do recorte (fenda) existente na alavanca de armar (biela) - Massa de Mira B12-4-01-1 (Código CBC 10006276) - Conjunto da Alça de Mira B12-02-00A (Código CBC 10006410) + Parafuso Correção de Altura B12-2-03-300 (Código CBC 10006409) - Conjunto Gatilho Cometa 220 (retificado) - Trava de Segurança do Gatilho Cometa 220 (retificada) Opcional Nota do autor: utilizamos o parafuso de fixação do conjunto do Gatilho B18-00-9 (Código CBC 10006376) utilizado na linha B19 que tínhamos disponível (foto abaixo) - Êmbolo Gamo Big Cat (modificado) Optamos por eliminar a arruela centralizadorada haste da mola a gás, para tal fizemos um furo para centralização da haste da mola a gás. Foi efetuado um furo centralizado com uma broca de aço rápido 5,5mm de fora para dentro e depois utilizando um macho M6 e desandador para efetuar a rosca , em seguida utilizamos um escariador para efetuar a conicidade do furo para receber um parafuso Allen M6x8 cabeça chata e finalmente utilizamos uma broca de 8,1mm aço rápido longa de 167mm de comprimento para aumentar o diâmetro do furo interno com uma profundidade em torno de 4mm para propiciar o encaixe e prover a centralização da haste da mola a gás. O furo da cabeça do êmbolo foi tamponado utilizando-se um parafuso Allen cabeça chata M10x8 aplicando-se trava rosca de alto torque Haste da mola a gás encaixada no furo Peso do êmbolo com retentor - 109 gramas - Retentor Quickshot - Mola a Gás Quickshot MG182 40 kgf Meus agradecimentos ao Juliano Sanches pelo envio do retentor, da Mola a Gás MG182 e do Vedante do Cano Medida do deslocamento do êmbolo Deslocamento do êmbolo 39,5mm Volume da câmara de compressão da CBC B12 com êmbolo Gamo (alongado) V = [(Pi x D2) /4] x deslocamento do êmbolo D = 2,5 cm deslocamento do êmbolo = 3,95cm V = 19,4 cm3 73% do volume original Volume da câmara de compressão da CBC B12 com êmbolo Original V = [(Pi x D2) /4] x deslocamento do êmbolo D = 2,5 cm deslocamento do êmbolo = 5,4cm V = 26,5 cm3 Coming soon Chrony Test Tópico em
  3. 2 points
    Dia de flanelar e banhozinho de WD40. Diana Modelo 50. Fabricação Outubro de 1974 Culatra de carregamento do chumbo .177 Gatilho T01. Diana - Mayer & Grammelspacher Cano Fixo. Lunetinha Beeman Blue Ribbon 3-7x32. Flanela e óleo para a Diana. Babador pro papai aqui...
  4. 2 points
    Gatilho montado, pronto pra testar atirando. Fiz um disparos de teste assim como esta montado na foto e o gatilho ficou com peso de ~150g. Em todas as vezes o gatilho armou corretamente, sendo seguro sem desarmes acidentais. Agora é remontar a carabina e fazer uns grupos para ver como se comporta. A interferência de engate entre o sear e a barra de ligação ficou um fio de cabelo.
  5. 2 points
    Voltando na M22... Pedi para um amigo corta as peças do novo gatilho na eletro erosão por fio. Recebi as peças dele e hoje resolvi fazer as furações, ajustes e polimentos. Peças feitas em aço O1, seguidas de têmpera em óleo após o polimento. A ideia é um gatilho com peças sem folgas demasiadas (como é o original) e com os cantos de contato mais vivos, não aredondados como o original. Isso me permite ajustes mais finos no desarme do conjunto. As novas peças são as de baixo, na foto abaixo. Fiz o ajuste para que as 3 peças do conjunto entrassem bem justas no slot, que tem praticamente exatos 6 mm. As peças originais tem 5,5 mm de largura, uma folga muito grande. Montei o gatilho e fiz alguns testes. Ainda estava um tanto pesado. Dei uma afinada no polimento dos contatos e apliquei esse WD , que depois de um tempo seca e deixa uma cobertura com teflon sobre as peças. Logo vou remontar e buscar dar uma afinada melhor nesse gatilho.
  6. 2 points
    Ao lado das sugestões dos demais amigos, gostaria de colocar as minhas: Sugiro aplicar óleo desengripante dos dois lados do entupimento e deixar de um dia para outro para fazer efeito penetrante (pelo menos 24 horas); mais tempo será melhor. Inspecionar e reaplicar o óleo, se necessário nesse período. Para sacar a "rolha plumbea" usar uma vareta de cobre feita com um pedaço de fio rígido sem capa, com diâmetro o mais próximo de 4 mm. Ambas as pontas da vareta devem ser planas. Para bater, usar um macete de madeira ou borracha, ou ainda, um pedaço de sarrafo de madeira que forneça pancadas secas carregadas de energia, ou seja, bater sem dó... A vareta não deve ultrapassar acima de 3 centímetros o comprimento do cano, para evitar de entorta-la nas pancadas. Se não se mover, poderia aquecer o cano na região do entupimento com um soprador térmico ou maçarico de baixa potência, evitando ao máximo atingir o chumbo. O objetivo é causar uma rápida diferença de temperatura entre os dois materiais de modo que o aço se expanda e o chumbo permaneça sem dilatação. Isso criará uma milesimal folga entre eles, facilitando a separação. Uns 70° C deve ser suficiente. Se não resolver daí partir para o derretimento do chumbo com um maçarico, cuidando para evitar ao máximo a sobra de resíduos "soldados" ás raias. Nesse caso, o calor deverá ser dirigido diretamente ao chumbo o máximo possível. Tipo aquecer para cima de forma que ao derreter, a força da gravidade ajude-o a sair.
  7. 2 points
  8. 1 point
    Montei a mesa em um cano aqui para poder testa-la antes de fazer acabamentos. Montei sobre um contra piso, tudo certo, mesa ficou bem firme. Durante a semana passada arrumei um tempo pra poder fazer uns tiros, testando também o novo gatilho. Comecei atirando os grupos circulados em laranja. Dia com poucos ventos, boa condição para atirar bem. Estranhei os grupos estarem abrindo tanto. Chequei a mesa, dava batidas nela, apoiava o cotovelo forte sobre o tampo... e olhando pela luneta, nem sinal do retículo sair fora do ponto de visada. Sinal que o problema não era na mesa. Como montei a carabina com o cano fixado apenas pelo castelo, prensei... "problema deve ser esse". Remontei o cano usando o apoio pela abraçadeira intermediária também e segui para fazer mais grupos. Esse grupos são os circulados em cinza. Tão ruins quanto. No dia seguinte enchi o cilindro até 200 bar e resolvi tentar novamente. Circulado em vermelho, os primeiros grupos, ainda na configuração do dia anterior (mesma dos grupos da imagem anterior em cinza). A falta de padrão permaneceu. Retirei o cano e fiz uma boa limpeza, pra remover bem o chumbo, já que havia feito mais de 1000 tiros anteriormente sem limpeza alguma. Achei que pudesse ser isso, mas nada... falta de padrão permaneceu. Esses tiros são os circulados em verde. Notem como ao remontar o cano o ponto de impacto mudou, agora mais acima, perto do circulo de referência para a visada. Retirei o cano e remontei ele com uma chapa calço na lateral, para eliminar um pouco da folga entre cano e furo do castelo (que é diferença de 0,2 mm no diâmetro). Coloquei a chapa calçando bem na lateral do cano, uma solução temporária para ver se mudava algo nos tiros. Fiz os tiros circulados em azul agora. Eles ainda não agruparam, mas perceberam como a variação agora ficou toda vertical? Isso mesmo, o cano mexe após cada disparo, mesmo estando fixado pelos 2 parafusos mosca (originais) com um bom aperto... a considerável folga faz o cano se mover, mesmo que pouca coisa, mas já o suficiente para prejudicar os tiros de maneira bem considerável. Na imagem abaixo, a folga entre cano e furo do castelo e o detalhe da chapa calçando a folga de maneira lateral. Bom, não da pra usar a PCP assim. A ideia que tive foi a que mostro na imagem abaixo. Uma bucha (peça verde) que ficará entre o castelo (peça cinza) e o cano (peça vermelha). Essa bucha eu pretendo montar encaixada em volta do cano com uma considerável pressão de aperto. Assim que montada, não será mais possível remove-la. Na parte externa bucha farei uma rosca que será roscada então à uma rosca interna no furo do castelo. Assim ficará um encaixe mais firme, se jogos. A peça laranja é o breech de latão, que continuará igual. Como o furo do castelo é diâmetro 15 mm eu posso usar uma rosca M16x1, que dará bem certo. Por sorte tenho os machos 1 e 3. Assim começo com o macho mais leve, que fica mais fácil de fazer essa rosca sem acontecer uma possível cagada dela ficar fora do centro. Passando com cuidado, conferindo o alinhamento... Rosca feita, ficou boa. Espero achar um tempo durante a semana para seguir com isso.
  9. 1 point
    FWB 300 S...4.5mm . Olímpica. Enviado de meu SM-J710MN usando o Tapatalk
  10. 1 point
  11. 1 point
    Olá a todos! Me chamo Henrique. Resido em Canoas, RS e, desde criança gosto de carabinas de pressão. Encontrei este Fórum com o intuito de continuar aprendendo e compartilhando conhecimentos. Agradeço a acolhida e compreensão dos demais, até que eu me ambiente nesta casa.
  12. 1 point
    Retentor para HW50/57/85/95/98/77/97 - OD 26mm Retentor Linha B19 - Pardus AXS AXC Nota do autor: testei e é compatível com a CBC B12 Molas a Gás MG182 40 kgf MG182 45 kgf Vedante do Cano Linha B19 / B12 Tópico em
  13. 1 point
    Tiros a 50 metros em alvos pequenos não é para qualquer carabina de mola, as mais indicadas são carabinas de cano fixo tais como hw77 e 97, tx200 e cfx....dentre as citadas a mais em conta é a CFX inclusive em minha opinião é a que apresenta o melhor custo/beneficio, alem disto uma boa luneta, um bom chumbo e muito treino e essencial para se obter sucesso nos disparos.....agora para disparos entre 10/15 metros e bem mais tranquilo, para esta brincadeira minha escolha seria a b19 que para muitos ela é odiada e para tantos outros ela é amada (para mim a segunda opção), alem de barata e ampla opção de tuning que ela apresenta possui seu bloco de ferro seu embolo não é muito pesado e ela mesmo original não possui muito recuo, tem uma potencia legal e não é muito pesada. Obs: Estas no calibre 4.5 seria essencial.......CFX 4.5 é o meu porto seguro entre as carabinas de mola!
  14. 1 point
    Voltando na mesa... Fixação do tampo. Fiz uma bucha pra guiar a broca fina... Em seguida fui abrindo o furo até 8,5 mm... Abri rosca M10... Parafuso no lugar. Agora já posso usar a mesa. Vou deixar pra terminar acabamento depois de testar ela.
  15. 1 point
    Montei a PCP agora a noite, espero fazer uns grupos no final de semana. Como originalmente a M22 tem um sobre cano que faz uma função de supressor, a abraçadeira "8" abraçava esse sobre cano. Eu retirei esse sobre cano por não ter utilidade para os tiros que vou fazer, além do que fica um trambolho a menos para ficar desmontando e remontando toda vez que mexo nela hehehe. Sem o sobre cano, eu usei uma bucha de polímero para fazer a redução no diâmetro da abraçadeira e poder então firmar o cano ali. Ao montar eu botei o cano no castelo e fixei ele com os 2 parafusos mosca. Deixei para pôr a bucha de polímero na abraçadeira "8" só após fixar o cano e ai então quando fui montar a bucha eu notei como o cano não esta centrado ao furo da abraçadeira. Da pra notar nas imagens abaixo como o cano não fica no centro da bucha "8", ficando um pouco mais acima. Acredito que isso possa ser um pouco prejudicial para a precisão caso eu continue usando essa bucha, pois a mesma vai forçar o cano para baixo. Vou testar com o cano preso apenas no castelo. Não tem uma fixação tão boa, mas como é um cano bem leve, talvez não tenha problemas.
  16. 1 point
    Boa noite Pata.... esbanjando competência, parabéns e excelentes tiros
  17. 1 point
  18. 1 point
  19. 1 point
    o IGT é mais forte mesmo. Uso uma cfx royal para competir no calibre 4.5 com gás de 40kg. Se for pegar 4.5 use gás até 45kg no maximo (eu prefiro precisao a força). No calibre 5.5 se pode usar 50 ou 55kg. Voce não falou para qual finalidade é a arma, assim poderiamos ajudar mais.
  20. 1 point
    Quem é vivo sempre aparece... Hoje em dia as marcas mais usadas são Elite e QuickShot.
  21. 1 point
    São as medidas ... https://http2.mlstatic.com/broca-carbide-ngelus-pm-esferica-D_Q_NP_655977-MLB28460882689_102018-F.webp Enviado de meu SM-J710MN usando o Tapatalk
  22. 1 point
    choque térmico !!! Aquece bem e depois mergulha em água com gelo. O coeficiente de dilatação dos materiais (cano e chumbo) é diferente logo o choque térmico tende a quebrar a união entre os materiais... coloca um bom desengripante (WD ou similar) pega uma vareta roscada (vareta tipo parafuso), é super barato, que entre pelo outro lado do cano (menor diâmetro e mais comprido que o cano, logicamente) e senta à martelada que vai sair ! Coloca uma boa dose de fé que é sucesso 🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏
  23. 1 point
    Grande idéia Rui. É o que se pode chamar de tratamento de canal... rs rs rs. Sua sugestão me lembrou de uma furadeira manual de manivela, a qual talvez possa ser útil também, já que permitirá um bom controle da velocidade e pressão da broca na peça. Eu não entendi o 1/2, é uma medida em milímetros?
  24. 1 point
    Parece loucura, mais não mim adaptei a pegada da carabina socom, achei uma coronha não muito confortável, os agrupamentos estavam sofríveis, peguei o kit da socom e coloquei em uma big cat de mesmo calibre, mudou da água pro vinho, tiros mais precisos e menos influência dos ventos laterais sobre a coronha. achei a big cat mais apoiada e bem mais em conta.
  25. 1 point
    Sakê fake, só pode. C. M.Q.
  26. 1 point
    Observei que na prática, o ferro de solda só derrete a porção que está em contato direto com o chumbo, não derrete ele todo. O sugador de solda não dá muito certo quando o chumbo está mais fundo no cano, mesmo usando a gravidade, com o cano apontado para cima. Ir removendo o chumbo que gruda no ferro de solda resolve bem apesar de que, é mais demorado, vou limpando num pedaço de pano, fica um pouco queimado e chumbo passa todo para ele. Tem uma tal de solda de baixa fusão; ela se mistura ao chumbo derretido. Demora mais para endurecer depois que a fonte de calor é removida, dá para combinar com uma malha de dessolda; com o ferro de solda aquece o chumbo junto com a solda de baixa fusão, tira o ferro, coloca a malha dentro do cano e repõe o ferro, a malha vai absorvendo o chumbo misturado com a solda. O grande problema desta técnica é que o resto de chumbo derretido fica bem grudado no raiamento e ainda estou pensando como faço para raspar sem danificar a raia.
  27. 1 point
    Gostei da idéia. Para remover o resíduo fundido, pode usar um sugador de solda a medida em que o material for derretendo
  28. 1 point
    Bom dia Srs, gostaria de compartilhar algo que achei hoje durante a madrugada. O vídeo é longo mas vale a pena!!
  29. 1 point
    Fiquei sabendo desta carabina há uns dois anos quando um colega comentou sobre ela, tecendo muitos elogios. Deste então volta e meia assuntava e tive mais boas referências do modelo, dentre elas o Franco da Alterama que também a elogiou e acrescentou uma informação até então nova para mim: a Boito é toda em ferro! As referências e também porque é feita no Brasil por uma tradicional e conceituada fabricante de armas de fogo contribuiram para a tomada da decisão: vou comprar uma! Depois de alguns percalços, mas contando com a inestimável ajuda do Alexandre Guarda do Departamento de Vendas da Boito, finalmente consegui adquiri-la A Boito é fabricada pela E.R Amantino & Cia Ltda. http://www.eramantino.com.br/ Especificações Técnicas Calibre: 4,5mm Engatilhamento: Pelo basculamento do cano Ação: Mola Helicoidal Trava de Segurança: Automática Gatilho: Um estágio, sem regulagem Trilho para fixação de lunetas: 11mm, do tipo rabo de andorinha Velocidade inicial = 230m/s Alça de Mira: Em metal e com regulagem lateral e vertical Massa de Mira: Em metal com fibra ótica e túnel de proteção Coronha: Madeira de lei Comprimento do Cano: 450mm Comprimento Total: 1100mm Peso: 3,00 Kg Fotos A carabina vem desmontada e me foi envioda por Sedex Era para ser minha mesmo... Muito bem acondicionada: sobrembalagem lacrada com grampos Caixa da carabina propriamente dita. Nota Fiscal Tudo muito bem acondicionado com papelão para a coronha e para a ferragem além de muito plástico bolha. A surpresa: brindes Manual Iniciando a retirada da caixa Chave Alen A coronha veio com cera Que depois de polida.... Detalhe da borracha da soleira A “ferragem” Fabricada esses dias mesmo.... Como sempre nas carabinas novas, bem “lubrificada" A primeira limpeza do cano. Raiamento bem pronunciado com passo de 1/16” Alça de mira Massa de mira Coroa do cano Detalhe do parafuso e do suporte de fixação do guarda mato Parafuso fixador da coronha já instalado – Detalhe da arruela cônica A carabina já montada Trava do gatilho automática – travado Destravado Fixação de lunetas por trilho do tipo rabo de andorinha Primeiras impressões A primeira coisa que chama atenção é a coronha feita em Açoita Cavalo e tingida com anilina nogueira. É muito bonita. Além disso, o desenho e o tipo da coronha proporcionam uma “pegada” muito boa e uma empunhadura que faz com que a carabina “caia” sempre na mira; não precisa ajustar, virar o pescoço, nada. Achei legal. Depois o fato de ser toda em metal ( exceto a fibra ótica da massa de mira e a borracha da soleira ). Isso passa a sensação de robustez e resistência. A oxidação é fosca ou jateada para simplificar a fabricação. A fixação da ferragem feita por apenas dois parafusos é diferente da maioria das carabinas que vemos por aqui. Segundo informações obtidas com a Boito, esse projeto foi comprado e adaptado, mas não há informações mais precisas sobre a origem da “inspiração”. O gatilho é de um estágio puro e não é duro, A título de comparação é mais macio do que o da CBC B19-14 original e o tiro sai meio no susto. A alça de mira é que demanda mais paciência para regular, pois necessita de chave de fenda. Ajustes micrométricos seriam mais interessantes. Fiz poucos tiros sem muita responsabilidade com a precisão. O recuo é baixo mesmo com um efeito diesel pronunciado e vibração é quase nenhuma (não tem o “tueng” ou “toing”). Segundo a Boito, a fixação do retentor do êmbolo por um pino de nylon levemente mais alto age como batente contribuindo para menor vibração. É isso, está apresentada. Atualizando, seguem fotos dos agrupamentos com vários chumbos. Arma apoiada em rice bag, luneta 3x9-40, 10 metros do alvo. Quase todos os disparos ficaram “dentro” de uma moeda de 10 centavos, sendo que os melhores foram fotografados com os valores indicados no paquímetro. Acredito que além do atirador ruim, o gatilho tenha influenciado negativamente nos resultados. Próxima etapa, trabalhar o gatilho, brunir cilindro, encamisar da mola, relubrificar, e vamos ver como se comportará. Abs
  30. 1 point
    Então não é chumbo derretido, é apenas entupido, vai sair fácil na vareta mesmo sendo três.
  31. 1 point
    Sei lá, eu pensei que tinha colocado uma bucha de pano e jogou o chumbo derretido, fechou o cano e disparou chumbo quente! kkkkk
  32. 1 point
    Li só o tópico e já entrei pensando em como derreteram um chumbinho dentro do cano kkkkkkkkk
  33. 1 point
    EXPLICANDO ----- Referidos 4/5 disparos por dia é para quem não tem tempo de fazer um treinamento completo e serve para a sustentação da técnica e para matar as lombrigas . O ideal é que se realize um dos ítens do Treinamento Compartimentado num dia e no outro um treino completo . Sempre com alguém olhando para ver se voce incorre em algum erro ou engano e de preferência no meio de bastante gente , assim v. vai poder testar os efeitos benéficos do abafador .
  34. 1 point
    ouuuuuuu faz o obvio ,poe um novo https://www.dispropil.com.br/cano-rossi-dione-cal-4-5mm/p
  35. 1 point
    Acho que também dá certo com ferro de solda e/ou estação de retrabalho (soprador térmico):
  36. 1 point
    A broca que usou foi muito grossa, acho melhor usar uma mais fina, o suficiente para vazar o chumbo, ai a resistência na parede interna fica menor e sai mais fácil na vareta.
  37. 1 point
    Tente o seguinte procedimento (se for somente chumbo que está dentro do cano) : Com auxílio de uma vareta compatível com o diâmetro do cano e comprimento maior que o cano, a partir da boca do cano, meça até onde está entupido o cano. Se for pouca coisa, leve o cano a um torneiro e com o cano centralizado, dê um passe de broca (3,5mm - 4mm) para reduzir a quantidade de chumbo. Depois tente varetar o cano (se necessário, aqueça o cano conforme procedimento abaixo) 1) - retire o trinco e a respectiva mola helicoidal Use luva de soldador (raspa de couro) e um alicate de pressão para manusear o cano aquecido 2) Aqueça o cano de modo uniforme (gire o cano - tipo churrasqueira com espeto giratório) até que o chumbo derreta. O ponto de fusão do chumbo é em torno de 327 ºC temperatura que não deve causar danos ao aço. 3) Quando o chumbo derreter, use um martelo e bata no cano (pancada rápida) com a culatra para baixo para tentar escoar o chumbo (a vibração auxiliará o chumbo derretido descolar das raias do cano). Varete o cano a partir da boca do cano. 4) Quando desentupir o cano, passe a escova do kit de limpeza
  38. 1 point
    Sem danificar eu não sei como. Medir a profundidade e bater o cano em uma madeira, na técnica do martelo de inércia, ir repetindo para ver se o chumbo se desloca, parece que não vai resolver, se o chumbo foi derretido teve ter ficado bem fixado. Se tentar dar leves golpes em uma vareta pode riscar a alma. Se tentar com broca fina e ir aumentando o tamanho também corre o risco. Deflagrar espoleta com pólvora também coroe o cano e pode entumecer (dilatar) se por muita pólvora. Aquecer para derreter o chumbo vai destemperar o cano. Alta pressão de uma PCP ou cilindro pode resolver, tentar primeiro com 200 BAR e depois com 300 BAR. O único problema é como fazer a vedação no cano, talvez um cano de borracha de alta pressão preso por braçadeiras, unindo as duas pontas dos canos ou a ponta do cano com a estação de recarga. Levando em conta que tentaria tudo no sentido contrário, para que o chumbo saia pela culatra. Seguiria uma progressão de meios, começando pelo que acho menos danoso. Usando spray desengripante. Eu tentaria primeiramente com a alta pressão e em não resolvendo, tentaria a broca fina, bem centralizada, depois de vazar o chumbo partiria para leves pancadas com a vareta, em não resolvendo, tentaria com uma broca um pouco mais grossa seguida de mais pancadas, para só então tentar rosquear um parafuso, prender na morsa, ou o cano ou o parafuso, tentar puxar, depois tentar fazer alavanca, para só então tentar bater . Depois de tudo isso, ainda tendo um chumbo preso na raia, tentaria de novo a alta pressão e depois mais uma vez com um chumbo na outra extremidade do cano na esperança de que ele alcance velocidade e desprenda o chumbo preso. Finalmente se ainda não conseguir, pediria ajuda no Fórum. De qualquer forma, convém esperar a manifestação de outros atiradores, sempre aparece alguém com uma ótima solução. Tem que tentar também uma busca minuciosa no Fórum, pelo que me lembre, este assunto já foi discutido aqui.
  39. 1 point
    Bom dia pessoal fiz este vídeo sobre a manutenção da gamo cfx, no minuto 12 tem informações sobre os pistões elite é original, espero que gostem. Valeu!!!
  40. 1 point
    ALGUMAS VERDADES SOBRE O TIRO DE PRESSÃO Há algumas semanas eu publiquei na minha página pessoal no FB, que "impressiona o quanto a verdade gera dúvidas e a mentira é acreditada". Essa afirmação, em minha opinião, vale para muitas situações, por isso, escrevo sempre textos técnicos sobre armas, que se apoiam nos seguintes pilares: FÍSICA, ENGENHARIA, BALÍSTICA e EXPERIMENTOS PRÁTICOS. Então, com base nesses "pilares", eis algumas verdades sobre o Tiro de Pressão: 1. O chumbinho é responsável pela maior parte do desempenho da arma, quanto à precisão; 2. Chumbinho com coeficiente balístico (CB) mais alto retém mais energia a longo alcance e tem trajetória com curva menos acentuada, precisando de menos compensação; 3. Apesar de o peso do chumbinho ter relação direta com o CB, não significa que o chumbinho mais pesado tenha CB sempre mais alto, visto que este depende também do seu formato; 4. Chumbinhos cuja cabeça tem mais contato com as raias do cano apresentam energia mais alta; 5. Chumbinhos mais leves disparados por armas de pressão de alta potência perdem mais energia a longo alcance do que chumbinhos mais pesados. Isso ocorre porque o arrasto é maior, portanto, é melhor usar chumbinhos mais pesados, mesmo que a energia inicial seja mais baixa; 6. Para o mesmo calibre, chumbinhos mas compridos se adaptam melhor às armas de pressão mais potentes, embora os chumbinhos mais curtos também possam ser utilizados; 7. Nos dias mais quentes, a queda do chumbinho é menor do que em dias mais frios, exigindo menos compensação da visada para a mesma arma, com o mesmo tipo de chumbinho, no mesmo alcance; 8. Nos tiros a longo alcance, acima de 40 metros, usando chumbinhos iguais, aquele que deixar o cano com mais velocidade, perderá mais energia durante o percurso, portanto, ao atingir o alvo, a diferença de energia entre a arma mais potente e a menos potente será bem menor do que a diferença de energia na saída do cano; 9. Apesar de apresentar curva balística mais acentuada para a mesma energia inicial, o chumbinho calibre 5,5 mm retém mais energia a longo alcance do que o chumbinho calibre 4,5 mm, se os coeficientes balísticos forem iguais; 10. Se dois chumbinhos de formas semelhantes acertarem o alvo com a mesma energia, o de calibre 4,5 mm terá maior capacidade de penetração e o de calibre 5,5 mm apresentará maior aplicação de energia; 11. Chumbinhos de liga leve que tem maior dureza, são eficientes em armas de alta potência para maior penetração a curto alcance e melhoram a eficiência de armas de baixa potência; 12. Admitindo que a arma é precisa e o chumbinho é adequado, qualquer arma de pressão com energia inicial acima de 16 Joules serve para atividade de caça com tiros em torno de 50 metros, considerando aves e pequenos animais; 13. A medição da velocidade do chumbinho, para testes com finalidade de avaliação técnica, deve ser feita com a boca do cano da arma posicionado entre 90 cm e 1,0 m do cronógrafo, apesar de existirem cronógrafos que só medem a velocidade do projétil na boca do cano; 14. O pistão rotativo foi desenvolvido para reduzir (teoricamente) o efeito de torção transferido pela mola helicoidal à arma, portanto, essa função não se aplica às armas equipadas com gas ram, visto que este tipo de mola não causa esforço de torção; 15. Testes práticos demonstram que a redução do peso do pistão em até 60 gramas, reduz em até 15% o recuo de uma carabina que pesa 3,6 kg, com energia de 16 Joukes, mas também reduz mais a energia para chumbinhos mais pesados. Em carabinas de 19 e 21 Joules, a mesma redução de peso no pistão não resultou em mais de 4% na redução do recuo; 16. Em ambientes com menos luz, a menor magnitude da luneta é mais adequada. Atire para acertar! FONTE e Autorização FÓRUM CA: Nelson L. De Faria
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    Verdades muito verdadeiras. Achamo atenção para a mais importante em minha opinião, que revela a falta de conhecimento e preguiça para aprender/pesquisar de uma boa leva de atiradores (novatos e, tristemente, veteranos): 1. O chumbinho é responsável pela maior parte do desempenho da arma, quanto à precisão; O senso comum é de que o contrário que seria verdade ... Quando não é! Por isso fala-se/gasta-se/reclama-se muito das armas enquanto os chumbos têm apenas papel coadjuvantes, secundários. Testes de chumbos são feitos de forma inadequada e superficial. Seleção de chumbos nem pensar. Se gasta milhares de reais na arma mas se reclama de investir uma graninha a mais em chumbos de melhor qualidade. Daí quando a precisão deixa a desejar parte-se direto para ... A tunagem das armas! É como colocar gasolina batizada da pior qualidade num carro esportivo e quando o carro começa a falhar, engasgar, não desenvolver se colocar a culpa no próprio carro, no fabricante, no projetista do carro!
  42. 1 point
    Os TÓPICOS PREMIADOS é uma novidade do fórum e tem como objetivos apresentar assuntos interessantes relevantes para discussão e encorajar a participação de todos vocês no sentido de comentar tais tópicos. O funcionamento será muito simples. Cada tópico estará aberto para comentários por 30 dias. Nesse período todos os usuários registrados e logados no fórum poderão postar quantos comentários quiser, a ideia é discutirmos os assuntos propostos. Ao final da rodada cada tópico relevante (ou seja, que realmente contribuiu para a discussão e tenha algum conteúdo) valerá um bilhete virtual para seu autor. Será feito então um sorteio aleatório entre os bilhetes para premiar um dos que comentaram o tópico com brindes muito bons dos parceiros do Carabinas de Ar. Dessa forma, quanto mais você comentar mais chances terá de ganhar! APOIO:
  43. 1 point
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    Estava assistindo predador e uma cena me chamou a atenção. A tia da foto precisa atirar um dardo tranquilizante no predador. E adivinha que arma adaptaram para o ambiente futurista do longa metragem?
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    Galera fiz um video ensinando a fazer alvos reativos com materiais faceis e baratos! http://www.youtube.com/watch?v=P-d6JpIDMU4&t=24s
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    Sei como é, eu não tenho nenhuma formação em engenharia ou mecânica, mas ultimamente quero saber como as coisas funcionam rs rs. Foi usado jateamento por microesferas e anodização. As roscas foram feitas direto no alumínio, seguindo o mesmo padrão da Hatsan. As paredes do bloco que armazenam alta pressão tem 5 mm de espessura (no cilindro original tem 4 mm), apesar de que com o regulador nem teria que ter tudo isso pois vai suportar no máximo 130 BAR.
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    Aqui conto bem rápido um pouco do que já apanhei (e continuo tomando canseira) para aprender a atirar com a carabina de ar mira aberta. Coisa de gente sistemática (minha mulher me acha um maníaco), anoto todos os treinos e os resultados de quando pratico. Não sei se ajuda a atirar, mas é bom para lembrar do que fiz e aprendi. Começo com esse gráfico: Esses valores são as pontuações em 170 sessões de treino, ao longo de 8 meses. Quem entende de treino já sabe que faço uma (dentre várias) coisas errado, pratico muito. Simular uma prova é praticar, enquanto o treino precisa endereçar aspectos específicos do tiro. Mas é o que tem para hoje. Gostei de fazer esse resumo pois dá para notar claramente a mudança nos resultados à medida que a técnica melhora. Pintei de tons diferentes as 7 etapas em que claramente mudei o perfil de como atiro. Espero que esse "retrato" ajude quem tem interesse pela modalidade. Mais do que isso, espero que quem sabe mais me diga as coisas que ainda não fiz e que poderiam melhorar os resultados... 1. Me habituando à arma Para quem só atirou de Rossi Dione antiga, a HW30s foi quase um choque. Na primeira vez que decidi experimentar uma sequência de prova, com 30 tiros distribuídos em 6 alvos, fiz 246 pontos. E fiquei felicíssimo! A ignorância é uma bênção. Bem, melhorei rápido, como quem se acostuma com qualquer arma nova. Depois de 15 sessões já fazia em torno de 272. Isso com posição caçador, visada de centro e sem nenhum cuidado especial com a posição do corpo. 2. Posição olímpica Ao ler sobre a posição olímpica, comecei a ensaiar. De cara, alguns resultados bem melhores apareceram. Ao mesmo tempo a pontuação tem muita variação. Até cheguei a um 279, mas foi mais sorte do que juízo. No trecho da linha azul escura, a média fica estável enquanto experimento várias formas de empunhar e posicionar a mão de apoio. 3. Artillery hold Não sei se foi bom ou ruim, mas ao saber da vantagem de uma empunhadura leve nas armas de mola, comecei a treinar como fazê-lo na prática. Demorou umas 20 sessões e minha média caiu bastante, chegando a 267. Isso não pode estar certo... Eu não sabia como corrigir e ao mesmo tempo não tinha feito esse gráfico para perceber que o desempenho caiu. Mas descobri outras coisas onde melhorar. 4. Visada Tudo começou quando o Cel. Métil postou o review da HW35, publicado originalmente do nosso colega de ultramar Amilcar Alho. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/12154-review-weihrauch-hw-35/ Fiquei curioso com alguns pontos. Ele mencionou que seu desempenho melhorou seu resultado de forma definitiva ao fazer alguns ajustes: a) Usar o poste largo (3 mm) como maça de mira. b) Ajustar o gatilho para ficar mais leve e com curso pequeno. c) Uso de uma soleira ajustável. Para as regras da CBTE soleira tem que ser fixa, mas gatilho e maça de mira podem ser ajustados. Comecei a ler sobre o caso das maças de mira e descobri que nas competições olímpicas de mira aberta (com pistola), se usam maças muito largas, com no mínimo 3 mm. O técnico norte americano Dan Nygord escreveu vários comentários sobre esses detalhes do equipamento. Esse artigo em especial é muito bom: http://www.australiancynic.com/NYGORD.htm#_What_About_Sights? Ele menciona 4,5 mm como medida recomendada para tiro a 10 m e a principal razão é a capacidade do olho em focar esse elemento e distinguí-lo com precisão na figura de visada. Nessas leituras também aprendi sobre o tiro com ambos os olhos abertos e como reduz a fadiga. Bem, apliquei tudo em sequência, 2 olhos abertos, maça mais grossa, gatilho aliviado. E finalmente passei de 280 pontos! Esse dia foi de comemoração. 5. Coronha solta Alegria parece que dura pouco. Da média de 278 pontos nos treinos, comecei a cair, cair, até chegar a 271. Inexplicável! Claro que tem que ter uma explicação simples. O beócio que aciona o gatilho não notou que a coronha estava completamente solta. Depois de vários treinos soltou cada vez mais, até ficar folgada! Ao invés de acertar 2 ou 3 8s numa série, tinha 6 ou 7. Não pode dar certo mesmo. Coronha fixada e parafusos presos com trava roscas médio (azul). Nunca mais deu problema... 6. Ajuste da empunhadura e munição Resolvido o problema da coronha não foi uma melhora com um passe de mágica. Eu ainda tinha falhas constantes que atribuía ao "locktime" (claro que não coloquei a culpa em mim mesmo...). Na verdade havia um problema. A munição que eu utilizava (RWS Mesterkugeln) era bem antiga e não tem muita constância de peso e diâmetro. Resolvi então testar chumbos para tirar a prova, como aconselham frequentemente. Bem, testei mais de 20 munições diferentes. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/13309-teste-de-chumbos-match-parte-1-os-produtos/ O teste fez bem para o tiro. Primeiro, realmente mostrou que parte da culpa era da munição. Trocando de chumbo os resultados melhoraram de forma consistente. Segundo, consegui atingir uma média acima de 280! Para mim, outra vitória. 7. Empunhadura: a fórmula da Coca-cola Eu sempre me debati com a questão da empunhadura, pois notava que em certos tiros a arma absolutamente estável no follow-through, enquanto em outros a oscilação era sensível e difícil de controlar. Nessa época comecei a fazer pequenos ajustes: aproximo a mão do guarda mato, afasto, dedos abertos, fechados, polegar apoiando, palma apoiando. De repente, eureka: vi no site da Federação Amazonense de Tiro Esportivo essa figura: Essa posição, com os dedos em "v", melhorou 100% o comportamento da arma (no meu tiro, bem entendido). Para mim foi o mesmo que descobrir a fórmula da Coca-Cola! Até escrevi depois um post com essas técnicas: http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/13892-o-treino-para-papel-10m-parte-3-conhecimento-consciente/ Graças a essa mudança, finalmente consegui fazer 290 pontos. Não é todo dia, mas foi outra realização. Conclusões No final do gráfico os resultados caem muito, pois resolvi praticar sessões com vários chumbos de qualidade aquém do desejado (IV alto, como diz o Zaitsev). Esse trecho não interessa. O bacana foi perceber como certos cuidados técnicos mudam muito o tiro. Eu tenho certeza que com mais correções técnicas devo progredir; claro que todo atirador tem seus limites e cada um tem seu arco de movimento mínimo, uns melhores, outros piores. Eu recomento a quem ler esse post e não testou essas técnicas, que faça a tentativa. Não é exatamente o mesmo que funciona para todos (a exemplo da posição da mão de apoio), mas ensaiar alternativas certamente deve ajudar. Um abraço! *Saran
  49. 1 point
    Este é o primeiro post de uma série avaliando os chumbos match (para papel) mais comuns no mercado. Parte 1 (este post) - Os produtos Relacionamos os produtos testados e comparamos os seus preços no mercado brasileiro e na Europa. http://carabinasdear...-1-os-produtos/ Parte 2 - apresentação e pesagem Informações sobre os produtos avaliados e uma análise das variações de peso. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/13364-teste-de-chumbos-match-parte-2-apresentacao-e-pesagem/ Parte 3 - grupos Fotos dos grupos obtidos com cada produto testado. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/13618-teste-de-chumbos-match-parte-3-grupos/ Há coisa de 2 meses sugeri aqui no fórum um teste de chumbos match. Eu andava encafifado com o comportamento da arma em treinos e me prontifiquei a conferir a variação com diferentes munições. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/12829-teste-de-chumbos-match-sugestoes-e-criterios-de-teste/ Começou com o que eu já usava. Eu tinha dificuldade em conseguir bons grupos com o chumbo que usava corriqueiramente, o RWS Meisterkugeln. Mas é um chumbo bom! Sim, mas tenho algumas latas de um lote bem antigo e imagino que os padrões de fabricação de 20 anos atrás não fossem tão rigorosos quanto os atuais. O fato é que eu sempre tinha algum problema para obter bons grupos, por mais que treinasse. A suspeita virou constatação quando troquei de munição. Um treino com JSB Match Medium foi o suficiente. Voltou a agrupar muito bem. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/12495-locktime-e-chumbos/ Fiz mais alguns testes e ouvi sugestões nos clubes de tiro e aqui no fórum. A velha recomendação: o chumbo escolhe a arma, é preciso testar para saber o que funciona bem. A lista O primeiro passo foi buscar a munição sugerida pelos colegas do fórum. Montei uma lista do que parecia valer a pena checar e completei com sugestões. http://carabinasdear.com.br/caforum/index.php/topic/12794-compro-chumbos-para-teste/ A minha lista original foi complementada com sugestões do Métil e ZZetto. Cresceu um pouco mais pesquisando os produtos nas lojas e com ofertas de atiradores que colocaram munição à venda. No final, ficou assim: Demorou para conseguir tudo isso. O último deles comprei no dia 11/nov, 2 meses depois que iniciei o teste. Mas valeu a pena essa pesquisa grande, pelos resultados. Observem na lista que dividi os chumbos em 4 categorias: Premium. Competição. Treino. Econômico. Essa divisão não é arbitrária. Entre os fabricantes que pesquisei, quando qualificam seus produtos, o fazem segundo essa divisão. O que cada um entende de um termo como "competição" é questão individual, mas é fato que usam a expressão nos sites, anúncios ou nas embalagens dos produtos. Como os produtos de mais qualidade oferecem variações de medidas, simplifiquei o teste usando sempre 4,50 mm. Sei que a arma que uso não gosta de medida menor que essa então adotei o que vou usar no futuro. A única exceção é o Finale Match Rifle, que só achei em 4,49. No teste de tiro isso vai afetar o resultado, aguardem. Os chumbos que não têm opção de medidas: Gamo Pro Match Todos os da categoria "Treino" Todos os da categoria "Econômicos". Algumas curiosidades sobre a lista dos chumbos não testados: O RWS "R-10 Match Plus" é o mesmo chumbo R10, em embalagem de 100 peças com separador. Pelo fabricante não há diferença no controle da qualidade, apenas na embalagem, mais cômoda. Nunca vi o produto e mesmo nas lojas online de fora é mosca branca. O Holme Premium conheci do site da Holme (https://holme-onlineshop.de/luftdruck-munition/1-500-drei-dosen/holme-match-premium-1-500.html). Dizem ser melhor e fiquei curioso, pois o Home Match se mostra quase tão bom quanto o R-10. O JSB Match Light "versão pesada" é algo que só vi no site da JSB também. Eles anunciam o chumbo da lata verde tanto com 0,475 g como em versão de 0,5 g. Alguém já viu? Não encontrei em loja alguma. O H&N Match Green e o R-10 Hypermatch são produtos sem chumbo, feitos com liga de zinco e estanho. São bem mais leves por conta do peso específico menor da liga e se moldam um pouco pior no cano. Nascem de preocupações ambientais mas não são considerados seriamente para competições oficiais. Teste de chumbos match parte 1 - os produtos Nesse primeiro post falo da compra dos chumbos. Mas isso lá é assunto? Não seria se fosse fácil, mas no Brasil a coisa é diferente. Comecei com a munição que tinha, comprada de atiradores que colocam à venda, frequentemente com preço razoável. Munição de ar comprimido não é a coisa mais fácil de se encontrar no Brasil... Se você não fizer questão de um produto específico, fica fácil. Sempre se encontra os produtos nacionais nas lojas e alguns importados que têm melhor estrutura de distribuição. Se procura algo específico pode complicar bastante; os 3 mais famosos fabricantes mundiais de munição - H&N, RWS e JSB - não têm importação constante no Brasil e quem procura fica refém de uma oferta irregular. Neste cenário, o teste colocou à prova também a oferta dos produtos no mercado e uma avaliação comparativa de preços. Como é muito difícil encontrar alguns produtos no Brasil, boa parte foi adquirida de atiradores. Resolvi que vale o preço que encontrei; não adianta ter algo com outro preço nas lojas, se não têm estoque e não conseguem entregar. Coincidentemente, a maioria dos produtos que comprei de atiradores não está disponível em lojas. Fiz uma planilha com o preço de compra, o valor do frete e se foi comprado de atirador ou loja. Ficou assim: As lojas Na Alterama eu já havia comprado Gamo Match e também comprei o Chakal olímpico (Zaitzev, não é para rir... preciso da tua consultoria de cálculo de IVs). Na Dispropil, o Technogun Vetor, Rossi Diabolo, Rossi Match e o JSB Schak Heavy. Os nacionais tinham bom preço, menor ou igual ao de outras lojas. Já o JSB Schak eu só encontrei lá e só nesse peso. Ou melhor, no peso que entregaram. Na página do site diz 0,52g mas entregaram o pesado, de 0,535. Não reclamei pois esse é a versão "treino" da JSB. Como consegui os chumbos de competição com atiradores, não me preocupei em comprar as outras versões deste chumbo, pagando um preço maior que os outros produtos similares (R$ 67,50 - 25% mais que o JSB de competição que comprei em loja). A embalagem da Dispropil era boa e os chumbos chegaram sem amassados nas latas. Só encontrei o JSB Match Light na Falcon Armas. Veio bem embalado, preço razoável, R$ 54,11. Mas Saran, é caro. Nem tanto. Esses produtos tem latas de 500 chumbos, então parece muito perto dos chumbos econômicos tradicionais. Paguei R$ 20,00 pelo Gamo Match, mas como a lata é de 250, sairia por R$ 40,00 para ter a mesma quantidade. Agora, comparando o Gamo Match com o JSB... veremos mais adiante no teste. O H&N Match Rifle encontrei na Impacto Airgun. Só lá. Eles também têm o H&N Match Pistol, com o mesmo preço, mas esse eu comprei de uma atiradora que treina no mesmo clube que eu. Holme encontrei na Pavei Shop. Não é barato, R$ 79,11. E só enviam por SEDEX, acabou custando uma nota. Vale mencionar que o site é perfeito, o atendimento idem e a embalagem foi muito cuidadosa, a melhor entrega do teste. Algumas semanas depois descobri que mais uma loja vende chumbo Holme no Brasil: a Olimpik Sports vende em lotes de 10 latas por R$ 49,00 cada. Todos os outros produtos comprei de atiradores, tanto em anúncios no fórum quanto nos clubes de tiro. A grande maioria não se encontra à venda no Brasil. No gráfico abaixo organizei os produtos pelo peso, que é um fator que afeta o tiro, comparado com o preço. Com isso dá para ver onde se situam os preços de produtos parecidos, mesmo que de padrões de qualidade distintos. Os marcadores vermelhos foram comprados em lojas, os outros de particulares. Os preços Observem que a planilha de preços traz uma coluna com o preço por projétil individual, ajustando o valor da compra à quantidade de chumbos em cada embalagem. Nessa conta incluí o frete; ela traz o valor real que custou o teste. Eu mesmo me perguntei: vale a pena? Depois de 2 meses em teste, digo que vale. Claro, parte da munição eu já tinha e parte pretendo usar de qualquer forma. Algumas latas não servem para treino, mas no sítio vão fazer a alegria da molecada. O mais curioso é observar o efeito de impostos, fretes e câmbio em todos esses preços. O JSB Schak, munição de treino declaradamente sujeita a um pior controle de qualidade, custou mais que o JSB Match Light de competição. O Gamo Pro Match, comprado de atirador, sem impostos, custou mais caro que um H&N Match Rifle comprado na loja (R$ 0,152 contra 0,148). O Rossi Match, um produto "econômico" (essa qualificação é minha pois não há informações no site do fabricante), ficou mais caro que o H&N Match Pistol que comprei de uma atiradora (R$ 0,105 contra 0,090). O Rossi Diabolo, também um produto "econômico", custa quase o mesmo que o JSB Match Light, R$ 0,125 contra 0,127 por tiro. Tem de tudo. O óbvio todos sabem. Achar quem queira vender com um preço camarada é o melhor negoócio, quase sempre. Mas com o teste do desempenho de cada um a avaliação muda bem. Só para dar um exemplo: na arma utilizada os JSB Premium, os mais caros do teste, não deram bom resultado. Vai entender. Em compensação o Rossi Diabolo fez a 3ª melhor média de tamanho de agrupamentos. O que dá para comentar sobre os preços: As munições de competição custaram entre R$ 0,090 (H&N Match Pistol) e R$ 0,148 (H&N Match Rifle), excetuando-se os casos "excepcionais" do Gamo Pro Match (0,152), encarecido pelo frete e do Holme Match (R$ 0,228), caro e com frete salgado. Dá para afirmar que munição de excelente qualidade se encontra nessa faixa de 9 a 15 centavos por tiro. Por menos que isso, o que se encontra? Gamo Match, Technogun Vetor, Chakal Olímpico e os H&N Excite Econ e Sport, desde que comprados de atiradores. Ficam todos entre R$ 0,055 e 0,08. Acima dos R$ 0,15, só excepcionalidades de preço (caso do Pro Match e do Holme) ou produtos mais raros, como os JSB Premium Match testados, cada qual por R$ 0,295. Digamos que seriam para aplicações especiais, quem sabe que dá resultado e quer o melhor possível para uma competição importante. A conclusão é que faz mais diferença o vendedor que o produto para se chegar aos preços. Tem loja com preço baixo e particular com preço alto. O que funciona é pesquisar. No exterior E no exterior, como é? Aqui vemos a mesma tabela, ordenada pelo preço em Euros. Fiz uma pesquisa rápida em lojas como a Mundilar e converti os valores, novamente em R$/tiro. Não anotei as lojas em que pesquisei cada um. Mas nada difícil, é só procurar no Google da Espanha, França e Alemanha, se acha todos rapidamente. Nessa ordenação a sequência parece mais coerente. Primeiro os econômicos, depois os de treino, em seguida produtos de competição e Premium. Mas ainda há algumas surpresas. O H&N Excite Econ (R$ 0,025) custa menos que o Gamo Match (R$ 0,035). O Holme Match (R$ 0,055) pode ser encontrado por praticamente o mesmo preço do JSB Schak Heavy (R$ 0,053), um produto bem inferior. No resto da lista não tem muitas surpresas. Só a contrariedade de constatar que o Holme Match, um dos melhores chumbos do teste, custa na Europa o mesmo preço que o Chakal Olímpico aqui na Terra de Santa Cruz. Não é à toa que o esporte por aqui só se desenvolve por conta de dedicação extraordinária dos atiradores brasileiros. A mesma comparação, agora com preços em Euro convertidos para Reais. Mantive os produtos nacionais com o preço daqui para referência, estes estão indicados em verde. Na tabela também calculei a diferença de preço. Para os produtos adquiridos no comércio brasileiro, o preço oscila em torno de 100% acima do valor na Europa. Claro, tem frete, imposto, custos, lucro. Brasileiro está acostumado com isso. Na próxima parte do teste vamos conferir a apresentação dos produtos e sua pesagem, para verificar a regularidade de cada um. Um abraço, *Saran This post has been promoted to an article
  50. 1 point
    Valeu galera! Fico feliz que tenham gostado do post!






























Carabinasdear

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